“A grande doença macroeconômica brasileira é o juro alto. Não é uma doença monetária, mas fiscal. Ela expressa uma situação fiscal que saiu do controle e que limita tremendamente as ações do BC”, avalia Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central e sócio da Rio Bravo Investimentos. A análise vem ao encontro da defesa do economista André Lara Resende, que escreveu para o jornal Valor Econômico em que coloca em xeque um pilar da estabilização da moeda. “Temos de perseverar no caminho do equilíbrio fiscal, para que a chamada ‘taxa neutra’ também caia. A partir daí, poderíamos experimentar patamares de juros perto de 5%”, afirmou.
Sou Economista com dois mestrados, cursos de especialização e em Doutoramento. Meu objetivo é analisar a economia, no Brasil e no Mundo, tentar opinar sobre os principais debates da atualidade e manter sempre, na minha opinião essencial, a independência. Não pretendo me esconder em nenhum grupo teórico específico. Meu objetivo é discorrer sobre varios temas, buscando sempre ser realista.
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Ailton Braga
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