sábado, 26 de outubro de 2024

Amilton de Aquino

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Amilton Aquino sobre como o STF está. segundo seu presidente Barroso, "recivilizando" o Brasil


" Já fiz vários posts aqui relatando decisões antes inimagináveis vindas do STF, mas nada comparado ao que assistimos nas últimas semanas, como veremos mais adiante. Desde as giros de 180 graus em entendimento sobre decisões anteriores do próprio tribunal para beneficiar Lula, que acabaram abrangendo todos os corruptos presos na Lava Jato e em operações derivadas, até decisões mais estapafúrdias, em total desacordo com a Constituição, como a censura prévia e o “liberou geral” para que juízes atuem, sem qualquer constrangimento, em causas defendidas por seus cônjuges. Se um juiz pode, ao mesmo tempo, ser vítima, investigador e julgador do próprio caso, o conflito de interesses não mais existe no Brasil. Eis nossa nova jurisprudência.


O que antes era piada, virou realidade:


“Daqui a pouco vão anular anos e anos de provas acumuladas pela Lava Jato.” Aconteceu.


“Daqui a pouco vão soltar todos os réus confessos.” Aconteceu.


“Daqui a pouco vão devolver o dinheiro roubado.” Aconteceu.


O que falta acontecer? Prender Moro e Dallagnol. Conseguiram cassar o segundo pelo crime de “minorit report” — ou seja, “algo que poderia ter acontecido”. Não cassaram ainda Moro porque, ao que tudo indica, é melhor mantê-lo na coleira (assim como Bolsonaro). E claro, com a colaboração dos dois, que se mostraram dispostos a fazer acordões para evitar a prisão.


Lamentável, mas compreensível para Moro, que chegou à triste conclusão tardia de que nosso povo não merece seu sacrifício. Lamentável e incompreensível para o capitão que se notabilizou pelas bravatas e levou milhões de pessoas a sonhar com um golpe que, fracassado, resultou em centenas de condenações de até 17 anos de prisão. Em vez de lutar com unhas e dentes por esses coitados que iludiu, o “capitão” lavou as mãos, chegando a agradecer a Deus em público pelo “livramento” de ter ido para os EUA antes do 8 de janeiro.


Mas afinal, o que aconteceu recentemente que pode superar até mesmo as piadas transformadas em realidade?


Dessa vez, felizmente, não foram novas decisões estapafúrdias, mas declarações de Barroso que escancaram a distopia em que vivemos. Vejam bem, não foi uma conversa gravada, num momento de descontração qualquer, numa festa junina, por exemplo. Em pleno plenário do STF, Barroso ilustrou com uma piada real o fato descarado de como os juízes podem interpretar as leis ao bel-prazer. Ele contou o caso do “saudoso” Geraldo Ataliba que proferia uma palestra fumando em um ambiente onde era proibido fumar. Questionado sobre o desrespeito a uma norma elementar justamente em uma palestra sobre “efetividade das normas jurídicas”, o juiz respondeu que a placa atrás dele não o atingia, pois ele não a podia ver. As placas visíveis dos lados estariam restritas à plateia, não a ele! E, claro, todos riram juntos, principalmente Gilmar Mendes, um dos símbolos desses tempos cínicos que vivemos.


O segundo evento foi no exterior, em mais uma viagem bancada por megaempresários com causas em tramitação e outras já perdoadas pelo STF. E, assim como na anedota real descrita em pleno plenário do STF, dessa vez Barroso falou do velho problema brasileiro da “má divisão entre o espaço público e o espaço privado”. Sim, ele foi capaz de falar isso sem corar, ao lado de Toffoli e dos tais empresários amigos do rei, novamente beneficiados com mais e mais concessões.


Enfim, como relatado pelo jurista Conrado Hübner Mendes em artigo para a Folha, o STF não passa nem no teste do código de ética que impõe ao seus próprios servidores, o qual visa “evitar situações conflitantes com suas responsabilidades profissionais”, “abster-se de realizar atividade de interesse pessoal” e “valer-se do cargo para obter favores, benesses e vantagens indevidas para si ou para outrem”.


Assim como no caso da anedota real, as normas aplicam-se aos servidores — apenas aos servidores. Os deuses do Olimpo podem tudo na sua missão de “recivilizar o país”.

Fechamento da semana 2510

 🇧🇷 IBOVESPA


Ibovespa fecha com queda de 0,13%, aos 129.893 pontos

O Ibovespa (25) fechou em queda de 0,13%, aos 129.893 pontos. Na semana, a bolsa acumula baixa de 0,46%.


O mercado repercutiu as falas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmando que os mercados estão reagindo de maneira mais positiva do que o inicialmente previsto à crise recente.


Haddad e Campos Neto participaram da reunião do G20, nos Estados Unidos. Ambos destacaram que as medidas adotadas pelo governo e pelo Banco Central foram relevantes para mitigar os impactos da turbulência econômica, resultando em uma resposta melhor do que a antecipada pelos analistas.


Haddad enfatizou que a confiança dos investidores tem sido restaurada gradualmente, à medida que políticas de ajuste fiscal e reformas estruturais começam a mostrar resultados. “Estamos vendo uma estabilização nos principais indicadores, e isso reflete o compromisso do governo com a responsabilidade fiscal e o crescimento sustentável”, afirmou o ministro.


Campos Neto, por sua vez, ressaltou a importância da política monetária implementada pelo Banco Central. Ele destacou que a gestão cuidadosa da taxa de juros e o controle da inflação têm sido fatores fundamentais para preservar a credibilidade da economia brasileira. “As expectativas de mercado mostram que a inflação está se aproximando da meta, o que é um sinal de que estamos no caminho certo”, disse Campos Neto.


Divulgada, a prévia da inflação medida pelo IPCA-15 teve alta de 0,54% em outubro. O resultado ficou acima da expectativa do mercado, que esperava uma alta de 0,50%. O índice também superou o valor registrado em setembro, quando subiu 0,13%, e está bem acima da taxa de 0,21% observada em outubro de 2023.


A Vale (VALE3), a BHP e a Samarco assinam, nesta sexta, um acordo multibilionário com autoridades federais e estaduais para a reparação e compensação pelos danos causados pelo rompimento da barragem de rejeitos em Mariana (MG), ocorrido em 2015.


Vale divulgou que seu lucro líquido recuou 15% no terceiro trimestre do ano, passando para US$ 2,4 bilhões.


A Usiminas (USIM5) reportou lucro líquido de R$ 185 milhões, revertendo prejuízo.


Ainda em balanços, a Suzano (SUZB3) registrou lucro líquido de R$ 3,2 bilhões no terceiro trimestre do ano, revertendo o prejuízo de R$ 729 milhões do mesmo período do ano passado.


E a Multiplan (MULT3) divulgou lucro líquido de R$ 279,5 milhões no terceiro trimestre, uma elevação de 6,1%.


Fora dos balanços, a Raízen (RAIZ4) divulgou sua prévia operacional referente ao segundo trimestre da safra 2024/2025, informando que a moagem de cana-de-açúcar alcançou 32,9 milhões de toneladas.


Ibovespa : mercados no exterior


O dia foi de agenda esvaziada no exterior. Os principais índices americanos estão caminhando para terminar a semana com perdas, o que quebraria sequências de vitórias de seis semanas para os três.


Destaque na quinta-feira (24) para a Tesla, cujas ações registraram seu melhor dia em mais de uma década, com os investidores aplaudindo o lucro mais forte do que o esperado da empresa e as expectativas do CEO Elon Musk para o crescimento dos veículos no próximo ano.


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sexta-feira, 25 de outubro de 2024

J.R.Guzzo

 https://www.estadao.com.br/politica/j-r-guzzo/stf-impoe-ao-brasil-uma-ficcao-desprovida-de-nexo-logico/?_gl=1*1twcbz7*_gcl_au*MTcyOTY4MjY0NS4xNzI5NDU5NzM0*_ga*Mjc4MjQ1OTMxLjE3Mjk4ODg3ODQ.*_ga_H1D7PSZ1DW*MTcyOTg4ODc4NC4xLjEuMTcyOTg5MDM0My4xMS4wLjE0NzU1OTEwOTI.


Para punir um crime impossível, o STF comete crimes em série.


"Tente pensar com serenidade numa dessas questões inconvenientes para o bem-estar da sua consciência, do seu senso moral e da sua capacidade de pensar de modo racional - exercício sem dúvida muito chato, às vezes arriscado e raramente lucrativo. A questão é a seguinte: é possível, honestamente, dizer que o Brasil é uma democracia quando um cidadão que você acha detestável é oficialmente privado pela justiça de seus direitos fundamentais e indiscutíveis?


A pergunta é de fato incômoda. Sempre é, quando é preciso escolher entre ideias que você acha corretas e fatos que deixam clara, no mundo das realidades, a colisão frontal entre suas convicções e a lei. A tentação é substituir aquilo que as leis mandam fazer por aquilo que a pessoa acha certo, ou justo, ou necessário para o bem comum. Acontece o tempo todo no Brasil de hoje. Tornou-se o “novo normal”, como durante a covid, adotar comportamentos irracionais em nome de um bem supremo – a democracia.


Qual é a racionalidade, do ponto de vista da moralidade legal, do que está sendo feito com o ex-deputado Daniel Silveira, por exemplo? Os fatos mostram que ele é, ou foi, um político de direita – ou de extrema direita, como é obrigatório dizer no vocabulário político em vigor. Está comprovado, também, que levou ao ar um vídeo com ofensas aos ministros do STF, ou ameaças, segundo a acusação que lhe foi feita. A partir daí, seus direitos como cidadão foram extintos.


Uma coisa não tem nada a ver com a outra: o caráter do indivíduo não pode determinar qual a pena que deve ser aplicada por sua conduta. No caso do deputado, a máquina do Estado e as classes culturais decidiram, e vivem em pleno conforto com essa decisão, que a lei brasileira não pode ser aplicada. É como se ele fosse um vegetal. O STF determinou que Daniel Silveira, por ter feito o que fez, colocou-se fora da proteção que a Constituição Federal estabelece para todos os cidadãos do Brasil.


O deputado, em primeiro lugar, não poderia ter sido preso em flagrante, pois o delito do qual é acusado não foi cometido em flagrante. É um fato. O ministro Alexandre de Moraes mandou prender Silveira dias depois do vídeo ser divulgado – o flagrante perpétuo, criação sem equivalentes no direito mundial. Pior que isso, ele não podia ser preso, ponto final. Não se trata de uma opinião. É o que está escrito no artigo 53 da Constituição: nenhum deputado ou senador pode ser punido, civil ou penalmente, por “quaisquer de suas opiniões, palavras e votos”.


A palavra “quaisquer” quer dizer “todas” – sem exceção. Mas, no caso de Silveira, o STF decidiu que esse “quaisquer” não inclui o que ele disse no vídeo. Isso não existe. O STF não tem o direito de redefinir, ou “resignificar”, o dicionário da língua portuguesa, nem o significado das palavras do idioma nacional. A Câmara dos Deputados também não – o que torna a “licença” que deu para Silveira ser processado penalmente um ato de delinquência.


O deputado teve as suas contas bancárias bloqueadas – mais as contas de sua mulher, punição que não tem nada a ver com o que está escrito no Código Penal. O que fez, como provam os fatos, é definido pela lei como crime de injúria e, possivelmente, de ameaça. Foi condenado a oito anos e nove meses de prisão fechada por um delito que não existe: “ameaça ao Estado Democrático de Direito”. Foi indultado em decreto do presidente da República na época; o STF anulou o indulto.


O advogado de Daniel Silveira foi punido pelo ministro Moraes por fazer recursos demais em favor do seu cliente – sem que houvesse nenhuma prova de “litigância de má fé” na sua conduta, e sem que lhe fosse dado o direito de se defender da acusação. Está proibido de se comunicar pela internet. Enfim, e provavelmente pior do que tudo, o deputado cumpriu a sua pena e continua preso - agora numa colônia penal.


Teria de ficar preso, pela lei que regula o cumprimento das penas no Brasil, até completar 25% da punição de oito anos e nove meses a que foi condenado. Já cumpriu 30%, e apesar de 60 petições solicitando a sua passagem para o regime de prisão domiciliar, o máximo que conseguiu foi ser internado numa penitenciária agrícola. Julgado diretamente na última instância, Silveira não pode recorrer de nenhuma das decisões que são tomadas contra ele.


Cinco anos e meio atrás, quando o STF declarou um inquérito policial como a lei máxima do País, no lugar da Constituição, o Brasil acordou transformado num gigantesco inseto moral. A metamorfose, na verdade, não mudou propriamente o Brasil. Também não mudou os escroques ideológicos que sempre defendem a abolição da lei quando isso beneficia seus interesses


Mudou uma parte das pessoas. Cidadãos de bem, cumpridores da lei e capazes de distinguir o certo do errado se transformaram em linchadores. Estão achando correto, justo e necessário tudo o que foi descrito acima.


Vai se tornando uma norma social e um dever cívico, no Brasil de hoje, considerar que os ministros do STF têm o direito de decidir o que é ou não é democrático. Se não for, na sua opinião, os acusados de atentar contra a democracia não podem invocar a proteção da lei, pois estariam se utilizando das regras constitucionais para eliminar a Constituição. Mais que isso, considera-se perfeitamente normal o STF definir o que é “golpe de Estado”.


O Supremo impõe ao Brasil há quase dois anos uma ficção desprovida de nexo lógico, contrária às evidências materiais e mal-intencionada. Alega-se, e isso se tornou o mandamento número 1 do ordenamento jurídico do país, que um quebra-quebra no qual as armas mais potentes eram dois estilingues, e do qual não participou uma única pessoa com um mínimo de influência em nada, foi um “golpe”. Pela primeira vez na História tentou-se derrubar o governo sem tanques de guerra na rua, fuzileiros navais e paraquedistas.


Estes, por sinal, estavam contra o golpe dos motoboys, manicures, pedreiros e toda uma multidão que não tinha um tostão no bolso. Como seria possível a um vendedor de algodão-doce enfrentar os generais, destituir o presidente da República e implantar uma ditadura no Brasil? A metamorfose brasileira transformou uma proposição irracional em verdade praticamente científica – algo que não pode mais ser discutido, como o fato de que o ângulo reto tem 90 graus, ou que a raiz quadrada de 100 é 10.


A condenação de Daniel Silveira é um resumo do quadro psicótico que é hoje a democracia brasileira, segundo as regras do STF, as suas forças de apoio e seus serviços de propaganda. É o retrato do Comitê de Salvação Pública instalado em Brasília. Como na época da guilhotina, a aplicação da lei pode levar à absolvição do réu – e isso, como a constatação de que o golpe de 8 de janeiro não aconteceu, será um risco de morte para o Estado Democrático de Direito. Democracia sem lei é democracia morta. É o que o País tem hoje."

Meu perfil

 *Perfil Resumido:*

Economista experiente com especialização em análise econômica, mercado financeiro e research. Doutorando, com mestrados profissionalizantes e acadêmico. Experiência como Economista-chefe, analista e docente universitário. Especializações em consultoria de mercado de capitais, análise macroeconômica e docência.

*Pontos Positivos:*

1. Formação acadêmica sólida: Doutorando, mestrados profissionalizantes e acadêmico.

2. Experiência relevante: Economista-chefe, analista, docente universitário.

3. Habilidades diversificadas: Análise econômica, mercado financeiro, research, docência.

4. Experiência internacional: Doutoramento em Portugal, cursos em Angola.

5. Produção intelectual: Artigos, cursos, pesquisa sobre sustentabilidade da dívida pública.

*Pontos Negativos:*

1. Falta de certificação profissional específica (ex: CFA, FRM).

2. Experiência curta na Mirae Invest (fev22).

3. Consultoria em construção (ConfianceTec) precisa de mais detalhes.

*O que Falta:*

1. Mais detalhes sobre a Consultoria ConfianceTec (foco, objetivos, clientes).

2. Certificação profissional específica para reforçar credibilidade.

3. Mais ênfase em habilidades práticas (ex: análise de dados, ferramentas específicas).

4. Recomendações ou depoimentos de clientes ou colegas.

5. Atualização regular do perfil para refletir novas experiências e habilidades.

*Sugestões:*

1. Reorganize o texto para priorizar informações mais relevantes.

2. Adicione links para artigos publicados ou cursos ministrados.

3. Destaque habilidades em softwares específicos (ex: Excel, Stata, Python).

4. Crie um portfólio com exemplos de trabalhos realizados.

5. Verifique ortografia e gramática para garantir clareza e profissionalismo.

*Objetivos:*

1. Continuar progredindo profissionalmente como economista.

2. Desenvolver consultoria ConfianceTec.

3. Ampliar experiência em setor financeiro e corporativo.

*Recomendações:*

1. Ajuste o perfil para destacar habilidades e experiências mais relevantes.

2. Busque certificação profissional específica.

3. Desenvolva um plano de marketing para a Consultoria ConfianceTec.

4. Estabeleça parcerias com outras empresas ou profissionais.

5. Mantenha atualizado o perfil e portfólio.

Economic Mainstream

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Matinal

 *Bom dia ☕️*


*🌎Os índices futuros sobem  nesta sexta-feira (25)*,mas podem terminar a semana no vermelho, interrompendo uma sequência de seis semanas de ganhos para todos os três índices, após um aumento nos rendimentos do Tesouro ter alimentado movimentos de aversão ao risco, já que traders reduziram as expectativas para cortes de juros do Federal Reserve (Fed).


*📊 Veja o desempenho dos mercados futuros*


*🇺🇸EUA*


• Dow Jones Futuro: +0,08%

• S&P 500 Futuro: +0,13%

• Nasdaq Futuro: +0,16%


🌏 Ásia-Pacífico


• Shanghai SE (China), +0,59%

• Nikkei (Japão): -0,60%

• Hang Seng Index (Hong Kong): +0,49%

• Kospi (Coreia do Sul): +0,09%

• ASX 200 (Austrália): +0,06%


🌍 Europa


• FTSE 100 (Reino Unido): -0,21%

• DAX (Alemanha): -0,19%

• CAC 40 (França): -0,51%

• FTSE MIB (Itália): -0,05%

• STOXX 600: -0,31%


🌍 Commodities


• 🛢️Petróleo WTI, -0,14%, a US$ 70,09 o barril

• 🛢️Petróleo Brent, -0,12%, a US$ 74,29 o barril

• 🧲Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +2,81%, a 769,50 iuanes (US$ 108,05)


🪙Bitcoin 


• Bitcoin, -0,72%, a US$ 67.621,74


*📚MZ Investimentos*

*🗞️Jornal do Investidor*

Matinal ConfianceTec

CALL MATINAL CONFIANCE TEC
25/10/2024 
Julio Hegedus Netto,  economista.

MERCADOS EM GERAL

FECHAMENTO DE
QUINTA-FEIRA (24)
MERCADO BRASILEIRO

O Ibovespa encerrou o pregão na quinta-feira (24) com ganhos de 0,65%, a 130.066 pontos. Já o dólar encerrou em queda de 0,53%, a R$ 5,663. Curva de juros segue pressionada na ponta longa. No dia 23, os investidores estrangeiros retiraram US$ 238,4 milhões do B3, totalizando US$ 3,08 bi em outubro e US$ 31,30 bi no ano.

Mercados hoje (25): Bolsas asiáticas fecharam mistas, em tendência de alta; bolsas europeias em queda e  Índices Futuros de NY, próximos da estabilidade. No Japão, eleição geral no fim de semana é destaque.

RESUMO DOS MERCADOS (06h40)

S&P 500 Futuro, +0,13%
Dow Jones Futuro, +0,08%
Nasdaq, +0,16%
Londres (FTSE 100), -0,21%
Paris (CAC 10) -0,51%
Frankfurt (DAX), -0,19%
Stoxx600, -0,31%
Shangai, +0,59%
Japão (Nikkei 225), -0,60% 
Coreia do Sul (Kospi), +0,09%
Hang Seng, +0,49%
Austrália (ASX), +0,06%
Petróleo Brent, -0,12%, a US$ 74,20
Petróleo WTI, -0,14%, US$ 70,09
Minério de ferro em Dalian, +2,81%, a US$ 108,05.

NO DIA

Fechando a semana com os mercados em permanente ajuste. Nesta manhã, a maioria das bolsas operam sem uma direção definida, as da Europa em leve queda, os futuros de NY estáveis.

Nos EUA, vai ganhando espaço a tese de mais dois cortes de juro pelo Fed, em 0,25 pp, neste ano.

Aguardando os indicadores do PCE e do mercado de trabalho nas próximas semanas para maiores considerações.

Toda atenção para o desenrolar das eleições presidenciais, com pesquisas recentes indicando Trump à frente.

No Brasil, mercado deu uma respirada ontem, depois de RCN e Haddad, em evento do G20, em Washington, se alinharem sobre a defesa do ajuste estrutural das despesas.

Na China, PBoC manteve sua taxa de juros de referência estável em 2,0% e injetou mais 700 bi de yuan no mercado de crédito.

AGENDA DO DIA (25)
 
Indicadores 🇧🇷
 
08h00. FGV Confiança do Consumidor de out., ant 93,7
11h30. Tesouro oferta LTNs para os vencimentos 2025, 2026, 2028 e 2030; NTN-Fs para 2031 e 2035
 
Indicadores 🇺🇸
 
09h30. EUA. Pedidos de bens duráveis de set., est. -1,0%, ant 0,0%.
11h00. EUA. Sentimento Univ de Mich de out., est. 69,1, ant 68,9
 
Balanços:
 
Usiminas (#USIM5) pré-mercado

Eventos corporativos:
 
Suzano (#SUZB3): Teleconferência de resultados em português e inglês, 10h00. Multiplan (#MULT3): Teleconferência de resultados em português e inglês, 11h00. Vale (#VALE3): Teleconferência de resultados em português e inglês, 11h00. Usiminas (#USIM5): Teleconferência de resultados em português e inglês, 12h00.

Julio Hegedus Netto, economista da ConfianceTec 
 
Boa sexta-feira e bons negócios!

PS. Em breve, um novo Call Matinal.

Ailton Braga

  Hoje, 02/02/2026, saiu no Blog do IBRE da FGV, artigo meu em que faço análise da interação entre política fiscal e política monetária, a p...