sábado, 14 de dezembro de 2024

Jairo José da Silva - pode ser...

 A associação de cardiologistas britânicos divulgou um estudo que mostra que nos últimos dez anos o número de casos de fibrilação atrial aumentou em alucinantes 50%.

Curiosamente, o estudo não levanta a questão mais importante: por quê?


Não houve nenhuma mudança radical de estilo de vida da população no período, não houve mudança notável de hábitos. Com uma exceção …. E nós sabemos qual é, pandemia e vacinação compulsória. A mais rastaqüera metodologia científica aponta nessa direção. Afinal, foi a única coisa que impactou de modo notável a vida das pessoas no período considerado.


Os médicos britânicos poderiam muito bem acompanhar mais de perto a curva ascendente e verificar quando a derivada empinou de modo mais acentuado. Se entre 2020 e 2024, bingo!


Fica cada vez mais óbvio que as tais “medidas profiláticas” adotadas na pandemia, anunciadas como o supra-sumo da ortodoxia científica, foram, na verdade, uma aventura induzida em partes variáveis por pânico, volúpia de controle político e sede de lucros.


Máscaras e “distanciamento social” estão mais próximos de magia que de ciência e as tais vacinas “seguras e eficazes” se revelaram nem uma coisa, nem outra.

Estudos e mais estudos se sucedem mostrando a extensão dos efeitos nocivos de vacinas desenvolvidas às pressas utilizando metodologias nunca antes realmente testadas, a mensurável eficácia profilática de medicamentos tidos à época como “comprovadamente ineficientes” e a inutilidade de máscaras e outras medidas apresentadas então como absolutamente indispensáveis.


Mesmo descontando o desespero de administradores pressionados a fazer alguma coisa, qualquer coisa, frente ao desconhecido, evidentemente muita gente viu na situação uma excelente oportunidade para experimentos políticos e de controle social e uma imperdível oportunidade de fazer muito, mas muito dinheiro.


É chegado o tempo de uma devassa definitiva desse assunto. Afinal, qual foi mesmo a origem do vírus? O que se sabe hoje dos possíveis efeitos deletérios das diferentes vacinas? Qual foi o impacto dos confinamentos na economia, no desemprego, na escolaridade de jovens, na saúde mental da população? Qual foi a eficácia das medidas adotadas? Que país se saiu melhor? Qual pior? Por quê?


Urge um estudo exaustivo, conduzido por um painel internacional, às claras e sob acirrado escrutínio público. Mas não vejo pressão nesse sentido, pois ainda há quem não queira tocar no assunto, entre eles a imprensa, que agiu como cúmplice e prefere dar o caso por encerrado.


Jairo José da Silva

José Augusto Lambert

Para quem não entendeu ainda, esclareço que o que está em jogo é a sobrevivencia do Plano Real, da moeda Real, que completou, esse ano, três décadas de muito desaforo, mas que, na ultima hora foi salva, com muitos arranhões e desvalorizações, mas salva.

A ultima vez que o Real quase foi para o saco foi em 2014, quando a ensacadora de vento, para se eleger, fraudou as contas públicas para esconder a montanha de gastos eleitoreiros, o que levou o pais ao seu biênio mais recessivo da historia. Fomos salvos pelo impeachment e pelo teto de gastos de Temer.

Hoje a estória se repete pelo retorno do mesmo partido e do padrinho da Dilma à cena de seus crimes.

Por conta de gastos excessivos e esgarçar, no limite, nossa carga tributaria, estamos com a economia operando, artificialmente, acima de sua capacidade. E o pior, com o governo sinalizando que não economizará para ganhar, anyway, as próximas eleições

O resultado é que estamos entrando no que os economistas denominam de "dominância fiscal" que é quando elevar os juros, a principal arma do BACEN para controlar a inflação, perde sua eficácia, já que juros maiores tem mais efeito sobre os gastos do governo para rolar sua divida do que para convergir as expectativas inflaconárias.

[14/12, 00:38] José Augusto Lambert: Em outras palavras, as taxas de juros disparam, pois o risco de financiar os déficits do governo se tornam crescentes, e os agentes econômicos percebem a incapacidade e/ou desinteresse do governo em reduzir fortemente seus gastos, sendo o calote e/ou a inflação o único jeito de "pagar" seus gastos descontrolados.

Além dos juros, dispara a fuga da moeda nacional, ou seja, o dolar dispara. O circulo vicioso se instala.

Essa espiral inflacionária só se  desarmará com o governo, a exemplo do que fez o BACEN essa semana, dando um choque de credibilidade, propondo forte corte nas despesas e subsidios. Com este Executivo, este Congtesso e este STF. alguém acha isto provável?

Como sempre, a situação tera de piorar para que a ficha caia nos políticos e seus eleitores.

Teremos, nós e o Real, dois anos muito  difíceis pela frente.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2024

Cenário Santander

 ♨️ *Santander Brasil | PERSPECTIVAS MACRO: Quem cede primeiro? (Ana Paula Vescovi e Equipe)*

 

*13 de dezembro de 2024*

 

_Para acessar o relatório na íntegra, favor clicar no link:_ {https://www.santander.com.br/banco/pagina-intermediaria?linkredirect=cms.santander.com.br/sites/WPS/documentos/std-perspecmacro-131224/24-12-13_152358_perspectivasmacro_131224.pdf|~insertqrcode=std-perspecmacro-131224-qrcode?utm_source=portal&utm_medium=wr&utm_campaign=Per}

Universidade x mercado

 O desafio de levar o conhecimento da universidade para o mercado - https://revistapesquisa.fapesp.br/o-desafio-de-levar-o-conhecimento-da-universidade-para-o-mercado/

Vida que segue

Meu pai sempre foi um exemplo para mim. 

Foi coronel da FAB. Um profissional de elite. Falava vários idiomas. Filho de colonos alemães em Montenegro, Lageado, no RGS. Com 15 anos, pela perda do pai, Julio Hegedus,  húngaro médico, formado em Viena, teve q pensar na vida e foi para Barbacena, MG, se formar cadete e depois oficial no Campo dos Afonsos. Se especializou em Navegação e Controle de Tráfego Aéreo. Foi a elite da Força Aérea.

 Em 1990/93 foi para a reserva e se tornou diretor regional da Icao ONU em Lima, Peru. Qdo o prazo eram dois anos, ficou 13! Foi sempre muito requisitado. 

Eu, por exemplo, me formei no CAp UFRJ e depois mestrados e outros. Me recordo q na minha época só tinha garotada fera...meninos q queriam ser astronautas, médicos...estive no CAp por estes dias. Ambição da garotada, ciências sociais, artes, cinema...como pode???

Por isso, meu filho ser a minha bússola de sensatez. Graças a Deus.

 Embarquei para Portugal para tirá-lo deste péssimo ambiente no Brasil. 

Nas escolas, as mais medalhadas, não se reprovam alunos, q também são clientes. Mas como? Estes precisam ser testados e avaliados!

 Coloquei o Bruno no Cruzeiro, no Jacarepaguá, pensando no alemão, língua paterna. Vendo o nível, o coloquei no Pensi e depois levantei acampamento para forma-lo na Europa. 

Hje ele faz mestrado em Eng Aeroespacial em Deuft Holanda. Antes se formou no IST de Lisboa.

Não volta mais.

Matinal Josué Leonel 1312

 *Ameaça a pacote estressa ativos; Lula remove dreno: Mercado Hoje*


Por Josue Leonel

(Bloomberg) -- Mercado mantém no radar a política fiscal

após uma quinta-feira tensa, quando a incerteza sobre os cortes

de gastos minou o esperado alívio com o Copom hawkish. Dólar

chegou a superar novamente os R$ 6,00, juros futuros dispararam

e a bolsa despencou 2,7%. Segundo os jornais, o pacote do

governo enfrenta resistências e risco de afrouxamento de regras.

Agenda destaca IBC-Br, após dado de varejo acima do esperado na

véspera, e IGP-10, além de reunião de Haddad com CEO do Itaú. No

câmbio, BC inicia rolagem de swaps.

Mercado também monitora saúde do presidente Lula, que

removeu dreno sem complicações e pode deixar UTI nesta sexta-

feira. No exterior, minério de ferro cai com ausência de

detalhes sobre medidas em reunião na China. Tecnologia puxa

futuros das bolsas em Nova York e dólar estende ganhos, enquanto

iene e libra se desvalorizam. Expectativa para juros globais

segue em foco com decisões do Fed e BOJ na próxima semana. 

*T

Às 7:28, este era o desempenho dos principais índices:

S&P 500 Futuro +0,3%

STOXX 600 -0,2%

FTSE 100 +0,1%

Nikkei 225 -1%

Shanghai SE Comp. -2%

MSCI EM -0,5%

Dollar Index estável

Yield 10 anos estável a 4,3317%

Petróleo WTI +0,9% a US$ 70,62 barril

Futuro do minério em Singapura -1,9% a US$ 104

Bitcoin +0,2% a US$ 99981,13

*T

Internacional

Minério cai com China; dólar avança e iene se enfraquece

* Minério de ferro cai com decepção dos investidores com o

último esforço da China para impulsionar sua economia,

prejudicando as perspectivas de demanda da commodity

* Futuros do produto caíram mais de 2% em Singapura, quase

apagando um ganho semanal, diante da falta de detalhes sobre

medidas de estímulos em uma reunião de autoridades econômicas

chinesas

** Cobre e outros metais têm desempenhos mistos

* Já o petróleo caminha para alta na semana com as preocupações

persistentes em torno de um excesso de oferta compensadas pela

perspectiva de sanções mais rígidas dos EUA contra o Irã e a

Rússia

* Índice dólar ruma para a sexta alta seguida e rendimento dos

treasuries tem baixa variação com mercado à espera do Fomc da

próxima semana

* Iene recua com redução da expectativa de alta de juros do

Banco do Japão após notícia da Reuters de que o BOJ

provavelmente manterá sua taxa na próxima semana

** Libra se desvaloriza com retração da economia britânica

* Ações de tecnologia lideram ganhos dos futuros de ações de

Nova York, após queda das bolsas americanas na quinta-feira


Para acompanhar

IBC-Br e IGP-10 em meio à tensão pós-Copom; swaps

* IBC-Br, índice considerado referência mensal do PIB que BC

divulga às 9:00, deve apresentar queda de 0,18% em outubro, após

0,80% em setembro

** Na comparação anual, o índice deve subir 6,40%

* FGV divulga às 8:00 IGP-10 de dezembro, estimativa 1,07%

* Ativos domésticos foram duramente penalizados nesta quinta-

feira com incertezas fiscais, diante da sinalização de mudanças

no pacote de corte de gastos, e depois do Copom hawkish, que

elevou a Selic em 1pp e sinalizou duas novas altas da mesma

magnitude

** Mercados também se atentam à saúde de Lula

** Juros futuros subiram por toda a curva, com taxas longas e

médias em altas mais ampla, de cerca de 30 pontos - no pior

momento, os DIs chegaram a subir 70 pontos, também por stop de

posições

* Dólar fechou perto de R$ 6 e Ibovespa caiu mais de 2,5%, na

maior baixa em quase dois anos

* Brasília em Off: O primeiro Copom de Galípolo

* BC inicia rolagem de swaps de fevereiro com oferta de 15.000

contratos


Outros destaques

Lula remove dreno; pacote com mudança, Haddad com Itaú

* Dreno intracraniano foi removido do presidente Lula no início

da noite sem complicações, segundo hospital

** Lula deve ter alta até terça-feira: Valor

** Lula deve deixar UTI nesta sexta-feira e poderá retomar

funções normais de trabalho na próxima semana: Kalil

* NOTA: Eurasia: Lula com menor chances em 2026 seria ruim para

economia

* Pacote fiscal enfrenta resistências e será alterado pela

Câmara: Valor

* Congresso resiste a endurecer medidas de corte de gastos

propostas pelo governo, na contramão da expectativa inicial do

mercado de que parlamentares iriam incluir medidas mais fortes,

segundo a Folha

** Negociações dos últimos dias no Legislativo apontam

afrouxamento do impacto da PEC, diz jornal, que cita fontes não

identificadas

* Pacheco diz ser plenamente possível votar pacote antes do

recesso: Estado

* Haddad se reúne às 15:00 em São Paulo com Milton Maluhy, CEO

do Itaú Unibanco

* Senado aprova regulamentação da reforma tributária, que volta

à Câmara: Agência Senado

* Reforma tem alíquota maior de IVA: Valor

* Senado aprova projeto de eólicas com jabuti de R$ 25 bilhões,

em derrota para o governo: Uol

* Governo acelera pagamento de emendas e valor chega a R$ 1,76

bilhão: Uol

* Congressistas atuam para impor travas à execução orçamentária

do governo: Valor


Empresas

Eletrobras, Cemig, Embraer, BTG, Oi

* Eletrobras e Copel acertam troca de ativos

* Cemig planeja investir R$ 39,2 bi entre 2025 e 2029

* Embraer aprova acordo de equity swap com Itaú BBA

* Rubens Henriques é presidente da BTG Asset após compra da

Clave

* Oi: Conselho nomeia novo CEO e membros do conselho

* Veja mais informações na Agenda do Dia

* Veja aqui como fechou o Mercado



Para entrar em contato com o repórter:

Josue Leonel em Sao Paulo, jleonel@bloomberg.net

Para entrar em contato com os editores responsáveis:

Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.net

Patricia Xavier

Julius Baer

 📉 Estrangeiros Evitam Bolsa Brasileira, Diz Julius Baer


Os investidores estrangeiros mostram pouco interesse na bolsa brasileira, devido à falta de atratividade e à dificuldade de acessar o mercado local, avalia Mathieu Racheter, responsável de Equity Strategy Research do Julius Baer. A recente alta da Selic para 12,25% ao ano agrava esse cenário, enquanto outros bancos centrais estão cortando juros, criando um contraste desfavorável para o Brasil.


Racheter observa que o Ibovespa, dominado por ações de commodities e bancos, carece de teses de crescimento atrativas, como as vistas em mercados como os EUA. "Estamos neutros em ações no Brasil, sem catalisadores claros para o mercado", afirmou. 


Taticamente, o Julius Baer prefere a China, que pode surpreender com estímulos inesperados, e, no longo prazo, considera a Índia uma aposta mais promissora em mercados emergentes.

Ailton Braga

  Hoje, 02/02/2026, saiu no Blog do IBRE da FGV, artigo meu em que faço análise da interação entre política fiscal e política monetária, a p...