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Semana mais curta, mas não menos intensa

Iniciamos esta semana, mais curta pelo feriado do dia 15 (Proclamação da República), mas não menos intensa, dadas as incertezas geradas pela eleição de Donald Trump. 

Em entrevista exclusiva, pautada por um tom mais ameno, o presidente eleito esclareceu sobre muitos pontos defendidos na campanha eleitoral. Disse que iria preservar partes do Obamacare, desregulamentar as instituições financeiras para que elas voltem a emprestar, melhorar o controle das fronteiras contra imigrantes ilegais e o tráfico de droga (o tal muro, na fronteira com o México, ficou meio em segundo plano), criar incentivos para as empresas não montarem plantas em países onde o custo de mão de obra é mais baixo, visando preservar os empregos nos EUA, e na política externa se mostrou mais disposto a endurecer com o ISIS, desde que com apoio dos governos da Síria e da Rússia. 

Em suma, foi uma entrevista mais equilibrada, em que ele reafirmou parte do que pregou na campanha, mas em um tom mais ameno, mais conciliador, defendendo, por fim, a "união do país".

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