quinta-feira, 1 de junho de 2017

Senado aprova fim do foro privilegiado em 2º turno

plenário do Senado aprovou na tarde desta quarta-feira, por 69 votos a 0, em segundo turno a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 10/2013 que acaba com o foro privilegiado de autoridades em casos de crimes comuns, entre eles roubo, corrupção e lavagem de dinheiro. A medida, agora, segue para a Câmara dos Deputados, onde também deve ser apreciada em dois turnos por se tratar de uma alteração na Constituição.

Conforme a proposta, apenas os presidentes da República, da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal (STF), além do vice-presidente, continuarão com a prerrogativa de foro — sendo julgados, portanto, pelo STF. Todos os demais — ministros, deputados, senadores, governadores, ministros de tribunais superiores, desembargadores, embaixadores, comandantes militares, integrantes de tribunais regionais federais, juízes federais, membros do Ministério Público e dos conselhos de Justiça — estarão submetidos à Justiça comum de primeira grau, caso a medida seja chancelada pela Câmara.
Para conseguir a aprovação da maioria, as lideranças do Senado fizeram um acordo para que o relator do projeto, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), retirasse o trecho que determinava a prisão de parlamentares após a condenação em segunda instância, conforme havia sido decidido pelo STF em novembro do ano passado. Segundo a assessoria de Randolfe, ele discordava da alteração, mas precisou ceder para que a medida passasse. O parlamentar, no entanto, anunciou que vai propor uma outra PEC que trate sobre o tema.

'FOLHA' FAZ 'MEA CULPA' SOBRE ÁUDIO E ATRIBUI À PGR 'INTERPRETAÇÃO' PARA INCRIMINAR TEMER

O jornal FSP publicou importante correção, na noite desta quarta-feira (31), admitindo que errou ao noticiar como fato apenas uma interpretação da Procuradoria Geral da República, segundo a qual o presidente Michel Temer fora gravado pelo empresário Joesley Batista dando aval à "compra do silêncio" do ex-deputado Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara.

"A tese de aval para a compra de silêncio é uma interpretação da Procuradoria Geral da República, usada para pedir a abertura de inquérito contra Temer", afirma a Folha, revelando, afinal, quem esteve por trás da informação que dava como certo o que o áudio não confirma, ou seja, o aval do presidente à "compra do silêncio" do ex-deputado. O jornal não aponta diretamente a PGR como fonte da informação primária, que tentou incriminar o presidente.
É só pensar o prejuízo que esta notícia causou ao País. Os milhões de empregos perdidos, pelo adiamento de vários projetos de investimento. Pensem a respeito. 

terça-feira, 30 de maio de 2017

Investidor aposta em Brasil com ou sem Temer, afirmam CEOs de bancos estrangeiros no país

"O comportamento do mercado mostra que o investidor acredita que a agenda de reformas vai adiante independente do desfecho da crise política", afirmou o presidente-executivo do CREDIT SUÍSSE no Brasil, José Olympio Pereira, durante o Fórum de Investimentos Brasil 2017.

Alan Greenspan

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Endividados junto ao BNDES

A festa com dinheiro público:
Ex-Presidente Maria Silvia Bastos Marques do BNDES divulga lista dos 15 maiores devedores do banco:
1ª) Rede Globo; 
2ª) JBS Friboi;
3ª) Grupo Odebrecht;
4ª) Igreja Universal do Reino de Deus (IURD);
5ª) Governo da Venezuela;
6ª) Rede Record;
7ª) Governo Angola;
8ª) Governo Cuba;
9ª) Governo Uruguai;
10ª) Petrobras;
11ª) Empresa OI Telecomunicações;
12ª) MCJ Pavimentações;
13ª) Banco Bolívia Popular;
14ª) Governo Republica Popular da China;
15ª) Industria Petroquímica do Irã.
Jornal Correio de Brasília.
27/05/2017

A TAL "ZONA DE CONFORTO"

Se for um tucano?

Se um tucano suceder Temer, a Fazenda pode ficar com Armínio Fraga (esq) e Illan Goldfajn (dir) mantido no BC. 

Ailton Braga

  Hoje, 02/02/2026, saiu no Blog do IBRE da FGV, artigo meu em que faço análise da interação entre política fiscal e política monetária, a p...