quinta-feira, 28 de novembro de 2024

Call Matinal ConfianceTec 2811

 CALL MATINAL CONFIANCE TEC

28/11/2024 

Julio Hegedus Netto,  economista


MERCADOS EM GERAL


FECHAMENTO DE QUARTA-FEIRA (27)

MERCADO BRASILEIRO


O Ibovespa encerrou o pregão na quarta-feira (27) em forte queda de 1,73%, a 127.669 pontos. Na segunda, os investidores estrangeiros retiraram R$ 1,047 bilhão da B3. Em novembro, a retirada foi de R$ 1,795 Bi. No ano, seguiu negativa em R$ 32,556 bilhões.

Já o dólar encerrou o dia de ontem em forte alta de 1,80%, a R$ 5,912. 


MERCADOS HOJE (05h40)


Os índices futuros de Nova York operam em alta, mas os mercados à vista de ações e títulos dos EUA estão fechados nesta quinta-feira (28), devido ao feriado do Ação de Graças. Isso deve reduzir a liquidez dos negócios. No Brasil, o mercado deve repercutir pacote.


EUA 🇺🇸

Dow Jones Futuro, +0,07%

S&P 500 Futuro, +0,11%

Nasdaq Futuro, +0,21%


Ásia-Pacífico:

Shanghai SE (China🇨🇳), -0,43%

Nikkei (Japão🇯🇵), +0,56%

Hang Seng Index (Hong Kong), -1,20%

Kospi (Coreia do Sul🇰🇷), +0,06%

ASX 200 (Austrália🇦🇺), +0,45%


Europa:

FTSE 100 (Reino Unido🇬🇧), +0,19%

DAX (Alemanha🇩🇪), +0,58%

CAC 40 (França🇫🇷), +0,52%

FTSE MIB (Itália🇮🇹), +0,32%

STOXX 600🇪🇺, +0,49%


Commodities:

Petróleo WTI, -0,39%, a US$ 68,45 o barril

Petróleo Brent, -0,36%, a US$ 72,57 o barril

Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, 0,00% (estável), a 786,5 iuanes (US$ 108,46).



NO DIA (2811):


O feriado de Ação de Graças nos EUA fecha os mercados hoje em NY, impondo liquidez reduzida.


No Brasil, os investidores finalmente conhecerão, em detalhes, o pacote fiscal. Uma entrevista coletiva está marcada para as 8h, seguida de explicações da equipe econômica.


No pronunciamento de ontem do ministro Haddad, em destaque a isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil mensais. Achamos, no entanto, que este pacote fiscal foi muito mais político do que técnico e efetivo. Não deve chegar nem próximo dos R$ 70 bilhões de ajuste. Apesar de bem direcionadas, as medidas não garantem um superávit primário adequado para as metas fiscais.


AGENDA DO DIA (2811):

Indicadores:

07h00. Alemanha/Destatis: CPI de novembro

07h00. Zona do euro: Índice de confiança do consumidor em novembro (final)

08h00. Brasil/FGV: IGP-M de novembro 

08h00. Brasil/FGV: Confiança do Comércio e dos Serviços

08h30. Brasil/BC: Nota de crédito de outubro

09h00.  Brasil/IBGE: IPP de outubro


Eventos:

08h00. Brasil: Fazenda, Planejamento e Casa Civil dão coletiva sobre corte de gastos

18h45. Brasil: Diretor do BC Gabriel Galípolo fala em evento do Esfera Brasil

     

Julio Hegedus Netto, economista da ConfianceTec 

 

Boa quinta-feira e bons negócios!


PS. Em breve, um novo Call Matinal.

JP Morgan

 JPMorgan rebaixa recomendação para ações do Brasil e diz que País vive “eterno dia da marmota”


O JPMorgan elevou a recomendação no mercado acionário mexicano para “overweight” (acima da média de mercado) e rebaixou a alocação no Brasil de “overweight” para neutra, mesmo em um cenário em que os valuations de ações brasileiras e mexicanas estejam atrativos. De acordo com o Valor, a avaliação do banco é de que há um eterno “dia da marmota” no Brasil, expressão utilizada para descrever a sensação de se viver a mesma situação várias vezes. Em relatório, a equipe de analistas do JPMorgan reforçou as preocupações com a política fiscal no País e disse que é bastante “ambicioso esperar mudanças estruturais que permitam a estabilização da dívida pública no Brasil em um futuro previsível”. Segundo a equipe, a alteração feita nas recomendações para ações brasileiras e mexicanas se baseia em três pontos: o cenário global que tende a favorecer o México; o descompasso nos ciclos monetários, com o Brasil elevando as taxas de juros e o México afrouxando; e a avaliação de que o novo governo mexicano ainda não mostrou a que veio.

Veja a matéria completa no site do Valor 🔑: https://tinyurl.com/yeyszr4a

Bankinter Portugal Matinal 2811

 Análise Bankinter Portugal


SESSÃO: Ontem tivemos uma sessão de cortes gerais nas bolsas antes das sessões festivas nos EUA dos próximos dias. Na renda fixa, vivemos queda de rentabilidades, que foram mais evidentes nos EUA; T-Note -4 p.b. até 4,26%. Estes movimentos ocorrem após o forte aumento da yield do T-Note desde meados de setembro (superior a +60 p.b.).  

 

Na frente macro, não houve surpresas nos dados americanos, que confirmaram o crescimento sólido do PIB no 3T +2,8% t/t anualizado e um aumento do Deflator do PCE até +2,3% a/a e +2,8% na Taxa Subjacente. Além disso, esta madrugada, Coreia do Sul baixou taxas de juros para 3% (-25 p.b.), segunda descida do ano, perante o corte de expetativas de crescimento devido à debilidade das exportações. 

 

Enfrentamos um final de semana que deveria ser baixo em volumes perante a falta de referências do mercado americano, que permanece fechado hoje (Ação de Graças) e amanhã (Black Friday). Europa focará a sua atenção na evolução da inflação, com dados preliminares de novembro em países como Espanha (08:00h) e Alemanha (13:00h). Estes resultados serão o prelúdio do IPC da UE amanhã: +2,3% esp. (vs. +2,0% ant.) e Subjacente +2,8% esp. (vs. +2,7% ant). 

 

Em suma, hoje esperamos uma sessão de ligeiros retrocessos após o aumento do PCE ontem, nos EUA, os IPCs europeus hoje e a incerteza sobre os processos de aprovação orçamental na Europa, especialmente em França. 

 

S&P500 -0,4%. Nq-100 -0,9% SOX -1,0% ES-50 -1,5% IBEX -0,3% VIX 14,1% Bund 2,17% T-Note 4,26% Spread 2A-10A USA=+3pb B10A: ESP 2,90% PT 2,66% FRA 3,02% ITA 3,40% Euribor 12m 2,39% (fut.12m 2,076%) USD 1,054 JPY 159,9 Ouro 2.638$ Brent 72,9$ WTI 68,7$ Bitcoin -0,7% (95.736$) Ether -1,0% (3.603$). 

 

FIM

Seis medidas de autocontenção

 https://www.estadao.com.br/opiniao/luiz-felipe-davila/seis-medidas-de-autocontencao/


*Seis medidas de autocontenção*


_Existem vários projetos tramitando no Congresso para frear o ativismo judicial, mas a melhor solução seria a autocontenção do próprio Supremo_


A degeneração da democracia no Brasil é fruto de dois fenômenos: a sequência desastrosa de governos populistas e o crescente ativismo judicial do Supremo Tribunal Federal (STF). O primeiro se resolve com o voto consciente e com os partidos políticos fazendo uma seleção mais criteriosa dos seus candidatos. O segundo, com a adoção de freios e contrapesos para restabelecer o equilíbrio entre os Poderes e conter o ativismo judicial – a ânsia de juízes do STF de legislar e implementar políticas públicas; duas atividades que competem exclusivamente aos Poderes Legislativo e Executivo.


Existem vários projetos tramitando no Congresso para frear o ativismo judicial, mas a melhor solução seria a autocontenção do próprio Supremo. Há pelo menos seis medidas imprescindíveis para restabelecer a credibilidade do STF.


1) Encerrar imediatamente inquéritos por tempo indeterminado e sigilosos e decisões arbitrárias que desrespeitam os fundamentos do direito à ampla defesa e o respeito ao devido processo legal. É inconcebível um STF que censura a liberdade de expressão; determina prisão de cidadãos sem o devido processo legal e ampla defesa; e desrespeita o direito pleno de parlamentares de usar a tribuna da Câmara para denunciar abuso de poder de membros do magistrado. Tais medidas não colaboram para “salvar a democracia”; ao contrário, contribuem para a degeneração da democracia e a corrosão da credibilidade das leis e da Constituição.


2) Combater a impunidade e a corrupção. O plenário do STF precisa urgentemente corrigir as decisões monocráticas descabidas e imorais de juízes que invalidaram o trabalho cuidadoso do Poder Judiciário que condenou empresas corruptas e corruptores confessos de participaram do maior escândalo de corrupção da história do País. Se as decisões monocráticas de Dias Toffoli e Gilmar Mendes não forem revertidas no plenário, podemos encomendar o sepultamento do Estado Democrático de Direito e proclamar a república da impunidade.


3) Fim de decisões monocráticas. O STF, como guardião da Constituição, deve se manifestar como colegiado. Não pode haver um mecanismo arbitrário que permite ao entendimento de um único juiz se sobrepor à decisão do Congresso Nacional e do Poder Executivo. A decisões monocráticas geram insegurança jurídica, como foi o caso do entendimento do ministro Ricardo Lewandowski sobre a Lei das Estatais. A decisão monocrática permitiu o aparelhamento político das estatais até o plenário do STF reverter a decisão. Mas o estrago já havia sido feito e pode-se debitar à decisão de Lewandowski o desarranjo da governança nas estatais que contribuiu para o gigantesco rombo financeiro das empresas públicas em 2024.


4) Saber dizer “não”. O STF não precisa se manifestar sobre todos os casos que chegam ao Supremo. Aliás, deveria criar critérios objetivos para selecionar apenas os casos que necessitam de melhor compreensão sobre o cumprimento dos preceitos constitucionais. O restante é respeitar as decisões soberanas do Congresso Nacional, do governo e das instâncias inferiores do Poder Judiciário. Ao arquivar a maioria das ações, o Supremo daria um bom exemplo para desestimular partidos nanicos que provocam a Corte com um número exagerado de ações diretas de inconstitucionalidade (Adin), cujo único intuito é buscar reverter suas derrotas no Congresso Nacional.


5) Voto de silêncio: ministro digno do STF deve se manifestar apenas nos autos. Não participa de convescote empresarial, entrevista na mídia e jantares animados com pessoas que têm interesse em causas que estão em discussão no STF. O silêncio dos ministros e a ausência de sua participação em eventos corporativos e midiáticos colaborariam para diminuir a tensão entre os Poderes, dirimir impressões de parcialidade nas decisões do tribunal e cicatrizar feridas reputacionais que abalaram a credibilidade do STF no seio da sociedade. Ao aderir ao voto de silêncio, o Supremo poderia prestar um favor à Nação e fechar a TV Justiça. Nenhuma Suprema Corte do mundo tem sessão transmitida ao vivo. A discrição é um atributo importante de uma corte constitucional.


6) Dar exemplo e acabar com privilégios. É inaceitável que os guardiães da lei são os primeiros a violar a própria Constituição ao receber salários e benefícios que ultrapassam o teto constitucional. A fonte de recursos para financiar esses privilégios é uma só: o Orçamento da Nação. O pior é que os magistrados acham “normal” gozar de tais privilégios quando são moralmente repugnantes e eticamente injustificáveis. Assim como é inadmissível que parentes de juízes do STF sejam sócios de escritórios de advocacia que defendem clientes no Supremo.


Não há democracia plena, liberdade individual, respeito à propriedade privada e Estado Democrático de Direito sem a existência de um Poder Judiciário forte e independente. É urgente frear o ativismo judicial e adotar medidas de autocontenção para resgatar a confiança e a reputação do Poder Judiciário e sepultar a impressão de um STF parcial, arbitrário e imoral."

quarta-feira, 27 de novembro de 2024

Fernando Haddad

 🇧🇷 Pronunciamento do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em 27/11/24

 

Queridos brasileiros, queridas brasileiras, boa noite! 

Nos últimos meses, trabalhamos intensamente para elaborar um conjunto de propostas que 

reafirmam nosso compromisso com um Brasil mais justo e eficiente. Este não é um esforço 

isolado do governo do presidente Lula, mas uma construção conjunta, que busca garantir 

avanços econômicos e sociais duradouros. 

Hoje, temos sinais claros de que estamos no caminho certo. O Brasil não apenas recuperou 

o tempo e o espaço perdidos, mas voltou a ocupar seu lugar de destaque no mundo, entre 

as dez maiores economias. Agora, crescemos de forma consistente, com um PIB superior a 

3% ao ano. O desemprego, que castigava nossa gente no período anterior, colocando 

milhões de famílias abaixo da linha de pobreza, hoje está entre os mais baixos da nossa 

história. 

Mais famílias estão voltando a ter renda e trabalho dignos. Garantimos reajustes reais para 

o salário mínimo e aumentamos a faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha 

até dois salários. Programas como o Minha Casa, Minha Vida e Farmácia Popular ganharam 

um novo impulso. E novos programas como o Pé-de-Meia, o Desenrola e o Acredita 

chegaram para combater a evasão escolar, ajudar as pessoas a recuperarem o crédito e 

apoiar quem quer empreender. 

O combate a privilégios e sonegação nos permitiu melhorar as contas públicas. Se no 

passado recente, a falta de justiça tributária manteve privilégios para os mais ricos, sem 

avanços na redistribuição de renda, agora arrecadamos de forma mais justa e eficiente. 

Cumprimos a lei e corrigimos distorções. Foi assim com a tributação de fundos em paraísos 

fiscais e fundos exclusivos dos super-ricos. 

Mas sabemos que persistem grandes desafios. Diante do cenário externo, com conflitos 

armados e guerras comerciais, precisamos cuidar ainda mais da nossa casa. É por isso que 

estamos adotando as medidas necessárias para proteger a nossa economia. Com isso, 

garantiremos estabilidade e eficiência e asseguraremos que os avanços conquistados sejam 

protegidos e ampliados. 

Já devolvemos ao trabalhador e à trabalhadora o ganho real no salário mínimo. Esse direito, 

esquecido pelo governo anterior, retornou com o presidente Lula. E com as novas regras 

propostas, o salário mínimo continuará subindo acima da inflação, de forma sustentável e 

dentro da nova regra fiscal. 

Para garantir que as políticas públicas cheguem a quem realmente necessita, vamos 

aperfeiçoar os mecanismos de controle, que foram desmontados no período anterior. 

Fraudes e distorções atrasam o atendimento a quem mais precisa. Para as aposentadorias 

militares, nós vamos promover mais igualdade, com a instituição de uma idade mínima para 

a reserva e a limitação de transferência de pensões, além de outros ajustes. São mudanças 

justas e necessárias.


Para atender às famílias que mais precisam, o abono salarial será assegurado a quem 

ganha até R$ 2.640. Esse valor será corrigido pela inflação nos próximos anos e se tornará 

permanente quando corresponder a um salário mínimo e meio. As medidas também 

combatem privilégios incompatíveis com o princípio da igualdade. Vamos corrigir excessos e 

garantir que todos os agentes públicos estejam sujeitos ao teto constitucional. 

Juntos com o Supremo Tribunal Federal e o Congresso Nacional, aprimoramos as regras do orçamento. O montante global das emendas parlamentares crescerá abaixo do limite das regras fiscais. Além disso, 50% das emendas das comissões do Congresso passarão a ir obrigatoriamente para a saúde pública, reforçando o SUS. 

Essas medidas que mencionei vão gerar uma economia de R$ 70 bilhões nos próximos dois anos e consolidam o compromisso deste governo com a sustentabilidade fiscal do país.

 Para garantir os resultados que esperamos, em caso de déficit primário, ficará proibida a criação, ampliação ou prorrogação de benefícios tributários. 

Combater a inflação, reduzir o custo da dívida pública e ter juros mais baixos é parte central de nosso olhar humanista sobre a economia. O Brasil de hoje não é mais o Brasil que fechava os olhos para as desigualdades e para as dificuldades da nossa gente. Quem 

ganha mais deve contribuir mais, permitindo que possamos investir em áreas que  transformam a vida das pessoas. 

Reafirmamos, portanto, nosso compromisso com as famílias brasileiras: proteger o 

emprego, aumentar o poder de compra e assegurar o crescimento sustentável da economia. 

Exatamente por isso, anunciamos, hoje, também a maior reforma da renda de nossa 

história. Honrando os compromissos assumidos pelo presidente Lula, com a aprovação da 

reforma da renda, uma parte importante da classe média, que ganha até R$ 5 mil por mês, 

não pagará mais Imposto de Renda. 

É o Brasil justo, com menos imposto e mais dinheiro no bolso para investir no seu pequeno 

negócio, impulsionar o comércio no seu bairro e ajudar a sua cidade a crescer. A nova 

medida não trará impacto fiscal, ou seja, não aumentará os gastos do governo. Porque 

quem tem renda superior a R$ 50 mil por mês pagará um pouco mais. Tudo sem excessos e 

respeitando padrões internacionais consagrados. 

Você sabe: essa medida, combinada à histórica Reforma Tributária, fará com que grande 

parte do povo brasileiro não pague nem Imposto de Renda e nem imposto sobre produtos 

da cesta básica, inclusive a carne. Corrigindo grande parte da inaceitável injustiça tributária, 

que aprofundava a desigualdade social em nosso país. 

Queridos brasileiros e brasileiras, as decisões que tomamos, a partir de hoje, exigem 

coragem, mas sabemos que são as escolhas certas porque garantirão um Brasil mais forte, 

mais justo e equilibrado amanhã. Tenham fé de que seguiremos construindo um país onde 

todos possam prosperar pela força de seu empenho e trabalho. Saibam que o governo do 

presidente Lula é parceiro de cada família brasileira nessa caminhada. 

Com um governo eficiente, estamos construindo um Brasil mais forte e mais justo. Muito 

obrigado e boa noite.

Fernando Schüler

 "O que o País precisa é um corte estrutural do gasto, e distribuído entre os poderes. Fim de privilégios, teto para o funcionalismo, reformas na previdência e administrativa, revisão de incentivos,  vinculações constitucionais, orgãos inúteis, cargos comissionados. Do contrário.."


https://x.com/fernandoschuler/status/1861778595166691475

JP Morgan

 https://valor.globo.com/financas/noticia/2024/11/27/jp-morgan-diz-que-brasil-vive-eterno-dia-da-marmota-e-rebaixa-recomendacao-para-acoes-do-pais.ghtml?s=08

Anderson Nunes

 *GASTOS PÚBLICOS EM ALTA – MC 03/02/26* Por Anderson Nunes – Analista Político 🇧🇷 O governo federal encerra 2025 com gastos recordes em f...