Donald Trump foi absolvido ontem das acusações citadas no processo de impeachment pelo Senado, mas não contou com o apoio integral dos republicanos. Mitt Romney se tornou o primeiro senador na história dos EUA a votar contra um presidente de seu próprio partido num processo de impeachment. O presidente foi absolvido por 52 a 48 votos da primeira acusação de abuso de poder, quando Romney rompeu com os demais republicanos no Senado. Fonte: Reuters
Sou Economista com dois mestrados, cursos de especialização e em Doutoramento. Meu objetivo é analisar a economia, no Brasil e no Mundo, tentar opinar sobre os principais debates da atualidade e manter sempre, na minha opinião essencial, a independência. Não pretendo me esconder em nenhum grupo teórico específico. Meu objetivo é discorrer sobre varios temas, buscando sempre ser realista.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020
terça-feira, 4 de fevereiro de 2020
Debate entre os economistas
https://economia.estadao.com.br/blogs/coluna-do-broad/economistas-do-plano-real-perdem-quorum-apos-criticas-a-equipe-economica/
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020
Armínio Fraga camaleônico
É ISSO MESMO???
https://economia.uol.com.br/noticias/bbc/2020/02/03/arminio-fraga-minhas-propostas-me-colocam-a-esquerda-esquerda-para-valer-nao-a-que-da-dinheiro-para-rico.htm
Sobre o Brexit
Ótimo post da Helga Hoffmann, também com a ilustração/cartoon, que é sensacional!
"EXCELELENTE ANÁLISE DE Claus Koch QUE COMPARTILHEI PELO MÉTODO 'COPIAR COLAR" (A ilustração dele, sensacional, não veio junto.)
Quanto ao Brexit... (por Claus Koch)
Por coincidência, os primeiros dias de „independência“ do Reino Unido foram um fim de semana, que adiou um pouco o início da caída na realidade. Não faltaram na ilha os apelos de fraternização e união para um povo dividido. Os brexiteers evocaram mais uma vez o futuro dourado da ilha na festa que fizeram em Londres.
Há uma certa simpatia no mercado por uma eventual Singapura às portas da Europa, e claro, a saída enfraquece a UE, o que adversários como Trump, Putin e outros populistas dentro e fora da Europa aplaudem. Muitos evocam o mantra da volta aos tempos áureos do colonialismo.
Tenho minhas dúvidas. Primeiro, há suficiente discórdia dentro do Reino Unido para complicar a política interna.
Segundo, os brexiteers hoje no poder são políticos que até agora brilharam com fake informations e não deram prova de absolutamente nada.
Terceiro, o país tem vastas regiões que sobreviveram às custas da UE, como o País de Gales e o Norte desindustrializado. Se chegou dinheiro lá, ele veio da UE e não de Londres. Há muito que recuperar, e ao mesmo tempo, há uma conta entre 50 a 100 bilhões de Euros ainda a ser paga à UE. E não está claro de onde virá todo o dinheiro necessário para financiar a festa.
Quarto, há um mal- entendido básico na lorota do Brexit: o país não era limitado aos acordos de livre comércio, e sim, participava do maior conglomerado de livre comércio do mundo. Não se trata aqui só do comércio com a UE, mas dos muitos acordos da UE com outros países, como a China, Coréia, Japão, etc. só para citar alguns. E o Commonwealth, supostamente uma das chaves do futuro progresso, já existe há muitos anos.
Quinto, o país, infelizmente, é uma ilha. Dentro das cadeias logísticas do mundo globalizado, isso não é vantagem. Se não houver um acordo com a UE que proporcione condições que permitam continuar trabalhando da mesma forma que até hoje, a indústria dependente de subfornecimentos paulatinamente virá para o continente. Aliás, esse movimento já foi iniciado com várias transferências e fechamento de fábricas.
Sexto, a UE já por motivos políticos não irá assinar qualquer acordo que proporcione todas as vantagens de um membro a um divorciado, justamente para desencorajar outros que eventualmente queiram brincar de exiteers.
Como já expressei em outras oportunidades, vejo o Brexit como experimento de um grupo de políticos privilegiados pela própria descendência, os „Oxbridgers“, que fomentam suas fantasias nostálgicas nas fumarolas de seus charutos e de seus uísques.
E mais uma vez vemos como uma minoria populista toma conta de uma nação, utilizando métodos de influência em massa em prol de uma idéia política.
E como sempre, como dizem no México, lhes vale um cacahuate o que acontece com o povo."
domingo, 2 de fevereiro de 2020
Projeções do FMI
As projeções do FMI terão de incorporar os efeitos do coronavírus nas economias chinesa e global.
O World Economic Forum 2020 passou, mas os assuntos discutidos em Davos seguem em repercutindo! O que o futuro reserva para o crescimento global? Colunista do #AjusteDeContas em Washington, Otaviano Canuto - Center for Macroeconomics and Development analisou no programa!
💰 Confira na íntegra e inscreva-se: https://youtu.be/4tkx3is7Ckg
#MyNews
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