quinta-feira, 6 de março de 2025

Overview 0603

 São Paulo, 06/03/2025


Por Luciana Xavier e Silvana Rocha*


OVERVIEW. A quinta-feira de agenda enxuta traz a decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), seguida de fala da presidente da instituição, Christine Lagarde. Nos Estados Unidos, são esperados discursos de dirigentes do Federal Reserve (Fed) e os pedidos de auxílio-desemprego, em véspera do relatório oficial de emprego, o payroll. No Brasil, os diretores do Banco Central Diogo Guillen (Política Econômica) e Paulo Picchetti (Assuntos Internacionais) participam das reuniões trimestrais com economistas, em São Paulo. O vice-presidente Geraldo Alckmin conversa por videoconferência com o secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick.


NO EXTERIOR. Os futuros de Nova York acentuaram as perdas na última hora e caem mais de mais de 1%, afetando também as bolsas europeias. A queda de 15,50% das ações da Marvell pesa no Nasdaq futuro. Como pano de fundo para cautela estão as tarifas impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, a vários países e ameaças de tarifas que ainda virão. A ofensiva é a mais dura em mais de um século, desde a Grande Depressão, segundo o site Barrons. Em meio ao temor das tarifas comerciais, o BCE deve cortar hoje os juros mais uma vez, de 2,75% parta 2,50% diante o fraco desempenho da economia da região e expectativa de que a inflação vá para perto da meta de 2% até o final do ano. Na zona do euro, as vendas no varejo caíram 0,3% em janeiro ante dezembro, abaixo da previsão de estabilidade. Mas as bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta, refletindo a expectativa de mais medidas de estímulo na China e após Trump adiar tarifas para certas montadoras.


POR AQUI. O sinal negativo em NY deve afetar o apetite no Ibovespa em dia de queda do minério de ferro e alta modesta do petróleo. O EWZ, principal fundo de índice (ETF, na sigla em inglês), brasileiro negociado em Nova York caía 0,33% no pré-mercado às 7h15. Já o dólar tem sinais mistos ante moedas emergentes e ligadas a commodities, mas sobe ante o peso mexicano, a lira turca e o rand sul-africano. As tarifas de Trump seguem no radar, mas o governo Lula decidiu não responder ontem à nova menção do presidente americano Trump à cobrança de tarifas excessivas pelo Brasil e à ameaça de adoção de reciprocidade. Na reunião de hoje, Alckmin deve falar com Lutnick sobre as tarifas anunciadas pelos EUA que devem afetar produtos brasileiros, em especial o aço e alumínio, cuja sobretaxa já tem previsão de entrar em vigor na próxima quarta-feira, 12. O etanol também está no radar.


NA POLÍTICA.  A Procuradoria-geral da República (PGR) negou pedido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para estender o prazo de apresentação de defesa sobre a denúncia de tentativa de golpe de Estado. O prazo termina nesta quinta-feira. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou o arquivamento de inquérito que investigava o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), por suposta omissão nos atos golpistas de 8 de Janeiro. O governo federal e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), travam uma disputa pública pelo controle do Aeroporto de Cargas de Anápolis, cidade a 60 quilômetros de Goiânia.


AGENDA.


BCE E SEGURO-DESEMPREGO NOS EUA EM FOCO - A agenda desta quinta-feira traz a decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), às 10h15, seguida de fala da presidente da instituição, Christine Lagarde (10h45). Nos EUA, saem pedidos de auxílio-desemprego dos EUA (10h30), balança comercial de janeiro (10h30), estoques no atacado (12h). São esperados ainda discursos do diretor do Fed, Christopher Waller (17h30); do presidente do Fed de Atlanta, Raphael Bostic (21h). A Cúpula especial do Conselho Europeu se reúne para discutir sobre Ucrânia e defesa. Aqui tem o IPC-S de fevereiro (8h) e os leilões do Tesouro de LTN e NTN-F (11h).


O QUE SABEMOS.


ENEVA - A Eneva, por meio da Parnaíba II Geração de Energia, foi autorizada a operar comercialmente a unidade geradora 3, de 92,25 megawatts (MW) de potência, da usina termelétrica MC2 Nova Venécia 2. Ao todo, a usina soma 270,47 MW e localiza-se em Santo Antônio dos Lopes, no Maranhão. O empreendimento está em operação desde outubro de 2023 e tem gás natural como fonte. O aval para a unidade 03 foi publicado nesta quarta-feira, 05, no Diário Oficial da União.


EM TESE:  O aumento da capacidade de geração pode ser interpretado como um sinal de crescimento, de potencial aumento nas receitas e lucros da empresa e deve ser bem recebido, com efeito positivo nas ações. Fortalece sua posição no mercado de energia e a percepção do investidor sobre execução de projetos e o modelo de negócios. A usina com gás natural é uma adição relevante, pois pode ajudar a equilibrar a matriz energética, principalmente em momentos de maior demanda. A publicação do balanço do 4º trimestre está prevista para 20 de março. A ação ordinária (ENEV3) carrega perdas de 1,35% em 30 dias; alta de 11,11% em  2025 e queda de 3,70% em um ano.


OVERNIGHT.


IPC-FIPE - O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, subiu 0,51% em fevereiro, de 0,24% de janeiro e ganho de 0,23% na terceira quadrissemana do mês passado, segundo a Fipe. O resultado ficou dentro das estimativas do Projeções Broadcast, que variavam de queda de 0,30% a alta de 0,62%, mas acima da mediana, de +0,45%.


DIVIDENDOS - As empresas brasileiras distribuíram 9% menos dividendos em 2024 em relação a 2023, impactadas por uma queda de 28,7% no último trimestre, segundo a Janus Henderson. No total, foram pagos US$ 22,4 bilhões, com a Petrobras representando quase metade (US$ 10,83 bilhões), seguida pela Vale (US$ 4,16 bilhões). Entre os emergentes, a China liderou, com alta de 17,8% nos dividendos, atingindo um recorde de US$ 62,7 bilhões.


TARIFAS - O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, disse que várias empresas procuraram o governo em busca de isenções de tarifas, mas que a melhor maneira de evitar a tributação é mediante o investimento no país.


PETRÓLEO - O Citi prevê queda nos preços do petróleo em 2025, pois o aumento da oferta, especialmente da Opep+, deve superar o crescimento da demanda global. A decisão da Opep+ de elevar a produção reforça a expectativa de excedente no mercado. Além disso, a pressão de Donald Trump por preços mais baixos também aumenta esse risco. No longo prazo, o banco destaca que a Opep+ pode reativar sua capacidade ociosa devido ao baixo investimento no xisto dos EUA, que pode persistir mesmo com cortes de impostos.


ALEMANHA - O acordo para reformar a regra fiscal na Alemanha indica um possível estímulo de 1% a 2% do PIB nos próximos dois anos, segundo a Capital Economics. Isso poderia aumentar o crescimento do PIB em até 0,5 ponto porcentual em 2026 e pressionar a inflação de salários e preços. O Lombard Odier prevê que as reformas fiscais da Alemanha impulsionarão o crescimento do PIB da zona do euro, com maior impacto em 2026. Para a Eurasia, a reforma da regra fiscal deve ser aprovada este mês pelo atual parlamento  alemão.


AIR FRANCE-KLM - A Air France-KLM divulgou um prejuízo líquido de 63 milhões de euros no quarto trimestre de 2024, bem menor do que a perda de 256 milhões de euros apurada em igual período de 2023. Já o resultado operacional da companhia aérea franco-holandesa passou para lucro de 396 milhões de euros, revertendo prejuízo de 56 milhões de euros de um ano antes, enquanto a receita cresceu 6,4%, a 7,88 bilhões de euros. Os resultados superaram as expectativa de analistas, que previam lucro operacional de 160 milhões de euros e receita de 7,72 bilhões de euros, segundo consenso fornecido pela própria empresa.


E NOS MERCADOS.


TREASURIES E FUTUROS DE NY- Os rendimentos dos Treasuries longos ampliam valorização de ontem, enquanto os índices futuros das bolsas de Nova York recuam, após Wall Street fechar com ganhos de mais de 1%. Investidores aguardam dados econômicos dos EUA, incluindo pesquisa semanal sobre pedidos de auxílio-desemprego, além de comentários de autoridades do Federal Reserve (Fed). Decisão de juros do Banco Central Europeu (BCE) e eventuais anúncios tarifários do governo Trump também estão no radar. Às 7h30, o juro da T-note de 2 anos caía a 3,993% (de 4,001% no fim da tarde de ontem), o da T-note de 10 anos avançava a 4,302% (de 4,279%) e o do T-bond de 30 anos aumentava a 4,593% (de 4,569%). No mercado futuro, o Dow Jones caía 0,82%, o S&P 500 recuava 0,97% e o Nasdaq tinha perda de 1,16%.


BOLSAS EUROPEIAS - As bolsas europeias operam sem direção única nesta quinta-feira, enquanto investidores aguardam decisão do Banco Central Europeu (BCE), que provavelmente cortará seus juros básicos mais uma vez. Londres e Franbkfurt ampliaram perdas após decepção com as vendas no varejo em janeiro na zona do euro, abaixo das previsões. Às 7h32, a Bolsa de Londres caía 0,92%, enquanto a de Paris cedia 0,38% e a de Frankfurt avançava 0,34%.


MOEDAS - O dólar recua frente outras moedas de países desenvolvidos, ampliando fortes perdas de ontem. Investidores aguardam decisão de juros do Banco Central Europeu (BCE), dados dos EUA e eventuais anúncios tarifários do governo Trump. Às 7h32, o euro estava a US$ 1,0794 (de US$ 1,0798), a libra cedia a US$ 1,2878 (de US$ 1,2899). O dólar caía a 147,96 ienes (de 148,77 ienes). Já o índice DXY do dólar - que acompanha as flutuações da moeda americana em relação a outras seis divisas relevantes - tinha queda de 0,12%, a 104,17 pontos.


PETRÓLEO - Os contratos futuros do petróleo operam em alta modesta na madrugada desta quinta-feira, em um provável movimento de recuperação técnica depois de acumularem perdas por quatro sessões consecutivas. Às 7h34, o barril do petróleo WTI para abril subia 0,45% na Nymex, a US$ 66,64, enquanto o do Brent para maio avançava 0,42% na ICE, a US$ 69,58.


BOLSAS DA ÁSIA  - As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta quinta-feira, em meio a expectativas de mais medidas de estímulo na China e após o presidente dos EUA, Donald Trump, adiar por u mês a aplicação de tarifas de 25% para montadoras do mercado do Acordo Estados Unidos-México-Canadá (USMCA). Na China, o índice Xangai Composto subiu 1,17%, e o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 1,81%. Após o encerramento dos negócios, autoridades chinesas prometeram mais incentivos monetários e fiscais, incluindo cortes de juros e compulsórios e medidas para estimular o consumo. Em Hong Kong, o Hang Seng saltou 3,29%, atingindo o maior patamar em três anos. O japonês Nikkei subiu 0,77% em Tóquio. O sul-coreano Kospi avançou 0,70% em Seul. Na contramão, o Taiex caiu 0,68% em Taiwan. Na Oceania, o S&P/ASX 200 recuou 0,57% em Sydney, na terceira queda seguida.


*Colaborou Sergio Caldas


Contatos: luciana.xavier@estadão.com e silvana.rocha@estadao.com




Broadcast+

News 0603

 🏦 *TARIFAS E DADOS FRACOS DOS EUA SEGUE INFLUENCIANDO MERCADOS*


Os líderes europeus aumentam gastos militares diante da incerteza sobre o apoio dos EUA à OTAN, elevando expectativas para o BCE. O mercado prevê um corte de juros na zona do euro (de 2,75% para 2,50%) na reunião desta quinta-feira (10h15), mas Lagarde pode adotar tom cauteloso na coletiva (10h45). Nos EUA, dados fracos do ADP reforçam apostas em um corte de 75bps nos juros este ano, derrubando o dólar. Trump mantém volatilidade nos mercados com sua política de tarifas, enquanto investidores se apegam aos dados econômicos, com o payroll sendo o foco da semana. Wall Street reage bem à perspectiva de juros mais baixos, impulsionada por índices de atividade resilientes e o Livro Bege apontando leve crescimento.


*TARIFAS NO BRASIL* - Com a sobretaxa de 25% sobre o aço nos EUA prevista para 12/03, o setor siderúrgico brasileiro busca renovar o acordo de cotas fechado em 2018. O presidente do Instituto Aço Brasil, Marco Polo de Mello Lopes, aposta na reunião de hoje (17h30) entre Geraldo Alckmin e o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, para manter a exportação de 3,5 milhões de toneladas de aço semiacabado sem tarifas. O Brasil é o maior fornecedor de placas de aço para os EUA e grande importador de carvão siderúrgico americano (US$ 1,4 bi em 2024), reforçando a relevância econômica da parceria. O governo Lula acredita que o foco das tarifas dos EUA está no etanol, com baixo risco para carnes e café.


*FRIGORÍFICOS* - O Goldman Sachs alerta que a escalada da guerra comercial entre EUA e China pode afetar o setor de proteína animal na América Latina, elevando os custos de ração no Brasil devido às tarifas chinesas sobre a soja americana. Isso impactaria negativamente a BRF, enquanto a JBS poderia compensar a suspensão temporária das importações chinesas de carne bovina redistribuindo suas exportações. As novas tarifas dos EUA sobre produtos do Canadá, México e China geraram retaliações chinesas de 10% a 15% sobre produtos agrícolas dos EUA. O impacto no mercado de carne bovina americano deve ser limitado, mas as represálias do México podem afetar exportações de milho e frango. O Canadá ameaça impor tarifas de CA$ 155 bilhões sobre produtos americanos, mas ainda não indicou restrições a commodities essenciais para os EUA.


*MERCADO* - O mercado reagiu positivamente à sinalização da Casa Branca de aliviar temporariamente tarifas sobre veículos do Canadá e México, ao otimismo com os cortes de juros do Fed e à meta de crescimento de 5% da China. O dólar caiu quase 3%, fechando a R$ 5,75, e o real foi a moeda que mais se valorizou globalmente. Nos EUA, o Dow Jones (+1,14%), S&P 500 (+1,12%) e Nasdaq (+1,46%) subiram. O Ibovespa avançou 0,19%, mas foi contido pela queda de 2,5% do petróleo, que derrubou a Petrobras (ON -4,61%, PN -3,65%). A Vale (+0,80%) e bancos como Bradesco (+2,05%) e Itaú (+1,50%) sustentaram parte dos ganhos. As negociações de paz entre Rússia e Ucrânia também voltaram ao radar, com Zelensky sinalizando abertura ao diálogo sob liderança de Trump.

quarta-feira, 5 de março de 2025

Lech Walesa

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"O ex-presidente da Polônia Lech Wałęsa escreveu a seguinte carta a Donald Trump:

Excelência, Senhor Presidente,

Assistimos à sua conversa com o presidente Zelensky com medo e desgosto. É um insulto que você espere que a Ucrânia mostre gratidão pela ajuda material dos EUA em sua luta contra a Rússia.

Devemos gratidão aos heróicos soldados ucranianos que derramaram seu sangue por mais de 11 anos para defender os valores do mundo livre e sua pátria, atacada pela Rússia de Putin.

Como pode o líder de um país que simboliza o mundo livre deixar de reconhecer isso?

A atmosfera do Salão Oval durante sua conversa nos lembrou dos interrogatórios dos Serviços de Segurança e tribunais comunistas. Naquela época, os promotores nos disseram que tinham todo o poder, enquanto nós não tínhamos nenhum.

Eles nos despojaram de nossas liberdades por nos recusarmos a cooperar ou expressar gratidão por nossa opressão. Estamos chocados que o presidente Zelensky tenha sido tratado de forma semelhante.

A história mostra que quando os EUA se distanciaram dos valores democráticos e de seus aliados europeus, acabaram se colocando em perigo.

Wilson entendeu isso em 1917, quando os EUA entraram na Primeira Guerra Mundial. Roosevelt sabia disso depois de Pearl Harbor em 1941 — percebendo que defender a América significava lutar tanto no Pacífico quanto na Europa.

Sem o presidente Reagan e o apoio financeiro dos EUA, o colapso do império soviético não teria sido possível. Reagan chamou a URSS de “Império do Mal” e a confrontou decisivamente.

Vencemos e hoje sua estátua está em Varsóvia, de frente para a Embaixada dos EUA.

Senhor Presidente, a ajuda militar e financeira não pode ser equiparada ao sangue derramado pela independência da Ucrânia e pela liberdade da Europa e do mundo.

A vida humana não tem preço. A gratidão é devida àqueles que sacrificam seu sangue e liberdade — algo evidente para nós, ex-prisioneiros políticos do regime comunista sob a Rússia Soviética.

Instamos os EUA a cumprirem o Memorando de Budapeste de 1994, que estabeleceu uma obrigação direta de defender as fronteiras da Ucrânia em troca da renúncia às armas nucleares.

Essas garantias são incondicionais — em nenhum lugar elas sugerem que tal ajuda seja uma mera transação econômica.

Signed,

Lech Wałęsa, former political prisoner, Solidarity leader, President of Poland

(Link no primeiro comentário)"

Paulo Roberto Almeida

 https://www.facebook.com/share/15uJQxbL5p/


*Vamos olhar para dentro, again* 


Paulo Roberto de Almeida


Trump está anunciando o maior programa de introversão umbilical da história dos EUA, ever. Não sei se vai conseguir nos próximos 3,5 anos, mas é possível que consiga entravar os EUA por anos à frente.


Xi Jinping e toda a China agradecem a facilitação desse trabalho no sentido de “make China great again”. 


Três séculos atrás, um Imperador idiota, aconselhado por mandarins talvez  “republicanos”, resolveu fechar os portos da China aos contatos estrangeiros, expulsar os “imigrantes” e passar a viver na excelência de suas realizações anteriores, excelentes até ali.

Em consequência, a China passou em branco pela primeira revolução industrial, pela segunda, e na terceira, estava imersa no Grande Salto para a Frente e na Revolução Cultural do maoísmo demencial, e conseguiu recuar o gigante asiático da primeira economia do mundo (1/3 do PIB global) até o século XVIII, para menos de 5% do PIB total sob Mao.


Deng, com certo esforço, logrou colar a China à 4a. revolução industrial, e ela já está a caminho da 5a. e possivelmente já está na 6a., com distinção.

Trump quer recuar os EUA abaixo da 3a. revolução industrial, para o fordismo da 2a., a do motor à explosão e do petróleo.

Os chineses só observam, satisfeitos, mas silenciosos. 


Como diria Napoleão, nunca interrompa seu inimigo quando ele estiver fazendo alguma bobagem. Keep quiet China!


Trump está ajudando a fazer a China great again, e ela agradece, mas só silenciosamente, para não interromper esse magnífico processo de retrocesso programado, deliberado e voluntário.


Arnold Toynbee e Carlo Maria Cipolla, estudiosos da sucessão e da decadência dos impérios, já faleceram, pois teriam excelente material empírico para continuar A Study of History e The Economic Decline of Empires em novas bases, nunca antes vistas na História.

Trump merece todo o crédito pela obra grandiosa, aplaudido freneticamente pelos republicanos amestrados.


Confesso que eu nunca esperei ter uma exposição completa de um painel inteiro do desenvolvimento histórico num único discurso alucinante no Congresso americano. Thanks Donald: como diria Keynes, teremos consequências economicas de Mister Trump.

Encerro, deplorando o espetáculo.


Paulo Roberto Almeida

Brasília, 5 de março de 2025

BDM Matinal Riscala 0503

 Trump brinca de guerra comercial | BDM - Bom Dia Mercado

Por Rosa Riscala e Mariana Ciscato*


[05/03/25]


… Os futuros de NY registraram uma reviravolta positiva ontem à noite após o secretário de comércio dos EUA, Howard Lutnick, dizer que Trump poderá anunciar ainda hoje “algum alívio” nas tarifas para o Canadá e o México, encontrando-se com os parceiros comerciais para chegarem a um “meio-termo”. A mudança de atitude ocorre poucas horas depois que a Casa Branca confirmou as tarifas, inclusive para a China, e levou de volta as respectivas retaliações, com os mercados reagindo aos prováveis impactos para a inflação americana. Trump também jogou duro com Zelensky, suspendendo a ajuda militar à Ucrânia, que agora diz estar pronta para fechar um acordo com a Rússia sob a “forte liderança” dos EUA. Os pregões domésticos reabrem hoje, às 13h, já na onda da volatilidade induzida por Trump.


… A agenda da semana mais curta do Carnaval é importante aqui e lá fora. NY terá payroll, discurso de Powell, Livro Bege. A zona do euro, reunião do BCE. E o Brasil, o PIB/4Tri e as repercussões sobre as últimas novidades do governo Lula.


… A nomeação de Gleisi Hoffmann para a articulação política, no lugar de Alexandre Padilha, gera expectativa e muitas dúvidas quanto ao seu significado. Lula surpreendeu o mercado, que teme por uma guinada (ainda mais) populista para recuperar a popularidade.


… Crítica contumaz do ministro Haddad, Gleisi leva o investidor a redobrar a cautela com a percepção fiscal e a agenda econômica.


… “Gleisi no Palácio é mais um sinal dos descaminhos da política econômica e tender a fragilizar Haddad ainda mais”, avalia Sérgio Vale, da MB Consultoria, lembrando o seu perfil combativo ao controle fiscal e à alta da Selic.


… Na própria 6ªF, atendendo a pedido de Lula, Gleisi ligou para Haddad e também procurou outros ministros e líderes no Congresso para buscar uma aproximação, segundo apurou a Folha. A melhor hipótese é de que ela assuma uma postura mais conciliadora.


… Outro alerta foi a notícia (também da Folha, neste Carnaval) de que Lula cogita nomear Guilherme Boulos (PSOL) como secretário-geral da Presidência, cargo que era cotado para Gleisi e que faz a interlocução com os movimentos sociais.


… Na 6ªF, antes de sair para o Carnaval, o dólar rompeu R$ 5,90 (R$ 5,9163, +1,5%), o DI resgatou as taxas de 15% e o IBOV queimou dois mil pontos (-1,6%, 122.799,09) com o impacto combinado do cenário externo adverso com as incertezas domésticas.


… Trump agiu em dois tempos. Primeiro foi para cima e mostrou que não estava blefando, como muitos queriam acreditar. Anunciou que as tarifas de 25% para o Canadá e o México, e a tarifa adicional de 10% para a China, estavam em vigor desde ontem.


… A retaliação de Pequim foi imediata, com um aumento de 15% na tarifa sobre alimentos e outros produtos agrícolas importados pelos EUA. Além disso, os chineses elevaram as restrições para a exportação a empresas americanas.


… A China também entrou com ação na OMC, alegando descumprimento das regras pelos americanos.


… De seu lado, o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, anunciou que vai aplicar uma tarifa de 25% sobre os EUA. A cobrança atingirá um total de 155 bilhões de dólares canadenses (US$ 107 bilhões) em mercadorias americanas.


… O processo será realizada em duas etapas: de imediato, a tarifa será aplicada a 30 bilhões de dólares canadenses em importações. Em um segundo momento, daqui a 21 dias, afetará o restante dos produtos dos EUA.


… Trudeau afirmou que as tarifas permanecerão em vigor até que os Estados Unidos removam os 25% para os produtos canadenses, cuja cobrança, segundo ele, é ilegal e será contestada na OMC.


… Trump rebateu em postagem: “Expliquem ao Trudeau que quando ele retaliar elevaremos na mesma proporção.”


… No México, Claudia Sheinbaum prometeu que revidaria os EUA no próximo domingo, em anúncio em praça pública.


… À noite, a conversa virou e veio o secretário de comércio americano para mudar o rumo das coisas. Tudo em menos de 24 horas.


HUMILHAÇÃO, PARTE 2 – Ainda no noticiário do Carnaval, Trump anunciou que estava tirando toda a ajuda dos EUA à Ucrânia, deixando Zelensky sem saída para assinar o acordo que permite aos americanos explorarem minerais em território ucraniano.


… Em seu primeiro discurso do segundo mandato no Congresso, Trump antecipou ontem à noite que anunciará no fim de semana medida para expandir a produção de minerais críticos e a exploração em terras raras nos EUA.


… Disse ainda que fez mais em 43 dias do que outros antecessores fizeram em 4 anos, que está só começando, prometeu derrotar a inflação e equilibrar o orçamento federal em um “futuro próximo”.


… Citou ainda nominalmente o Brasil, além da UE, China, México e Canadá, pela cobrança de tarifas “injustas” dos EUA. Ele repetiu que as tarifas recíprocas serão adotadas no início de abril (dia 2).


MAIS AGENDA – Em meio ao interesse político de que a economia continue aquecida, o IBGE divulga na 6ªF o PIB/4Tri e do acumulado do ano passado. No Broadcast, a mediana indica altas de 0,4% e 3,5%, respectivamente.


… Semana passada, Lula disse que o Brasil cresceu 3,8% no ano passado e vai crescer “um pouco mais de 2,5%” este ano, contrariando o governador Tarcísio (SP), que previu em reunião com prefeitos um recuo de até 2% do PIB.


… Além do PIB, na 6ªF, sai a balança comercial de fevereiro.


… Amanhã (5ªF), dois indicadores de inflação de fevereiro devem acelerar: o IPC-S, de 0,02% em janeiro para 1,21%, e o IPC-Fipe, de 0,24% para 0,45% no mesmo período.


O QUE MAIS VEM AÍ – O governo deixou para depois do Carnaval a definição das medidas para conter os preços dos alimentos. O vice Alckmin assegurou que não haverá “heterodoxia”, como aumento de imposto e criação de cobrança sobre a exportação.


… Também para depois do Carnaval é esperada a MP que melhora o acesso ao crédito consignado privado e o projeto de lei que cria um novo formato para custear o programa Auxílio-Gás dentro das regras do arcabouço fiscal.


… A MP que libera o saque do FGTS para trabalhadores que tiveram o saldo retido por optar pelo saque-aniversário foi publicada na 6ªF em edição extra do Diário Oficial da União. A estimativa é de que R$ 12 bilhões sejam liberados.


… A injeção de dinheiro na economia coloca em xeque o esfriamento da atividade e das pressões inflacionárias.


LÁ FORA – Na 6ªF forte, o payroll de fevereiro e um discurso de Powell em universidade calibram as projeções para a política monetária, neste momento em que cresce a aposta em um corte acumulado de 75pb pelo Fed (leia abaixo).


… Antes do payroll, saem hoje nos EUA o relatório ADP sobre a criação de empregos no setor privado em fevereiro (10h15), o PMI/S&P Global de serviços (11h45), as encomendas à indústria em janeiro (12h) e o Livro Bege (16h).


… Os estoques de petróleo do DoE serão divulgados às 12h30. Durante o carnaval, a Opep e seus aliados decidiram por um aumento “gradual” da produção, de pouco menos de 0,5% ao mês, entre abril deste ano e o final de 2026.


… Os aumentos devem ocorrer na Arábia, Argélia, Casaquistão, Emirados Árabes, Iraque, Kuwait, Omã e Rússia. A previsão é de que os países estejam produzindo 31,650 milhões de bpd no final/2025 e 32,880 milhões no fim/26.


… Diante da retomada da produção pela Opep+ no mês que vem e temores de desaceleração do crescimento global com as tarifas de Trump, o barril do Brent para maio recuou 0,81% ontem, cotado a US$ 71,04 na Ice londrina.


ZONA DO EURO – Na agenda de hoje, a leitura final do PMI de serviços e composto/fev será divulgada na Alemanha (5h55), zona do euro (6h) e Reino Unido (6h30). Às 7h, tem PPI da zona do euro. Bailey (BoE) fala às 11h30.


… Amanhã (5ªF), é amplamente esperado que o BCE corte o juro novamente, de 2,75% para 2,50%. Mas os próximos passos já não são tão claros, diante das pressões da inflação e dúvidas sobre o impacto do protecionismo de Trump.


… Lagarde pode dar alguma pista em coletiva de imprensa amanhã, quando também o BC da Turquia decide juros.


CHINA HOJE – Durante o carnaval, dados da atividade chinesa confirmaram uma melhora. A leitura final do PMI industrial medido pelo setor privado (S&P Global) subiu de 50,1 (jan) para 50,8 (fev) e superou a previsão de 50.


… O indicador oficial passou a apontar expansão. Avançou de 49,1 para 50,2, também acima do esperado (49,9).


… Ontem saiu o PMI/S&P Global composto, que subiu de 51,1 em janeiro para 51,5 em fevereiro, nível mais alto dos últimos três meses. O PMI de serviços registrou crescimento de 51,0 pontos para 51,4 no mesmo intervalo.


… Na virada de 5ªF para 6ªF, será divulgada a balança comercial de janeiro.


… No Congresso Nacional do Povo, que se prolonga até o fim de semana, a China estabeleceu nesta 3ªF uma meta de crescimento do PIB de “cerca de 5%” para 2025, a mesma do ano passado, apesar dos desafios.


… Além das tensões comerciais, preocupam a demanda doméstica fraca e a prolongada desaceleração do mercado imobiliário chinês.


JAPÃO HOJE – O PMI/S&P Global composto subiu de 51,1 pontos em janeiro para 52,0 pontos em fevereiro. O PMI de serviços avançou de 53,0 para 53,7 no mesmo período, também em território de expansão.


FLIGHT TO QUALITY – Preocupações com o impacto das tarifas a produtos de México, Canadá e China sobre a economia dos EUA pesaram sobre as bolsas em NY, que fecharam em baixa forte nesta 3ªF, feriado de Carnaval no Brasil.


… O S&P 500 caiu 1,22%, aos 5.778 pontos, enquanto o Dow Jones caiu 1,55%, aos 42.520 pontos. Só o Nasdaq (-0,35%, 18.285 pontos) foi um pouco melhor com a recuperação de algumas techs, como a Nvidia (+1,69%), que havia sofrido mais em pregões anteriores.


… “A decisão de Trump de avançar com as tarifas, somada a mais dados fracos sobre a economia dos Estados Unidos, resultaram em busca por segurança nos mercados financeiros”, disse Jonas Goltermann, economista da consultoria Capital Economics.


… Mas ele foi um dos que considerou a reação exagerada, prevendo que Trump poderia mudar de ideia a qualquer momento.


… O medo de uma guerra comercial enfraqueceu o dólar. No final do dia em NY, o euro subia para US$ 1,0614, enquanto a libra esterlina avançava a US$ 1,2786. O dólar também caiu em relação ao iene, porém em menor grau (a 149,16 ienes).


… Já em relação ao peso mexicano, o dólar subiu a 20,7009 pesos, avançando ainda sobre o dólar canadense (1,4477 por dólar).


… As taxas dos Treasuries reagiram sem direção única, refletindo as preocupações com o efeito inflacionário das tarifas e os receios com a perda de fôlego da economia americana. Enquanto o yields da Note-2 anos caiu para 3,932%, o da Note-10 anos subiu a 4,202%.


… Apesar do risco de os choques das tarifas evoluírem para inflação mais alta, dados fracos de atividade nos EUA têm aumentado as apostas em uma redução acumulada de 75 pontos-base nos juros pelo Fed neste ano.


… Apesar disso, o Fed boy John William descartou, nesta 3ªF, mudanças nos juros neste momento, ressaltando que é preciso esperar o desdobramento das políticas de Trump sobre a inflação antes de decidir sobre eventuais alterações.


… Impulsionado pelas incertezas com tarifas e tensões geopolíticas, o ouro fechou em alta nesta 3ªF, com o contrato para abril subindo 0,67% na Comex, negociado a US$ 2.920,60/onça-troy. O metal se aproxima do seu recorde histórico de US$ 2.974/onça-troy.


… O ouro é alimentado ainda pelo conflito na Europa Oriental e expectativa de um aumento nas apostas de cortes de juros pelo Fed.


EM TEMPO… PETROBRAS reduziu QAV em 5,9%, o que corresponde a uma redução aproximada de R$ 0,25/litro, informou a estatal. A medida está valendo desde o sábado de Carnaval (1º/3).


PRIO informou que o conselho de administração aprovou o aumento do capital social no valor de R$ 2,8 bilhões e que o Ibama concedeu a licença de perfuração para o campo de Wahoo.


SANTANDER informou a exoneração do diretor vice-presidente executivo Franco Raul Rizza, no cargo desde janeiro de 2024, quando substituiu Antonio Pardo de Santayana Montes…


… Também foi anunciada nomeação interina do atual diretor vice-presidente executivo, Gustavo Alejo Viviani, à função de diretor responsável por gerenciamento de riscos (CRO) do conglomerado prudencial do banco no Brasil…


… Banco relacionou em formulário 20-F como riscos de seu negócio a chance de falha na proteção de informações pessoais, efeitos nocivos do uso da IA e forte ambiente competitivo no mercado de serviços financeiros.


ASSAÍ. Antipodes Partners Limited passou a deter 1.352.215.647 de ações ON, o que representa 5,13% do total.


IGUATEMI. Radar Gestora de Recursos passou a deter 47.285.400 de ações PN, equivalentes a 10,67% do total.


MÉLIUZ informou a renúncia da Marcos Lisboa, ex-presidente do Insper e ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, e de Bruno Chamas Alves como membros do conselho de administração…


… Em substituição, foram eleitos Tiago Bortoletto Veloso de Almeida e Guilherme Villela de Viana Bandeira…


… Já no lugar de Ofli Campos Guimarães, que renunciou em novembro, assumiu Roberta Lemos Antunes da Silva. Na posição de Júlio Cezar Tozzo Mendes Pereira, que deixou o conselho em janeiro, entrou Matheus Ferreira.


WEG concluiu a aquisição da Reivax, empresa brasileira no setor de sistemas de controle para geração de energia, anunciada em novembro do ano passado.


AGROGALAXY anunciou que pretende agrupar ações na B3 para atender à exigência de negociação acima de R$ 1; proposta será votada pelos acionistas em 3 de abril; se aprovada, cada 15 ações serão condensadas em uma só.


ENERGISA. Fundos de investimentos geridos pelas Entidades Goldman Sachs realizaram operações que resultaram em posição de derivativos com liquidação física equivalente a 81.126.100 de ações PN de emissão (5,79% do total).


ANEEL anunciou bandeira tarifária verde em março, mencionando o volume de chuvas e as boas condições dos níveis dos reservatórios. É o quarto mês consecutivo em que não há custo adicional na tarifa de energia.


AOS ASSINANTES DO BDM, BOM DIA E BONS NEGÓCIOS!

DAN KAWA 0503

 *Dan Kawa: Quarta-Feira de Cinzas*


Sem cair no risco de soar repetitivo, trago nessa quarta-feira de cinzas uma atualização gráfica de tudo aquilo que tenho escrito nas últimas semanas, e que se intensificaram nos últimos dias.


O S&P500 já devolveu toda a alta verificada após as eleições presidenciais americanas. Neste período, o desempenho do mercado de juros foi melhor do que a bolsa.


Está dinâmica está intimamente ligada aos sinais de desaceleração do crescimento dos EUA.


Quando olhamos "por debaixo da superfície" do mercado de ações, vemos como fatores como Growth, Momento e Tech está deixando de ser os principais líderes do mercado, algo que não víamos há anos.


Segundo análise preliminar da Goldman Sachs com Hedge Funds, vemos como a diversificação regional e setorial fez diferença no mês de fevereiro.


Repito aqui o que escrevi há alguns dias atrás: "Muitos investidores ficaram anos - quiçá décadas - acertadamente expostos a fatores como Crescimento, Momento e Tecnologia, além de um "excesso" de exposição aos EUA.


O momento atual enseja uma profunda reflexão sobre diversificação de carteiras, em termos de fatores, regiões e teses."


https://x.com/DanKawa2/status/1897215385050735020

Matinal 0503

 🌎🇧🇷🇺🇸 Relatório de emprego ADP prepara espírito para payroll


Os futuros de NY registraram uma reviravolta positiva ontem à noite após o secretário de comércio dos EUA, Howard Lutnick, dizer que Trump poderá anunciar ainda hoje “algum alívio” nas tarifas para o Canadá e o México, encontrando-se com os parceiros comerciais para chegarem a um “meio-termo”. A mudança de atitude ocorre poucas horas depois que a Casa Branca confirmou as tarifas, inclusive para a China, e levou de volta as respectivas retaliações, com os mercados reagindo aos prováveis impactos para a inflação americana. Trump também jogou duro com Zelensky, suspendendo a ajuda militar à Ucrânia, que agora diz estar pronta para fechar um acordo com a Rússia sob a “forte liderança” dos EUA. Os pregões domésticos reabrem hoje, às 13h, já na onda da volatilidade induzida por Trump. (Rosa Riscala)


👉 Confira abaixo a agenda de hoje


Indicadores

▪️ 05h55 – Alemanha: PMI/S&P Global de serviços e composto de fevereiro

▪️ 06h00 – Zona do euro: PMI/S&P Global de serviços e composto de fevereiro

▪️ 06h30 – Reino Unido: PMI/S&P Global de serviços e composto de fevereiro 

▪️ 07h00 – Zona do euro: PPI de janeiro 

▪️ 10h15 – EUA: relatório ADP de empregos no setor privado em fevereiro

▪️ 11h45 – EUA: PMI/S&P Global de serviços e composto de fevereiro

▪️ 12h00 – EUA: Encomendas à indústria em janeiro

▪️ 12h30 – EUA: Estoques de petróleo 

▪️ 16h00 – EUA: Fed divulga Livro Bege


Eventos

▪️ 11h30 – Andrew Bailey (BoE) testemunha no Tesouro britânico


📰 Jornal do Investidor 

📚 MZ Investimentos

                    

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