terça-feira, 3 de dezembro de 2024

Call Matinal ConfianceTec 0312

 CALL MATINAL CONFIANCE TEC

03/12/2024 

Julio Hegedus Netto, economista


MERCADOS EM GERAL


FECHAMENTO DE SEGUNDA-FEIRA (02)

MERCADO BRASILEIRO


O Ibovespa encerrou o pregão na segunda-feira (02), em queda de 0,34%, a 125.236 pontos. Volume negociado ficou em R$ 24,2 bi. Já o dólar à vista fechou em alta de 1,11%, a R$ 6,06.


PRINCIPAIS MERCADOS (5h40)


Os índices futuros dos EUA operam estáveis nesta terça-feira (3), atentos ao relatório JOLTS sobre vagas de emprego, prévia do payroll de sexta-feira.


EUA 🇺🇸:

Dow Jones Futuro, +0,04%

S&P 500 Futuro, +0,05%

Nasdaq Futuro, +0,01%


Ásia-Pacífico:

Shanghai SE (China🇨🇳), +0,44%

Nikkei (Japão🇯🇵), +1,91%

Hang Seng Index (Hong Kong), +1,00%

Kospi (Coreia do Sul🇰🇷), +1,86%

ASX 200 (Austrália🇦🇺), +0,56%


Europa:

FTSE 100 (Reino Unido🇬🇧), +0,37%

DAX (Alemanha🇩🇪), +0,29%

CAC 40 (França🇫🇷), +0,80%

FTSE MIB (Itália🇮🇹), +0,94%

STOXX 600, +0,44%


Commodities:

Petróleo WTI, +0,69%, a US$ 68,57 o barril

Petróleo Brent, +0,71%, a US$ 72,34 o barril

Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +1,50%, a 813,50 iuanes.


NO DIA (03/12)


Seguimos atordoados com as tantas bravatas de Donald Trump, presidente eleito dos EUA.


Depois de falar em sobretaxar produtos de países, ontem, em evento com o ministro Trudeau, do Canadá, cogitou de anexar este grande país, colocando o ministro como "governador". Falou também em transformar o Oriente Médio num "inferno", caso os reféns israelenses não voltem para casa até a sua posse.


No Brasil, central de aposta segue à toda, agora "prevendo" uma alta da Selic em 0,75 pp, no Copom deste mês, depois do mal explicado pacote fiscal engatar uma forte desvalorização do real (já em R$ 6,06). 


Na agenda do dia, o relatório JOLTS e o balanço de Salesforce em NY, por aqui, o PIB/3Tri e as contas de outubro do Tesouro. Previsão de crescimento trimestral do PIB é de 0,7%. Nesta segunda-feira, o governo fechou a PEC que integra o conjunto de medidas de contenção de gastos e altera as regras do abono salarial, entre outros.


AGENDA 03/12


Indicadores:

05h00. Turquia/Turkstat: CPI novembro.

05h00. Brasil/Fipe: IPC de novembro.

06h30. África do Sul/Stats SA: PIB do 3º trimestre.

09h00. Brasil/IBGE: PIB do 3º trimestre.

12h00. EUA/Deptº do Trabalho: Relatório Jolts.   

14h30. Brasil/Tesouro: Resultado primário de outubro.


Eventos:

14h35. Adriana Kugler (Fed) discursa.

15h00. Tesouro concede coletiva sobre primário de outubro.

15h30 e 17h45. Austan Goolsbee (Fed Chicago) discursa.

21h30. Austrália/ABS: PIB do 3º trimestre.

21h30. Japão/S&P/Jinbun: PMI Composto de novembro (final).

22h45. China/S&P/Caixin. 


Julio Hegedus Netto, economista da ConfianceTec 

 

Boa terça-feira e bons negócios!

Luis Caputo

 https://youtu.be/OIpN9e-zbxo?si=FbzwCgm3nFTNw-46

Gabriel Galípolo

 ## Introduction


- Event featuring Gabriel Galípolo, Director of Monetary Policy at the Central Bank and future President of the Central Bank.

- Discussion on economic policies, focusing on fiscal and monetary policies.


## Key Participants


- Gabriel Galípolo

- Caio Megale, Chief Economist

- Vítor Escalet, Macro Strategist at XP

- Daril, Presenter


## Main Discussion Points


**Economic Overview**


- Gabriel Galípolo discussed the current economic climate, highlighting:

  - The resilience of the labor market.

  - Record-breaking economic activity and employment metrics.

  - The dynamic nature of the economy despite fiscal challenges.


**Fiscal Policy**


- Discussion on fiscal policy and its impact on the economy.

- Mention of the government's spending and its effect on economic dynamism.


**Monetary Policy**


- Overview of the Central Bank's approach to monetary policy:

  - Transition from a cycle of interest rate cuts to a pause.

  - Consideration of economic indicators such as inflation and growth expectations.


**International Scenario**


- Analysis of the international economic environment:

  - The impact of U.S. Federal Reserve policies.

  - The effect of global economic conditions on domestic monetary policy.


## Challenges and Expectations


**Inflation and Interest Rates**


- Discussion on inflation expectations and interest rate policies.

- The challenge of anchoring inflation expectations amidst economic volatility.


**Market Dynamics**


- The role of the Central Bank in stabilizing market expectations.

- The impact of fiscal measures on market perceptions and economic stability.


## Future Outlook


**Policy Adjustments**


- Potential adjustments in monetary policy in response to economic data.

- The importance of maintaining flexibility in policy decisions.


**Economic Growth**


- Projections for economic growth and the factors influencing these projections.

- The role of fiscal and monetary policies in sustaining economic growth.


## Closing Remarks


- Gabriel Galípolo expressed gratitude for the opportunity to discuss these topics.

- Emphasis on the importance of institutional stability and effective policy implementation.


## Actionable Items


- [ ] Monitor economic indicators for potential policy adjustments.

- [ ] Continue discussions on fiscal policy impacts.

- [ ] Evaluate international economic developments and their domestic implications.

## Additional Notes

- The event highlighted the complexity of managing economic policies in a dynamic environment.

- The importance of communication and transparency in policy-making was emphasized.

Eita! Este filme é bem previsível

OESP tem sido um foco de resistência contra as sacanagens do PT. Esta matéria bem expressa isso. O governo tentando "resgatar" os corruptos que abriram um rombo nas fundações. E tem gente que não enxerga isso...


Governo Lula prepara decreto para revisar punições contra gestores de fundos de pensão


Por Gustavo Côrtes, do Estadão


Brasília, 02/12/2024 - O Ministério da Previdência prepara um decreto que abrirá caminho para o governo julgar novamente processos administrativos em que gestores de fundos de pensão, incluindo petistas, foram punidos por ilícitos financeiros. A informação consta em um parecer jurídico feito a pedido da Câmara de Recursos da Previdência Complementar (CRPC), órgão sancionador da pasta.


Procurado, o Ministério disse que pedidos de revisão são previstos em lei e no regimento interno da CRPC. De acordo com o documento, embora já exista previsão legal, faltam regras sobre sua tramitação. O decreto em fase final de edição vai estabelecer o rito e permitirá aos acusados tentar derrubar penalizações sofridas.


A consulta jurídica foi feita após Sérgio Francisco da Silva, ex-diretor administrativo da Funcef, fundo de pensão da Caixa, pedir a anulação de punições que o colegiado lhe impôs. Ele e outros oito executivos que comandaram a entidade no segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e no governo de Dilma Rousseff se tornaram alvo da Operação Greenfield, braço da Lava Jato que apurou fraudes em institutos de previdência ligados a empresas estatais.


As irregularidades de que são acusados ocorreram entre 2009 e 2010 na compra de R$ 272 milhões em participações da Florestal S/A, uma subsidiária do Grupo J&F, do empresário Joesley Batista. Silva foi condenado ao pagamento de multa de R$ 34 mil e atualmente está impedido de assumir cargos em fundos de pensão. A defesa pede a anulação das punições devido à exclusão de seu nome da lista de réus da ação penal sobre o caso movida pelo Ministério Público Federal (MPF) na Justiça.


Também pleiteia o fim da execução do valor da multa. No mesmo processo administrativo, foram penalizados também dois ex-presidentes da Funcef: Guilherme Narciso de Lacerda e Carlos Alberto Caser, então diretor de Benefícios.


Quase todos os réus da Greenfield enfrentaram, além de ações judiciais, processos administrativos, nos quais foram punidos. Até hoje, nos casos que foram trancados ou arquivados na Justiça, os advogados recorrem aos próprios tribunais para reverter as penalizações administrativas. Com a possibilidade de revisão pela própria CRPC, esses pedidos poderão ser processados dentro do governo.


"Meu cliente não foi denunciado na Ação Penal e nem na Ação Civil de Improbidade movida pelo Ministério Público Federal, sob o argumento de que 'não se verificou na conduta elementos subjetivos claramente livres, conscientes e intencionais necessários para a configuração da prática do crime de gestão fraudulenta'", diz o advogado de Silva, Emmanuel Vilanova, que defende Sérgio Francisco da Silva. A reportagem tentou contato com os outros citados foram procurados, mas não conseguiu.


As repercussões de eventuais anulações das condenações administrativas são a derrubada de sanções que impedem a nomeação de gestores punidos para cargos em fundos de pensão e a reversão de multas pecuniárias de até R$ 2 milhões.


O Ministério da Previdência lembrou que a CRPC é formada por servidores federais e representantes da sociedade civil. "Suas decisões são necessariamente fundamentadas e cada membro, conforme seu convencimento, decide com base no que está estabelecido na legislação, a partir das evidências constantes dos autos dos processos."


Desmobilizada em janeiro de 2021, a Força Tarefa da Greenfield estimou que fraudes e gestões temerárias durante os governos petistas resultaram em prejuízos de R$ 54 bilhões aos fundos de pensão de Petrobras, Banco do Brasil, Caixa e Correios. Foram denunciadas 176 pessoas.


As punições aplicadas pela CRPC partiram de autos de infração lavrados por auditores da Superintendência Nacional da Previdência Complementar (Previc) e que basearam outras dezenas de denúncias no âmbito da Greenfield.


No caso que envolve Silva, ele e os outros diretores da Funcef aprovaram a aplicação de capital na Florestal S/A por meio de um fundo de investimentos em participações (FIP). Hoje, a empresa faz parte da Eldorado Celulose S/A, outra companhia do Grupo J&F.


O valor investido se baseou em uma avaliação da empresa feita pela Vitória Asset, que a estimou em R$ 1,2 bilhão. Coube à Funcef a compra de um quarto das ações da companhia mediante aporte de R$ 272 milhões. A fiscalização da Previc e o MPF apontaram superfaturamento e conflito de interesses na operação.


A Coordenação de Desenvolvimento e Negócios do fundo de pensão havia atribuído à Florestal S/A o valor máximo de R$ 552 milhões e a Silviconsult, uma consultoria independente, R$ 334 milhões. Mesmo assim, acatou-se a estimativa mais elevada, feita pela Vitória Asset, que também era a gestora do FIP Florestal e teria direito a receber uma taxa de administração proporcional ao capital comprometido.


Segundo a fiscalização da Previc e o MPF, isso criou um cenário de conflito de interesses, já que quanto maior fosse a avaliação da empresa, maior seria o lucro da gestora.


As investigações também constataram falta de análise de riscos do negócio, que consistia na plantação de florestas industriais no Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul para revenda 21 anos depois. De acordo com a investigação, foram considerados apenas riscos inerentes ao setor, mas não aqueles associados à operação específica da empresa do Grupo J&F.


A fiscalização identificou ainda elementos utilizados para superestimar o valor da Florestal S/A. O principal foi a contabilização de imóveis que estavam em nome de sócios como ativos da empresa. Estes bens só foram integralizados no capital social da companhia anos depois do aporte da Funcef e com valores superiores àqueles pelos quais foram adquiridos.


Um deles é a fazenda Eldorado, comprada em 2009 pela JBS por R$ 35 milhões e, após cinco anos, incluída no patrimônio da Florestal sob a cifra de R$ 56 milhões.

Em delação ao MPF, Joesley Batista confessou ter pago propina ao ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto em troca dos investimentos dos fundos de pensão em seus negócios.

Porém, o acordo de leniência feito com a J&F para ressarcir a Funcef caiu por terra, após o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendê-lo. A Procuradoria Geral da República recorre da decisão. Dos R$ 10,3 bilhões que seriam pagos a título de indenização por crimes cometidos, R$ 2 bilhões iriam para o fundo dos aposentados da Caixa.

Atualmente, os participantes sofrem descontos de seus salários e aposentadorias para cobrir os rombos. Até hoje, as estatais precisaram fazer desembolsos bilionários para ajudar a recompor o Caixa dos fundos de pensão.

Os investimentos suspeitos beneficiaram, além da J&F, empreiteiras e a Sete Brasil, estatal criada para fabricar sondas de exploração do pré-sal.


Broadcast+

Muito bom!

 PEC do corte de gastos inclui trecho para tentar vedar supersalários no funcionalismo público


Texto da proposta foi obtido pelo "Valor" e contém trechos dedicados ao Benefício de Prestação Continuada (BPC), Fundeb e abono salarial; confira


A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) de contenção de gastos inclui trecho para tentar vedar supersalários do funcionalismo público, segundo texto obtido pelo Valor e que será publicado ainda na noite desta segunda-feira (2) no "Diário Oficial da União" (DOU). Ela veda abatimentos não previstos em lei para critério de renda do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e também prevê que até 20% do valor da União no Fundeb (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) poderá ir para escola em tempo integral. Estipula ainda, conforme previsto, limitação do abono salarial.


A vedação aos supersalários do funcionalismo público estava prevista, inicialmente, para um projeto de lei, mas foi trazido para o texto constitucional. A proposta muda o parágrafo 11 do artigo 37 da Constituição Federal para dizer que somente poderá ser excetuado do teto do funcionalismo público "as parcelas de caráter indenizatório expressamente previstas em lei complementar". O texto atual da Constituição diz que não entram no teto constitucional parcelas "de caráter indenizatório previstas em lei", ou seja, atualmente basta uma lei ordinária.


Outra novidade é que a PEC deixa explícita que a regra vale para todos os Poderes, algo que não está na Constituição atualmente, o que abre brechas para pagamentos fora do teto.


Regras para o BPC e o abono salarial



Sobre o BPC, o texto afirma que "para fins de comprovação de renda para elegibilidade ao benefício [...], concedido administrativa ou judicialmente, ficam vedadas deduções não previstas em lei". Isso ocorre porque havia muitos benefícios benefício sendo concedidos judicialmente, desconsiderando fontes de renda dos beneficiários.


Sobre o abono salarial, a regra atual atende o trabalhador que recebe até 2 salários mínimos. A nova regra fixa a renda para acessar o benefício em R$ 2.640,00 e corrigido pelo INPC, até chegar a 1,5 salário mínimo.


A PEC permite ainda que Executivo reduza ou limite despesas com subsídios e subvenções. E prevê que a criação ou a prorrogação de vinculação de receitas ou despesas deve respeitar limites do arcabouço fiscal.


A proposta também altera as regras para a Desvinculação das Receitas da União (DRU).


A PEC também revoga parágrafo do artigo 165 da Constituição Federal que diz que a administração pública tem o dever de executar as programações orçamentárias. Esse parágrafo vinha sendo usado como argumento pela equipe econômica para contingenciar somente quando houvesse risco de descumprimento do limite inferior da meta.


Leia abaixo a íntegra do texto da PEC



PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO


Altera os art. 37, art. 163, art. 203, art. 212-A e art.


239 da Constituição e o art. 76 do Ato das


Disposições Constitucionais Transitórias – ADCT e


acresce os art. 138 e art. 139 ao ADCT.


Art. 1º A Constituição passa a vigorar com as seguintes alterações:


§ 11. Somente poderão ser excetuadas dos limites remuneratórios de que trata o inciso XI do caput as parcelas de caráter indenizatório expressamente previstas em lei complementar de caráter nacional aplicada a todos os Poderes e órgãos constitucionalmente autônomos.” (NR)


“Art. 163..............


IX - condições e limites para concessão, ampliação ou prorrogação de incentivo ou benefício de natureza tributária.” (NR)


“Art. 203.............


Parágrafo único. Para fins de comprovação de renda para elegibilidade ao benefício de que trata o inciso V do caput, concedido administrativa ou judicialmente, ficam vedadas deduções não previstas em lei.” (NR)


“Art. 212-A..............


XIV - da complementação de que trata o inciso V, até 20% (vinte por cento) dos valores poderão ser repassados pela União para ações de fomento à criação e à manutenção de matrículas em tempo integral na educação básica pública, levando em conta indicadores de qualidade e eficiência do investimento público em educação, mantida a classificação orçamentária do repasse como Fundeb, não se aplicando, para fins deste inciso, os critérios de que trata o inciso V, alíneas “a”, “b” e “c”.” (NR)


“Art. 239.............


§ 3º Aos empregados que percebam de empregadores que contribuem para o Programa de Integração Social ou para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público até R$ 2.640,00 (dois mil seiscentos e quarenta reais) de remuneração mensal, corrigida, a partir de 2026, pela variação anual do Índice Nacional de Preços ao Consumidor


– INPC, calculado e divulgado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística


– IBGE, ou de outro índice que vier a substituí-lo, acumulada no segundo exercício anterior ao de pagamento do benefício, é assegurado o pagamento de um salário mínimo anual, computado nesse valor o rendimento das contas individuais, no caso daqueles que já participavam dos referidos Programas, até a data de promulgação desta Constituição.


§ 3º-A O limite para elegibilidade do benefício de que trata o § 3º não será inferior ao valor equivalente ao salário mínimo do período trabalhado, multiplicado pelo índice de 1,5 (um inteiro e cinco décimos).” (NR)


Art. 2º O Ato das Disposições Constitucionais Transitórias passa a vigorar com as seguintes alterações:


“Art. 76. São desvinculados de órgão, fundo ou despesa, até 31 de dezembro de


2032, 30% (trinta por cento) da arrecadação da União relativa às contribuições sociais, sem prejuízo do pagamento das despesas do Regime Geral de Previdência Social, às contribuições de intervenção no domínio econômico, às taxas e às receitas patrimoniais, já instituídas ou que vierem a ser criadas até a referida data.............


§ 5º A desvinculação de que trata o caput não opera efeitos sobre recursos que, por expressa disposição em norma constitucional ou legal, devam ser transferidos a Estados, ao Distrito Federal e a Municípios.


§ 6º A desvinculação de que trata o caput não se aplica às receitas destinadas ao fundo criado pelo art. 47 da Lei nº 12.351, de 22 de dezembro de 2010, e aos recursos a que se refere o art. 2º da Lei nº 12.858, de 9 de setembro de 2013.” (NR)


“Art. 138. Até 2032, qualquer criação, alteração ou prorrogação de vinculação legal ou constitucional de receitas a despesas, inclusive na hipótese de aplicação mínima de montante de recursos, não poderá resultar em crescimento anual da respectiva despesa primária superior à variação do limite de despesas primárias, na forma prevista na lei complementar de que trata o art. 6º da Emenda Constitucional nº 126, de 21 de dezembro de 2022.” (NR)


“Art. 139. O Poder Executivo poderá reduzir ou limitar, na elaboração e na execução das leis orçamentárias, as despesas com a concessão de subsídios, subvenções e benefícios de natureza financeira, inclusive os relativos a indenizações e restituições por perdas econômicas, observado o ato jurídico perfeito.” (NR)


Art. 3º Ficam revogados os § 10 e § 11 do art. 165 da Constituição.


Art. 4º Esta Emenda Constitucional entra em vigor na data de sua publicação.


https://valor.globo.com/politica/noticia/2024/12/02/pec-do-corte-de-gastos-inclui-trecho-para-tentar-vedar-supersalarios-no-funcionalismo-publico.ghtml

Bankinter Portugal Matinal 0312

 Análise Bankinter Portugal


SESSÃO: O mercado resiste muito bem às tendências. Em caso de dúvida, também sobe. Como ontem. E como esta madrugada, na Ásia, que quase parece um mini-rally: Nikkei +1,9%, Kospi +1,9%. As obrigações, compradas; com yield a reduzir-se um pouco mais (ainda), o que parece algo excessivo. Principalmente, para França (yield O10A 2,91%, embora mais ou menos o mesmo que a Grécia), onde é cada vez mais provável que o governo caia esta mesma semana… e sem mais nem menos. O mercado digere tudo com uma desportividade que impressiona e leva a pensar que é necessária uma certa atitude defensiva, caso os “excessos forem excessivos”. E o USD forte face a um yuan cada vez mais fraco: 7,29/$ vs. 6,97/$ em setembro, o que desincentiva o investimento estrangeiro na bolsa chinesa (além de tudo o resto, também um fator de dissuasão). Em paralelo, as vendas da Holiday Season não parecem más (online ca.+6% e as vendas físicas confusas) e Trump vai “aquecendo as linhas laterais”: afirma que acabará com o Hamas de uma forma nunca vista se não libertarem todos os reféns israelitas antes da sua tomada de posse, a 20 de janeiro, e adverte aos BRICS (particularmente a China) para que não tentem substituir o USD com outra divisa, porque quem o fizer irá sofrer impostos alfandegários de 100%. Ruído sem influência. 

 

Waller (Fed) afirma estar a favor de voltar a descer taxas de juros na reunião de 18 de dezembro e que a política monetária continuará a ser restritiva, mesmo depois de o fazer, numa abordagem invulgarmente suave/dovish. Embora o que Waller afirme costume ser um prelúdio do que acontece, essa descida (-25 p.b., até 4,25/4,50%) está descontada, pelo menos, a 75%. 

 

A referência de HOJE são os JOLTS ou Vagas de Emprego Disponíveis, às 15h, nos EUA. Se saírem fracos seria o melhor para as descidas de taxas de juros, mas não parece, porque espera-se 7,475M vs. 7,443M (quando os desempregados são 6,98M). A complementar, mas já tarde para a Europa, às 17:35h, Kluger (Fed) fala sobre emprego e política monetária, e às 18:30h, Goolsbee (Fed Chicago) também sobre política monetária. É improvável que digam algo estranho. Em todo o caso, reafirmarão a descida de 18 de dezembro. Deveríamos ter uma sessão de transição e um pouco aborrecida, mas, como é habitual estes dias, porque quando desejam paz ao mercado, ele continua a subir. Parece mais provável +0,2% do que -0,2%.  

 

S&P500 +0,2% Nq-100 +1,1% SOX +2,6% ES-50 +0,9% IBEX +0,8% VIX 13,3% Bund 2,03% T-Note 4,21% Spread 2A-10A USA=+2pb B10A: ESP 2,76% PT 2,50% FRA 2,91% ITA 3,26% Euribor 12m 2,431% (fut.1,897%) USD 1,049 JPY 157,1 Ouro 2.647$ Brent 72,1$ WTI 68,3$ Bitcoin +0,2% (96.015$) Ether +0,1% (3.663$). 

 

FIM

Matinal MZ 0312

 🌎🇧🇷🇺🇸 PIB no Brasil e relatório Jolts nos EUA são destaques


A expectativa de um voto de desconfiança do Parlamento francês, que deve derrubar o governo do primeiro-ministro, Michel Barnier, nos próximos dias, enfraquece o euro e mantém o dólar fortalecido entre as moedas fortes, enquanto as ameaças protecionistas de Trump penalizam o câmbio dos emergentes e ampliam as incertezas sobre a decisão do Fed na próxima semana. Aqui, a aposta em alta de 75pbs da Selic já é majoritária entre economistas do mercado, após o pacote fiscal engatar uma rotina de desvalorização do real. Na agenda de hoje, saem o relatório JOLTS e o balanço de Salesforce em NY e, aqui, o PIB/3Tri e as contas de outubro do Tesouro. Nesta 2ªF, o governo fechou a PEC que integra o conjunto de medidas de contenção de gastos e altera as regras do abono salarial, entre outros pontos. (Rosa Riscala)


👉 Confira abaixo a agenda de hoje


Indicadores

▪️05h00 – Turquia/Turkstat: CPI novembro

▪️05h00 – Brasil/Fipe: IPC de novembro  

▪️06h30 – África do Sul/Stats SA: PIB do 3º trimestre

▪️09h00 – Brasil/IBGE: PIB do 3º trimestre  

▪️12h00 – EUA/Deptº do Trabalho: Relatório Jolts   

▪️14h30 – Brasil/Tesouro: Resultado primário de outubro


Eventos

▪️14h35 – Adriana Kugler (Fed) discursa

▪️15h00 – Tesouro concede coletiva sobre primário de outubro

▪️15h30 e 17h45 – Austan Goolsbee (Fed Chicago) discursa

▪️21h30 – Austrália/ABS: PIB do 3º trimestre

▪️21h30 – Japão/S&P/Jinbun: PMI Composto de novembro (final)

▪️22h45 – China/S&P/Caixin: PMI Composto de novembro (final)


Balanços:

▪️EUA: Salesforce, após o fechamento


🔎 Veja os principais indicadores às 5h40 (horário de Brasília):


🌏 EUA

* Dow Jones Futuro: +0,04%

* S&P 500 Futuro: +0,05%

* Nasdaq Futuro: +0,01%

🌏 Ásia-Pacífico

* Shanghai SE (China), +0,44%

* Nikkei (Japão): +1,91%

* Hang Seng Index (Hong Kong): +1,00%

* Kospi (Coreia do Sul): +1,86%

* ASX 200 (Austrália): +0,56%

🌍 Europa

* FTSE 100 (Reino Unido): +0,37%

* DAX (Alemanha): +0,29%

* CAC 40 (França): +0,80%

* FTSE MIB (Itália): +0,94%

* STOXX 600: +0,44%

🌍 Commodities

* Petróleo WTI, +0,69%, a US$ 68,57 o barril

* Petróleo Brent, +0,71%, a US$ 72,34 o barril

* Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +1,50%, a 813,50 iuanes (US$ 111,75)

🪙 Criptos

* Bitcoin, -0,43%, a US$ 95.433,77


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