quinta-feira, 7 de novembro de 2024

Grande escritório da XP de olho

 https://oglobo.globo.com/blogs/capital/post/2024/11/maior-escritorio-da-xp-esta-de-olho-na-operacao-brasileira-do-suico-julius-baer.ghtml

Maior escritório da XP está de olho na operação brasileira do suíço Julius Baer


Por Rennan Setti

07/11/2024  

A Fami Capital, maior escritório de assessoria de investimentos plugado à XP, com R$ 70 bilhões em ativos sob custódia, é uma das interessadas em comprar a operação brasileira do banco suíço Julius Baer, apurou a coluna.

Como informou o site Neofeed esta semana, o Julius Baer contratou o Goldman Sachs para ajudá-lo a se desfazer do negócio — que já chegou a ter mais de R$ 80 bilhões em carteira no Brasil, mas vem reduzindo tanto sua equipe quanto o volume de ativos sob gestão, hoje em torno de R$ 50 bilhões.

De acordo com fontes a par dos planos da Fami, o escritório ainda não iniciou conversas formais com os vendedores, mas deseja participar do grupo de potenciais interessados e examinar o negócio mais de perto. Eventual transação se daria por meio da Faros, seu braço de gestão de fortunas. (A Fami nasceu da fusão da Faros com a Messem, dois dos maiores escritórios da XP, no fim do ano passado).

A competição será acirrada, pois a Fami — um escritório de assessoria de investimentos com foco na alta renda — estará competindo com bancos como Bradesco, BTG e Itaú. Aliás, segundo apurou a coluna junto a interlocutores, o Bradesco é o que parece mais disposto a adquirir o ativo.

O trunfo da Fami é que a XP é sua sócia, com participação de 36%. Além disso, o Julius Baer já havia conversado com a Faros no passado sobre uma possível compra de participação no escritório, mas as negociações não avançaram.

Desafios

Ainda assim, como observou o Brazil Journal esta manhã, não há garantia de que qualquer negócio será concretizado. O principal obstáculo seria o preço: o Julius Baer está pedindo pelo menos R$ 800 milhões pelo ativo, confirmou a coluna, cifra considerada exagerada por quem atua nesse setor.

Além disso, é provável que os R$ 50 bilhões em ativos sob gestão percam parcela significativa nos próximos meses. Em um nicho intensamente baseado na confiança e nas relações pessoais entre clientela e banqueiros, é natural que as grandes fortunas busquem outra casa para se acomodar quando o banco troca de dono. Por isso, a expectativa de quem observa o ativo é que o eventual comprador herdará um negócio com aproximadamente R$ 35 bilhões em carteira.

Procurada pela coluna, a Fami Capital negou que haja qualquer conversa em andamento. A coluna mantém sua apuração.

https://oglobo.globo.com/blogs/capital/post/2024/11/maior-escritorio-da-xp-esta-de-olho-na-operacao-brasileira-do-suico-julius-baer.ghtml

Impacto nos mercados

 


Julius Baer à venda

 Os desafios da venda do Julius Baer no Brasil


Geraldo Samor e Pedro Arbex


A tentativa do Julius Baer de vender seu negócio de wealth management no Brasil é uma transação repleta de desafios e que deve enfrentar dificuldade de achar um comprador no preço que vem sendo ventilado.


A potencial transação vem num momento de declínio da operação do Julius Baer no País, que viu seus ativos sob assessoria caírem de R$ 80 bilhões para R$ 50 bilhões nos últimos anos, segundo nossos colegas do NeoFeed, que revelaram a tentativa de venda em primeira mão.


Com cerca de 200 funcionários, a operação brasileira tem dado prejuízo, forçando a matriz suíça a fazer uma capitalização de R$ 300 milhões este ano, uma fonte a par do assunto disse ao Brazil Journal.  


O número que vem sendo ventilado para a venda — assessorada pela Goldman Sachs — é de R$ 800 milhões a R$ 1,2 bilhão, o equivalente a 1,6% a 2,4% dos ativos. 


Muita gente no mercado de wealth acha que o business não vale isso.


“Esse tipo de múltiplo que estão falando seria mais aplicável a uma gestora e não a um negócio de advisory, que é muito difícil de avaliar porque é muito baseado nas pessoas e relacionamentos,” disse um executivo do mercado. “Além disso, numa eventual transação, a transferência de clientes é complicadíssima.”


Em outras palavras: nada garante que os clientes que estão hoje no Julius Baer vão continuar se o negócio for adquirido por outra empresa. 


“O X da questão é esse: como precificar clientes e relacionamentos que podem sair pela porta no dia seguinte da transação,” disse outro executivo. 


Para fazer a conta fechar, o potencial comprador teria que acreditar que conseguiria gerar alguma receita além da receita tradicional de advisory, ganhando, por exemplo, com a corretagem ou venda de seguros.  


“O problema é que o grosso do capital não aceita esse tipo de serviço – primeiro porque já tem esse serviço em outro lugar, mas principalmente porque ele prefere tratar as coisas separadamente para evitar conflito,” disse outro executivo de mercado. “A essência desse negócio é não ter conflito.”


Apesar destas complexidades, no preço certo a operação poderia fazer sentido para players como o UBS e o BTG, que já têm MFOs relevantes, e para bancos como o Bradesco e o Santander, que ainda não estão nesse mercado. 


“Um player como o Bradesco poderia colocar clientes nessa célula de MFO e diluir os custos. Já para um player como o BTG poderia fazer sentido porque ele conseguiria tirar boa parte do custo de overhead,” disse uma fonte. 


O Julius Baer entrou no Brasil em 2011 com a compra de uma participação minoritária na GPS, a maior gestora de patrimônio independente da época, e chegou a 100% do capital em 2015. Três anos depois comprou a Reliance – o segundo player dominante – e fundiu as duas operações, criando um negócio de R$ 50 bilhões em ativos. O negócio cresceu e atingiu R$ 80 bilhões nos anos seguintes. 


Dois anos atrás, em um momento mais positivo do Brasil, os suíços conversaram com players locais para uma parceria. O objetivo: obter uma licença bancária que permitiria fazer cross-selling de produtos como câmbio e crédito aos clientes, potencialmente aumentando a rentabilidade da operação.


(O Brasil é um poucos mercados onde o Julius Baer – uma casa que remonta a 1890 – opera apenas como wealth management. Na maioria dos países, ele é um private bank.)


Nos últimos anos, no entanto, o banco perdeu o gás (e muitos clientes) ao sofrer perdas relevantes com empréstimos a um de seus clientes, a Signa. A crise levou à renúncia do CEO Philipp Rickenbacher.


No Brasil, uma gestão sem foco no custo e o aumento da competição contribuíram para deteriorar a operação. Nos últimos anos, o Julius Baer perdeu lideranças importantes, incluindo Rodrigo Moraes, um dos fundadores da Reliance, que foi montar o wealth management da BR Partners. Outro time saiu para a Brainvest.  


Em maio, Sylvio Castro, que era responsável pelo relacionamento com clientes, foi para o Itaú. Flavio Mascarenhas, que tocava o escritório de Belo Horizonte, também deixou a empresa e está em garden leave.


Outra crítica de players do mercado é sobre a forma como o processo de venda está sendo conduzido. 


A opção por fazer um processo aberto, envolvendo diversos players para olhar o ativo, fragiliza ainda mais a franquia, contribuindo para a perda de clientes e executivos. Uma forma menos danosa teria sido buscar apenas um cavalo e negociar diretamente. 


https://braziljournal.com/os-desafios-da-venda-do-julius-baer-no-brasil/

MZ Matinal 0711

 🌎🇧🇷🇺🇸 Entrevista de Lula levanta a lebre sobre pacote fiscal


BoE (9h) e Fed (16h) devem cortar suas taxas de juro hoje em 25pbs, como está amplamente precificado pelo mercado. No pós-Trump, as expectativas convergem para a entrevista de Powell (16h30), mas dificilmente ele admitirá qualquer coisa que possa ser associada à mudança na Casa Branca e às políticas expansionista e protecionista, que já levam investidores a projetarem mais inflação, juros mais altos, dólar fortalecido. Aqui, a reação a Trump foi revertida pela convicção de que o novo cenário externo obrigará o governo a decidir um pacote fiscal robusto para enfrentar os desafios. A “apresentação e execução” dessas medidas foi cobrada pelo BC no texto mais duro do comunicado do Copom. Mas, logo depois, uma entrevista de Lula à Rede TV! levantou a lebre de que o pacote pode não ser tudo isso. *(Rosa Riscala)*


👉 Confira abaixo a agenda de hoje


Indicadores

▪️04h00 – Alemanha: Produção industrial de setembro

▪️07h00 – Zona do euro/Eurostat: Vendas no varejo de setembro

▪️09h00 – Brasil/BC: Captação da poupança em outubro

▪️10h30 – EUA/Deptº Trabalho: Pedidos de auxílio-desemprego

▪️10h30 – EUA/Deptº Trabalho: Custo da mão de obra no 3Tri

▪️12h00 – EUA/Deptº Comércio: Estoques no atacado em setembro

▪️14h00 – Brasil/Tesouro: Primário do governo central em setembro

▪️17h00 – EUA/Fed: Crédito ao consumidor em setembro

▪️20h00 – Peru: BC divulga decisão de política monetária


Eventos

▪️09h00 – Reino Unido: BoE divulga decisão sobre juros

▪️09h30 – Fernando Haddad reúne-se com Lula para definir corte de gastos

▪️16h00 – EUA: Fed divulga decisão de política monetária

▪️16h30 – EUA/Fed: Jerome Powell dá coletiva após decisão sobre juros


Balanços

▪️NY/manhã: Bombardier

▪️Brasil/noite: Petrobras, Alpargatas, Assaí, Caixa Seguridade, Cogna, CPFL Energia, Energisa, Fleury, Lojas Renner, LWSA, Magazine Luiza, Petroreconcavo, Rumo, Yduqs


🔎 Veja os principais indicadores às 5h40 (horário de Brasília):


🌏 EUA

* Dow Jones Futuro: +0,14%

* S&P 500 Futuro: +0,12%

* Nasdaq Futuro: +0,16%

🌏 Ásia-Pacífico

* Shanghai SE (China), +2,57%

* Nikkei (Japão): -0,25%

* Hang Seng Index (Hong Kong): +2,02%

* Kospi (Coreia do Sul): +0,04%

* ASX 200 (Austrália): +0,33%

🌍 Europa

* FTSE 100 (Reino Unido): +0,13%

* DAX (Alemanha): +0,91%

* CAC 40 (França): -0,13%

* FTSE MIB (Itália): +0,20%

* STOXX 600: -0,07%

🌍 Commodities

* Petróleo WTI, -0,46%, a US$ 71,36 o barril

* Petróleo Brent, -0,32%, a US$ 74,68 o barril

* Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +2,11%, a 799,50 iuanes (US$ 111,59)

🪙 Criptos

* Bitcoin, -1,21%, a US$ 75.040,72


🗞 Jornal do Investidor 

📚 MZ Investimentos

                    

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Matinal ConfianceTec 0711

 CALL MATINAL CONFIANCE TEC

07/11/2024 

Julio Hegedus Netto,  economista.


MERCADOS EM GERAL


FECHAMENTO DE QUARTA-FEIRA (06)

MERCADO BRASILEIRO


O Ibovespa encerrou o pregão na quarta-feira (06) em queda de 0,24%, a 130.340 pontos. Já o dólar encerrou em queda de 1,26%, a R$ 5,76. Há toda uma expectativa em torno do pacote fiscal.


Mercados hoje (07): Bolsas asiáticas fecharam, em maioria, em alta; bolsas europeias "mistas" e Índices Futuros de NY em alta (rally Trump).


RESUMO DOS MERCADOS (06h40)


S&P 500 Futuro, +0,12%

DOW JONES +0,14%

Nasdaq, +0,16%

Londres (FTSE 100),+0,13%

Paris (CAC 10), +0,13%

Frankfurt (DAX), +0,91%

Stoxx600, -0,07%

Shangai, +2,57%

Japão (Nikkei 225), -0,25%.

Coreia do Sul (Kospi), +0,04%

Hang Seng, +2,02%

Austrália (ASX), +0,33%

Petróleo Brent, -0,32%, a US$ 74,68

Petróleo WTI, -0,46%, US$ 71,36

Minério de ferro em Dalian, +2,11%, a US $ 111,59.


NO DIA


Toda atenção hoje para o Pacote Fiscal (pela manhã) e as decisões do BoE (9h00) e do Fed (16h00). Ambos os bancos devem cortar suas taxas de juro em 0,25 pp, já amplamente precificado pelo mercado. 


As expectativas convergem para a entrevista de Powell (16h30), mas dificilmente ele deve comentar sobre este novo ciclo Trump.


O fato é que isso deve levar os investidores a projetarem mais inflação, juros mais altos, dólar fortalecido.


Por aqui, a reação a Trump pode ser revertida pelo cenário de um pacote fiscal mais robusto, visando enfrentar um ambiente mais adverso. Câmbio mais depreciado e inflação maior no horizonte.


Importante salientar,  no entanto, os ruídos gerados no Executivo.


AGENDA DO DIA (07)


Indicadores:

04h00. Alemanha: Produção industrial de setembro

07h00. Zona do euro/Eurostat: Vendas no varejo de setembro

09h00. Brasil/BC: Captação da poupança em outubro

10h30. EUA/Deptº Trabalho: Pedidos de auxílio-desemprego

10h30. EUA/Deptº Trabalho: Custo da mão de obra no 3Tri

12h00. EUA/Deptº Comércio: Estoques no atacado em setembro

14h00. Brasil/Tesouro: Primário do governo central em setembro

17h00. EUA/Fed: Crédito ao consumidor em setembro

20h00. Peru: BC divulga decisão de política monetária.


Eventos:

09h00. Reino Unido: BoE divulga decisão sobre juros

09h30. Fernando Haddad reúne-se com Lula para definir corte de gastos.

16h00. EUA: Fed divulga decisão de política monetária.

16h30. EUA/Fed: Jerome Powell dá coletiva após decisão sobre juros.


Balanços: 

NY/manhã: Bombardier.


Brasil/noite: Petrobras, Alpargatas, Assaí, Caixa Seguridade, Cogna, CPFL Energia, Energisa, Fleury, Lojas Renner, LWSA, Magazine Luiza, Petroreconcavo, Rumo, Yduqs.


Julio Hegedus Netto, economista da ConfianceTec 

 

Boa quinta-feira e bons negócios!


PS. Em breve, um novo Call Matinal.

Matinal 0711

 Vai rolar: Pacote fiscal e decisões do BoE e do Fed são destaques do dia

[07/11/24] BoE (9h) e Fed (16h) devem cortar suas taxas de juro hoje em 25pbs, como está amplamente precificado pelo mercado. No pós-Trump, as expectativas convergem para a entrevista de Powell (16h30), mas dificilmente ele admitirá qualquer coisa que possa ser associada à mudança na Casa Branca e às políticas expansionista e protecionista, que já leva investidores a projetarem mais inflação, juros mais altos, dólar fortalecido.


Aqui, a reação a Trump foi revertida pela convicção de que o novo cenário externo obrigará o governo a decidir um pacote fiscal robusto para enfrentar os desafios.


A “apresentação e execução” dessas medidas foi cobrada pelo BC no texto mais duro do comunicado do Copom. Mas, logo depois, uma entrevista de Lula à Rede TV! levantou a lebre de que o pacote pode não ser tudo isso. (Rosa Riscala)


👉 Confira abaixo a agenda de hoje


Indicadores

▪️04h00 – Alemanha: Produção industrial de setembro

▪️07h00 – Zona do euro/Eurostat: Vendas no varejo de setembro

▪️09h00 – Brasil/BC: Captação da poupança em outubro

▪️10h30 – EUA/Deptº Trabalho: Pedidos de auxílio-desemprego

▪️10h30 – EUA/Deptº Trabalho: Custo da mão de obra no 3Tri

▪️12h00 – EUA/Deptº Comércio: Estoques no atacado em setembro

▪️14h00 – Brasil/Tesouro: Primário do governo central em setembro

▪️17h00 – EUA/Fed: Crédito ao consumidor em setembro

▪️20h00 – Peru: BC divulga decisão de política monetária


Eventos

▪️09h00 – Reino Unido: BoE divulga decisão sobre juros

▪️09h30 – Fernando Haddad reúne-se com Lula para definir corte de gastos

▪️16h00 – EUA: Fed divulga decisão de política monetária

▪️16h30 – EUA/Fed: Jerome Powell dá coletiva após decisão sobre juros


Balanços

▪️NY/manhã: Bombardier

▪️Brasil/noite: Petrobras, Alpargatas, Assaí, Caixa Seguridade, Cogna, CPFL Energia, Energisa, Fleury, Lojas Renner, LWSA, Magazine Luiza, Petroreconcavo, Rumo, Yduqs

Comunicado Copom

 🟡 Comunicado do COPOM

 
▶️  Comitê tem acompanhado com atenção como os desenvolvimentos recentes da política fiscal impactam a política monetária e os ativos financeiros. A percepção dos agentes econômicos sobre o cenário fiscal tem afetado, de forma relevante, os preços de ativos e as expectativas dos agentes, especialmente o prêmio de risco e a taxa de câmbio. O Comitê reafirma que uma política fiscal crível e comprometida com a sustentabilidade da dívida, com a apresentação e execução de medidas estruturais para o orçamento fiscal, contribuirá para a ancoragem das expectativas de inflação e para a redução dos prêmios de risco dos ativos financeiros, consequentemente impactando a política monetária.
 
▶️ O cenário segue marcado por resiliência na atividade, pressões no mercado de trabalho, hiato do produto positivo, elevação das projeções de inflação e expectativas desancoradas, o que demanda uma política monetária mais contracionista. Considerando a evolução do processo de desinflação, os cenários avaliados, o balanço de riscos e o amplo conjunto de informações disponíveis, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa básica de juros em 0,50 ponto percentual, para 11,25% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.
 
▶️ Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores de atividade econômica e do mercado de trabalho segue apresentando dinamismo. A inflação cheia e as medidas subjacentes se situaram acima da meta para a inflação nas divulgações mais recentes.
🌕  Comunicado Completo: https://www.bcb.gov.br/controleinflacao/comunicadoscopom
 

Ailton Braga

  Hoje, 02/02/2026, saiu no Blog do IBRE da FGV, artigo meu em que faço análise da interação entre política fiscal e política monetária, a p...