sexta-feira, 29 de novembro de 2024

Dan Kawa

 🇧🇷 *Dan Kawa-Brasil, Mostra a tua cara!*


Qual o seu "estômago" para aguentar volatilidade alta? Qual a sua propensão a tomar risco, sabendo que o curto-prazo será extremamente desafiador e volátil, mas que poderá ter retornos positivos e elevados (acima do CDI) em prazos mais longos?


Diante dos desafios da economia e dos mercados no Brasil nas últimas semanas, a pergunta acima deve ser a primeira (e talvez a mais importante) que deveríamos nos fazer no momento de construir um portfólio de ativos financeiros.


Carregar boas ações no atual nível de preço e valuation dos mercados no Brasil; comprar papeis IPCA+ com juros reais acima de 7%; alocar em juros prefixados acima de 14%; e etc, costumam ser estratégias vencedoras, leia-se, que entregam retornos substancialmente acima do CDI, historicamente, em prazos mais distendidos (ou prazos mais longos).


Contudo, não podemos esconder (ou esquecer) o fato de que as condições de contorno do Brasil são extremamente desafiadoras; que um CDI rumando a 14% é um ativo "sem volatilidade" e "de baixo risco" (sem entrar no mérito do custo de oportunidade ou do risco de explosão da inflação); e que o curto-prazo pode nos reservar novas rodadas de deterioração da economia e dos mercados locais.


Um portfólio balanceado implica em ter alocações internacionais, em dólares, independente da taxa de câmbio. O tamanho dessa alocação relativa ao seu portfólio total irá depender exatamente dessa propensão de cada um a lidar com desafios em janelas mais curtas de tempo, assim como em seus passivos e objetivos de longo-prazo.


O pior que podemos fazer é não termos um "plano de voo" para nossos investimentos, entrarmos em desespero nos momentos mais agudos e/ou nos animarmos excessivamente em períodos de bonança (com o famoso FOMO).


O meu objetivo aqui não é "jogar para debaixo do tapete" o fato de que estamos em uma situação muito delicada para a economia e os mercados locais. Os eventos dessa semana reforçam a visão de que apenas uma mudança radical de política econômica, que talvez precise de uma mudança de governo, será capaz de reverter a tendência negativa dos ativos brasileiros.


O cenário de curto-prazo (6 a 18 meses) pode sim ser classificado como negativo ou desafiador para o Brasil e os seus ativos.


A minha intensão é lembrar que investir, muitas vezes, tem mais a ver com psicologia, do que com qualidade técnica ou conhecimento financeiro. Por isso, conhecer adequadamente o seu horizonte de investimento, a sua propensão a aguentar volatilidade e a sua necessidade de liquidez, são itens fundamentais para que decisões erradas não sejam tomadas nos piores momentos possíveis.


A maior parte dos investidores bem sucedidos no longo-prazo foram aqueles propensos a ter posições "contrarian", aguentar momentos ruins e investir em meio ao desconforto.


Todavia, precisamos construir adequadamente os nossos portfólios para podermos atravessar esta tormenta e sairmos vivos do outro lado desta tempestade.


https://x.com/DanKawa2/status/1862405571921473846

Pacote fiscal do Haddad

Foi quase um mês de espera. Foram se reunindo, discutindo, divergindo...e adiando a decisão.

Ao fim, saiu um "peteleco", não um potente pacote de medidas fiscais, de contenção de despesas. Ideias de medidas de ajuste estrutural foram apenas isso, "ideias"...Dificilmente, devem ser "preservadas" no Congresso. Esta é a nossa percepção.

Foi constrangedor o anúncio do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que não sabia onde enfiar a cara. Seu discurso, em rede de TV, beirou o ridículo. Parecia propaganda política de governo, destacando seus feitos. E o pior é que era!

Um pouco antes, a pesquisa de avaliação Paraná tinha mostrado o "derretimento" da popularidade do governo do PT. "Algo precisava ser feito." E foi o que foi feito. O anúncio do pacote de contenção fiscal perdeu espaço para uma peça de propaganda política.

No cerne das propostas, o anúncio "politiqueiro" da isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil mensais, em contrapartida a uma taxação de 10% para quem ganha mais de R$ 50 mil (aos chamados "super ricos"). 

Os experts da comunidade de economistas logo irão se apressar em dizer que ambas as medidas se compensam, sendo "neutras". Difícil afirmar isso neste momento. 

Em complemento, tivemos a limitação ao reajuste do salário mínimo à 2,5% mais IPCA, não mais pela média do PIB de dois anos mais inflação, o controle da emissão de emendas parlamentares, um pente fino sobre os beneficios sociais, etc. 

Tudo pensando no "respeitar" das regras do arcabouço fiscal. 

Mexeram-se também com as sinecuras dos "milicos", como a  impossibilidade de colocar o pijama aos 48 a 50 anos, agora definida a idade mínima em 55 anos, e as transferências de pensões para as filhas. 

Mas por que isso não foi feito na reforma da previdência "meia boca" do Paulo Guedes? E por que não mexer também com as várias sinecuras do Legislativo e do Judiciário?

Outras medidas foram aventadas, mas, de boa? Dificilmente, devem passar pelo Congresso.

Enfim, pelas intensas negociações entre as lideranças do governo, os ministros, o PT, dificilmente, deve sair coisa boa no Congresso. Teremos um pacote bem desidratado. A aguardar. 

Matinal Josué Leonel

 *Risco fiscal leva dólar a R$ 6,00 e põe BC em foco: Mercado Hoje*


Por Josue Leonel

(Bloomberg) -- Mercado acompanha participações de Fernando

Haddad e Gabriel Galípolo em evento da Febraban, depois da

frustração com o pacote fiscal que impulsionou o dólar a R$ 6,00

e levou o mercado a apostar em aceleração da alta da Selic, com

precificação da taxa terminal rondando os 15%. Analistas veem

redução de gasto menor que a prevista pelo governo, enquanto

impulso fiscal e câmbio pioram cenário para inflação. Gabriel

Galípolo, que assume o Banco Central em 2025, disse que pode ser

necessário juro mais alto por mais tempo. Nomes de novos

diretores para o BC podem ser divulgados hoje ou na próxima

semana, disse Rui Costa, segundo a Reuters.

Agenda doméstica carregada traz resultado primário, com

expectativa de superávit, e taxa de desemprego, com previsão de

nova queda, além de decisão sobre bandeira de energia. Nos EUA,

mercado retorna do feriado com humor positivo e acompanha vendas

na Black Friday. Futuros das bolsas sobem, enquanto dólar e

yields recuam. Iene se valoriza com inflação em Tóquio. Minério

de ferro avança.

*T

Às 7:23, este era o desempenho dos principais índices:

S&P 500 Futuro +0,3%

STOXX 600 estável

FTSE 100 estável

Nikkei 225 -0,4%

Shanghai SE Comp. +0,9%

MSCI EM -0,1%

Dollar Index -0,2%

Yield 10 anos -5,4bps a 4,2091%

Petróleo WTI -0,5% a US$ 68,38 barril

Futuro do minério em Singapura +1,1% a US$ 104,2

Bitcoin +1,6% a US$ 96628,5

*T

Internacional

Yields e dólar caem na volta de feriado, iene e minério

avançam

* Rendimento dos treasuries cai e futuros das bolsas de Nova

York sobem no retorno do mercado após o feriado de Ação de

Graças nos EUA, enquanto o dólar recua e caminha para a pior

semana desde agosto com estagnação do chamado “Trump trade”

** Índice do posicionamento de compra do dólar subiu para o

nível mais alto em mais de um ano, sugerindo uma retração da

valorização da moeda, que vinha sendo impulsionada por fatores

como as ameaças de tarifas adicionais do presidente eleito

americano

* Iene lidera ganho das principais moedas depois que o CPI de

Tóquio superou estimativa

** Mercados embutem chance de mais de 60% de que o Banco do

Japão aumente juros no mês que vem

* Em dia de agenda esvaziada nos EUA, mercado monitora Black

Friday

* China divulga PMIs às 22:30

* Minério de ferro caminha para segundo ganho semanal depois que

a indústria siderúrgica da China mostrou alguns sinais de

melhora e na expectativa de que Pequim implemente mais estímulos

antes do final do ano

** Estoques totais de minério de ferro nos portos da China

caíram 1,5% na semana

* Petróleo opera de lado enquanto os investidores observam

eventuais novas pistas sobre os planos de produção da Opep+,

após o atraso de uma importante reunião virtual por quatro dias


Para acompanhar

Haddad e Galípolo em meio à forte pressão no mercado;

resultado fiscal

* Pode ser necessário juro mais alto por mais tempo, disse

Galípolo na noite de ontem

** Banco central está preocupado com expectativas de inflação

desancoradas

** Impulso fiscal impactou crescimento este ano e mercado de

trabalho está aquecido

** Inflação é a principal preocupação do BC, que fará o que for

necessário

** BC continuará perseguindo a meta de inflação e tem “total

autonomia”

* Ministros Fernando Haddad e Simone Tebet, e o diretor do BC

Gabriel Galípolo participam de almoço anual da Febraban às 11:30

* Dólar fechou em nova máxima histórica nesta quinta-feira, a R$

6,0110, diante do risco fiscal, em meio a novas declarações de

Lula, de que não é possível que mais pobres paguem IR e que

governo irá aprovar medidas no Congresso no momento certo

** Juros futuros subiram quase 50 pontos na ponta longa; curva

precifica Selic final de quase 15% e chegou a projetar alta de

cerca de 90 pontos na próxima reunião

* Brasília em Off: O tiro no pé de Lula

* JPMorgan passou a projetar duas altas seguidas de 1pp pelo

Copom

** Seria ideal realizar uma antecipação do ajuste monetário,

disse o banco em relatório assinado pela chefe de pesquisa

econômica para América Latina, Cassiana Fernandez

* Itaú vê economia potencial de R$ 53 bi em 2025, 2026 com

medidas

** “O pacote pode ser insuficiente para o cumprimento do limite

de despesas do arcabouço até 2026”

* BC divulga às 8:30 resultado primário do setor público

consolidado de outubro, estimativa de superávit de R$ 40,1 bi

* Às 9:00, IBGE divulga taxa de desemprego nacional de outubro,

estimativa de 6,2%

* Às 15:30, sai o total da dívida federal de outubro

* BC oferta 15.000 contratos de swap cambial para rolagem

* Guillen participa às 9:30 de Reunião Trimestral com

Economistas - Grupo 10

* Aneel anuncia bandeira tarifária para dezembro


Outros destaques

Novos diretores do BC; Costa critica Campos Neto

* Indicações para diretoria do BC devem ser enviadas ao Senado

nesta sexta-feira ou no início da próxima semana, disse o

ministro da Casa Civil, Rui Costa: Reuters

** Presidente indicará sucessor de Galípolo, além de novo

diretor de regulação e novo diretor de relacionamento

* Rui Costa atribui a alta do dólar ao atual presidente do BC,

Roberto Campos Neto, e disse estar em contagem regressiva para

ter um BC: Valor

* Líderes na Câmara e no Senado apontam que destravar o

pagamento das emendas parlamentares é condição para o aval do

parlamento ao pacote: Folha

* Lula participa às 10:00 de cerimônia de assinatura de

contratos de financiamento do BNDES para infraestrutura e

mobilidade urbana de São Paulo


Empresas

Vale, Itaú

* Vale: Conselho aprova distribuir JCP de R$ 0,52/ação

* Itaú aprova JCP de R$ 0,310560 por ação

* Veja mais informações na Agenda do Dia

* Veja aqui desempenho do Mercado na véspera



Para entrar em contato com o repórter:

Josue Leonel em Sao Paulo, jleonel@bloomberg.net

Para entrar em contato com os editores responsáveis:

Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.net

Fernando Travaglini

Call Matinal ConfianceTec 2911

 CALL MATINAL CONFIANCE TEC

29/11/2024 

Julio Hegedus Netto,  economista


MERCADOS EM GERAL


FECHAMENTO DE QUINTA-FEIRA (28)

MERCADO BRASILEIRO


O Ibovespa encerrou o pregão na quinta-feira (28) em forte queda de 2,46%, a 124.531 pontos. É perceptível a frustração do mercado com o pacote.

Já o dólar encerrou o dia de ontem em forte alta de 0,91%, já rompendo os R$ 6. Foi a R$ 6,01. 


MERCADOS HOJE (2911):


EUA🇺🇸:

Dow Jones Futuro, +0,30%

S&P 500 Futuro, +0,26%

Nasdaq Futuro, +0,39%


Ásia-Pacífico:

Shanghai SE (China🇨🇳), +0,93%

Nikkei (Japão🇯🇵), -0,37%

Hang Seng Index (Hong Kong), +0,29%

Kospi (Coreia do Sul🇰🇷), -1,95%

ASX 200 (Austrália🇦🇺), -0,10%

Europa: 🇪🇺

FTSE 100 (Reino Unido🇬🇧), -0,02%

DAX (Alemanha🇩🇪), -0,03%

CAC 40 (França🇫🇷), +0,03%

FTSE MIB (Itália🇮🇹), -0,14%

STOXX 600, +0,02%


Commodities:

Petróleo WTI, +0,09%, a US$ 68,78 o barril

Petróleo Brent, -0,37%, a US$ 73,01 o barril

Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +1,14%, a 797,50 iuanes (US$ 110,26)



NO DIA 2911


Fechando a semana num ambiente cercado de incertezas e frustrações. 


Certo que o anúncio do pacote acabou como um "banho de água fria". Certo também que não seria diferente para um governo vocacionado para o "ativismo fiscal".


Mas por que demoraram tanto para anunciar um pacote que mais pareceu um panfleto de campanha?


No fim, o pacote fiscal decepcionou muito mais pela divulgação de medidas "mais políticas" do que técnicas, efetivas de corte de gastos. 


E poucos acreditam numa votação tranquila no Congresso. 


Em NY, os mercados operam em horários reduzidos nesta Black Friday, as bolsas fechando às 15h e os Treasuries, às 16h. A agenda internacional prevê o resultado do PIB de alguns países da Europa e a inflação na zona do euro.


Vamos monitorando. 


AGENDA DO DIA 2911:


EUA: Mercados operam com horário reduzido, após feriado de Ação de Graças; bolsas fecham às 15h e Treasuries às 16h.


Indicadores:

04h00. Alemanha/Destatis: vendas no varejo de outubro

04h00. Turquia/Turkstat: PIB do 3TRI

04h45. França/Insee: PIB do 3TRI

07h00. Zona do euro/Eurostat: CPI e Núcleo do CPI preliminares de novembro

08h30 – Brasil/BCB: Primário do setor público consolidado em outubro

09h00. Brasil/IBGE/Pnad: Taxa de desemprego no trimestre até outubro

10h15. Brasil/FGV: IIE-Br de novembro 

10h30. Canadá/Statcan: PIB do 3TRI

15h30. Brasil/Tesouro: Relatório Mensal da Dívida Pública 

22h30. China/NBS: PMI industrial e PMI de serviços de novembro

Aneel divulga a bandeira tarifária de dezembro.


Eventos:

11h30. Haddad, Tebet, Galípolo, Guillen e outros diretores do BCB participam de almoço da Febraban.

14h30. Brasil: BCB concede coletiva sobre estatísticas fiscais de outubro

16h00. Brasil/Tesouro: Coletiva sobre Relatório Mensal da Dívida Pública.

     

Julio Hegedus Netto, economista da ConfianceTec 

 

Boa sexta-feira e bons negócios!


PS. Em breve, um novo Call Matinal.

MZ Matinal 2911

 🌎🇧🇷🇺🇸 Dia tem taxa de desemprego e nota fiscal do BC; zona do euro divulga CPI


Os mercados em NY operam em horários reduzidos nesta Black Friday, com as bolsas fechando às 15h e os Treasuries, às 16h. A agenda internacional prevê o resultado do PIB de alguns países da Europa e a inflação na zona do euro. Aqui, é difícil arriscar uma projeção para o dia, após a violenta reação dos investidores ao pacote de contenção dos gastos públicos. O que era para ser um choque positivo das expectativas, acabou adicionando mais incertezas e piorando a percepção de risco fiscal. A entrevista de Haddad e de técnicos da Fazenda não conseguiu acalmar a turbulência dos negócios. Economistas contestam a economia de R$ 70 bilhões anunciada e apresentam cálculos de um impacto bem menor e insuficiente. Além disso, há dúvidas sobre as chances de as medidas passarem no Congresso. (Rosa Riscala)


👉🏼Confira a agenda do dia


▪️ EUA: Mercados operam com horário reduzido, após feriado de Ação de Graças; bolsas fecham às 15h e Treasuries às 16h


Indicadores

▪️04h00 – Alemanha/Destatis: vendas no varejo de outubro

▪️04h00 – Turquia/Turkstat: PIB do 3TRI

▪️04h45 – França/Insee: PIB do 3TRI

▪️07h00 – Zona do euro/Eurostat: CPI e Núcleo do CPI preliminares de novembro

▪️08h30 – Brasil/BC: Primário do setor público consolidado em outubro

▪️09h00 – Brasil/IBGE/Pnad: Taxa de desemprego no trimestre até outubro

▪️10h15 – Brasil/FGV: IIE-Br de novembro 

▪️10h30 – Canadá/Statcan: PIB do 3TRI

▪️15h30 – Brasil/Tesouro: Relatório Mensal da Dívida Pública 

▪️22h30 – China/NBS: PMI industrial e PMI de serviços de novembro

▪️Aneel divulga a bandeira tarifária de dezembro


Eventos

▪️11h30 – Haddad, Tebet, Galípolo, Guillen e outros diretores do BC participam de almoço da Febraban

▪️14h30 – Brasil: BC concede coletiva sobre estatísticas fiscais de outubro

▪️16h00 – Brasil/Tesouro: Coletiva sobre Relatório Mensal da Dívida Pública


🔎 Veja os principais indicadores às 5h40 (horário de Brasília):


🌏 EUA

* Dow Jones Futuro: +0,30%

* S&P 500 Futuro: +0,26%

* Nasdaq Futuro: +0,39%

🌏 Ásia-Pacífico

* Shanghai SE (China), +0,93%

* Nikkei (Japão): -0,37%

* Hang Seng Index (Hong Kong): +0,29%

* Kospi (Coreia do Sul): -1,95%

* ASX 200 (Austrália): -0,10%

🌍 Europa

* FTSE 100 (Reino Unido): -0,02%

* DAX (Alemanha): -0,03%

* CAC 40 (França): +0,03%

* FTSE MIB (Itália): -0,14%

* STOXX 600: +0,02%

🌍 Commodities

* Petróleo WTI, +0,09%, a US$ 68,78 o barril

* Petróleo Brent, -0,37%, a US$ 73,01 o barril

* Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +1,14%, a 797,50 iuanes (US$ 110,26)

🪙 Criptos

* Bitcoin, +1,14%, a US$ 95.930,85


🗞 Jornal do Investidor 

📚 MZ Investimentos

                    

🗞 O seu CANAL DE NOTÍCIAS 

Estamos no WhatsApp, Telegram, Twitter e agora Threads 

Inscreva-se em nossos canais pelo site abaixo 👇🏻👇🏻👇🏻 Clique Aqui


🟠 https://linktr.ee/jornaldoinvestidor

Notícias MZ

 📰 Últimas notícias ⏰


🛒 Carrefour [#CRFB3] tenta recorrer de multa milionária por crime ambiental em Santos (Folha de S.Paulo)


 🇧🇷 Lula indicará novos diretores do BC na sexta-feira ou início da próxima semana, diz Costa (Investing)


💲 Galípolo: Por desemprego baixo e economia ir bem é que BC acha que precisa subir juros (Investing)


💰 JPMorgan revisa Selic terminal para 14,25% e estima alta de 1pp no juro em dezembro, após decepção com pacote fiscal (Broadcast)


🗞 Jornal do Investidor 

📚 MZ Investimentos

                    

🗞 O seu CANAL DE NOTÍCIAS 

Estamos no WhatsApp, Telegram, Twitter e agora Threads 

Inscreva-se em nossos canais pelo site abaixo 👇🏻👇🏻👇🏻 Clique Aqui


🟠 https://linktr.ee/jornaldoinvestidor

Bankinter Portugal Matinal 2911

 Análise Bankinter Portugal


SESSÃO: Fecho de uma semana a meio gás marcada pelo feriado americano e escassas referências macro. O saldo semanal volta-nos a mostrar a dissociação entre as bolsas americanas (+0,5%) e as europeias (-0,6%). 

 

Ontem, Europa, sozinha (EUA fechados devido à Ação de Graças) subiu cerca de +0,5% com a tecnologia a liderar a sessão. Principalmente ASML (+2,4%) e os restantes semicondutores depois de Bloomberg publicar que as restrições dos EUA sobre a venda de chips à China poderão ser mais suaves do que o inicialmente esperado. A macro teve um impacto limitado: (i) o IPC da Alemanha subiu uma décima a menos do que o esperado (+2,2% desde +2,0%) e (ii) Villeroy (BCE) mostrou um tom dovish, afirmando que não descarta ver as taxas de juros abaixo do nível neutral. Consequentemente, as rentabilidades das obrigações cederam (Bund -3 p.b.; Espanha -5 p.b.) e o euro depreciou-se ligeiramente face ao dólar.  

 

Hoje voltaremos a ter uma sessão com baixa atividade. Nova Iorque reabre, mas só a meia sessão e com a atenção nos primeiros dados de vendas de uma campanha de Natal para a qual se esperam crescimentos de +2,5%/+3,5%, segundo National Retail Federation. A única referência importante será a inflação europeia (10h; +2,3% esp. desde +2,0% ant.). Aumentará pelo efeito base de uns preços de energia altos em 2023, mas poderá ser menor do que o esperado, já que ontem o IPC alemão, utilizado para o cálculo europeu, estancou-se em +2,4% (vs +2,6% esperado). Com o mercado já fechado, teremos a revisão do rating de França (S&P: AA-; estável), a qual poderá ter uma tendência negativa dada a instabilidade do país. 

 

Em suma, o padrão que temos visto nas últimas semanas voltará a complicar-se. Estimamos uma sessão fraca na Europa, pelo menos até se conhecer os dados da inflação, e positiva nos EUA, com vontade de subir após o feriado e quedas de quarta-feira. 

 

S&P500, Nq-100, SOX: cerrado. ES-50 +0,5% IBEX +0,3% VIX 13,9% Bund 2,12% T-Note 4,21% Spread 2A-10A USA=2pb B10A: ESP 2,84% PT 2,60% FRA 2,94% ITA 3,34% Euribor 12m 2,46% (fut.12m 2,00%) USD 1,055 JPY 158,6 Ouro 2.661$ Brent 73,31$ WTI 69,04$ Bitcoin +1,3% (96.321$) Ether -0,3% (3.561$) 

 

FIM

Anderson Nunes

 *GASTOS PÚBLICOS EM ALTA – MC 03/02/26* Por Anderson Nunes – Analista Político 🇧🇷 O governo federal encerra 2025 com gastos recordes em f...