segunda-feira, 6 de janeiro de 2025

OESP, 0601

 Coluna do Estadão: PSDB negocia fusão com PSD de olho em aliança para disputar cadeira de Lula


Mergulhado em profunda crise, o PSDB iniciou negociações para uma possível fusão com o PSD, partido presidido por Gilberto Kassab. Desde o ano passado, quando perdeu os oito vereadores da capital paulista e protagonizou um fiasco com a campanha de José Luiz Datena - que teve 1,84% dos votos na disputa pela Prefeitura -, o tucanato concluiu que a definição de um novo rumo será inevitável para sua sobrevivência. No último dia 2, o presidente do PSDB paulista, Paulo Serra, se reuniu com Kassab para tratar do assunto. “Tivemos uma boa conversa e essa questão da fusão do PSDB com o PSD está avançando bastante”, afirmou Serra à Coluna. “Nós precisamos crescer e a fusão, a incorporação ou a federação podem ser alternativas”, completou o dirigente, que é ex-prefeito de Santo André.


COMEÇAR DE NOVO. A intenção da cúpula do PSDB é lançar o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, como candidato à sucessão do presidente Lula, em 2026. Para isso, porém, o partido precisa se reinventar. É nesse cenário que entra o PSD de Kassab, hoje secretário de Governo na gestão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).


DIPLOMACIA. “Diante de quadros tão valorosos como os do PSDB, é evidente que o PSD tem interesse nessa aproximação, qualquer que seja o modelo”, afirmou Kassab à Coluna. O presidente nacional do PSDB, Marconi Perillo, disse que o assunto será discutido em fevereiro.


INCERTEZA. Se a fusão partidária for adiante, Eduardo Leite é uma opção. Mas tudo muda se Tarcísio de Freitas decidir se candidatar ao Palácio do Planalto em 2026. O PSDB já integra uma federação com o Cidadania.


MAPA. O PT de Lula, por sua vez, está preocupado em eleger bancadas fortes no Congresso em 2026, principalmente no Senado, onde a legenda já prevê o avanço da direita. Petistas já começaram a levantar possíveis candidatos e alianças eleitorais.


VEJA BEM. Embora uma ala petista queira tirar Geraldo Alckmin (PSB) da chapa, se Lula concorrer à reeleição, outra prega mais diálogo com o partido do vice. Tanto é que um grupo do PT defende agora o apoio a Márcio França (PSB), ministro do Empreendedorismo, caso ele seja candidato ao governo paulista.


NESSA QUESTÃO. Já o PL de Jair Bolsonaro tem um racha: bolsonaristas trabalham para obter maioria no Senado com vistas a abrir impeachment de ministros do STF. A ala da sigla mais próxima ao Centrão, por outro lado, quer focar no aumento da bancada de deputados e faturar com os fundos partidário e eleitoral.


MAIS. O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado Pedro Lupion (PP), estima que seriam necessários ao menos R$ 5 bilhões para financiar neste ano o seguro rural, programa de proteção dos produtores contra perdas financeiras geradas por eventos imprevisíveis.


PIRES. Lupion diz, porém, que o governo não tem espaço fiscal e defende um fundo privado para levantar verbas. O orçamento de 2025, enviado ao Congresso, prevê R$ 1,06 bilhão para subvenção do seguro rural. “Não serve nem para começo de conversa”,disse o deputado ruralista.


PRONTO, FALEI!

Carlos Marcelo Gouveia advogado tributarista

“A reforma tributária acerta ao manter benefícios para a Zona Franca de Manaus. Assim, ajuda a equalizar desigualdades e preservar o meio ambiente."


CLICK

Carlos Brandão

Governador do Maranhão

Tomou cachaça com limão e declamou versos ao lado de aliados em Pinheiro (MA), após entregar obras de infraestrutura e educação no sábado, 4.


(Roseann Kennedy, com Eduardo Barretto e Vera Rosa)


Broadcast+

Prensa 0601

 Manchetes desta segunda-feira


São Paulo, 06/01/2025 - A seguir, as manchetes desta segunda-feira dos principais jornais brasileiros e do mundo:


O Estado de S.Paulo (SP)


Avaliação de que Bolsonaro influiu no 8 de Janeiro sobe entre seus eleitores e cai nos de Lula


Folha de S.Paulo (SP)


75% dos casos na PF de desmate e queimada ficam sem responsáveis


Valor Econômico (SP)


Aumento forte dos juros deverá acelerar reestruturação de empresas endividadas


O Globo (RJ)


Um ano após pacto em Saúde, país tem 2.762 obras paradas


The New York Times (EUA)


Como os democratas perderam os votos da classe trabalhadora


The Wall Street Journal (EUA)


Arquivos do Credit Suisse revelam laços mais profundos com o nazismo


Financial Times (RU)


Wall Street se prepara para corrida de listagens com origem no private equity


El País (ESP)


Moncloa blinda comunicações de Sánchez para evitar novo caso de espionagem


Zero Hora (RS)


Estado tem queda no registro de armas, mas lidera ranking nacional


A Tarde (BA)


Gastos com impostos exigem estratégia para evitar dívidas


Jornal do Commercio (PE)


Receita amplia monitoramento de cartões de crédito e do Pix


Broadcast+

PMI Composto

 ⚠️ *PMI Composto na Europa — S&P Global*


▪️ *Zona do Euro*: PMI Composto sobe de 48,3 pontos para 49,6 na passagem de novembro para dezembro, acima da estimativa inicial; Serviços subiu de 49,5 para 51,6 pontos 


▪️ *Alemanha*: PMI Composto sobe de 47,2 em novembro para 48 pontos em dezembro, mais que o consenso; Serviços subiu de 49,m3 para 51,2 no mesmo período 


▪️ *Reino Unido*: PMI composto cai de 50,5 pontos em novembro para 50,4 pontos em dezembro, abaixo da estimativa; Serviços subiu de 50,8 para 51,1 pontos no mesmo período

BDM Matinal Riscala 0601

 *Rosa Riscala: IPCA e payroll ocupam a semana*


… A perspectiva de menos cortes de juros nos EUA este ano, com Trump de volta ao poder, será testada esta semana pelo payroll de dezembro (6ªF) e a ata do Fed (4ªF). Em respeito ao dia nacional de luto pela morte de Jimmy Carter, as bolsas em NY não abrirão na 5ªF e os Treasuries terão pregão mais curto. Por aqui, com as apostas de Selic a 15% correndo soltas, diante da inflação desancorada, atividade e emprego aquecidos e fiscal fragilizado, o investidor confere esta semana o IPCA de dezembro (6ªF), além dos resultados de novembro da produção industrial (4ªF) e vendas no varejo (5ªF). Após semanas afastado por recomendação médica, Lula volta a despachar do Planalto hoje, onde se reúne com Haddad (10h) e enfrenta a pressão pela reforma ministerial e o impasse envolvendo as emendas.


… O momento de desgaste político continua sendo embutido pelos ativos domésticos, na crise que ameaça colocar a relação entre o governo e o Congresso em situação de pé de guerra, com alto custo para a governabilidade este ano.


… O estresse estendido nos negócios responde ainda à turbulência fiscal. No Estadão de sábado, o governo Lula assinou portaria definindo valores do Fundeb/25 sem incorporar as mudanças feitas pelo pacote de corte de gastos.


… Na prática, isso pode comprometer a economia anunciada com a medida. O Ministério da Educação afirmou que não houve “tempo hábil” para realizar as alterações, mas que as mudanças serão feitas, embora sem prazo definido.


… Pesquisador do Ipea, o economista Camillo Bassi disse ao jornal que o Fundeb, estruturado à revelia do pacote fiscal, é o maior “equívoco contábil” das medidas propostas pelo governo federal para enxugar as despesas.


… “Vai ser preciso um ajuste de contas. Se forem mantidos os valores estabelecidos na portaria, a PEC [de corte de gastos] é uma mentira e o valor que o governo federal divulgou de espaço fiscal foi um engodo”, classificou ele. 


… Na última 6ªF, reportagem da Folha havia apontado que o governo recorreu a manobras para ampliar gastos.


… Na reta final de 2024, liberou recursos fora das regras fiscais e adiou repasses e transferências de recursos fora do Orçamento para financiar políticas públicas, segundo a matéria. O Executivo defende a legalidade das medidas.


… Mas técnicos do próprio governo ouvidos pela jornalista Idiana Tomazelli avaliam que, no conjunto, as iniciativas podem gerar ruído adicional, neste momento em que a credibilidade da política fiscal já está em xeque.


… Em dezembro, o governo editou MP para liberar R$ 6,5 bilhões de forma imediata à reconstrução no RS.


…  As obras só serão executadas nos próximos anos, mas o governo federal quis garantir o repasse ainda sob a vigência do estado de calamidade pública, que autoriza a exclusão desses gastos das regras fiscais.


… Em outra manobra para ampliar despesas ou evitar a necessidade de conter gastos na reta final do ano, adiou repasses de incentivo à cultura previstos na Lei Aldir Blanc, evitando um bloqueio maior no Orçamento de 2024.


… Sob o efeito combinado dos riscos fiscais, Selic elevada e impacto no Brasil do protecionismo econômico de Trump, profissionais ouvidos pelo Broadcast acreditam que o investidor estrangeiro deve se manter afastado da B3.


… Em 2024, os gringos sacaram R$ 32,1 bilhões da bolsa brasileira, maior fuga de capital desde 2020, primeiro ano da pandemia da covid, quando houve saída líquida de R$ 40,1 bilhões em k externo das ações listadas na B3.


… Na última 6ªF, o Ibov perdeu os 119 mil pontos e revisitou os piores níveis em mais de dois anos, desde nov/23.


… Não repercutiu bem no humor dos players (leia mais abaixo) a decisão do HSBC de rebaixar a recomendação das ações brasileiras de neutra para underweight (desempenho abaixo da média, equivalente a venda).


… Em relatório enviado a clientes, o banco apontou que a “decepção dos investidores com o pacote de corte de gastos do governo criou um ciclo vicioso de taxas de juros mais altas, real mais fraco e inflação mais elevada”.


MAIS AGENDA – Bate sempre um nervosismo em dia de Focus (hoje, às 8h25), que tem apontado piora sistemática nas medianas de inflação, Selic e câmbio. Na última 6ªF, o C6 Bank foi mais um a revisar o seu cenário para pior.


… A equipe econômica do banco acredita que a taxa básica de juro subirá até o pico de 15% em junho. Mesmo considerando este acréscimo de 2,75pp sobre a Selic atual, o C6 elevou a previsão para o IPCA/25 de 5,3% para 5,7%.


… A explicação é a perspectiva de dólar forte no ano (a aposta subiu de R$ 6,00 a R$ 6,30) – diante da tendência de aumento da dívida pública brasileira – e previsão de emprego aquecido e piora das expectativas de inflação.


… Além do IPCA de dezembro (6ªF), a semana reserva os dados fechados de dezembro do IGI-DI e IPC-Fipe, amanhã.


… Do lado da atividade econômica, saem a produção industrial (4ªF) e as vendas no varejo em novembro (5ªF).


… Hoje, às 15h, é dia de balança comercial. A mediana das estimativas do mercado indica superávit de US$ 3,4 bilhões em dezembro, o triplo de um ano antes. Em 2024, o saldo deve fechar positivo em US$ 73,550 bilhões.


LÁ FORA – No “esquenta” para o payroll de 6ªF, tem a pesquisa ADP de empregos no setor privado na 4ªF. Hoje, saem a leitura final de dezembro do PMI/S&P Global composto (11h45) e encomendas à indústria em nov (12h).


… Diretora do Fed, Lisa Cook participa de evento às 11h15. Neste domingo, duas integrantes do Fed disseram que a luta contra a inflação ainda não foi vencida. “Ninguém está abrindo champanhe”, afirmou Adriana Kugler.


… Mary Daly afirmou ver os preços americanos ainda “desconfortavelmente” acima da meta de 2%.


… O PMI/S&P Global composto sai hoje na Alemanha (5h55), zona do euro (6h) e Reino Unido (6h30).


CHINA HOJE – O PMI de serviços medido pelo setor privado (S&P Global em parceria com Caixin) avançou para 52,2 em dezembro, contra 51,5 em novembro, acima do previsto pelos analistas de mercado 51,7.


… Já o PMI composto chinês, que engloba serviços e indústria, recuou de 52,3 em novembro para 51,4 em dezembro. Leituras acima de 50 indicam expansão da atividade econômica.


… Na noite de 4ªF, saem a inflação ao consumidor (CPI) e produtor (PPI) chinês de dezembro.


JAPÃO HOJE – O PMI/S&P Global de serviços subiu de 50,5 em novembro para 50,9 em dezembro.


POÇO SEM FUNDO – O clichê da tempestade perfeita tem se aplicado bem ao Ibov. O cenário conta com falta de confiança na política fiscal, inflação e juros sob pressão da ameaça de Trump 2 mais protecionista e China em apuros.


… Em meio ao pessimismo, como se viu, o HSBC rebaixou na 6ªF a bolsa de neutra para underweight. Poucos meses antes, em novembro do ano passado, o Morgan Stanley e o JPMorgan já haviam feito o mesmo movimento.


… O HSBC descreveu a bolsa brasileira como uma “armadilha clássica de valor”: as ações estão baratas com um preço sobre lucro projetado para 12 meses em 6,6 vezes, mas não valem o investimento.


…É “improvável”, diz o banco, que haja uma reavaliação até uma queda da Selic, o que pode não ocorrer antes do segundo semestre de 2025.


… Sob pressão de Vale e Petrobras, que juntas carregam 25% do Ibovespa, bancos e outros setores, o Ibovespa desceu aos 118.532 pontos (-1,33%) na 6ªF, no menor nível desde 6 de novembro de 2023.


… Análise do Itaú BBA destacou que a perda do suporte dos 118.600 pontos no Ibovespa abriu “mais uma janela de baixa” e que o próximo suporte importante está em 111.500 pontos.


… Além das blue chips, faltou ajuda de praticamente todos os setores no pregão de 6ªF. Das 83 ações do índice, 73 fecharam em baixa. Nos três pregões da semana encurtada pelo Ano Novo, a perda acumulada foi de 1,44%.


… Acompanhando a forte queda de 2,18% no minério de ferro em Dalian, Vale recuou 1,86% (R$ 53,24). Petrobras operou na contramão do petróleo e devolveu os ganhos da véspera: ON, -0,35% (R$ 40,38; e PN, -1,06% (R$ 36,38).


… A cotação do barril do Brent subiu em meio a vários sinais de estímulo na China. O PBoC, BC local, reiterou a promessa de cortar juros e compulsórios bancários em 2025.


… Por meio de uma operação de swap, a autoridade monetária concluiu na 5ªF a injeção 55 bilhões de yuans (US$ 7,5 bi) para 20 instituições financeiras, entre elas seguradoras, fundos e corretoras.


… O governo chinês ainda disse que vai expandir o programa de subsídios ao consumidor para incluir smartphones, tablets e smartwatches, que será financiado com o aumento na emissão de títulos ultralongos.


… Ainda no Ibov, os bancos caíram em bloco. Itaú registrou -2,45% (R$ 29,82), na mínima; Bradesco PN, -1,58% (R$ 11,20); Bradesco ON, -1,43% (R$ 10,32); Santander, -1,39% (R$ 23,42); e Banco do Brasil, -0,75% (R$ 23,74).


… Ainda no campo negativo, vieram Usiminas (-6,01%; R$ 4,85), IRB (-5,55%; R$ 42,05) e Yduqs (-5,08%; R$ 8,04).


… Em recuperação das perdas do pregão anterior, Eneva avançou 5,45%, a R$ 10,07, e liderou o ranking positivo. Foi acompanhada por São Martinho, com +5,17%, a R$ 24,20, e Azul, com +3,02%, a R$ 3,75.


PARA A SURPRESA DE NINGUÉM – O dia de fuga do risco na bolsa e queda do minério (-2,18%) pressionaram o dólar, que chegou a bater nos R$ 6,20, e fechou um pouco abaixo, em R$ 6,1821 (+0,32%), na contramão do exterior.


… Na semana, a moeda ficou de lado, com queda marginal de 0,18%. Na prática, o dólar está praticamente no mesmo nível de antes do recesso de Natal, contra uma expectativa geral de valorização ao longo de 2025.


… Sem noticiário e indicadores, a curva do DI fugiu à regra dos ativos domésticos. Continuou a queimar os excessos do fim de 2024, embora o movimento tenha sido limitado pelo cenário fiscal e a alta das taxas dos Treasuries.


… Na comparação com a 6ªF anterior, as taxas curtas e as intermediárias cederam perto de 40 pontos-base; as longas, 30 pontos. 


… O DI para janeiro de 2026 caiu a 15,060%, na mínima do dia (de 15,145% na sessão anterior); Jan/27, a 15,500% (15,610%); Jan/29, a 15,320% (15,385%); Jan/31, a 15,030% (15,060%); e Jan/33, 14,780% (14,810%).


SALDÃO DE NATAL – Investidores foram às compras, aproveitando as cinco quedas consecutivas das bolsas em NY, movimento que frustrou o tradicional rali de Natal em Wall Street.


… Os índices atingiram as máximas da sessão na parte da tarde, quando já estava encaminhada a reeleição do republicano Mike Johson para presidente da Câmara dos EUA.


… Aliado de Donald Trump, ele deve unir a Câmara em torno da agenda do presidente eleito, que inclui, além de cortes nos impostos corporativos, desregulamentação e tarifas, ao gosto dos investidores de ações.


… Por outro lado, a mesma agenda deve pressionar a inflação, o que afeta os Treasuries.


… Impulsionado por papéis como Super Micro Computer (+10,9%), Tesla (+8,22%) e Nvidia (+4,73%), o Nasdaq liderou as altas, com +1,77%, aos 19.621,68 pontos.


… Microsoft subiu 1,1% depois de anunciar investimento de US$ 80 bilhões em data centers de IA.


… O Dow Jones subiu 0,80%, aos 42.732,13 pontos, e o S&P500 ganhou 1,26% (5.942,47).


… O forte desempenho da 6ªF não impediu um recuo na semana. No período, os índices acumularam perdas de, respectivamente, 0,51%, 0,61% e 0,48%, respectivamente.


… US Steel recuou 6,5% depois que o presidente Joe Biden proibiu a venda da histórica siderúrgica americana para a Nippon Steel, um negócio de US$ 14,1 bilhões.


… Nos Treasuries, os juros subiram após o PMI industrial dos EUA medido pelo ISM ficar acima do esperado e de o presidente do Fed de Richmond, Tom Barkin, dizer que prefere manter o juro restritivo por mais tempo.


… Segundo o ISM, a atividade industrial americana subiu para 49,3 em dezembro, ante expectativa de manutenção em 48,4, a leitura de novembro. O dado ainda está abaixo do limite que indica expansão, 50, mas melhorou.


… Enquanto isso, o retorno da note de 2 anos subiu a 4,277%, de 4,253% na sessão anterior, e o da note de 10 anos avançou a 4,598% (de 4,563%). O do T-Bond de 30 anos cresceu a 4,817% (de 4,788%)


… Depois do tombo da véspera, libra e euro tiveram um dia de recuperação na 6ªF. Assim, o índice dólar (DXY) fechou em baixa de 0,40%, aos 108,952 pontos, mas acumulou alta de quase 1% na semana.


… O euro subiu 0,38%, a US$ 1,0305, e a libra avançou 0,37%, a US$ 1,2428. O iene perdeu 0,10%, a 157,305/US$.


EM TEMPO… Capital Research Global Investors (CRGI) elevou fatia na JBS, passando de 110.584.046 ações ON, correspondentes a 4,99% do total de ações emitidas, para 111.572.477 ações, que representam 5,03% do total.


GOL registrou prejuízo líquido de R$ 176 milhões em novembro, com receita de R$ 1,74 bilhão, segundo prévia; Ebitda somou R$ 448 milhões e margem Ebitda foi de 26%; Ebit ficou em R$ 278 milhões, com margem Ebit de 16%…


… Dívida líquida chegou a R$ 31,02 bilhões, ao passo que as contas a receber ficaram em R$ 3,67 bilhões e o caixa total foi de R$ 2,02 bilhões em novembro.


AZUL confirmou ter firmado acordo com Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e Secretaria Especial da Receita Federal com objetivo reestruturar seu passivo fiscal.


PRIO. Goldman Sachs atingiu participação acionária de 4,95%, o equivalente a 44,1 milhões de papéis ON.


BRMALLS vai emitir até R$ 625 milhões em debêntures. Oferta inicial será de R$ 500 milhões, mas montante poderá ser elevado em 25%, a depender da demanda.


JHSF vendeu fatia restante de 18% no shopping Ponta Negra, de Manaus (AM), por R$ 82 milhões.


ENEVA informou ao mercado na noite deste domingo que seu conselho de administração aprovou um programa de recompra de suas ações. Serão adquiridas no máximo 50 milhões de ações ordinárias…


… O volume é equivalente a 2,587% das ações totais emitidas pela companhia e 2,593% do total em circulação…


… Ainda no noticiário sobre a empresa, foi retomada a operação de gás natural após troca de tubulação do Hub Sergipe, na região metropolitana de Aracaju. Falha na tubulação foi identificada em outubro de 2024.

domingo, 5 de janeiro de 2025

Alexandre de Moraes

 Quem está por trás de Alexandre de Moraes?

Ludmila Lins Grilo

Quem está por trás de Alexandre de Moraes?

“Quem está por trás de Alexandre de Moraes?” Essa é a pergunta de um milhão de dólares, que muitos no Brasil já formularam, mas nunca obtiveram resposta direta. Até agora.


Muitos de nós desconfiávamos, havia inúmeras evidências, jornalistas como Shellemberger já haviam ventilado a hipótese. Só que, agora, o que era uma hipótese (muito plausível, diga-se de passagem), tornou-se uma certeza. E isso aconteceu no maior podcast do mundo, o de Joe Rogan.


Mike Benz, ex-funcionário do Departamento de Estado americano e diretor de uma ONG pró-liberdade de expressão (Foundation for Freedom Online), decidiu jogar no ventilador o que muita gente desconfiava, mas poucos ousavam afirmar: o sistema judicial brasileiro sofreu infiltração e foi instrumentalizado para servir aos interesses da CIA.


Sim, caros leitores, não é mais “teoria da conspiração”. É a realidade. E foi dita por ninguém menos que um ex-funcionário do alto escalão do Departamento de Estado dos EUA.


Mike Benz detalhou como o Brasil se tornou alvo de uma operação minuciosa de interferência, na qual instituições e pessoas foram cooptadas para servir a um objetivo claro: minar qualquer possibilidade de reeleição de Jair Bolsonaro e consolidar um sistema controlado e alinhado com os interesses de uma elite globalista. E quem estava no comando, em solo brasileiro? Alexandre de Moraes, o ditador de toga.


Segundo Mike Benz, a interferência americana no Brasil começou em 2018, duas semanas depois da eleição de Bolsonaro. A CIA, por meio de seus braços internos, o Center for Effective Public Policy Studies (CEPS), desembarcou no Brasil para estudar o fenômeno Bolsonaro. Eles se perguntavam como era possível um candidato sem qualquer estrutura institucional ou financeira ter ganhado uma eleição apenas com o carisma e o domínio das redes sociais.


O resultado dessa investigação foi um plano estratégico: “nunca mais permitiremos que algo assim aconteça”. E assim começou uma operação de guerra híbrida. Durante os quatro anos do governo Bolsonaro, o CEPS, com financiamento e coordenação da CIA, teria trabalhado incansavelmente para criar uma estrutura de censura e manipulação que garantisse a derrota do presidente em 2022. E conseguiu.


É aqui que entra Alexandre de Moraes. Benz foi claro: Moraes foi o principal operador local do esquema. Sob o pretexto de “combate à desinformação”, ele transformou o Supremo Tribunal Federal e o Tribunal Superior Eleitoral em verdadeiras ferramentas de censura. Mas a censura não foi só local; ela foi importada, financiada, organizada.


Lembremos das incontáveis ações do ministro, calando opositores, mandando prender jornalistas, bloqueando redes sociais e decretando sigilo eterno em processos que deveriam ser públicos. Agora sabemos por quê. Segundo Benz, essa estrutura foi diretamente influenciada pela CIA e operada em parceria com instituições brasileiras, como a Fundação Getúlio Vargas (FGV) e até mesmo a Rede Globo. Sim, a Globo, citada nominalmente por Benz, como parte da engrenagem que ajudou a “gerenciar” o resultado eleitoral no Brasil.


Outro ponto levantado por Mike Benz é o papel das universidades, especialmente a FGV, na promoção de “leis de combate à desinformação” – ou, para utilizar uma expressão mais precisa, leis de censura. Benz explicou que o CEPS e outras entidades americanas financiam essas instituições para moldar o debate público, influenciar o Congresso Nacional e forçar a aprovação de legislações que restringem a liberdade de expressão.


Não é coincidência que, até hoje, o “PL da Censura” seja pauta recorrente no Brasil. É uma obsessão que vem de fora; interesses estrangeiros insistem em implementar no Brasil um controle narrativo disfarçado de “proteção contra fake news”. Eles nos tratam como crianças que não sabem pensar por conta própria. Um insulto à nossa inteligência.


O que Benz descreveu é assustador, mas não surpreendente. Aqui no Brasil, o que chamamos de “sistema”, nos Estados Unidos, se chama “Deep State”. É essa máquina invisível que age nas sombras, financiada por dinheiro público americano, para moldar governos e sociedades ao redor do mundo.


O objetivo? Garantir que países estratégicos, como o Brasil, permaneçam sob controle. É por isso que vemos o avanço da censura, da perseguição política e do controle total das narrativas. E é por isso que nomes como Alexandre de Moraes se tornam indispensáveis. Eles são os rostos locais de um sistema sem rosto.


Estamos em um momento crucial. As denúncias de Mike Benz não são apenas mais uma história. Elas mostram como o Brasil está inserido em uma guerra geopolítica na qual a soberania nacional é tratada como moeda de troca. Nossa democracia, já fragilizada, foi violada por interesses estrangeiros que enxergam o Brasil apenas como um tabuleiro de xadrez.


A revelação de Benz é um divisor de águas. Agora sabemos quem está por trás de Alexandre de Moraes. E sabemos que a luta pela liberdade de expressão e pela democracia vai além de nossas fronteiras. Alexandre de Moraes e os gringos manipuladores certamente não esperavam que isso viesse à tona. Isso é o tipo de coisa que, para eles, nunca poderia ser de conhecimento do mundo, porque eles sabem que, quando o mundo vê, ele responde.


Leia mais: https://revistatimeline.com/o-protetor-que-quer-matar/

Amilton Aquino 0501

 Dois assuntos bem delicados começam a entrar em pauta sobre o Brasil: dominância fiscal e a necessidade de uma nova constituição. Ou seja, a simples discussão desses assuntos é sintomática das incertezas sobre os dois pilares de uma nação democrática: a institucionalidade e a sustentabilidade da economia.


Vamos começar pela dominância fiscal, uma situação onde o principal instrumento de controle da inflação, o aumento dos juros, perde cada vez mais seu efeito deflacionário. Por outro lado, o crescimento descontrolado da dívida pública leva a um processo gradativo de aumento da inflação, que ganha uma inércia própria, difícil de ser parado sem um grande corte de gastos seguido de um longo período de recessão. Algo que experimentamos na década de 1980 e início dos anos 1990 e, por pouco, não repetimos na Crise Dilma, caso não tivéssemos mergulhado em dois anos de profunda recessão.


E por que isso pode ocorrer no Brasil? Porque o controle inflacionário é feito baseado em dois pilares: o primeiro, o monetário, o óbvio aumento dos juros, que diminui a moeda em circulação na economia ao tornar a poupança mais atrativa que o consumo. O segundo pilar é o fiscal, na verdade o principal, o mais importante indicador econômico que revela a saúde de uma economia. É a partir do equilíbrio das contas públicas que um país, mesmo altamente endividado, consegue a credibilidade necessária para continua rolando sua dívida. Na melhor das hipóteses, caso mantenha um superávit primário ao longo de anos, o país reduz o montante principal de sua dívida.


Para quem não sabe, o PT herdou um país com um superávit primário de 3% do PIB. De fato, mesmo com os artifícios mil inventados pelo PT para gastar mais sem que isso implicasse diretamente na contabilidade oficial, durante todo o mandato de Lula e início de Dilma, nossa dívida líquida diminuiu até a casa dos 41% do PIB, hoje na casa dos 62%.


Aliás, o superávit primário, que é um dos três pilares do Plano Real, sempre foi criticado pelo PT. Durante o mandato de Palocci como ministro da Fazenda, este pilar funcionou muito bem, nos garantindo um fluxo de investimentos nunca visto na nossa história, um dos responsáveis pelas imensas reservas cambiais acumuladas. Infelizmente, a partir do segundo mandato de Lula, no momento em que Mantega substituiu Palocci, tal tripé entrou em decadência, até ser substituído, em meados do governo Dilma, pela famigerada Nova Matriz Econômica (posteriormente substituída novamente pelo tripe macroeconomico herdado de FHC em 2015). O que se viu neste processo gradativo de redução progressiva do superávit primário até se tornar um déficit primário de -2,47% do PIB em 2016.


Ou seja, saímos de um superávit primário que, em 2004, chegou a 4% do PIB para um déficit de -2,47%, uma diferença de 6,4%, número aliás lembrado pelo jornalista William Waack ao então candidato Lula em uma de suas entrevistas na última eleição, deixando-o em estado de confusão mental que acabou virando meme. O resumo da ópera é que, se o PT não tivesse quebrado este pilar do Plano Real, nossa dívida hoje não seria um problema a comprimir cada vez mais nosso engessado orçamento.


E aqui entramos no segundo tema deste texto: a ingovernabilidade que está nos conduzindo a uma grave crise institucional que, talvez, só tenha uma saída: a convocação de uma nova Assembleia Constituinte.


Ora, desde que foi instituída, a Constituição de 1988, muitos nomes proeminentes, como Roberto Campos, por exemplo, alertaram para sua tendência de inviabilizar o Estado brasileiro. O fato é que, ao longo de três décadas, os excessivos direitos incluídos na nossa “Constituição Cidadã” foram nos levando ao atual estado de engessamento, onde apenas 5% do nosso orçamento é discricionário. Ou seja, qualquer que seja o governante, restam-lhe apenas 5% de controle, pois tudo está amarrado na Constituição. E pior, a tendência é de que continue comprimindo ainda mais.


Para piorar, a covardia de Bolsonaro em governar de fato o levou a entregar o orçamento nas mãos do Congresso, que acabou criando o Orçamento Secreto, o qual hoje o STF tenta corretamente colocar algum freio.


Estranhamente, apesar do claro beco sem saída fiscal em que vivemos, nem o STF nem o Executivo, parceiros na empreitada, querem dar qualquer contribuição para a redução dos gastos. “Farinha pouca, meu pirão primeiro”. O presidente do STF, Barroso, já veio a público se pronunciar contra a limitação dos salários ao teto constitucional. Enquanto isso, o governo não faz qualquer aceno de corte na própria carne, nem mesmo para dar exemplo. Pelo contrário, esbanja cada vez mais. Ou seja, não será do Congresso que virá a iniciativa de controlar as contas públicas, apesar de alguns poucos deputados, capitaneados por Kim Kataguiri, tentarem, sem sucesso, pagar o ônus de aprovar um salgado pacote de corte de gastos.


Paralelamente ao descontrole das contas públicas, cada vez mais nosso poder Judiciário mergulha no descrédito, assumindo uma postura cada vez mais autoritária “em defesa da democracia”, ao ponto de descredibilizar totalmente nossa já problemática Constituição, que frequentemente é “reinterpretada” ao bel-prazer de uma casta de “iluminados” que invade a prerrogativa do Congresso de legislar.


Portanto, chegamos a uma situação surreal onde os poderes não chegam nem mesmo a um consenso sobre a necessidade óbvia de controle dos gastos, com um sistema de leis cada vez mais instável e incerto. Isso tem levado figuras proeminentes a cada vez mais falar sobre a necessidade de repactuação, de rediscutir o Estado brasileiro, talvez mesmo até através da convocação de notáveis para formar uma nova Assembleia Constituinte.


Claro que apenas mudar a Constituição não resolve nossos problemas. Sua modificação seria mais para desengessar os dogmas que precisamos rediscutir, especialmente os privilégios adquiridos. Mas sim, corremos o risco de fazer algo ainda pior, como já ocorreu em 1988. Pelo menos agora muita gente já está vendo, na prática, o que Roberto Campos previu lá atrás. Seria uma lição em cima de um grande erro, se de fato tivéssemos o hábito de aprender pelo menos com nossos próprios erros. Mas nem isso podemos esperar do Brasil atualmente.

sábado, 4 de janeiro de 2025

Amilton Aquino 0401

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"O ano termina com um grande descompasso entre a economia real, que cresceu bem pelo quarto ano consecutivo, e o mercado financeiro, que já antevê mais um voo de galinha.


Para os entusiastas do governo, trata-se de uma conspiração do tal mercado, esse ente malévolo da Faria Lima, que há alguns meses fazia boas projeções para o Brasil e, desde meados do ano, só piora suas expectativas. Mas o que aconteceu para essa mudança de humor?


Primeiro, houve a alteração da meta do arcabouço fiscal já flexibilizado logo em seu primeiro ano de vigência. De repente, a meta deixou de ser o déficit zero e passou a ser um déficit de R$ 30 bilhões, com uma contabilidade criativa embutida. Passados alguns meses, ficou claro para o mercado que seria impossível cumprir até mesmo a nova meta, já acochambrada. Então, começou um verdadeiro clamor por cortes de gastos.


Haddad, enfim, admitiu que precisava cortar despesas (ufa!) e criou uma expectativa de anúncio, que foi sendo postergado, postergado até que… veio em tom de campanha eleitoral, acompanhado de uma promessa que aumentaria os gastos em pelo menos metade do que o pacote propunha economizar. O dólar, claro, disparou, alcançando a casa dos R$ 6.


Mas eis que Lula, na tentativa de acalmar o mercado, resolveu dar uma entrevista ao Fantástico, onde garantiu que ninguém tem mais responsabilidade fiscal do que ele (!!!), que está tudo certo em seu governo e que a única coisa errada é a taxa de juros, deixando a entender que isso brevemente também seria “corrigido” com o seu indicado para a presidência do Banco Central. O dólar, claro, bateu os R$ 6,31.


Desde então, o que temos assistido é o BC queimar 10% das nossas reservas para reduzir 10 centavos da cotação do dólar, enquanto Lula ajusta o discurso, baixa o tom nas suas costumeiras acusações de conspiração do mercado e “garante”, ao lado do novo presidente do BC, que ele terá total autonomia.


O mercado, com sua fé inabalável de que balançamos, mas nunca caímos do precipício, deu até uma pequena acalmada com a aprovação do ainda insuficiente pacote de cortes de gastos. Porém, já começa a se posicionar para um cenário de piora gradativa que poderá explodir, ou não, antes das eleições.


É claro que o mercado também erra nas projeções. Desde Temer, as estimativas do PIB, por exemplo, foram sempre revisadas para cima, o que tem levado economistas, como Samuel Pessoa, a teorizar que o nosso PIB potencial aumentou. Isso se deve, muito provavelmente, à maior flexibilização do mercado de trabalho, consequência de algumas reformas estruturais, e à chegada dos aplicativos de entrega e transporte, que têm contribuído significativamente para a queda do desemprego e o aumento de renda de muita gente. Além disso, tivemos um investimento privado de R$ 70 bilhões a partir da aprovação do Marco do Saneamento nos últimos três anos — medida que contou com o voto contrário do PT, mas cujos frutos colhe agora.


Enfim, o clima ainda não é o do final de 2014, quando a crise já era dada como certa, mas há um prenúncio de algo semelhante, parecido com 2013: um mal-estar geral com as instituições, com a política e com a indiferença das castas do poder público, que, aconteça o que acontecer, sempre preservam seus privilégios. Isso ficou claro mais uma vez na tentativa de limitar os supersalários, condicionada à medidas a serem discutidas posteriormente, o que provavelmente resultará em nada.


Enquanto isso, o Congresso, que poderia conter a gastança acolhendo uma proposta de corte de despesas apresentada por três deputados, simplesmente dá de ombros, preferindo usar o orçamento secreto como barganha para aprovar o raquítico pacote de cortes do governo.


Como sempre, a conta sobra para quem não tem voz no Congresso. O grosso do corte será direcionado para a limitação do BPC, do PIS/PASEP e do Fundeb, além de alguns caraminguás do Bolsa Família, e só.


Será suficiente para chegarmos até 2026 sem uma crise aguda? Veremos. Até lá, a certeza é que a curva da dívida pública aumentará em ritmo semelhante ao do governo Dilma, com o agravante de que agora partimos do auge da maior crise da nossa história.


Apesar da pressão por cortes de gastos, a Lei Rouanet segue intacta, abocanhando R$ 17 bilhões por ano — valor sextuplicado no governo Lula. O mesmo acontece com a farra de gastos com publicidade e com o cartão corporativo, principalmente da primeira-dama. Sem dar o exemplo, como exigir qualquer sacrifício dos demais agentes públicos?


E assim seguimos, aos trancos e barrancos, rumo a uma nova fase de hiperinflação, já que as outras duas formas de financiamento do governo (endividamento e aumento da carga tributária) já estão no limite. Salvem-se quem puder."

BDM Matinal Riscala

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