*Tarcísio é questionado por Miriam e responde com Dados Técnicos*
QUEM NÃO DEVE NÃO TEME ! PRINCIPALMENTE NÃO TEME IGNORARANTES ESQUERDISTAS . CHUPA MIRIAM !
Na última quarta-feira, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, participou de uma entrevista ao vivo no programa Em Foco, da Globo News, apresentado por Miriam Leitão. A expectativa era de uma conversa sobre obras, mobilidade urbana, investimentos em infraestrutura. Mas bastaram poucos minutos para a entrevista tomar um rumo polêmico.
Com seu tradicional tom crítico, Miriam Leitão interrompeu a resposta inicial do governador e disparou. Governador, o senhor tem sido muito elogiado por setores mais à direita, mas há uma crítica recorrente. Sua gestão prioriza obras e esquece o social. Viaduto é importante, mas e as pessoas que dormem debaixo dele? A pergunta visivelmente carregada de conotação ideológica parecia ter sido preparada para encurralar Tarcísio.
O estúdio ficou em silêncio por um instante. Miriam, confiante, se ajeitava na cadeira como quem acreditava já ter vencido o embate. Mas a resposta de Tarcísio não apenas surpreendeu, ela mudou o clima da entrevista completamente. Sem alterar o tom de voz, ele começou. Miriam, com todo respeito à sua trajetória no jornalismo, essa pergunta parte de uma falsa dicotomia.
Quem investe em infraestrutura com responsabilidade está justamente combatendo desigualdade. A diferença é que a gente faz isso sem panfleto. Ela tentou interromper, mas Tarcísio continuou. Posso dar um exemplo bem concreto? Em São Paulo, ampliamos a linha 6 laranja do metrô. É obra? Sim. Mas sabe o que isso significa? 6 mil empregos diretos.
Mobilidade para regiões carentes da Zona Norte. Economia de tempo de até 1,30 mil no deslocamento de quem acorda às 5 da manhã. Isso é ou não é social? Miriam franziu a testa. A resposta havia sido clara, direta e com números. Algo que dificilmente se rebateria com retórica. Miriam, leitão, visivelmente contrariada, tentou retomar o controle da entrevista.
Ela puxou uma folha com anotações e rebateu. Mas, governador, há especialistas que dizem que o senhor investe pesado em asfalto e concreto, Especialistas que dizem que o senhor investe pesado em asfalto e concreto, enquanto políticas públicas, como habitação popular e saúde preventiva, recebem menos atenção.
A crítica é que a sua gestão tem um olhar técnico demais e pouco sensível à desigualdade histórica do Estado. Tarcísio sorriu levemente, ajeitou o microfone na lapela e respondeu com a calma de quem já esperava aquele tipo de provocação. Essa crítica é interessante porque parte de uma premissa equivocada, a de que sensibilidade social é incompatível com eficiência.
Veja bem, investir em infraestrutura não é o oposto de investir no social, pelo contrário, é a base do social. Um Estado que funciona libera o cidadão das garras da burocracia e do abandono. Ele, então, estendeu a mão para o assessor ao lado e pediu um documento. Era um relatório impresso com números do Programa Estadual de Regularização Fundiária.
Esse aqui, Miriam, é o projeto Cidade Legal. Só neste ano, mais de 35 mil famílias tiveram acesso à regularização de suas casas. Com escritura na mão, essas pessoas podem agora conseguir crédito, reformar, investir, sair da informalidade. Isso não aparece na manchete, mas muda vidas. Enquanto falava, a produção da Globo News exibia imagens de famílias recebendo seus títulos de propriedade.
Era um verdadeiro contra-golpe midiático ao vivo. A jornalista tentou mais uma cartada. Mas e a segurança? Os números de violência não são ainda alarmantes em regiões como o extremo sul? Sem perder o ritmo, Tarcísio respondeu. São. E por isso mesmo lançamos o programa Segurança em Ação, com ênfase em inteligência policial e presença ostensiva.Serviços de streaming de TV online
Só no último trimestre, os índices de roubo caíram 18% nessas áreas. E sabe o que ajuda nisso também, Miriam? Iluminação pública, asfalto, saneamento. Isso tudo é obra, mas é também dignidade. O estúdio estava quieto. Miriam consultava suas anotações novamente em busca de uma brecha. Mas o governador parecia ter vindo não só com respostas, mas com um manual de como desmontar narrativas ao vivo.
A entrevista já não seguia mais o roteiro inicial. O público nas redes começava a reagir em tempo real, destacando a postura firme do governador diante das provocações. Hashtags como Major Tarcísio Calmo é fatal e Jajaula na Globo News começaram a subir nos trending topics. Miriam Leitão, ainda tentando se recompor, decidiu apelar para o discurso ambiental, um dos seus temas mais recorrentes.
Ela olhou para a câmera e disparou. Governador, há também preocupações ambientais. A ampliação do rodoanel, por exemplo, passa por áreas de mata nativa. Ambientalistas acusam sua gestão de flexibilizar licenças e acelerar processos sem os devidos estudos. O senhor não acha que isso compromete o futuro sustentável do Estado? Era, sem dúvida, uma tentativa de reposicionar o debate.
Mas, novamente, Tarcísio demonstrou o preparo. Miriam, o problema é que, muitas vezes, o discurso ambientalista é usado como obstáculo ideológico para paralisar o progresso. Nós não flexibilizamos a lei. Nós a respeitamos, mas também fazemos com agilidade. O que combatemos é a burocracia desnecessária.
Ele então citou dados técnicos. O trecho norte do rodoanel foi liberado com condicionantes ambientais que superam os padrões da CETES-B. Vamos plantar um milhão de mudas nativas como compensação e já temos drones monitorando áreas de preservação. O que antes levava quatro anos para sair do papel, agora leva 14 meses com responsabilidade.
A jornalista tentou interromper, mas Tarcísio emendou. E mais, enquanto alguns falam em defesa do meio ambiente apenas nos microfones, nós levamos saneamento básico para 460 mil pessoas em 2024. Sabe o que isso significa? Menos esgoto nos rios, menos doenças. Isso é cuidar do meio ambiente com resultado, não com slogans.
Nesse momento, a expressão de Miriam mudou. Ela percebia que cada nova crítica se transformava numa vitrine para o governador expor dados, projetos e realizações. Era como se ela tivesse lhe dado o palco e ele, sem levantar o tom ou atacar pessoalmente, tivesse transformado aquela sabatina em uma vitrine de gestão. No estúdio, o clima era de tensão disfarçada.
Os comentaristas, que acompanhavam a entrevista pela bancada, ficaram em silêncio. Um deles até soltou fora do microfone. Ele destruiu com classe. Faltando poucos minutos para o encerramento do programa, Miriam Leitão lançou sua última tentativa de recuperar o controle da narrativa.Serviços de streaming de TV online
Em um tom mais incisivo, ela perguntou, governador, muitos dizem que o senhor é uma espécie de Bolsonaro de terno e gravata, um gestor técnico, mas alinhado com ideias ultraconservadoras. Como responde a essa crítica, o estúdio silenciou. A provocação final tinha chegado. Era o momento clássico da cartada ideológica. Mas a resposta de Tarcísio foi tão firme quanto desarmante.
Eu respeito o presidente Bolsonaro, fui ministro dele e me orgulho do que entregamos juntos no Ministério da Infraestrutura. Mas eu sou Tarcísio e minha gestão é pautada por resultado. Enquanto alguns perdem tempo rotulando, a gente está asfaltando, entregando escola em tempo integral, modernizando o transporte público e atraindo investimento estrangeiro.
Ele, então, se inclinou levemente para a câmera. O povo está cansado de rótulos. Quer saúde no posto? Metrô na porta, segurança na rua e dignidade em casa. E é isso que estamos fazendo. Com técnica, com equipe e com foco. Se isso é ser ultraconservador, então que seja. Porque São Paulo está avançando.
A frase teve efeito imediato. Os comentaristas da bancada se entreolharam. O diretor de imagem pediu um corte mais fechado no rosto de Miriam, que apenas respondeu com um sorriso contido, visivelmente desconcertada. Na internet, a entrevista já havia viralizado. Cortes com trechos da fala de Tarcísio dominavam as redes sociais, especialmente entre perfis de direita e grupos políticos.
Muitos diziam, foi uma aula de como vencer sem gritar. Na saída do estúdio, Tarcísio ainda foi abordado por jornalistas de outras emissoras. Um deles perguntou, o senhor ensaiou as respostas? Ao que ele respondeu, não. Quem governa com verdade não precisa ensaiar nada. Horas depois, perfis progressistas tentaram reagir chamando a entrevista de espetáculo populista.
Mas já era tarde. A opinião pública havia percebido algo diferente. Um gestor técnico, com respostas concretas, vencendo o confronto não pela força, mas pela consistência. E assim, o que era para ser uma sabatina desconfortável, acabou se tornando um dos momentos mais emblemáticos da gestão de Tarcísio.
Um debate que começou com crítica ideológica e terminou com uma aula de gestão pública.
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