QUADRO VISTO NO PETRÓLEO WTI PARA MAIO NÃO DEVE SE REPETIR NO CONTRATO DE JUNHO, DIZ ANALISTA
Por André Marinho
São Paulo, 20/04/2020 - Após o petróleo WTI com entrega para maio cair para território negativo, na véspera do vencimento do contrato, a vice-presidente de pesquisas sobre petróleo da consultoria Wood Mackenzie, Ann-Louise Hittle, não acredita que o mesmo ocorrerá com o papel de junho, que agora é o mais líquido.
"Com sinais de possível relaxamento das medidas de contenção da Covid-19, o vencimento do próximo mês não deve ver pressão de vendas tão intensa", afirma Hittle ao Broadcast.
Segundo a analista, a situação observada no mercado é hoje é reflexo da falta de espaço para armazenamento físico da commodity, o que pressiona o contrato com entrega mais próxima. Com a demanda deprimida por conta da pandemia de coronavírus, os estoques em Cushing, no estado americano de Oklahoma, devem atingir capacidade máxima em algumas semanas, de acordo com Hittle.
"Além disso, a oferta de petróleo ainda não foi suficientemente afetada pela redução na produção por conta de fatores econômicos ou pelos cortes promovios pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+).
Contato: andre.marinho@estadao.com
São Paulo, 20/04/2020 - Após o petróleo WTI com entrega para maio cair para território negativo, na véspera do vencimento do contrato, a vice-presidente de pesquisas sobre petróleo da consultoria Wood Mackenzie, Ann-Louise Hittle, não acredita que o mesmo ocorrerá com o papel de junho, que agora é o mais líquido.
"Com sinais de possível relaxamento das medidas de contenção da Covid-19, o vencimento do próximo mês não deve ver pressão de vendas tão intensa", afirma Hittle ao Broadcast.
Segundo a analista, a situação observada no mercado é hoje é reflexo da falta de espaço para armazenamento físico da commodity, o que pressiona o contrato com entrega mais próxima. Com a demanda deprimida por conta da pandemia de coronavírus, os estoques em Cushing, no estado americano de Oklahoma, devem atingir capacidade máxima em algumas semanas, de acordo com Hittle.
"Além disso, a oferta de petróleo ainda não foi suficientemente afetada pela redução na produção por conta de fatores econômicos ou pelos cortes promovios pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+).
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