O herói mais amado da esquerda -- Rei Xandão -- vive a vida de um oligarca e de um rei: graças aos milhões e milhões de reais que agora chegam à conta de sua esposa, o que, em grande parte, só começou depois que ele obteve poder no STF.
E, por uma enorme coincidência, o banco corrupto que era o maior cliente da esposa de Moraes -- que assinou um contrato absurdo para pagar à empresa de sua esposa e filhos R$ 129 milhões -- estava hospedando Moraes em uma festa privada só para homens na mansão de R$ 36 milhões de Daniel Vorcaro, e agora está recebendo um tratamento extremamente favorável e estranho por parte do STF. A esquerda "socialista" que odeia oligarcas e desigualdade fala: a família Moraes merece isso! Deixa eles em paz com sua nova e imensa riqueza, vcs lavajatistas e fascistas!Sou Economista com dois mestrados, cursos de especialização e em Doutoramento. Meu objetivo é analisar a economia, no Brasil e no Mundo, tentar opinar sobre os principais debates da atualidade e manter sempre, na minha opinião essencial, a independência. Não pretendo me esconder em nenhum grupo teórico específico. Meu objetivo é discorrer sobre varios temas, buscando sempre ser realista.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2026
Gleen Greenwald
Matemática x inutilidades
Ao observar o gráfico que relaciona desempenho médio em matemática na educação básica com PIB per capita, fica evidente uma verdade incômoda: países ricos não são ricos por acaso. Existe uma correlação direta entre domínio matemático da população e capacidade de gerar riqueza sustentável.
Os países posicionados no quadrante superior direito — onde coexistem altas notas em matemática e alto PIB per capita — não chegaram ali por assistencialismo, subsídios pontuais ou políticas populistas. Chegaram porque, ao longo de décadas, investiram pesado na educação básica, especialmente em matemática, lógica, abstração e resolução de problemas. Esses países formam cidadãos capazes de pensar, planejar, projetar, inovar e tomar decisões baseadas em dados.
Matemática não é apenas sobre números. É sobre raciocínio estruturado, capacidade analítica, previsibilidade, engenharia, ciência, tecnologia, produtividade e competitividade global. Economias modernas não crescem com discursos, crescem com capital humano bem formado.
O gráfico também deixa claro que transferência de renda sem formação intelectual não gera riqueza per capita. Países que permanecem no quadrante inferior esquerdo mostram que, sem uma base educacional sólida, o crescimento é limitado, frágil e dependente de fatores externos.
Existem exceções aparentes, como Emirados Árabes Unidos e Catar, que apresentam alto PIB per capita apesar de desempenho educacional modesto. Mas essas nações não são referência estrutural, pois sua riqueza deriva majoritariamente de recursos naturais escassos e não replicáveis, como o petróleo. Esse modelo não cria conhecimento, não escala inovação e não é sustentável no longo prazo.
O Brasil aparece abaixo da média da OCDE em matemática e, não por coincidência, distante dos países mais prósperos. Se quisermos competir globalmente, aumentar produtividade e gerar riqueza per capita real, não há atalhos: o caminho passa obrigatoriamente pela educação básica de qualidade, com matemática no centro da estratégia.
Nenhuma nação ficou rica distribuindo dinheiro. As nações que prosperam distribuem conhecimento.
Quem é quem na fila do pão
Vivemos num país mto complexo.
A narrativa sempre predomina, diante da preguiça mental de muitos ou dos interesses em jogo.
O advento de mais um escandalo colossal na República, do banco Master (ou "lavanderia", o nome que quiseres dar), coloca em evidências vários nomes da vida pública brasileira (ou não, mas em maioria, com costas quentes de alguém).
O mesmo podemos dizer de mais um escândalo, o da "tungada" sobre os parcos recursos dos aposentados do INSS. Em ambos, operações escusas, ilegais, sem a mínima ética.
No caso assalto aos recursos dos aposentados do INSS, achar que as digitais do Lula não se fazem presentes é, no mínimo, se negar a enxergar a realidade. É o filho do Lula, o "Lulinha", indo para Portugal por seis acasiões, bancado pelo "careca do INSS", assim como recebendo uma indecente mesada de R$ 300 mil. E o cara não estão nem aí para se defender. Aperta um fod....-se e vamos em frente.
E o que dizer do irmão do Lula, o tal Frei Chico, também envolvido nestas sacanagens....??? Para ambos, na CPMI do Senado sobre o caso, a bancada do PT evitou que estes fossem convocados ! Há defesa neste caso, ou apenas o encobrimento de falcatruas?
O mesmo se pode dizer das escândalo do Banco Master, onde desponta, chantageando e ameaçando, o outro careca, o ministro do STF, Alexandre de Moraes, indo em cima dos diretores do BCB para não liquidar o bancão do Vorcaro. Isso porque sua digníssima esposa possui um "caso" de módicos R$ 129 milhões com no banco. E me vem o presidente da PGR, o tal Gonet, argumentando que isso não configura "conflito de interesse"!! Onde foi que as pessoas se perderam na fila do pão???
É tanto cinismo, tanta cara de pau, tanta desfaçatez, tanto descadamento, que os brasileiros de bem, nada a ver com esta polarização inventada, começam a se perguntar: estão me fazendo de otário a sustentar estas narrativas?
Claro que sim. Muitos já desistiram e tocam suas vidas em paralelo, mas tudo se torna mais difícil para todos, num ambiente distópico e picaresco como este que vivemos. Cadê a ética, cadê a segurança jurídica, cadê a VERDADE?? Este governo está preocupado com isso? E ainda tem gente gritando histérica "FORA BOLSONARO".
Pelo amor de Deu...
Tá difícil amigos... 🤢
Eli Moreno (https://www.linkedin.com/in/eli-moreno)
Caso Master
QUANDO INVESTIGADOR E JUIZ SE CONFUNDEMDias Toffoli não se contenta em ser o relator do caso Master, conduz e direciona os depoimentos de envolvidos e coloca a autoridade monetária no banco dos réus.
Conteúdos adaptados de Estadão e O Globo
A pedido do ministro do STF, a Polícia Federal ouviu Daniel Vorcaro, dono do Master, o ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, e o diretor do Banco Central, Ailton de Aquino, que foi dispensado da oitiva. Foram quase oito horas entre a coleta dos depoimentos e a acareação dos dois investigados.
Antes do início dos depoimentos, a delegada da Polícia Federal Janaína Palazzo e o juiz auxiliar Carlos Vieira Von Adamek se desentenderam sobre a condução do ato processual, quando a delegada da PF buscava autonomia para fazer os questionamentos que julgava adequados. No entanto, Adamek buscava direcionamento nas perguntas, seguindo um roteiro produzido por Dias Toffoli. Frente a resistência de Palazzo, Adamek ligou para o ministro que prontamente determinou que os depoimentos seguissem o roteiro por ele definido, cerceando a liberdade plena de investigação da PF.
Na visão de pessoas envolvidas no processo, o direcionamento de Toffoli configuram uma inversão da ordem jurídica, já que o próprio ministro passou a conduzir as investigações, passando por cima da Polícia Federal e do Ministério Público Federal. Restam, então, conhecer os efeitos do direcionamento, do quanto atendeu aos interesses do ministro investigador e do quanto a PF deixou de cumprir o seu papel na investigação.
Segundo o Globo, Toffoli orientou Adamek para que o banqueiro Vorcaro avaliasse a atuação do Banco Central, com objetivo de “AVALIAR a eficácia da supervisão do BC”, a “tempestividade de sua atuação” e verificar “se houve demora injustificada do regulador que permitiu a continuidade da fraude”. Uma clara inversão de propósito, visto que não é o Banco Central o agente investigado e sim Vorcaro, na condição de gestor do Banco Master.
Só depois de dar a Vorcaro a chance de avaliar a atuação do BC é que Toffoli passa às perguntas voltadas aos detalhes da fraude financeira para simular a concessão dos créditos vendidos ao BRB.
Em outro trecho, Vorcaro foi indagado se o BC alertou o BRB sobre as primeiras evidências de falta de lastro nas carteiras de crédito oferecidas pelo Master e se o regulador “falhou em seu dever de supervisão prudencial”. Um claro interesse de encontrar irregularidades na conduta do Banco Central, visto que valoriza mais a AVALIAÇÃO de Vorcaro do que as informações já prestadas ao TCU e ao próprio STF.
O BC investigado, Vorcaro como avaliador das condutas.
O alívio nas NTN-Bs ficou para trás- Valor
O alívio nas NTN-Bs ficou para trás- Valor
Em dezembro, taxas reais ultralongas chegaram a operar abaixo de 7%, mas foram afetadas pela piora na percepção de risco político com entrada de Flávio Bolsonaro na corrida pelo Planalto
s taxas das voltaram a subir após um breve alívio no início de dezembro. elevando os prêmios de risco e empurrando as taxas de longo prazo novamente para cima do patamar de 7%.
Cenário das Taxas
• Curto e Médio Prazo: As taxas de médio prazo ainda orbitam os 7,5%. A NTN-B 2030, por exemplo, encerrou o período em 7,738%.
• Longo Prazo: O papel para 2055, que chegou a testar 6,9%, fechou dezembro em 7,134%.
• Movimento de Curva: O mercado apresentou um aumento da inclinação (steepening), com investidores adotando posturas defensivas nos vencimentos longos devido à sensibilidade a questões políticas.
Visão das Instituições Financeiras
Apesar da volatilidade, grandes casas de investimento mantêm uma visão construtiva, enxergando as taxas atuais como "excessivamente elevadas" e atrativas para o longo prazo:
• UBS Wealth Management: Considera os títulos atraentes para preservação de patrimônio. O estrategista Ronaldo Patah recomenda papéis com vencimento em 2035, visando uma duration acima do índice de referência (IMA-B).
• BTG Pactual: Mantém aposta em títulos com vencimento superior a sete anos. João Scandiuzzi destaca que o patamar de IPCA + 7,5% está muito acima do juro real neutro, prevendo uma trajetória de queda ao longo de 2026.
ECONOMIA E MATEMÁTICA: A LINGUAGEM DA PRECISÃO E DA DECISÃO RACIONAL
Introdução
O debate econômico na mídia é frequentemente sobre retórica e política, mas nos bastidores, a Economia moderna é uma ciência de modelos, equações e estatísticas. A Matemática não é apenas uma ferramenta auxiliar; ela é a linguagem essencial que permite à Economia transcender a opinião, quantificar a Escassez e formalizar a lógica da decisão. Sem a precisão matemática, conceitos como Custo Marginal ou Equilíbrio de Mercado seriam apenas vagos argumentos.
Profundidade Conceitual Simples
Segundo a perspectiva dos Fundamentos de Economia, a Matemática é indispensável para:
- Formalização da Teoria: A Matemática permite expressar as teorias econômicas de forma concisa e rigorosa. Por exemplo, a função de Demanda pode ser expressa como uma equação, onde a quantidade demandada é uma função do preço, da renda e dos preços de outros bens. Isso transforma uma ideia em um modelo testável.
- Análise de Otimização: A Microeconomia se baseia fortemente no cálculo diferencial para determinar o comportamento ótimo. As empresas buscam maximizar o lucro, os consumidores buscam maximizar a utilidade. O cálculo é usado para encontrar os pontos de máximo e mínimo (como o ponto onde a Receita Marginal é igual ao Custo Marginal, que define a produção ótima).
- Econometria e Previsão: A Estatística (um ramo da Matemática) e a Econometria são usadas para processar dados reais, estimar as relações entre variáveis (ex: como um aumento de 1% no PIB afeta o emprego) e validar os Argumentos Positivos através de testes empíricos. Isso permite fazer previsões de cenários futuros.
Impacto no Dia a Dia
Para o gestor, a Matemática transforma a incerteza em risco calculável:
- Gestão de Riscos: Modelos matemáticos (estatísticos) são usados para quantificar e gerenciar o risco financeiro, desde o cálculo do Valor Presente Líquido (VPL) de um projeto até a modelagem de carteiras de investimento.
- Otimização de Custos: A pesquisa operacional, baseada em álgebra linear e otimização, ajuda a determinar a alocação mais eficiente de recursos (ex: otimizar rotas de entrega ou a mistura de insumos para minimizar custos).
- Valoração: A precificação de ativos e a avaliação de empresas exigem o uso de séries temporais, logaritmos e conceitos de valor presente e futuro, todos fundamentais para o Fluxo Monetário.
Conclusão
A Matemática é o alicerce metodológico que confere rigor, precisão e poder de previsão à Economia. Embora as decisões econômicas sejam tomadas por pessoas em um contexto de Política e Direito, a análise das consequências e a busca pela eficiência são guiadas pela lógica quantitativa. Dominar a linguagem matemática é crucial para ir além da retórica e fazer uma análise econômica verdadeiramente estratégica.
Reflexão Pro Seu Dia
Qual ferramenta matemática (VPL, Elasticidade ou Análise de Regressão) você considera a mais subutilizada, mas potencialmente mais valiosa, em sua área profissional?
REFERÊNCIAS:
Autor: Fernando Alencar é estudante de Economia na Universidade Federal de Santa Catarina, com formação em Geopolítica Interdisciplinar pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Seu grande sonho é democratizar o entendimento da economia e proporcionar um conhecimento econômico acessível, evidenciando as conexões entre a economia e diversas outras áreas profissionais.
Livro: VASCONCELOS, Marco Antonio Sandoval de; GARCIA, Manuel Enriquez. Fundamentos de economia. 6. ed. São Paulo: Saraiva Educação, 2019.
Imagem: Pngtree
Ailton Braga
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