sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Tarcísio x Miriam Leitão

 *Tarcísio é questionado por Miriam e responde com Dados Técnicos* 

QUEM NÃO DEVE NÃO TEME ! PRINCIPALMENTE NÃO TEME IGNORARANTES ESQUERDISTAS . CHUPA MIRIAM ! 


Na última quarta-feira, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas,  participou de uma entrevista ao vivo no programa Em Foco, da Globo News,  apresentado por Miriam Leitão.  A expectativa era de uma conversa sobre obras, mobilidade urbana,  investimentos em infraestrutura.  Mas bastaram poucos minutos para a entrevista tomar um rumo polêmico.


 Com seu tradicional tom crítico,  Miriam Leitão interrompeu a resposta inicial do governador e disparou.  Governador, o senhor tem sido muito elogiado por setores mais à direita,  mas há uma crítica recorrente.  Sua gestão prioriza obras e esquece o social.  Viaduto é importante, mas e as pessoas que dormem debaixo dele?  A pergunta visivelmente carregada de conotação ideológica parecia ter sido preparada para encurralar Tarcísio.


 O estúdio ficou em silêncio por um instante.  Miriam, confiante, se ajeitava na cadeira como quem acreditava já ter vencido o embate.  Mas a resposta de Tarcísio não apenas surpreendeu,  ela mudou o clima da entrevista completamente.  Sem alterar o tom de voz, ele começou.  Miriam, com todo respeito à sua trajetória no jornalismo,  essa pergunta parte de uma falsa dicotomia.


Quem investe em infraestrutura com responsabilidade  está justamente combatendo desigualdade.  A diferença é que a gente faz isso sem panfleto.  Ela tentou interromper, mas Tarcísio continuou.  Posso dar um exemplo bem concreto?  Em São Paulo, ampliamos a linha 6 laranja do metrô.  É obra? Sim.  Mas sabe o que isso significa?  6 mil empregos diretos.


 Mobilidade  para regiões carentes da Zona Norte. Economia de tempo de até 1,30 mil no deslocamento de quem  acorda às 5 da manhã. Isso é ou não é social? Miriam franziu a testa. A resposta havia sido clara,  direta e com números. Algo que dificilmente se rebateria com retórica.  Miriam, leitão, visivelmente contrariada, tentou retomar o controle da entrevista.


 Ela puxou uma folha com anotações e rebateu.  Mas, governador, há especialistas que dizem que o senhor investe pesado em asfalto e concreto,  Especialistas que dizem que o senhor investe pesado em asfalto e concreto,  enquanto políticas públicas, como habitação popular e saúde preventiva,  recebem menos atenção.


 A crítica é que a sua gestão tem um olhar técnico demais e pouco sensível à desigualdade histórica do Estado.  Tarcísio sorriu levemente, ajeitou o microfone na lapela  e respondeu com a calma de quem já  esperava aquele tipo de provocação.  Essa crítica é interessante porque parte de uma premissa equivocada, a de que sensibilidade  social é incompatível com eficiência.


 Veja bem, investir em infraestrutura não é o oposto de investir no social, pelo contrário,  é a base do social. Um Estado que funciona  libera o cidadão  das garras da burocracia e do  abandono. Ele, então,  estendeu a mão para o assessor ao  lado e pediu um documento.  Era um relatório impresso com  números do Programa Estadual de  Regularização Fundiária.


 Esse aqui, Miriam,  é o projeto Cidade Legal.  Só neste ano,  mais de 35 mil famílias  tiveram acesso à regularização  de suas casas.  Com escritura na mão, essas pessoas  podem agora conseguir crédito,  reformar, investir,  sair da informalidade.  Isso não aparece na manchete,  mas muda vidas.  Enquanto falava, a produção da Globo News exibia imagens de famílias recebendo seus  títulos de propriedade.


 Era um verdadeiro contra-golpe midiático ao vivo.  A jornalista tentou mais uma cartada.  Mas e a segurança?  Os números de violência não são ainda alarmantes em regiões  como o extremo sul? Sem perder o ritmo, Tarcísio respondeu. São. E por isso mesmo lançamos  o programa Segurança em Ação, com ênfase em inteligência policial e presença ostensiva.Serviços de streaming de TV online


 Só no último trimestre, os índices de roubo caíram 18% nessas áreas. E sabe o que ajuda nisso também, Miriam?  Iluminação pública, asfalto, saneamento.  Isso tudo é obra, mas é também dignidade.  O estúdio estava quieto.  Miriam consultava suas anotações novamente em busca de uma brecha.  Mas o governador parecia ter vindo não só com respostas,  mas com um manual de como desmontar narrativas ao vivo.


A entrevista já não seguia mais o roteiro inicial.  O público nas redes começava a reagir em tempo real,  destacando a postura firme do governador diante das provocações.  Hashtags como Major Tarcísio Calmo é fatal e  Jajaula na Globo News começaram a subir  nos trending topics. Miriam Leitão,  ainda tentando se recompor, decidiu apelar  para o discurso ambiental, um dos seus temas mais  recorrentes.


 Ela olhou para a câmera e  disparou. Governador, há também preocupações  ambientais. A ampliação  do rodoanel, por exemplo, passa  por áreas de mata nativa.  Ambientalistas acusam sua gestão  de flexibilizar licenças  e acelerar processos  sem os devidos estudos.  O senhor não acha que isso compromete  o futuro sustentável do Estado?  Era, sem dúvida,  uma tentativa de reposicionar  o debate.


 Mas, novamente, Tarcísio demonstrou o preparo.  Miriam, o problema é que, muitas vezes, o discurso ambientalista é usado como obstáculo  ideológico para paralisar o progresso.  Nós não flexibilizamos a lei.  Nós a respeitamos, mas também fazemos com agilidade.  O que combatemos é a burocracia desnecessária.


Ele então citou dados técnicos.  O trecho norte do rodoanel foi liberado com condicionantes ambientais que superam os padrões da CETES-B.  Vamos plantar um milhão de mudas nativas como compensação e já  temos drones monitorando áreas  de preservação. O que antes  levava quatro anos para sair do papel,  agora leva 14 meses  com responsabilidade.


 A jornalista tentou interromper,  mas Tarcísio emendou.  E mais, enquanto alguns falam  em defesa do meio ambiente  apenas nos microfones, nós levamos saneamento básico para 460 mil pessoas em 2024.  Sabe o que isso significa? Menos esgoto nos rios, menos doenças.  Isso é cuidar do meio ambiente com resultado, não com slogans.


 Nesse momento, a expressão de Miriam mudou. Ela percebia que cada nova crítica se  transformava numa vitrine para o governador expor dados, projetos e realizações. Era como se ela  tivesse lhe dado o palco e ele, sem levantar o tom ou atacar pessoalmente, tivesse transformado  aquela sabatina em uma vitrine de gestão. No estúdio, o clima era de tensão disfarçada.


Os comentaristas, que acompanhavam a entrevista pela bancada, ficaram em silêncio.  Um deles até soltou fora do microfone.  Ele destruiu com classe.  Faltando poucos minutos para o encerramento do programa,  Miriam Leitão lançou sua última tentativa de recuperar  o controle da narrativa.Serviços de streaming de TV online


 Em um tom mais incisivo, ela perguntou, governador, muitos dizem que o senhor  é uma espécie de Bolsonaro de terno e gravata, um gestor técnico, mas alinhado com ideias  ultraconservadoras. Como responde a essa crítica, o estúdio silenciou.  A provocação final tinha chegado.  Era o momento clássico da cartada ideológica.  Mas a resposta de Tarcísio foi tão firme quanto desarmante.


 Eu respeito o presidente Bolsonaro, fui ministro dele  e me orgulho do que entregamos juntos no Ministério da  Infraestrutura.  Mas eu sou Tarcísio e minha gestão é pautada por resultado.  Enquanto alguns perdem tempo rotulando, a gente está asfaltando, entregando escola  em tempo integral, modernizando o transporte público e atraindo investimento estrangeiro.


 Ele, então, se inclinou levemente para a câmera.  O povo está cansado de rótulos.  Quer saúde no posto?  Metrô na porta, segurança na rua e dignidade em casa.  E é isso que estamos fazendo.  Com técnica, com equipe e com foco.  Se isso é ser ultraconservador, então que seja.  Porque São Paulo está avançando.


 A frase teve efeito imediato.  Os comentaristas da bancada se entreolharam.  O diretor de imagem pediu um corte mais fechado no rosto de Miriam,  que apenas respondeu com um sorriso contido, visivelmente desconcertada.  Na internet, a entrevista já havia viralizado.  Cortes com trechos da fala de Tarcísio dominavam as redes sociais,  especialmente entre perfis de direita e grupos políticos.


 Muitos diziam, foi uma aula de como vencer sem gritar.  Na saída do estúdio, Tarcísio ainda foi abordado por jornalistas de outras emissoras.  Um deles perguntou, o senhor ensaiou as respostas?  Ao que ele respondeu, não.  Quem governa com verdade não precisa ensaiar nada.  Horas depois, perfis progressistas tentaram reagir  chamando a entrevista de espetáculo populista.


 Mas já era tarde.  A opinião pública havia percebido algo diferente.  Um gestor técnico, com respostas  concretas, vencendo o confronto  não pela força, mas  pela consistência.  E assim, o que era para ser  uma sabatina desconfortável,  acabou se tornando um dos  momentos mais emblemáticos  da gestão de Tarcísio.


 Um debate que começou com crítica  ideológica e terminou com  uma aula de gestão pública.

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