🔹ConfianceTec. Economista Julio Hegedus. Abrindo os trabalhos no primeiro dia útil do ano pensando como deveremos atravessar este difícil período. No BCB, assume o leme Gabriel Galípolo, mas o cenário enfrentado terá q ser marcado pela dureza nas decisões, até porque a depreciação da moeda nacional passou de 24% em 2024. Ou seja, repasses a vista. Diante disso, não restará ao BCB outra saída a não ser atuar com a devida prudência. Duas elevações de taxa Selic já parecem definidas, nas reuniões do Copom em fins de janeiro (28 e 29) e meados de março (18 e 19). Iremos a 14,25%, mas muitos consideram haver espaço para 15%. É no front fiscal, no entanto, que o cenário se mostra ainda mais desafiante. Como fechar o ano com saldo primário dentro do intervalo de zero até DÉFICIT de 0,25 pp do PIB? E a governança? Este me parece o ponto mais delicado. Uma reforma ministerial se avizinha e o governo segue muito pressionado pelas diversas intervenções do presidente Lula, guiado pelo PT. Agora não temos mais RCN, mas teremos Galípolo. Como será esta relação ?
Sou Economista com dois mestrados, cursos de especialização e em Doutoramento. Meu objetivo é analisar a economia, no Brasil e no Mundo, tentar opinar sobre os principais debates da atualidade e manter sempre, na minha opinião essencial, a independência. Não pretendo me esconder em nenhum grupo teórico específico. Meu objetivo é discorrer sobre varios temas, buscando sempre ser realista.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2025
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