segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025

Dólar caindo até quando ??

 


Call Matinal JHN Consulting 1702

 CALL MATINAL 

17/02/2025 

Julio Hegedus Netto, economista

MERCADOS EM GERAL


FECHAMENTO (14/02)

MERCADOS

O Ibovespa, na sexta-feira (14), fechou em forte alta de 2,70%,  a 127.218 pontos. Já o dólar “derreteu” a R$ 5,696, recuando 1,26%. Tudo isso por causa da forte queda de popularidade do presidente Lula em pesquisa da Folha. 


PRINCIPAIS MERCADOS, 7h00

Neste início de segunda-feira (17), os índices futuros de Nova York operam em alta, mas os mercados à vista de ações e títulos dos EUA estarão fechados na sessão, devido ao feriado do “Dia do Presidente”, o que deve reduzir a liquidez dos negócios neste início de semana. Mercados asiáticos fecharam, na maioria, em alta, os europeus próximos da estabilidade. 


EUA:

Dow Jones Futuro, +0,03%

S&P 500 Futuro, +0,13%

Nasdaq Futuro, +0,20%


Ásia-Pacífico:

Shanghai SE (China), +0,27%

Nikkei (Japão), +0,06%

Hang Seng Index (Hong Kong), -0,02%

Kospi (Coreia do Sul), +0,75%

ASX 200 (Austrália), -0,22%


Europa:

FTSE 100 (Reino Unido), +0,07%

DAX (Alemanha), +0,18%

CAC 40 (França), -0,13%

FTSE MIB (Itália), +0,49%

STOXX 600, +0,16%


Commodities

Petróleo WTI, +0,40%, a US$ 71,02 o barril

Petróleo Brent, +0,44%, a US$ 75,07 o barril

Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,92%, a 806,50 iuanes (US$ 111,18)


NO DIA, 1702


Abrimos uma semana fraca de novidades, tanto aqui como nos EUA. Por lá hoje é feriado com o Dia do Presidente. Mesmo assim, Donald Trump ainda deve continuar a gerar polêmicas. 


Na quarta-feira, temos a ata do Fed e a China decide sua política de juro. Por aqui, destaque para os balanços de Vale, Gerdau e BB também na quarta-feira, além do IBC-Br de dezembro nesta segunda-feira. O PIB do BCB deve voltar ao terreno negativo, após quatro meses seguidos de crescimento, confirmando o esfriamento da atividade.


O atual presidente do BCB, Gabriel Galípolo diz que ainda quer esperar mais para ver se o fôlego menor da economia é uma tendência, enquanto o mercado monitora o risco de o desgaste rápido do governo Lula apressar medidas populares para recuperar os índices de aprovação do presidente, que desabaram nos últimos dois meses. A reeleição do presidente Lula parece estar balançando. 


Julio Hegedus Netto, economista JHN Consulting 

 

Boa segunda-feira a todos!

Bankinter Portugal Matinal 1702

 Análise Bankinter Portugal


SESSÃO: Após uma Conferência de Segurança de Munique confusa e inconclusiva neste fim de semana, com a única certeza de que eventuais negociações serão exclusivamente entre os EUA e a Rússia, sem mais ninguém, o mercado esta manhã estará sem direção clara. O único ponto seguro é que as empresas de defesa continuarão a ser beneficiadas, independentemente do desfecho das negociações, caso ocorram: na semana passada, Rheinmetall +13%; Leonardo +8%; Thales +5%; Indra +5%, e na pré-abertura alemã, Rheinmetall +9%. Por isso, e porque não existem fundos de investimento focados exclusivamente no setor de defesa, construímos em 2024 a nossa Carteira Temática de Defesa (em espanhol) que apresenta uma evolução de +6% em 2025.


A simples possibilidade de se iniciar algum tipo de negociação sobre a Ucrânia já deveria incentivar uma ligeira recuperação dos mercados. As yields das obrigações continuam confortáveis, o dólar pouco se valorizou desde sexta-feira (1,049 vs. 1,046), a volatilidade mantém-se baixa (VIX <15%) e os futuros das bolsas apresentam ganhos ligeiros (+0,1%/+0,3%).


Esta semana será de intensidade média ou baixa, mas com a inflação a recuperar no Reino Unido e no Japão. Os dados de janeiro já mostraram um aumento na inflação na UEM (+2,5% vs. +2,4%) e nos EUA (+3,0% vs. +2,9%). Se esta semana a inflação também subir, como esperado, no Reino Unido (+2,8% vs. +2,5%) e no Japão (+4,0% vs. +3,6%), o sinal será inequívoco: a inflação está a recuperar nas principais economias desenvolvidas, tornando inevitável que os bancos centrais recuem na intenção de cortar taxas de juro. Até mesmo o BCE, apesar das especulações em sentido contrário, com cortes estimados em até 1,50% a partir dos atuais 2,75% (Taxa de Depósito).


Por isso, talvez o mais importante desta semana, que começa com Nova Iorque fechada nesta segunda-feira, sejam os dados de inflação no Reino Unido e no Japão. São o fator que pode arrefecer um mercado (ações e obrigações) que, na nossa visão, se mostra imprudentemente complacente com a perceção do risco geoestratégico na Europa, baseada em supostas negociações para um cessar-fogo na Ucrânia, sobre as quais, na realidade, há poucos elementos concretos. Trump prometeu, durante a campanha, acabar com essa guerra em 24 horas, e Putin precisa de encerrar a invasão o mais rápido possível, desde que consiga apresentá-la como uma vitória que consolide o seu poder. Assim, ambos necessitam de um acordo sobre a Ucrânia para sair fortalecidos e, com apenas a expectativa de que isso seja possível, a perceção do risco geoestratégico diminui. No entanto, concretizar algo levará mais tempo do que o mercado estima, pelo que a única conclusão fiável é que a Europa precisará de se proteger seriamente, o que continuará a favorecer as empresas de defesa, que continuamos a recomendar.


A bolsa europeia supera a americana em 2025 (+12% vs. +4%) precisamente devido à redução da perceção do risco geoestratégico, mas também porque se assume que o BCE cortará as taxas muito mais do que a Fed e que o novo Governo Alemão, após as eleições do próximo domingo, eliminará o limite constitucional à dívida pública (crescimento anual de 0,35% do PIB) para introduzir estímulos fiscais que reativem uma economia que já se contrai há nada menos que seis trimestres consecutivos. Confia-se que esses três catalisadores evoluam dessa forma, levando a uma redução dos riscos e permitindo a valorização das bolsas.


CONCLUSÃO:

Vamos ver esta semana até que ponto todas as especulações sobre a Ucrânia se consolidam como credíveis, qual será o real impacto da inflação no Reino Unido e no Japão e se o mercado continuará a interpretar esses fatores de forma positiva... porque os riscos percecionados estão a diminuir, mas pode não ser o caso dos riscos reais, mesmo que isso não se reflita no curtíssimo prazo. Cautela.


Mercados:

S&P 500 -0,01% | Nasdaq-100 +0,4% | SOX +0,1% | Euro Stoxx 50 -0,1% | Bund 2,44% | T-Note 4,48% | PT 2,97% | Euribor 12m 2,438% | WTI 70,8$ | Bitcoin -0,4% (96.301$) | Ether -0,5% (2.681$).


FIM

BDM Matinal Riscala 1702

 Lula em córner empolga, mas preocupa | BDM - Bom Dia Mercado

Por Rosa Riscala e Mariana Ciscato*.


[17/02/25]


… Donald Trump pode continuar rendendo, mas a semana é fraca em agenda externa e começa com o feriado do Dia dos Presidentes nos EUA, que fecha os mercados em NY hoje. Na 4ªF, sai a ata do Fed e a China decide juro. Aqui, vale o destaque para os balanços de Vale, Gerdau e BB também na 4ªF, além do IBC-Br de dezembro nesta 2ªF (9h). O PIB do BC deve voltar ao terreno negativo, após quatro meses seguidos de crescimento, confirmando o esfriamento da atividade. Galípolo diz que ainda quer esperar mais para ver se o fôlego menor da economia é uma tendência, enquanto o mercado monitora o risco de o desgaste rápido do governo Lula apressar medidas populares para recuperar os índices de aprovação do presidente, que desabaram nos últimos dois meses, num mergulho íngreme que já ameaça seus planos de reeleição em 2026.


… Na 6ªF, o mercado reagiu com euforia à pesquisa Datafolha que derrubou a popularidade de Lula de 35% em dezembro para 24%, no menor nível de ótimo e bom de seus três mandatos, com a reprovação saltando de 34% para 41% no mesmo período.


… Foi um susto para o governo que a popularidade de Lula tenha despencado em grupos tradicionalmente fieis a ele, o que deve disparar a sirene de emergência no Planalto. Lula piorou entre mais pobres, com menor escolaridade e no Nordeste, redutos do PT.


… Entre os brasileiros que ganham até dois salários mínimos e que têm grande representatividade eleitoral, pelo tamanho desta parcela da população (51%), a aprovação do presidente caiu de 44% para 29%.


… Nos 33% que têm até o ensino fundamental, o tombo foi também de 15 pontos, de 53% para 38%.


… Entre os eleitores do Nordeste, houve grande prejuízo, com o ótimo/bom recuando de 49% para 33%, na região que concentra 26% do eleitorado. A avaliação positiva caiu 20 pontos entre os que disseram ter votado nele em 2022.


… Com uma agenda intensa de campanha, Lula vai hoje (10h) a evento de retomada da indústria naval, em Angra (RJ). Durante solenidade na última 6ªF no Pará sobre investimentos da Vale, ele antecipou que anunciará três novas políticas de crédito.


… Na contramão da política monetária restritiva, anunciou que “o Brasil vai crescer mais de 3,7%”, que “temos o menor nível de desemprego da história, crescimento da massa salarial e uma quantidade de crédito que nunca teve; vamos anunciar mais três políticas de crédito”.


… Na tentativa de reverter o tombo na aprovação, é provável que o governo se dedique a projetos que tenham relação direta com o dia a dia do povo. Além disso, a reforma ministerial, levada até aqui em banho-maria, deve finalmente ser acelerada e sair do papel.


… Lideranças do Centrão descartam a possibilidade de desembarque do governo Lula, por enquanto, mas ampliam a pressão para que Lula dê início logo às trocas na Esplanada, diante da crise de credibilidade atravessada.


… Integrantes da base governista avaliam que cresce o risco de aliados perderem o interesse de assumir ministérios se a aprovação do governo continuar sangrando, o que colocaria em risco a aprovação de pautas de interesse no Congresso.


… A frustração com os alimentos caros e as fake news sobre o PIX foram apontadas como os dois principais motivos para a forte desaprovação. Nem mesmo no fim de 2005, no pior momento do escândalo do mensalão, Lula havia estado tão mal.


… Embalado pela chance de uma candidatura de centro ou centro-direita ganhar musculatura em 2026, o dólar furou a marca de R$ 5,70, o DI derreteu e o Ibovespa fechou na faixa dos 128 mil pontos pela primeira vez no ano (leia abaixo).


NA PAREDE – “Acuado, o governo deve gerar mais pressão por incentivos fiscais, aprovação da isenção de IR para que ganha até R$ 5 mil e maior expansão do crédito subsidiado”, avalia Eduardo Velho, da Equador.


… Galípolo esteve com empresários na Fiesp na última 6ªF e, ao mencionar os receios no mercado sobre o uso de estímulos fiscais diante da desaceleração econômica, considerou um equívoco o BC agir preventivamente a um “fantasma”.


… Ele reconheceu que os riscos associados à gestão das contas públicas percebidos pelos investidores trazem um “certo desafio” ao Copom, mas destacou o empenho “incansável” de Haddad em reforçar a responsabilidade fiscal.


… O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, está na Arábia Saudita e participa hoje cedinho (5h) de painel durante conferência promovida pelo FMI. O tour pelo Oriente Médio dura até 4ªF, quando ele retorna para o Brasil.


FORÇAS ARMADAS – Mais uma pesquisa, esta do Instituto Atlas, mostrou neste fim de semana que a credibilidade dos militares despencou e que hoje 72% dos brasileiros não confiam mais nessas instituições. O levantamento foi elaborado para a CNN Brasil.


MAIS AGENDA – A Fazenda divulga hoje o relatório Prisma Fiscal e o BC solta, às 9h, o IBC-Br. A mediana em pesquisa Broadcast indica queda de 0,4% de dezembro, após alta de 0,1% em novembro. As estimativas variam de -1,3% a estabilidade.


… Na comparação ano a ano, o indicador deve crescer 3,4%, desacelerando em relação à leitura de 4,1% de novembro. As projeções vão de 1,7% a 5%. Dados da indústria, serviços e varejo têm confirmado a perda de ritmo.


… O mercado já se arrisca nas apostas de Selic terminal um pouco mais baixa, embora Galípolo ainda mantenha um discurso cauteloso.


… O Banco Inter, que esperava taxa básica de juro de 15% no fim do ciclo, projeta agora 14,75%, com a alta contratada de 1 ponto na próxima reunião (março), um ajuste final de 0,50 ponto em maio e pausa a partir de junho.


… Já o Santander não mudou sua estimativa para a Selic (15%), diante da inflação desancorada. A instituição financeira piorou a projeção para o IPCA deste ano (5,5% para 6,0%) e do ano que vem (de 4,2% para 4,6%).


… Hoje, sai o IGP-10 em fevereiro (8h), que deve desacelerar a 0,24% em fevereiro, após +0,53% em janeiro. As projeções vão de queda de 0,50% a expansão de 0,50%. Amanhã (3ªF), tem a segunda prévia do IPC-Fipe deste mês.


… Também estão na agenda desta 2ªF a pesquisa Focus (8h25) e a balança comercial semanal (15h).


… O BC dá início hoje em leilão (11h30) à rolagem de US$ 15,6 bilhões em contratos de swap que vencem em abril.


BALANÇOS – BB Seguridade e Neoenergia abrem a semana, após o fechamento. Amanhã (3ªF), é a vez de Carrefour, GPA, Iguatemi e XP. Na 4ªF, tem Assaí, além de Vale, Gerdau e BB. Na 5ªF, B3, Renner, Nubank, PagSeguro e Rumo.


TARIFAÇO – Enquanto Trump coloca as tarifas em stand by até início de abril e os ministros do governo tentam colocar água na fervura, o presidente Lula assume uma postura de confronto em relação à ameaça protecionista.


… Em entrevista a uma rádio do Pará na 6ªF, falou abertamente em reagir contra a imposição de tarifa de 25% sobre o aço brasileiro. “Se taxar, vamos reagir, denunciar na OMC ou taxar os produtos que a gente importa deles [EUA].”


… Segundo Lula, a relação entre os dois países é muito igualitária. “Eles importam US$ 40 bilhões. Nós, US$ 45 bilhões.”


… No ano passado, o Brasil foi o segundo maior fornecedor do produto para os americanos, atrás apenas do Canadá.


LÁ FORA – As vendas do varejo americano bem mais fracas que o esperado mantêm a chance de pelo menos um corte de juro este ano nos EUA (abaixo), enquanto Powell diz que não tem pressa de aliviar as taxas.


… Três dirigentes do Fed falam hoje: Patrick Harker (11h30), Michelle Bowman (12h20) e Christopher Waller (20h).


… A leitura preliminar de fevereiro do PMI composto sai na 6ªF nos EUA, zona do euro, Alemanha e Reino Unido.


… Amanhã (3ªF), o presidente do BC inglês (BoE), Andrew Bailey, participa de evento e a Austrália decide juro.


… A China define na noite de 4ªF as suas principais taxas (LPRs de 1 e 5 anos). Nos últimos dias, o PBoC prometeu implementar política monetária “apropriadamente relaxada” e projetou demanda “mais forte” do consumidor.


JAPÃO HOJE – A leitura preliminar do PIB/4Tri, de 0,7%, superou a previsão de 0,2% dos analistas e também ficou acima da alta de 0,4% registrada no 3Tri, em demonstração de resistência, enquanto o BoJ avalia novas altas do juro.


UCRÂNIA – Macron convocou para hoje reunião urgente de líderes europeus para falar sobre a guerra e a segurança europeia. O encontro reunirá líderes da Alemanha, Grã-Bretanha, Itália, Polônia, Espanha, Holanda e Dinamarca.


… Também o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) marcará presença.


… As conversas ocorrem enquanto autoridades europeias tentam persuadir Trump a não se apressar na negociação de paz com a Rússia.


… Ainda hoje, integrantes do governo americano terão encontros na Arábia com enviados russos.


ISRAEL – Primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, disse neste domingo que a transferência de palestinos é único plano viável para Gaza. Segundo ele, o governo israelense está trabalhando com Trump em total cooperação e coordenação.


JÁ É OUTUBRO DE 2026 NO MERCADO – A queda na competitividade eleitoral de Lula atiçou o apetite por risco no mercado, que antes do Datafolha já ia bem com a percepção de que há espaço para negociações com os EUA no caso das tarifas recíprocas.


… O cálculo político da próxima eleição colocou o dólar abaixo de R$ 5,70, elevou o Ibovespa acima dos 128 mil pontos e queimou mais de 30pb nos juros longos.


… O Ibov subia em torno de 2% quando a pesquisa saiu. Dali até o fim da sessão acelerou a 2,7%, voltando aos 128 mil pontos (128.218,59) e com giro forte para os padrões recentes: R$ 26,3 bi. Na semana, teve ganho de 2,89%.


… Das 87 ações do índice, 80 subiram na 6ªF. As blue chips de commodities ignoraram o movimento de queda das matérias-primas e saltaram.


… Petrobras ON disparou 3,60%, a R$ 40,85, e a ON subiu 3,08%, a R$ 37,44, desprezando o recuo do Brent, mais uma vez pressionado pelo possível acordo de paz entre Ucrânia e Rússia.


… Na ICE, o Brent para abril caiu 0,37%, a US$ 74,74. Na semana, ficou perto da estabilidade, com alta de 0,11%.


… As ações da estatal ainda se beneficiaram da elevação pelo JPMorgan do preço-alvo da ADR negociada em NY, de US$ 17 para US$ 18, o que representa um potencial de valorização de 42,7% ante 5ªF passada.


… Também continuaram a reagir com a defesa do presidente Lula em favor de pesquisa para exploração de petróleo na Margem Equatorial.


… Às vésperas de seu balanço, Vale avançou 1,48%, a R$ 55,67, na contramão do minério de ferro (-0,98%).


… Banco do Brasil puxou as altas entre os bancos, com +4,74%, a R$ 28,75. Santander subiu 3,82% (R$ 26,64); Itaú, +2,66% (R$ 34,77); Bradesco PN, +2,61% (R$ 12,19); e Bradesco ON, +2,59% (R$ 11,11).


… Em meio à baixa dos juros futuros, Vamos disparou 9,17% (R$ 5,00), na liderança entre as altas. Hapvida valorizou 8,19% (R$ 2,51%) e CVC subiu 7,03% (R$ 1,98).


… Recuaram: Petz (-1,79%; R$ 4,39), Suzano (-0,64%; R$ 58,85), Porto (-0,51%; R$ 39,29), Caixa Seguridade (-0,47%; R$ 14,67), Embraer (-0,21%; R$ 60,35) e Petrorecôncavo (-0,13%; R$ 15,58).


… No câmbio, o real já apresentava o melhor desempenho os emergentes antes do Datafolha e depois acentuou. O dólar fechou em baixa de 1,26%, a R$ 5,6962, perto da mínima do dia, de R$ 5,6947. Na semana, recuou 1,68%.


… Além do Datafolha, o recuo nas vendas do varejo americano ajudou a enfraquecer o dólar globalmente e a derrubar os juros dos Treasuries, influenciando os mercados aqui.


… O DI para janeiro de 2026 recuou a 14,765% (de 14,825% no fechamento anterior); Jan/27, a 14,720% (14,930%); Jan/29, a 14,450% (de 14,785%); Jan/31, a 14,440% (de 14,800%); e Jan/33, a 14,400% (de 14,740%).


… Em NY, os rendimentos dos Treasuries e o dólar, já em baixa diante de uma atitude mais soft de Trump no caso das tarifas recíprocas, aceleraram a queda depois da inesperada queda nas vendas do varejo dos EUA em janeiro.


… As vendas caíram 0,9% ante dezembro, ante aposta de estabilidade, na maior queda em quase dois anos. O dado indicou recuo abrupto ante o consumo do fim/24, quando as vendas cresceram 0,7%, número revisado de +0,4%.


… O indicador reforçou a expectativa de pelo menos um corte de juro pelo Fed este ano, um certo alívio depois de CPI e PPI acima do esperado, embora um dado isolado não deva fazer muita diferença na análise do Fed.


… O varejo deixou em segundo plano o aumento da produção industrial dos EUA (+0,5%) em janeiro, acima do esperado (+0,3%).


… Afastando-se um pouco dos 4,50%, o juro da note de 10 anos desceu a 4,477%, de 4,531% na sessão anterior. O da note de 2 anos cedeu a 4,262% (de 4,313%). O do T-bond de 30 anos caiu a 4,698% (de 4,765%).


… O dólar cedeu terreno para seus principais pares. O DXY caiu 0,56%, a 106,710 pontos, menor nível do ano. O euro subiu 0,28%, a US$ 1,0491, mas a libra ficou estável em US$ 1,2409. O iene avançou 0,34%, a 152,29/US$.


… Nas bolsas em NY, o efeito dos indicadores econômicos do dia foi misto. O Dow Jones caiu 0,37%, aos 44.546,08 pontos. O S&P 500 ficou estável (-0,01%), em 6.114,63 pontos, e o Nasdaq subiu 0,41%, aos 20.026,77 pontos.


… Na semana, os índices acumularam ganhos de, respectivamente, 0,53%, 1,47% e 2,58%.


EM TEMPO… PETROBRAS confirmou presença de óleo em poço na região oeste do campo de Búzios; poço está a 189 km da costa do Rio e foi perfurado em uma profundidade d´água de 1.940 metros…


… Testes foram realizados a partir de 5.600 metros de profundidade, confirmando potencial do pré-sal de Búzios…


… A estatal também informou que o FPSO Almirante Tamandaré (Búzios 7) entrou em produção no Campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos…


… É a 1ª unidade de alta capacidade a ser instalada no campo, com potencial para produzir diariamente até 225 mil barris de óleo (bpd) e processar 12 milhões de metros cúbicos de gás.


JBS. Gilberto Xandó anunciou, em publicação no LinkedIn, que deixará a presidência da JBS Brasil para assumir a liderança da Wild Fork North America, braço da JBS focado na comercialização de proteínas congeladas…


… Com a saída de Xandó, a presidência da JBS Brasil passará a ser acumulada por Gilberto Tomazoni, CEO global da JBS, segundo fonte do Broadcast.


RAÍZEN registrou um prejuízo líquido de R$ 2,571 bilhões no 3Tri da temporada 2024/25, revertendo o lucro de R$ 793 milhões obtido no igual intervalo da safra anterior…


… A receita líquida cresceu 14,3%, para R$ 66,872 bilhões. O Ebitda ajustado somou R$ 3,123 bilhões, queda anual de 20,5%…


… A empresa anunciou que Geovane Dilkin Consul assumirá em abril a vice-presidência de etanol, açúcar e bioenergia, substituindo Francis Vernon Queen Neto, que passará a ocupar nova posição dentro da companhia…


… Norges Bank Investment Management passou a deter participação de 5,009% do total de ações PN da empresa, administrando agora 68.067.618 de papéis.


AOS ASSINANTES DO BDM, BOM DIA E BONS NEGÓCIOS!

Leitura de domingo 2

 Leitura de Domingo: 'Boom' da renda fixa impulsiona receitas de bancos de investimento


Por Matheus Piovesana, Cynthia Decloedt e Altamiro Silva Junior


São Paulo, 10/02/2025 - A renda fixa "bombou" em 2024 e ajudou a impulsionar bancos de investimento brasileiros em um novo ano fraco para operações de renda variável. Combinados, Itaú BBA, BTG Pactual, Bradesco BBI e Santander tiveram receitas de R$ 10,2 bilhões ao longo do ano passado, um crescimento de 28,4% em relação a 2023. Esse crescimento pode ser atribuído aos volumes recordes de emissões de crédito privado e securitização, que se tornaram uma alternativa ao crédito bancário para empresas de grande porte.


O montante de R$ 709 bilhões em emissões em renda fixa, de acordo com dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), compensou a menor comissão média que as operações do segmento costumam render. Mas 2025 se desenha difícil, repetindo o cenário de poucas ofertas de ações e com a renda fixa mais pressionada, por conta dos juros em alta.


O presidente do Itaú Unibanco, Milton Maluhy, disse a analistas na semana passada que espera uma queda de 30% a 40% no volume de emissões, além de não antever janelas amplas para a emissão de ações. Nos bastidores, a avaliação de executivos é a mesma: apenas operações pontuais, como a oferta de ações (follow on) da Caixa Seguridade, devem sair.


Ofertas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês) só devem acontecer mais para o fim de ano, também de forma pontual e se houver alguma sinalização de queda de juros pelo Banco Central. "Olhando as condições macroeconômicas agora, não parece o cenário-base [para ter IPO nos próximos meses]", disse o presidente do Fórum de Estruturação de Mercado de Capitais da Anbima, Guilherme Maranhão.


Os números recordes da renda fixa em 2024 contrastaram com os das ofertas de ações, que se tornaram raras com os juros em dois dígitos. Foram só R$ 25 bilhões no ano passado, o menor volume desde 2018 e grande parte disso atribuível à oferta que privatizou a Sabesp, em julho, que movimentou R$ 14,8 bilhões. A renda variável é mais cobiçada pelos bancos de investimento porque as comissões são mais altas.


O contexto levou os bancos de investimento a calibrarem equipes. O Bradesco BBI, por exemplo, praticamente dobrou o time dedicado à renda fixa, tanto nas áreas de originação de operações quanto nas de distribuição. Um dos focos foi a distribuição de papéis para pessoas físicas, em que a presença era menor. No BTG, a receita do banco de investimento cresceu 30% no ano, com contribuição recorde da área de dívida, além da forte atividade no mercado de fusões e aquisições, na qual o grupo assessorou mais de 60 negócios.


O diretor financeiro do BTG, Renato Cohn, avalia que ainda é muito cedo para prever se haverá contração ou não da atividade no mercado de renda fixa em 2025, já que janeiro é um mês de menor atividade para as companhias. "Os volumes podem vir a ser um pouco menores este ano, dado que temos um novo ciclo de juro, o qual coloca pressão nas empresas, mas é muito cedo para qualquer tipo de previsão."


A demanda por títulos privados, tanto pelos pequenos quanto pelos grandes investidores, reforçou a concorrência do mercado de crédito privado com o crédito bancário. Reflexo disso é que os bancos não têm originado empréstimos a empresas quando entendem que as margens serão baixas demais. Têm preferido assessorar captações de mercado, que não exigem alocação de capital próprio.


Nas debêntures, os bancos ficaram com 40% dos papéis nas operações que assessoraram - o número salta para 59% nas debêntures incentivadas, voltadas para infraestrutura, segundo a Anbima.


Contato: colunabroadcast@estadao.comS


Broadcast+

Leitura de domingo

 Leitura de Domingo: Indústria monitora ameaças mas vê oportunidades de entrar nos EUA com Trump


Por Eduardo Laguna


São Paulo, 10/2/2025 - O vaivém das medidas tarifárias anunciadas pelo governo de Donald Trump nos Estados Unidos está provocando sentimentos contraditórios na indústria brasileira, já que a taxação dos produtos chineses mais as ameaças contra México e Canadá representam riscos, porém também oportunidades ao setor.


De um lado, produtos que serão barrados por Trump podem ser desovados em mercados como o Brasil. De outro, os fabricantes brasileiros entendem que terão melhor condição de competir por espaços no mercado americano, já que parcela expressiva dos concorrentes pagará impostos mais altos para entrar no país.


Por enquanto, a parte dos riscos está sendo apenas monitorada, sem desencadear uma articulação entre segmentos industriais para levar as preocupações com as ações de Trump ao governo. Já as oportunidades estão sendo mapeadas não só na maior economia do mundo, mas também nos países que vão retaliar os EUA.


Até agora, apenas as tarifas contra a China entraram em vigor. As tarifas de 25% anunciadas sobre os produtos do México e do Canadá foram suspensas após acordos com os dois países. Mas se elas forem aplicadas, as montadoras avaliam que poderão fazer frente aos automóveis produzidos no México e entrar no mercado americano, um destino sem expressão hoje na balança comercial do setor. A indústria de máquinas, por sua vez, está de olho no México, mirando a substituição dos bens de capital que o país compra dos Estados Unidos.


A ressalva é que essas oportunidades serão anuladas se Trump também decidir subir tarifas contra produtos brasileiros. A indústria, contudo,  confia que não haverá aplicação generalizada de tarifas a produtos do País, ainda que Trump possa voltar a sua artilharia contra um ou outro setor, como nos casos do aço e do alumínio.


Márcio de Lima Leite, presidente da Anfavea, a entidade que representa as montadoras, diz que a indústria de veículos vai ganhar competitividade nos Estados Unidos se os mexicanos tiverem que pagar a alíquota de 25%.


"As marcas que estão no Brasil são, em sua maioria, as mesmas que têm fábricas no México e fornecem aos EUA. Hoje, os produtos brasileiros entram nos Estados Unidos com tributação, mas os produtos do México entram sem tributação. Quando eles também tiverem de pagar os 25%, passaremos a ter mais chances de explorar o mercado americano", comenta Leite.


José Velloso, presidente-executivo da Abimaq, a associação da indústria de máquinas e equipamentos, diz que o setor pode receber mais pedidos do México se o país, que passou por uma onda de industrialização nos últimos anos, deixar de comprar dos Estados Unidos. "Pode aparecer uma oportunidade de exportação ao México", afirma Velloso. Já em relação a substituir máquinas chinesas nos Estados Unidos, o executivo considera mais difícil, uma vez que a tarifa adicional imposta por Trump, de 10%, não foi tão alta.


Na indústria de produtos químicos, a avaliação é de que as tarifas do republicano contra a China podem abrir um canal de exportação aos Estados Unidos. André Passos Cordeiro, presidente-executivo da Abiquim, a associação da indústria química, pondera, no entanto, que o produto químico americano já é muito competitivo em custo, o que dificulta a concorrência.


Desvio do comércio


Há uma preocupação crescente em relação ao excesso de produção no mercado internacional em decorrência das barreiras comerciais do governo Trump. "Haverá uma sobra de produtos no mercado internacional que, certamente, será redirecionada a mercados como o Brasil a preços bem abaixo do normal, inclusive do custo de produção", comenta André Passos. "O governo tem de ficar alerta para uma eventual elevação do volume de importações repentina, acompanhada de uma queda de preços pelo deslocamento de oferta", acrescenta o presidente da Abiquim.


Fernando Valente Pimentel, diretor-superintendente da Abit, associação da indústria de produtos têxteis, observa que os desdobramentos indiretos da política comercial de Trump são grandes. "À medida que ele restringe o comércio com a China, com outros grandes produtores de têxteis, esses países vão procurar mercados a seus excedentes produtivos. Um dos mercados, sem dúvida nenhuma, é o Brasil, que está entre os dez maiores do planeta", afirma Pimentel.


Procurada, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) disse que só vai comentar as decisões de Trump quando alguma medida afetar diretamente o Brasil. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Coalização Indústria, grupo que representa 14 entidades de setores produtivos diversos, preferem não comentar as medidas anunciadas por Trump no momento.


Contato: eduardo.laguna@estadao.com


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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025

É para fechar o caixão ??

 Datafolha: Aprovação de Lula desaba para 24% e é a pior de todos os seus mandatos

Queda de 11 pontos em 2 meses é inédita; reprovação à gestão vai de 34% para 41%, aponta pesquisa


14.fev.2025 às 16h00

A aprovação do presidente Lula (PT) desabou em dois meses de 35% para 24%, chegando a um patamar inédito para o petista em suas três passagens pelo Palácio do Planalto. A reprovação também é recorde, passando de 34% a 41%.


Acham o governo regular 32%, ante 29% em dezembro passado, quando o Datafolha havia feito sua mais recente pesquisa sobre o tema. Neste levantamento, foram ouvidos 2.007 eleitores em 113 cidades, na segunda (10) e na terça-feira (11), com margem de erro geral de dois pontos para mais ou menos.


O tombo demonstra o impacto de crises sucessivas pelas quais passa o governo, sendo a mais vistosa delas a do Pix. Ela ocorreu em janeiro, com a divulgação de que o governo iria começar a fiscalizar transações superiores a R$ 5.000 pela modalidade instantânea de transferência bancária.


Ato contínuo, houve uma cobrança da oposição, sugerindo controle indevido, e uma enxurrada de fake news dizendo que haveria uma taxação do Pix. O governo ficou atônito, e restou à Fazenda do ministro Fernando Haddad (PT) revogar a medida.


Lula preferiu atribuir o fiasco à sua comunicação e trocou a chefia do setor, promovendo o marqueteiro baiano Sidônio Palmeira para a vaga do petista Paulo Pimenta. Os problemas, contudo, continuaram.


A inflação de alimentos é um foco constante de preocupação, e o presidente não contribuiu com frases como aquela na qual sugeriu que as pessoas parassem de comprar comida cara. Se na teoria parece lógico, soou como um lavar de mãos, devidamente aproveitado pela mais ágil oposição.


Resultado: Lula colheu a pior avaliação de sua vida como presidente. Antes, havia atingido 28% de ótimo e bom em outubro e dezembro de 2005, no auge da crise do mensalão, em seu primeiro mandato (2003-06). Já o maior índice de ruim e péssimo fora registrado em dezembro passado (34%).


Seu terceiro mandato, iniciado em 2023, vinha sendo marcado por uma certa estabilidade na avaliação. Na média entre nove levantamentos do Datafolha, sua aprovação era de 36% e a reprovação, de 31%. Os números atuais falam por si.


Seu antagonista principal na polarização brasileira, o antecessor Jair Bolsonaro (PL), tinha uma reprovação semelhante a essa altura de seu mandato, marcando 40% de ruim/péssimo. Sua aprovação, contudo, era algo melhor: 31%.


A pesquisa mostra a erosão da popularidade de Lula inclusive em grupos usualmente próximos do petista, o que deve tornar as luzes amarelas acesas no Planalto em vermelhas. São estratos com grande importância eleitoral pelo tamanho.


Na parcela dos que ganham até dois salários mínimos, por exemplo, a aprovação caiu de 44% para 29%. Eles representam 51% da amostra populacional do Datafolha, e a margem de erro no grupo é de três pontos percentuais apenas.


Nos 33% dos ouvidos que só têm ensino fundamental, o tombo foi também de 15 pontos: de 53% para 38%. Aqui, a margem de erro é de quatro pontos.


Mesmo na fortaleza Nordeste, reduto eleitoral por excelência do petismo apesar do avanço do bolsonarismo, houve grande prejuízo, com o ótimo/bom deslizando de 49% para 33%, numa região que concentra 26% do eleitorado, com margem também de quatro pontos.


Entre eleitores de Lula no segundo turno contra Bolsonaro em 2022, o recuo foi de 20 pontos, chegando a 46%. Aqui, a desaprovação quase dobrou (7% para 13%), mas a desconfiança fez a opinião migrar mais para o regular, que foi de 27% para 40%. A margem de erro é de quatro pontos.


Colocando os números de aprovação na forma de saldo, Lula só se sai no azul entre os menos escolarizados, com uma margem positiva de dez pontos, e numericamente entre os nordestinos, com magros três pontos.


Já os piores grupos, em termos de saldo, são as três faixas de renda acima dos 2 mínimos: de 2 até 5 e de 5 até 10 salários (33 pontos negativos em ambos) e acima de 10 (45 negativos), ressalvando que aí as margens de erro são respectivamente de 4, 8 e 12 pontos, para mais ou menos.


A pesquisa não fez especulações eleitorais, mas servirá de combustível para o debate surdo que se ouve nas hostes governistas acerca das chances de Lula em 2026.

Outros levantamentos publicados recentemente apontam que ele segue favorito, mas ainda é cedo e não se sabe o impacto de longo prazo de uma exposição à chuva da desaprovação.


O próprio presidente tem tentado sugerir cautela, dizendo que será candidato no ano que vem "se estiver legal de saúde". Ele já escolheu uma linha argumentativa, repetida por seus ministros, para explicar a crise em que seu governo se encontra.


"Esse é o meu ano. Eu quero desmascarar essa quantidade de mentira que tem nas fake news, no celular, todo mundo mentindo para todo mundo", disse em viagem à região Norte na semana passada, restando sabe se isso será suficiente para inverter a curva ora desfavorável de sua aprovação.


Enquanto isso, a oposição se mexe, com os presidenciáveis mais óbvios, como o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), e variantes do bolsonarismo das redes, como Pablo Marçal e Gusttavo Lima, testando as águas. Bolsonaro segue inelegível até 2030.

Ailton Braga

  Hoje, 02/02/2026, saiu no Blog do IBRE da FGV, artigo meu em que faço análise da interação entre política fiscal e política monetária, a p...