domingo, 27 de outubro de 2024

Resultado eleição 2024

🔹️SP. Ricardo Nunes está eleito prefeito de São Paulo, com 59,56%, contra 40,45% de Guilherme Boulos.

🔹️GO. Mabel (União), apoiado por Caiado, vence em Goiânia e derrota Fred Rodrigues (PL), apoiado por Bolsonaro.

🔹️CE. Evandro Leitão (PT), com 50,38%, vence bolsonarita André Fernandes (PL), 49,62%, em Fortaleza. Ganhou a única prefeitura do PT.

🔹️RN. Paulinho Freire (União) derrota Natália Benevides (PT) e se elege prefeito de NATAL.

🔹️CTBA. Eduardo Pimentel (PSD) eleito prefeito de Curitiba.

🔹️POA. Sebastião Melo (MDB) reeleito prefeito de Porto Alegre. Derrota a candidata petista, Maria do Rosário.

🔹️SA. Caetano derrota Flávio (UNIÃO), candidato apoiado por ACM Neto (UNIÃO) e pelo prefeito reeleito de Salvador, Bruno Reis (UNIÃO).

🔹️BH. Fuad (PSD) com 54% e Engler (PL), 46%.


Eleição municipal 2024

Dentre as grandes capitais, foram 15 em segundo turno, grande maioria (11) em definição de reeleição.  

Em SP, Ricardo Nunes "triturou" Guilherme Boulos, com 60% contra 40%. Boulos perdeu algumas zonas eleitorais, mingou (apenas 3 zonas), e Nunes herdou muitas zonas eleitorais e votos de Pablo Marçal. Importante destacar a perda de influência de Jair Bolsonaro e o aumento de Tarcísio Dantas. Embora Bolso reaja, o engenheiro do ITA surge como força conservadora para 2026. 

Na análise nacional, os conservadores seguem colocando as cartas, em vitória avassaladora. 

Importante considerar, no entanto, que não é Bolsonaro o grande vitorioso, mas diversas novas lideranças da direita. Importante considerar também que o centro também ganhou espaço. 

Prévia para 2026. O PT que coloque as barbas de molho...

Cultura para a companheirada

 https://www.estadao.com.br/opiniao/cultura-para-a-companheirada/


*Opinião do Estadão*


*Cultura para a companheirada*


_Para o governo Lula, fomento às artes é ação entre amigos, não uma política pública_


"(...) para os companheiros, fomento à cultura é sinônimo de “ação entre amigos”, uma espécie de retribuição a determinados artistas e produtores culturais por seu engajamento ideológico ao governo camarada."


"A revelação feita por este jornal de que o Ministério da Cultura (MinC) tem usado o Programa Nacional dos Comitês de Cultura (PNCC) para favorecer ONGs ligadas a assessores da pasta e apoiadores do PT na distribuição de quase R$ 60 milhões em recursos públicos pode ser tudo, menos surpresa. Afinal, aí estão outros quatro mandatos presidenciais lulopetistas a demonstrar que, para os companheiros, fomento à cultura é sinônimo de “ação entre amigos”, uma espécie de retribuição a determinados artistas e produtores culturais por seu engajamento ideológico ao governo camarada.


Porém, mesmo surpreendendo rigorosamente ninguém, não deixa de ser escandalosa essa desabrida manipulação de uma política pública para privilegiar certos indivíduos e grupos a partir de seu grau de afinidade com o governo. Ou, o que é ainda pior, por sua eventual proximidade com as autoridades certas.


O PNCC foi instituído em setembro de 2023 pela ministra Margareth Menezes. Há 27 comitês de cultura no País, um para cada Estado e para o Distrito Federal (DF). No DF, um dos primeiros entes contemplados pelo programa, venceu a Associação Artística Mapati, cujo vice-presidente era Yuri Soares Franco, secretário de Cultura do PT-DF. Pouco tempo após a posse do presidente Lula da Silva, Franco ingressou no governo federal como assessor da Secretaria Executiva do MinC, cargo que ocupa até hoje. Até o momento, a ONG da qual o assessor era um dos diretores já recebeu R$ 486 mil de um total de R$ 2 milhões em verbas da pasta a serem repassados até setembro do ano que vem.


Outro caso ainda mais estarrecedor envolve o comitê de cultura do Paraná. Lá, além da suspeita de favorecimento financeiro da ONG Soylocoporti, dirigida pelo petista João Paulo Mehl, houve uma desabrida desvirtuação do lançamento do PNCC, transformado em plataforma político-eleitoral para lançamento da pré-candidatura de Mehl à vereança de Curitiba pelo PT. Além do apoio da presidente do partido, Gleisi Hoffmann, Mehl contou com Margareth Menezes em pessoa no evento institucional, transformado em comício.


Já em Mato Grosso, a ONG selecionada para dirigir o comitê de cultura estadual, um certo Instituto Mato-Grossense de Desenvolvimento Humano, está em nome de Plínio Marques, réu por suspeita de nada menos que peculato e organização criminosa para fraudar, ora vejam, contratos na área cultural. O MinC sustenta que “todas as instituições beneficiadas obedeceram a critérios técnicos”. Por uma incrível coincidência, calharam de ter ligações com o PT e com o Ministério da Cultura.


É questionável se o governo deveria se imiscuir na produção de cultura, que, por óbvio, é viva como é porque floresce espontaneamente no seio da sociedade. Mas, havendo fomento público à cultura, que a política seja orientada por critérios republicanos, não pelo interesse do governo.


Se a cultura deve ser um meio de expressão plural, abrangendo as múltiplas vozes e manifestações da sociedade, o que se vê na distribuição de verbas por meio do PNCC é o exato oposto."

Boa entrevista - Eduardo Giannetti da Fonseca

 https://youtu.be/MrQBSC6QTC8?si=6ek7Rp-f6nsMijZ6

Papo de Economista - Guerra no Oriente Médio

 Tenho me debatido muito neste meu ponto de vista. O que se transformou o estado de Israel, o que foi a Palestina...?

Na decisão da criação do Estado de Israel, em 1949/48, deram aos judeus um pedaço de deserto e nele foi construída uma grande nação.

Investiu-se, pesadamente, em soluções alternativas para gerar uma agricultura auto sustentável, drenagens possíveis no solo estéril acabaram uma realidade, surgiram os kibutz, exemplo de ocupação de espaço bem sucedido, etc, etc. Foram tantas as experiências e eventos bem sucedidos...

Pesados investimentos em tecnologia foram adotados, em segurança, um dos mais eficientes exércitos do mundo se tornou possível.

Hoje, a sociedade israelense é extremamente bem formada, as universidades, sao de padrão de qualidade internacional. 


Dizem ser Israel a expressão de uma social democracia bem sucedida.


Enquanto isso e na Palestina?

Na faixa de Gaza o mesmo foi feito, o fornecimento de um pedaço de deserto, mas o que nasceu daí?

Grandes concentrações urbanas com carência de tudo, verdadeiras favelas. Esta região, dominada por grupelhos radicais, teocratas, pouco progrediu e acabou se retroalimentando pela chamada "industria da miséria". Era interesse destes grupelhos manter estas pessoas sob julgo.

Diferença em todos os aspectos.

sábado, 26 de outubro de 2024

Amilton de Aquino

 https://www.facebook.com/share/p/fy5zaa41tXB21d6U/


Amilton Aquino sobre como o STF está. segundo seu presidente Barroso, "recivilizando" o Brasil


" Já fiz vários posts aqui relatando decisões antes inimagináveis vindas do STF, mas nada comparado ao que assistimos nas últimas semanas, como veremos mais adiante. Desde as giros de 180 graus em entendimento sobre decisões anteriores do próprio tribunal para beneficiar Lula, que acabaram abrangendo todos os corruptos presos na Lava Jato e em operações derivadas, até decisões mais estapafúrdias, em total desacordo com a Constituição, como a censura prévia e o “liberou geral” para que juízes atuem, sem qualquer constrangimento, em causas defendidas por seus cônjuges. Se um juiz pode, ao mesmo tempo, ser vítima, investigador e julgador do próprio caso, o conflito de interesses não mais existe no Brasil. Eis nossa nova jurisprudência.


O que antes era piada, virou realidade:


“Daqui a pouco vão anular anos e anos de provas acumuladas pela Lava Jato.” Aconteceu.


“Daqui a pouco vão soltar todos os réus confessos.” Aconteceu.


“Daqui a pouco vão devolver o dinheiro roubado.” Aconteceu.


O que falta acontecer? Prender Moro e Dallagnol. Conseguiram cassar o segundo pelo crime de “minorit report” — ou seja, “algo que poderia ter acontecido”. Não cassaram ainda Moro porque, ao que tudo indica, é melhor mantê-lo na coleira (assim como Bolsonaro). E claro, com a colaboração dos dois, que se mostraram dispostos a fazer acordões para evitar a prisão.


Lamentável, mas compreensível para Moro, que chegou à triste conclusão tardia de que nosso povo não merece seu sacrifício. Lamentável e incompreensível para o capitão que se notabilizou pelas bravatas e levou milhões de pessoas a sonhar com um golpe que, fracassado, resultou em centenas de condenações de até 17 anos de prisão. Em vez de lutar com unhas e dentes por esses coitados que iludiu, o “capitão” lavou as mãos, chegando a agradecer a Deus em público pelo “livramento” de ter ido para os EUA antes do 8 de janeiro.


Mas afinal, o que aconteceu recentemente que pode superar até mesmo as piadas transformadas em realidade?


Dessa vez, felizmente, não foram novas decisões estapafúrdias, mas declarações de Barroso que escancaram a distopia em que vivemos. Vejam bem, não foi uma conversa gravada, num momento de descontração qualquer, numa festa junina, por exemplo. Em pleno plenário do STF, Barroso ilustrou com uma piada real o fato descarado de como os juízes podem interpretar as leis ao bel-prazer. Ele contou o caso do “saudoso” Geraldo Ataliba que proferia uma palestra fumando em um ambiente onde era proibido fumar. Questionado sobre o desrespeito a uma norma elementar justamente em uma palestra sobre “efetividade das normas jurídicas”, o juiz respondeu que a placa atrás dele não o atingia, pois ele não a podia ver. As placas visíveis dos lados estariam restritas à plateia, não a ele! E, claro, todos riram juntos, principalmente Gilmar Mendes, um dos símbolos desses tempos cínicos que vivemos.


O segundo evento foi no exterior, em mais uma viagem bancada por megaempresários com causas em tramitação e outras já perdoadas pelo STF. E, assim como na anedota real descrita em pleno plenário do STF, dessa vez Barroso falou do velho problema brasileiro da “má divisão entre o espaço público e o espaço privado”. Sim, ele foi capaz de falar isso sem corar, ao lado de Toffoli e dos tais empresários amigos do rei, novamente beneficiados com mais e mais concessões.


Enfim, como relatado pelo jurista Conrado Hübner Mendes em artigo para a Folha, o STF não passa nem no teste do código de ética que impõe ao seus próprios servidores, o qual visa “evitar situações conflitantes com suas responsabilidades profissionais”, “abster-se de realizar atividade de interesse pessoal” e “valer-se do cargo para obter favores, benesses e vantagens indevidas para si ou para outrem”.


Assim como no caso da anedota real, as normas aplicam-se aos servidores — apenas aos servidores. Os deuses do Olimpo podem tudo na sua missão de “recivilizar o país”.

Fechamento da semana 2510

 🇧🇷 IBOVESPA


Ibovespa fecha com queda de 0,13%, aos 129.893 pontos

O Ibovespa (25) fechou em queda de 0,13%, aos 129.893 pontos. Na semana, a bolsa acumula baixa de 0,46%.


O mercado repercutiu as falas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmando que os mercados estão reagindo de maneira mais positiva do que o inicialmente previsto à crise recente.


Haddad e Campos Neto participaram da reunião do G20, nos Estados Unidos. Ambos destacaram que as medidas adotadas pelo governo e pelo Banco Central foram relevantes para mitigar os impactos da turbulência econômica, resultando em uma resposta melhor do que a antecipada pelos analistas.


Haddad enfatizou que a confiança dos investidores tem sido restaurada gradualmente, à medida que políticas de ajuste fiscal e reformas estruturais começam a mostrar resultados. “Estamos vendo uma estabilização nos principais indicadores, e isso reflete o compromisso do governo com a responsabilidade fiscal e o crescimento sustentável”, afirmou o ministro.


Campos Neto, por sua vez, ressaltou a importância da política monetária implementada pelo Banco Central. Ele destacou que a gestão cuidadosa da taxa de juros e o controle da inflação têm sido fatores fundamentais para preservar a credibilidade da economia brasileira. “As expectativas de mercado mostram que a inflação está se aproximando da meta, o que é um sinal de que estamos no caminho certo”, disse Campos Neto.


Divulgada, a prévia da inflação medida pelo IPCA-15 teve alta de 0,54% em outubro. O resultado ficou acima da expectativa do mercado, que esperava uma alta de 0,50%. O índice também superou o valor registrado em setembro, quando subiu 0,13%, e está bem acima da taxa de 0,21% observada em outubro de 2023.


A Vale (VALE3), a BHP e a Samarco assinam, nesta sexta, um acordo multibilionário com autoridades federais e estaduais para a reparação e compensação pelos danos causados pelo rompimento da barragem de rejeitos em Mariana (MG), ocorrido em 2015.


Vale divulgou que seu lucro líquido recuou 15% no terceiro trimestre do ano, passando para US$ 2,4 bilhões.


A Usiminas (USIM5) reportou lucro líquido de R$ 185 milhões, revertendo prejuízo.


Ainda em balanços, a Suzano (SUZB3) registrou lucro líquido de R$ 3,2 bilhões no terceiro trimestre do ano, revertendo o prejuízo de R$ 729 milhões do mesmo período do ano passado.


E a Multiplan (MULT3) divulgou lucro líquido de R$ 279,5 milhões no terceiro trimestre, uma elevação de 6,1%.


Fora dos balanços, a Raízen (RAIZ4) divulgou sua prévia operacional referente ao segundo trimestre da safra 2024/2025, informando que a moagem de cana-de-açúcar alcançou 32,9 milhões de toneladas.


Ibovespa : mercados no exterior


O dia foi de agenda esvaziada no exterior. Os principais índices americanos estão caminhando para terminar a semana com perdas, o que quebraria sequências de vitórias de seis semanas para os três.


Destaque na quinta-feira (24) para a Tesla, cujas ações registraram seu melhor dia em mais de uma década, com os investidores aplaudindo o lucro mais forte do que o esperado da empresa e as expectativas do CEO Elon Musk para o crescimento dos veículos no próximo ano.


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Ailton Braga

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