quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Bankinter Portugal Matinal

 Análise Bankinter Portugal 


NY -0,5% US tech -1,8% US semis -4,4% UEM -0,4% España -0,1% VIX 18,6% Bund 2,87% T-Note 4,26% Spread 2A-10A USA=+72pb B10A: ESP 3,23% PT 3,22% FRA 3,45% ITA 3,47% Euribor 12m 2,234% (fut.2,426%) USD 1,179 JPY 185,0 Ouro 4.923$ Brent 68,1$ WTI 63,8$ Bitcoin -7% (70.823$) Ether -8,5% (2.088$).


SESSÃO: Devemos habituar-nos a apoiar sell-offs passageiros e frequentes até que se existam 2 condições: (1) se contenham as avaliações às quais as empresas desenvolvedoras exclusivamente de IA pretendem sair à bolsa até finais de 2026, em vez de se expandirem indefinidamente. (2) Se comprove que, mais ou menos, os investimentos em IA das empresas realmente oferecem retornos aceitáveis. Em relação a este último ponto, Alphabet cai ca.-2% em aftermarket, simplesmente porque, na publicação de resultados, ontem à noite, afirmou que os seus investimentos em 2026 em IA serão 175.000/185.000 M$ vs. ca.100.000 M$ esperados e anteriores. Qualcomm também publicou ontem à noite, com resultados fracos e guias em linha, caindo quase -10% em aftermarket. E diagnóstico semelhante rápido para ARM, caindo -7,5% em aftermarket.


Apenas com a preocupação sobre Alphabet e a deceção em relação a Qualcomm e ARM já será difícil que a sessão de hoje seja boa, inclusive apesar dos retrocessos de ontem. A Coreia, cuja bolsa é eminentemente tecnologia, -4% esta madrugada. Porque estendeu-se a sensação de que a tecnologia – e particularmente tudo o relacionado com IA – deve deter as suas subidas e corrigir até que se comprove que as peças (resultados/expetativas/investimentos) encaixam mais ou menos bem. Não ocorre nenhuma mudança de fundo, mas sim um ceticismo sobre a elevada velocidade que a tecnologia levou, e particularmente os semicondutores/IA aos níveis atuais, tornando necessária uma correção preventiva… que é precisamente o que está a acontecer nestes dias. O razoável será que os acumulados do ano, nestes momentos, se situassem no intervalo 0%/+3%, por exemplo, enquanto semis +5% e tecnologia generalista +3%/+5%... ao especular com alguns números que parecem sensatos. E evoluções muito lentas ou estáveis durante algumas semanas a partir de agora. Essa é a lógica que, felizmente, estamos a viver agora. Nada mais grave do que isso, mas também nada menos importante. E, claro, muito melhor do que qualquer exuberância ambiciosa.


Agora, o mais concreto e imediato. Na Europa, à primeira hora, bons resultados de BNP, BBVA e Arcelor. Às 12 h, reunião do BoE, que irá repetir em 3,75%, sendo o importante as suas estimativas macro atualizadas. Ainda assim, hoje será pouco importante. E às 13:45 h, desenvolvimento da reunião do BCE, que repetirá em 2,00/2,15% e que se orgulhará do seu bom trabalho, uma vez que a inflação está em +1,7%. Apenas será interessante se Lagarde comentar algo sobre a força do eu, mas é preciso ter sorte, porque nas últimas 2/3 sessões, o USD conseguiu recuperar até 1,18/€, por isso, neste momento, não suporta qualquer pressão particular sobre o assunto. E, no fecho de Nova Iorque, publicará Amazon (1,95 $ +7,5%), que será “a referência do dia” – não referência do dia, visto que já influenciará sobre o aftermarket e sessão de sexta-feira. 


CONCLUSÃO: Não convém pensar muito e complicar a situação. Apenas esperar e observar que profundidade tem esta correção sobre tech/IA. Em qualquer caso, é conveniente se analisado numa perspetiva mais ampla, pois reduz a probabilidade de correções posteriores fortes após hipotéticas subidas exuberantes. E ainda falta bastante de 2026. Pode ser que hoje retroceda um pouco mais ou suba um pouco após a debilidade, caso os resultados e guias de empresas europeias geralmente boas ganhem visibilidade. Mas o lógico seria temer um mercado bastante parado e sem direção definida até à publicação de Amazon.


FIM

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Fabio Alves

 


Abertura 0402

 *Abertura: Apetite é limitado no exterior e fiscal no Brasil fica no foco*

São Paulo, 04/02/2026

Por Silvana Rocha e Luciana Xavier*


OVERVIEW. O relatório ADP de empregos no setor privado dos EUA e os PMIs de serviços de janeiro devem dividir o protagonismo internacional ao longo do dia com incertezas geopolíticas e balanços de bancos europeus e empresas de tecnologia americanas, como a Alphabet. No Brasil, começa a temporada de resultados do quarto trimestre e do ano de 2025 com a repercussão dos números do Santander e expectativas por Itaú Unibanco, após o fechamento dos mercados. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lança o Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio e participa de confraternização informal com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e líderes partidários.


NO EXTERIOR. Os índices futuros em Nova York operam perto da estabilidade após o fim da paralisação parcial nos EUA, sancionado pelo presidente Donald Trump, que pode destravar as divulgações de dados, como o relatório de empregos payroll na sexta-feira, embora ainda sem confirmação. O futuro do Nasdaq recua, refletindo pressão sobre a AMD depois de projeções fracas, enquanto investidores aguardam os resultados da Alphabet. Os juros dos Treasuries sobem levemente à espera dos indicadores e do relatório de refinanciamento do Tesouro. No radar estão os rendimentos dos Treasuries de 10 anos, diante do risco de alta caso cresçam as apostas de que a nova liderança do Federal Reserve busque reduzir o balanço patrimonial da instituição, movimento que representa retirada de liquidez e tende a elevar juros de longo prazo. Na Europa, as bolsas sobem na maioria com balanços, apesar da queda de mais de 4% do Santander após acordo para compra do Webster Financial e divulgação de resultado. O petróleo avança com prêmio de risco geopolítico após incidente entre EUA e Irã e de olho em negociações entre os dois países.


POR AQUI. O Ibovespa pode ter desempenho contido pelo exterior e a repercussão do balanço do Santander Brasil deve movimentar também o pregão. A filial do banco espanhol reportou lucro líquido recorrente de R$ 4,1 bilhões no 4º trimestre de 2025, alta de 6% em um ano e em linha com as previsões, mas o aumento da inadimplência entre clientes pode limitar a reação das ações. No exterior, o EWZ, principal ETF do Brasil em Nova York, mostrava viés positivo, refletindo a forte recuperação recente do mercado local, o fluxo estrangeiro e a expectativa de início dos cortes da Selic em março, após o índice renovar máximas históricas com dólar mais fraco e commodities firmes. O petróleo sobe, enquanto o minério de ferro recua na China. Investidores monitoram ainda a pauta de aumento de gastos aprovada pelo Congresso. No campo político e comercial, o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), presidente da Representação Brasileira no Parlasul, deve convocar reunião para analisar o acordo Mercosul-União Europeia, cuja votação, segundo o vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin, deve ocorrer no fim de fevereiro.


NA POLÍTICA. O Congresso aprovou nesta terça-feira o programa Gás do Povo e um pacote de propostas que amplia remuneração e bônus de servidores do Legislativo e cria cargos no Executivo, com impacto orçamentário estimado de R$ 5,3 bilhões em 2026. Já as gratificações para servidores do Legislativo, que permitem salários acima do teto constitucional, de até cerca de R$ 77 mil, têm custo estimado de cerca de R$ 800 milhões. Os reajustes vão à sanção presidencial. A CPI do INSS adiou o depoimento de Daniel Vorcaro, do Banco Master, de 5 para 19 de fevereiro. O procurador-geral da Justiça Militar, Clauro de Bortolli, pediu ao STM a expulsão do ex-presidente Jair Bolsonaro, junto com outros quatro militares condenados pelo STF. Levantamento do instituto Nexus aponta o presidente Lula como o pré-candidato à Presidência com maior presença nas redes sociais, com 79,92 pontos, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), aparece em terceiro lugar, com 57,71 pontos.


AGENDA.


ADP, PMIS E BALANÇOS EM DESTAQUE - Nesta quarta-feira, o relatório de empregos ADP dos EUA saí às 10h15; os PMIs de serviços da S&P às 11h45 e do ISM às 12h. A diretora do Fed Lisa Cook participa de evento às 20h30. Os balanços de Alphabet e Qualcomm serão conhecidos após o fechamento em Nova York. No Brasil, os PMIs composto e de serviços estão previstos às 10h, além do IC-BR de janeiro e o fluxo cambial semanal às 14h30. O Santander divulga balanço antes da abertura da B3 e realiza teleconferência às 10h, enquanto o Itaú Unibanco apresenta seus resultados após o fechamento do mercado.


O QUE SABEMOS.


VALE - O Ministério Público Federal (MPF) apresentou uma segunda ação cautelar contra a Vale, solicitando o bloqueio de R$ 200 milhões e a suspensão da transferência dos direitos minerários da Mina de Viga em Congonhas, MG. A medida surge após o transbordamento de água e sedimentos que impactou o Rio Paraopeba, causando assoreamento e danos à vegetação. Vistorias indicaram que o incidente ocorreu em sumps, cujos sistemas de drenagem eram inadequados para chuvas intensas. O vazamento em Viga ocorreu menos de 24 horas após um incidente similar na Mina de Fábrica, que já resultou em outra ação do MPF com pedido de bloqueio de R$ 1 bilhão.


EM TESE: A leve alta dos ADRs da Vale no pré-mercado em Nova York sinaliza que o mercado deve continuar surfando no bom momento de fluxo para emergentes e que os vazamentos podem ficar em segundo plano. Mesmo após o anúncio do primeiro bloqueio, os papéis seguiram se valorizando. Ontem a ação da mineradora subiu aos R$ 88,99. Foi também um rali diário, com uma alta de 4,92%, o maior ganho porcentual em um só dia desde 26 de setembro de 2024. As ações ON acumulam alta de 22,95% em um mês e de 84,05% em um ano. A Vale divulga seu balanço no dia 12 de fevereiro.


HYPERA - A farmacêutica brasileira aprovou um aumento de capital por meio de subscrição privada de novas ações ordinárias, operação que pode chegar a R$ 1,5 bilhão e admite homologação parcial, desde que atingido um valor mínimo previamente estabelecido. O bloco de controle se comprometeu a exercer integralmente o direito de preferência e a participar do rateio de sobras, assegurando a execução da operação. Nesse contexto, a Votorantim indicou disposição para realizar aporte relevante, reforçando o compromisso de longo prazo com a companhia. Segundo a Hypera, o objetivo é fortalecer a estrutura de capital, reduzir o endividamento líquido e melhorar a eficiência operacional e financeira, ampliando a capacidade de investimento em crescimento orgânico e inorgânico. O preço de emissão foi definido com base na média ponderada das ações em pregões recentes da B3, com aplicação de deságio, prática comum em operações desse tipo.


EM TESE: O mercado tende a reagir de forma mista ao aumento de capital aprovado pela Hypera (HYPE3). Os papéis acumulam alta de 9,86% em um mês e de 8,79% em um ano. A operação pode ser vista como positiva no médio e longo prazos, ao fortalecer a estrutura de capital, reduzir o endividamento e ampliar a flexibilidade financeira para investimentos. O compromisso do bloco de controle em acompanhar a subscrição reduz o risco de execução e reforça a confiança na estratégia da companhia. No curto prazo, porém, o deságio aplicado no preço de emissão pode gerar pressão sobre as ações, em função do efeito dilutivo para os acionistas que não participarem da operação.


OVERNIGHT.


PRIO - A empresa informou que a produção total de petróleo em janeiro deste ano atingiu 155.560 barris de óleo equivalente por dia (boepd), ante 155.780 boepd em dezembro. O número representa uma queda de 0,14% na comparação mensal. Os dados operacionais preliminares da produção foram divulgados há pouco.


LATAM - O Grupo Latam registrou lucro líquido atribuível aos acionistas de US$ 484 milhões no quarto trimestre de 2025. A cifra representa um crescimento de 78,1% ante igual intervalo de 2024. O Ebitdar ajustado da companhia atingiu US$ 1,129 bilhão nos últimos três meses de 2025, alta anual de 30,4%. A margem Ebitdar ajustada cresceu 3,1 pontos porcentuais na mesma base comparativa, para 28,6%.


BRB E WILL BANK -O Banco de Brasília (BRB) informou que não há qualquer evidência técnica ou documental que sustente a estimativa de prejuízos superiores a R$ 5 bilhões, mencionada em notícias veiculadas na imprensa, em relação aos impactos que a liquidação do Will Bank, ligado ao Banco Master, poderia gerar na instituição. Em comunicado, o BRB afirma que os números citados se baseiam em “documentos externos” e “não refletem comunicações oficiais” da companhia. O banco acrescenta que seus ativos “seguem sendo acompanhados e avaliados de forma contínua e técnica".


RENDA DAS FAMÍLIAS - Com suporte de um mercado de trabalho ainda aquecido, que favorece a alta dos rendimentos dos trabalhadores, da reforma do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) e também do impulso das transferências fiscais, a renda real disponível às famílias brasileiras deve exibir novo crescimento em 2026, avalia a XP Investimentos. A XP projeta que a renda das famílias, descontada a inflação, terá avanço de 4,5% este ano, após ter aumentado 4,8% em 2025.


LEILÃO DO GALEÃO - O Ministério de Portos e Aeroportos realizou nesta terça-feira, 3, a primeira reunião de roadshow para o leilão do Aeroporto Internacional do Galeão (Rio de Janeiro), previsto para março. A iniciativa consiste em encontros individuais com potenciais investidores para apresentar os detalhes do edital de concessão do terceiro maior aeroporto do País. As reuniões tiveram início ontem e seguem por mais dois dias na sede da Agência Nacional de Aviação Civil, em São Paulo.


B3 - O rali pelo qual passou o mercado brasileiro em janeiro refletiu também em um aumento expressivo nas transações com ações. Ao todo, segundo dados compilados pela consultoria Elos Ayta, janeiro terminou com volume de R$ 504,5 bilhões, o maior nível desde junho de 2023. Os dados mostram que o salto do mercado local tem um componente externo bastante forte. Uma parte considerável desse volume veio do investidor estrangeiro que, entre compras e vendas de ações, transacionou R$ 303,7 bilhões no mês - 60,2% do total.


EMBRAER - A Embraer assinou um acordo de suporte para a frota C-390 Millennium da Força Aérea da Hungria. O contrato prevê serviços de manutenção, além de suporte logístico e técnico, utilizando a estrutura europeia da companhia. A empresa também informou que aprofundou as discussões com a Thai Aviation Industries (TAI) para potencial parceria como centro de serviço autorizado local.


CRÉDIT AGRICOLE - O Crédit Agricole registrou uma queda no lucro do quarto trimestre, pois uma cobrança contábil ligada à sua participação no banco italiano Banco BPM ofuscou o crescimento em suas linhas de negócios. A instituição financeira francesa obteve lucro líquido de 1,025 bilhão de euros (US$ 1,21 bilhão) no último trimestre do ano, uma queda de 39% em relação ao mesmo período do ano anterior, mas superior aos 898,1 milhões de euros estimados em uma pesquisa da Visible Alpha.


ZONA DO EURO/PMI - O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços da zona do euro caiu de 52,4 em dezembro para 51,6 em janeiro, segundo pesquisa final divulgada hoje pela S&P Global em parceria com o Hamburg Comercial Bank. O resultado ficou abaixo da previsão de analistas consultados pela FactSet, que era de 51,9.


ALEMANHA/PMI - O PMI do setor de serviços na Alemanha desacelerou para 52,4, abaixo do nível de 52,7 em dezembro e da previsão de analistas consultados pela FactSet de 53,3. A leitura acima de 50 indica ainda que o desempenho do setor alemão segue em território de expansão.


REINO UNIDO/PMI - O PMI do setor de serviços do Reino Unido subiu de 51,4 em dezembro para 54,0 em janeiro, acima da projeção de analistas consultados pela FactSet, que era de 54,3.


CHINA/PMI - O PMI de serviços da China subiu para 52,3 em janeiro, de 52,0 em dezembro, informou a S&P Global em parceria com a RatingDog. Já o PMI Composto (que engloba indústria e serviços) subiu de 51,3 para 51,6 no período. No setor de serviços, a expansão da atividade foi a maior registrada em três meses, com base no aumento dos novos negócios. Além disso, a taxa de crescimento dos novos pedidos acelerou pela primeira vez em três meses e a demanda externa voltou a melhorar por causa dos lançamentos de novos produtos.


E NOS MERCADOS.


FUTUROS DE NY - Os índices futuros das Bolsas de Nova York têm alta nesta quarta-feira, após balanços e sanção pelo presidente dos EUA, Donald Trump, de lei que encerra quase quatro dias de paralisação parcial do governo federal. Mercado aguarda balanços da Alphabet após o fechamento da sessão de hoje. Na véspera, a AMD frustrou com as projeções e ações recuavam 6,3% mais cedo mesmo após a companhia anunciar lucro e receita acima do esperado ontem. Às 7h10, no mercado futuro, o Dow Jones subia 0,24%, o S&P 500 avançava 0,04% e o Nasdaq cedia 0,13%.


BOLSAS EUROPEIAS - As bolsas europeias sobem em sua maioria diante de uma enxurrada de balanços de empresas com sede no continente. Nos EUA, sanção de projeto pelo presidente dos EUA, Donald Trump, deve colocar fim no shutdown parcial das atividades do governo e pode destravar fluxo de divulgações de indicadores econômicos, tirando um fator que começava a gerar incômodo entre investidores. ÀS 7h11, a Bolsa de Londres subia 0,98%, a de Frankfurt caía 0,28%. Paris tinha avanço de 0,62%.


TREASURIES - Os juros dos Treasuries têm leve alta, à medida que os investidores aguardam relatório de refinanciamento trimestral do Tesouro dos EUA e o índice PMI de serviços do ISM. Mercado assimila ainda sanção pelo presidente dos EUA, Donald Trump, de lei que encerra quase quatro dias de paralisação parcial do governo federal, o que pode destravar as divulgações de dados oficiais. ÀS 7h12, o juro da T-note de 2 anos subia a 3,581% (de 3,567% ontem), o da T-note de 10 anos tinha alta a 4,278% (de 4,265%) e o do T-bond de 30 anos recuava a 4,905% (de 4,896%).


MOEDAS FORTES - O dólar recua antes de dados nos EUA, incluindo o relatório ADP de vagas criadas no setor privado e índice de atividade de serviços do ISM. Às 7h12, o dólar avançava a 156,67 ienes (de 155,75 ienes ontem), enquanto o euro caía a US$ 1,1813 (de US$ 1,1819) e a libra tinha alta a US$ 1,3707 (de US$ 1,3695). O índice DXY, que mede o dólar ante uma cesta de seis rivais fortes, tinha queda de 0,07%, a 97,378 pontos.


PETRÓLEO - Os contratos futuros de petróleo prolongam alta, após os Estados Unidos abateram um drone iraniano que tinha como alvo o porta-aviões USS Abraham Lincoln, segundo a Reuters. O episódio aumentou as preocupações com um possível novo confronto entre a Casa Branca e o Irã, que poderia levar a interrupções no fornecimento de petróleo no Oriente Médio, afirmou Vivek Dhar, da CBA. Embora os EUA e o Irã devam iniciar negociações na sexta-feira, a ameaça do presidente Trump de que "coisas ruins acontecerão" caso não se chegue a um acordo sobre o programa nuclear iraniano justifica um prêmio de risco, acrescentou o analista. Às 7h13, o petróleo WTI para março negociado na Nymex subia 0,62%, a US$ 63,60 o barril. Já o Brent para abril, negociado na ICE, avançava 0,46%, a US$ 67,64 o barril.


BOLSAS DA ÁSIA - As bolsas da Ásia fecharam com desempenhos distintos, com perdas em Tóquio. As ações da Nintendo desabaram 11% na Bolsa de Tóquio com projeções que decepcionaram os analistas. O índice japonês Nikkei fechou em baixa de 0,8%. Em Seul, o Kospi subiu 1,6%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng terminou perto da estabilidade, com variação de 0,05%. O chinês Xangai Composto fechou em alta de 0,85%, e o menos abrangente Shenzhen Composto subiu 0,3%. O Taiex, de Taiwan, registrou valorização de 0,3%. Na Oceania, a bolsa australiana marcou ganhos e o índice S&P/ASX subiu 0,80%.

Matéria do VALOR

 


Ajax Asset

 04/02/2026 – AJAX ASSET


_Resumo: Na Europa, EuroStoxx sobe 0,2%; enquanto, nos EUA, S&P 500 e Nasdaq avançam 0,1%. Na Ásia, Nikkei encerrou a sessão baixa de 0,6%; e Shanghai subiu 0,9%. Nas moedas, DXY sobe 0,1%, aos 97,6 pontos, e MXN deprecia 0,3%. Já nas commodities, brent estável, aos USD 67,3/barril; e as taxas das treasuries abrem até 01 bp ao longo da curva._

CENÁRIO EXTERNO

• EUA – Shutdown: Ontem, Trump sancionou um acordo orçamentário negociado com os democratas no Senado, superando resistências e encerrando shutdown parcial do Governo. O pacote mantém o financiamento do governo federal até o fim do ano fiscal (isto é, set/26), mas garante recursos para o Departamento de Segurança Interna até 13 de fevereiro, mantendo em aberto novas negociações sobre a política migratória. Lembrando: impasse teve origem em divergências sobre a atuação de agentes de imigração e já havia causado atrasos em divulgações econômicas e afastamento de servidores. Apesar de limitado, o acordo encerra temporariamente a paralisação, mas sinaliza que novas tensões fiscais e políticas podem surgir à frente.

• EUA – Membros do Fomc: Thomas Barkin (Fed de Richmond) disse que os cortes de juros de 2025 ajudaram a sustentar o mercado de trabalho, enquanto o BC se concentra para trazer a inflação de volta à meta de 2%. Ainda assim, o cenário econômico mostrou melhora com a redução das incertezas. Barkin destacou que consumidores mais pressionados têm resistido a repasses de custos, ajudando a conter preços, mas alertou que a resiliência da economia dependeu fortemente de investimentos em inteligência artificial e do consumo das camadas mais ricas. Ele reiterou que o Fed ainda tem trabalho a fazer tanto no lado da inflação quanto do emprego e disse esperar uma atuação técnica e independente do próximo presidente da instituição.

• Macro: (1) Japão - PMI de serviços de janeiro ficou em 53,7 pontos (+0,3 pontos vs leitura anterior). Na (2) China – PMI de serviços não oficial atingiu 52,3 pontos (vs consenso de 52,0 pontos); enquanto, (3) Reino Unido, o PMI de serviços ficou em 54,0 pontos (vs consenso de 54,3 pontos) e (4) Zona Euro teve o PMI de serviços em 51,6 pontos (vs consenso de 51,9 pontos). Mais: Zona do Euro teve prévia do CPI de janeiro atingindo -0,5% m/m e 1,7% a/a, em linha com as expectativas, sendo núcleos em +2,2% a/a (vs consenso de 2,3% a/a). Vale notar: desempenho do PMI chinês reforça a estratégia do Governo de impulsionar o setor de serviços como motor de crescimento, ainda que o espaço para estímulos mais amplos permaneça limitado.

• Agenda – EUA: (i) 10h15 tem ADP de janeiro (45 mil); (ii) 11h45 tem PMI de serviços (52,5 pontos); e (iii) 12h tem ISM de serviços (53,5 pontos).

BRASIL

• Mercados: Lá for, ativos seguem em leve recuperação, após rotation de setores. O dólar se mantém firme frente aos principais pares e emergentes, e as taxas das treasuries abrem. No exterior, os sinais de reaceleração da economia têm ganhado relevância; e caso se confirme, pode trazer implicações importantes para a dinâmica dos ativos financeiros, alterando expectativas de crescimento, inflação e política monetária. Por aqui, mercados se beneficiam de fluxo externo. 

• Política: Ontem, deputados e senadores aprovaram projetos de lei que tratam da reestruturação das carreiras com reajuste salarial a servidores das duas Casas, bem como a servidores do Executivo, incluindo a criação de 16 mil vagas em instituições federais de ensino e postos transversais do Ministério da Gestão. A estimativa do MGI, especificamente sobre o projeto do Executivo, é de um impacto fiscal de R$ 5,3 bilhões em 2026. Além disso, Senado também concluiu a análise da MP que viabiliza o Gás do Povo, mantendo integralmente o texto que havia sido aprovado na Câmara. O Governo ainda espera avançar nos próximos meses com a MP que assegura a renovação automática da CNH para motoristas sem multas aplicadas nos últimos 12 meses e com a MP que libera o saque do FGTS para trabalhadores que optaram pelo saque-aniversário e foram demitidos. As propostas, no entanto, só devem entrar na pauta após o Carnaval. 

• Sobre o BC: Lula deve confirmar indicação de Guilherme Mello e de Tiago Cavalcanti para as vagas do Banco Central. Importante: Mello seria indicado para a Diretoria de Política Econômica, enquanto Cavalcanti ficaria com a Diretoria de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução. De fato, essas indicações geram ruídos no mercado, uma vez que os nomes vêm sendo percebidos pelos agentes como menos ortodoxos, o que levanta questionamentos sobre a continuidade da prudência na condução da política monetária.

• Ata do Copom: O documento adotou um tom mais neutro, mantendo uma comunicação cautelosa e dependente da evolução dos dados. Ao mesmo tempo, o Comitê introduziu uma sinalização controlada de flexibilização adiante, condicionada (i) à consolidação do processo desinflacionário e (ii) à ancoragem das expectativas, sem abrir mão da manutenção de uma postura monetária ainda restritiva. Ou seja, mantém expectativa de corte de 25/50 bps na reunião de mar/26.

• Produção Industrial (dez/25): 1,2% m/m (vs consenso de -0,5% m/m), pressionado pelo forte recuo em bens de capital e bens duráveis. Vale notar: foi o pior desempenho da indústria desde jul/24, sendo que foi a maior difusão de taxas negativas desde set/22 – ou seja, sinal claro de desaceleração generalizada do setor. Mais: observou-se recuos da Indústria de Bens de Capital (-8,30% m/m), e a Bens Duráveis (-4,44% m/m). Entre os setores, o que exerceu maior pressão para a queda mensal foi a atividade de veículos automotores (-8,7%). Por fim, o ano de 2025 fechou com crescimento de 0,6% a/a, reforçando a desaceleração econômica e sustenta os próximos cortes na taxa de juros pelo Copom. Embora deva contar adiante com algum suporte de transferências fiscais, crescimento da massa salarial real e políticas industriais, os dados macro continuam enfrentando ventos contrários relevantes de condições monetárias e financeiras ainda restritivas.

• Agenda: (i) 10h tem PMI de serviços.


EQUITIES

• HYPE3: Ontem, a Hypera informou um aumento de capital de até R$ 1,5 bilhões, com objetivo de fortalecer a estrutura de capital da Companhia, por meio da redução do seu endividamento líquido, contribuindo para a melhora de sua eficiência operacional e financeira, em adição às medidas de otimização de capital de giro concluído em 2025. O bloco de controle, tendo a Votorantim nesse contexto, se comprometeu a exercer integralmente o seu direito de preferência, assumido o compromisso de subscrever ações no valor de até R$ 1 bilhão. Em suma, mercado não esperava nova oferta de HYPE3, o que pode pressionar o papel. Embora a iniciativa amplie a capacidade de investimento em oportunidades de crescimento orgânico e inorgânico, há pouca visibilidade sobre a destinação desses recursos. Inclusive, mídia reforça que a Hypera segue como potencial compradora da Medley Brasil, o que pode ser uma estratégia inconsistente com o direcionamento atual – isto é, maior foco em produtos de marca e menor endividamento. Lembrando: improvável que a Sanofi (dona da Medley Brasil) aceite uma oferta inferior à USD 500 milhões. Por outro lado, se utilizado apenas para redução da alavancagem financeira, a medida é positiva (2,0x em 2026E vs 2,6x no 3T25). Vale notar: acionistas até 06-fev terão direito à subscrição das novas ações, sendo o período de subscrição em 09-fev a 17-mar, com os recursos disponíveis no início de abril.


• NTCO3: Ontem, o Valor informou que o Carf manteve uma cobrança de R$ 1,2 bilhões à Natura por causa da amortização de ágio gerado em reestruturação da empresa, iniciada no ano 2000. O julgamento foi de um recurso chamado embargos de declaração apresentado pela Natura. À princípio, ele dificilmente mudaria o mérito, mas poderia trazer algum argumento a ser aproveitado pela empresa em eventual discussão judicial. Lembrando: o ágio em discussão foi gerado na operação que resultou na transformação da Natura Empreendimentos em subsidiária integral da Natura Participações. No relatório enviado à CVM, a Natura indica que a chance de perda desse processo é avaliada como possível em R$ 869,3 milhões e como remota em R$ 343,4 milhões. Em suma, notícia é mais negativa para NTCO3, A Natura deverá recorrer via judicial para resolver a questão, o que pode não é necessário, por ora, qualquer revisão de suas projeções com as perdas do processo – ou seja, não há necessidade de provisionamento de caixa. 


Ajax Asset Management

Alex Ribeiro

 A coluna de Alex Ribeiro, publicada hoje (4/2), no Valor Econômico, levanta um ponto relevante sobre as indicações recentes ao Banco Central do Brasil, que têm gerado ruído no mercado.


Nessa leitura, a crítica não é técnica, ideológica ou pessoal — mas executiva e institucional.

A composição do Copom é parte importante da eficácia da política monetária. O equilíbrio entre perfis técnicos, acadêmicos e executivos contribui para uma boa interlocução com o mercado — economistas-chefes, gestores, tesourarias, bancos e investidores. Essa interlocução não é acessória: integra o próprio mecanismo de transmissão da política monetária.

Nesse sentido, eventual resistência a uma indicação não deveria ser interpretada como preconceito ou veto definitivo, mas como cautela institucional. Algo que pode, inclusive, ser compartilhado pelo próprio Gabriel Galípolo, caso a composição do colegiado passe a dificultar a condução prática de sua agenda à frente do Banco Central.

Em particular, tenho ótima impressão pessoal de Guilherme Mello, a partir de contatos profissionais. Sempre demonstrou bom senso, equilíbrio e postura institucional — razão pela qual não faz sentido personalizar ou ideologizar o debate.

Em democracias maduras, a pluralidade intelectual dentro dos bancos centrais é regra, não exceção. A experiência europeia e a do Federal Reserve mostram que formações e escolas distintas podem conviver sob um mesmo arcabouço institucional, como parte natural do amadurecimento das instituições.

Vale lembrar, por fim, que o Banco Central brasileiro é hoje uma instituição sólida, com corpo técnico de altíssimo nível e processos decisórios bem estruturados. O risco de voluntarismos individuais é reduzido. O peso maior está na postura institucional e no bom senso de quem ocupa a diretoria. Nesse contexto, não ser alguém disposto a promover “cavalos de pau” já constitui, por si só, uma garantia relevante.

Dito isso, a crítica apresentada por Alex Ribeiro me parece pragmática e legítima, não ideológica — e, justamente por isso, merece ser levada a sério. Não seria surpreendente, portanto, que Lula optasse por reavaliar o timing dessas indicações, eventualmente até a partir de ponderações do próprio presidente do Banco Central.

https://lnkd.in/dY5ghUwJ

Call Matinal 0402

 Call Matinal

04/02/2026

Julio Hegedus Netto, economista

 MERCADOS EM GERAL

 

FECHAMENTO (0302)

MERCADOS

No mercado brasileiro de terça-feira (03), o Ibovespa subiu 1,58%, a 185.674 pontos, chegando a 187.333 pontos no melhor momento do pregão. O giro ficou em R$ 36,2 bilhões, novamente puxado pelo capital externo, diante de um movimento de rotação de carteiras com a queda de NY. Diante disso, o Ibovespa se aproxima dos 187 mil, próximos do “nível bolha”. Dólar fraco e alta dos metais são alguns dos fatores que explicam forte alta do índice brasileiro e potencial bolha. Analisemos o indicador de risco de bolha (BRI, na sigla em inglês) das ações locais, que chegou a 0,7 na semana encerrada em 23 de janeiro. O nível, portanto, estaria perto do patamar de 0,8, que é visto como um sinal de possível bolha. Enfim, o Ibovespa Futuros (INDc1) está em forte tendência de alta, negociando a 186.553 pontos no diário — mas perigosamente sobrecomprado, a apenas 1,18% do topo histórico de 188.775. Já no mercado cambial, o dólar recuou 0,15%, a R$ 5,250.

 

PRINCIPAIS MERCADOS

Os índices futuros dos EUA operam em alta nesta quarta-feira (04), enquanto investidores aguardam os resultados da Alphabet, controladora do Google, com a expectativa de que a empresa registre um aumento de 15,5% na receita, atingindo US$ 111,37 bilhões.

 

 

MERCADOS 5h30

 

 

Índices

Comentários

EUA

Dow Jones Futuro: +0,16%

S&P 500 Futuro: +0,03%

Nasdaq Futuro: -0,14%

 

Ásia-Pacífico

 

 

 

Shanghai SE (China), +0,85%

Nikkei (Japão): -0,78%

Hang Seng Index (Hong Kong): +0,05%

Nifty 50 (Índia): +0,21%

ASX 200 (Austrália): +0,80%

Ações da Ásia mistas com arrefecimento do rali tecnológico; KOSPI atinge recorde

 

Europa

 

 

 

STOXX 600: 0,00%

DAX (Alemanha): +0,06%

FTSE 100 (Reino Unido): +0,59%

CAC 40 (França): +0,57%

FTSE MIB (Itália): +0,50%

Na Europa, o lucro do UBS no 4º trimestre dispara 56%; anuncia recompra de ações de US$ 3 bilhões.

Commodities

 

 

 

Petróleo WTI, +0,36%, a US$ 63,44 o barril

Petróleo Brent, +0,25%, a US$ 67,50 o barril

Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,32%, a 781,50 iuanes (US$ 112,64)

 

 

NO DIA, 0402

No reinício dos trabalhos do Legislativo e do Judiciário, um mega reajuste para os servidores do Congresso, num impacto de R$ 6 bilhões neste ano, pegou muito mal. Inclusive, o presidente da Câmara, Hugo Mota, acabou bem beneficiado, com a criação do Instituto de Patos, na Paraíba. Isso, inclusive, nos ajuda a explicar a má vontade dele em aprovar a CPI do banco Master, algo que o governo também não quer. Disse ele que existe uma "fila de CPIs" na frente do Master. "Essas CPIs são tratadas na ordem cronológica. No ano passado, nós tivemos algo em torno de 15, 16 CPIs protocoladas, acabamos não instalando nenhuma." Hoje, na agenda, temos nos EUA, o indicador de geração de empregos do setor privado (ADP) e os PMIs de vários países. A seguir, alguns dos resultados:

China: PMI de serviços, medido pelo setor privado (S&P Global), subiu para 52,3 em janeiro, de 52,0 em dezembro, na maior expansão da atividade do setor em três meses. O PMI composto avançou de 51,3 para 51,6.

Japão: PMI/S&P Global composto subiu de 51,1 pontos em dezembro para 53,1 pontos em janeiro. O indicador permaneceu acima do patamar neutro de 50, ou seja, indicando expansão da atividade. O PMI de serviços avançou de 51,6 para 53,7 no mesmo período, também em território expansionista.

Zona do Euro: PMI de Serviços caiu a 51,60 pontos em janeiro, contra 52,40 em dezembro. O Índice Composto HCOB recuou ligeiramente para 51,3 em janeiro, de 51,5 no mês anterior, abaixo das expectativas de 51,8

Alemanha: PMI de Serviços (HCOB) caiu para 52,4 em janeiro, ante 52,7 em dezembro, menor nível desde setembro e abaixo das prévias de 53,3, sinalizando quinto mês consecutivo de expansão. O Composto subiu para 52,1 em janeiro, de 51,3, abaixo da estimativa de 52,5

França: PMI de Serviços da HCOB caiu para 48,4 em janeiro, revisado para cima em relação às estimativas preliminares de 47,9, comparado a 50,1 em dezembro. O Composto foi revisado para cima, a 49,1, ante prévia de 48,6, mas abaixo dos 50,0 de dezembro

Reino Unido: PMI de Serviços da S&P Global subiu para 54 em janeiro, ante 51,4 em dezembro, abaixo das estimativas preliminares de 54,3; PMI Composto subiu para 53,70 pontos em janeiro, ante 51,40 pontos em dezembro

                    Agenda macro 02 a 06 de fevereiro

 

 

Quarta-feira, 04 de Fevereiro 

Ao longo do dia - Índices divulgados nos EUA, Europa, Japão, China e Brasil. PMIs da S&P e ISM.

14h30 – Brasil: BC divulga o fluxo cambial semanal às 14h30.

EUA: Relatório ADP, com o emprego no setor privado

 

 

 

 

Boa quarta-feira para todos! Feliz 2026 !

Pedro Parente