segunda-feira, 30 de dezembro de 2024

Call Matinal ConfianceTec 3012

 CALL MATINAL CONFIANCE TEC

30/12/2024 

Julio Hegedus Netto, economista

 

MERCADOS EM GERAL


FECHAMENTO DE SEXTA-FEIRA (27)

MERCADO BRASILEIRO


O Ibovespa, na sexta-feira (27), fechou em queda de 0,67%, a 120.269 pontos. Em dezembro queda é  de 4,35%, no ano, 10,3%. No dia 26 os investidores estrangeiros ingressam com R$ 71,04 milhões; em dezembro, houve entrada de R$ 2,202 bilhões. No ano, fluxo seguiu negativo em R$ 31,61 bilhões.


Já o dólar à vista acomodou, em alta de 0,22%, a R$ 6,1931.


PRINCIPAIS MERCADOS, 07h00


EUA🇺🇸:

Dow Jones Futuro, -0,21%

S&P 500 Futuro, -0,24%

Nasdaq Futuro, -0,22%


Ásia-Pacífico:

Shanghai SE (China🇹🇷), +0,21%

Nikkei (Japão🇯🇵), -0,96%

Hang Seng Index (Hong Kong), -0,24%

Kospi (Coreia do Sul🇰🇷), -0,22%

ASX 200 (Austrália🇦🇺), -0,32%


Europa:

FTSE 100 (Reino Unido🇬🇧), -0,26%

DAX (Alemanha🇩🇪), -0,21%

CAC 40 (França🇫🇷), -0,02%

FTSE MIB (Itália🇮🇹), +0,2%

STOXX 600🇪🇺, -0,26%


Commodities:

Petróleo WTI, -0,04%, a US$ 70,58 o barril

Petróleo Brent, -0,03%, a US$ 74,15 o barril

Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +0,98%, a 775.500 iuanes (US$ 106,24)


NO DIA, 3012


Último pregão de um ano para esquecer. Perda do Ibovespa chega a 10,3%, e a contribuir o total caos institucional e de governança deste país. 


Nesta semana, menor pela virada para 2025, dados da indústria são destaque da agenda internacional, na China, nos EUA e na Europa. Por aqui, o BCB divulgará hoje o resultado consolidado das contas do setor público em novembro. Foco do mercado, no entanto, continua concentrado na crise das emendas. Neste domingo, o ministro Flávio Dino (STF) liberou parcialmente as verbas, mas atacou a “balbúrdia” no Orçamento. 


Vamos monitorando.


AGENDA, 30/12


Indicadores:

08h25. Brasil/BC: Boletim Focus

08h30. Brasil/BC: Primário do setor público consolidado - nov

11h45. EUA/ISM Chicago: PMI de dezembro

12h00. EUA/NAR: Vendas pendentes de imóveis

15h00. Brasil/Mdic: Balança comercial semanal

22h30. China/NBS: PMI Composto  dezembro                                             

Julio Hegedus Netto, economistah da ConfianceTec 

 

Boa segunda-feira, bons negócios, boas Festas e feliz 2025!🥳👏🎄

Gabriel Galípolo no BCB

 Coluna do Estadão: PT quer mais intervenção do BC no câmbio e que Galípolo 'fale bem' do governo


Por Roseann Kennedy e Iander Porcella, do Estadão


Brasília, 29/12/2024 - O PT tem duas expectativas principais sobre a chegada de Gabriel Galípolo ao comando do Banco Central, e nenhuma delas tem a ver com redução da taxa de juros "na marra", de acordo com o futuro líder do partido na Câmara, Lindbergh Farias. Em conversa com a Coluna do Estadão, o deputado defendeu que a principal tarefa do substituto de Roberto Campos Neto no início do ano será conter o câmbio com mais intervenções da autoridade monetária. Em paralelo, o petista espera que Galípolo "fale bem" do governo e aposta que essa retórica positiva acalmará os agentes de mercado e ajudará na redução dos juros.


"Não vamos interferir em nada. Galípolo já sabe o que tem que fazer. Ele sabe que a questão central agora é conter o câmbio", afirmou Lindbergh. "A intervenção do BC no câmbio não é artificial. O que é artificial é o cenário que temos hoje no mercado", emendou.


A alta do dólar, que impacta no preço dos alimentos, é considerada pelo PT como um dos principais fatores que travam um eventual crescimento da popularidade de Lula e, consequentemente, sua chance de reeleição em 2026.


Governistas reclamam que o Banco Central demorou para iniciar o processo de intervenção no câmbio neste fim de ano, após o dólar escalar para mais de R$ 6 nas últimas semanas, e dizem que no governo Bolsonaro essas medidas eram mais frequentes. Entretanto, mesmo após Banco Central injetar um volume recorde de dólares no mercado neste mês de dezembro para tentar conter a alta da moeda americana, o recuo não foi significativo.


A desconfiança dos agentes financeiros com o governo é atribuída à percepção de que não há compromisso verdadeiro com a responsabilidade fiscal. O pacote de corte de gastos de Haddad foi considerado insuficiente para estabilizar as contas públicas e frear a trajetória de crescimento da dívida do País.


Os integrantes do PT, entretanto, avaliam que boa parte da má impressão do mercado sobre a gestão Lula vem de um discurso desfavorável ao governo por parte de Campos Neto, que foi indicado para a presidência do BC pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Por isso, petistas interpretam que Galípolo conseguirá melhorar o ambiente econômico. "A expectativa é a melhor possível", concluiu o líder.


Broadcast+

Zema, ao menos um governador realista

 Leia os principais trechos da entrevista de Zema sobre privatização e dívida do estado


Por Pedro Augusto Figueiredo, do Estadão


O governo de Minas protocolou em novembro os projetos de privatização da Cemig e da Copasa, sendo que o projeto da Codemig está na Assembleia desde 2019. O Propag permite a federalização dessas estatais, entregando-as para a União em troca do abatimento da dívida. O governo vai seguir o caminho da privatização ou da federalização?


De certa maneira, os dois acabam se confundindo em alguns pontos, mas o que nós queremos é transferir para o governo federal esses ativos. Só que eles vão precisar de um tratamento porque o governo federal não vai querer pegar um ativo que possa lhe causar problemas.


Se nós transferíssemos hoje as ações da Cemig para o governo federal, o governo federal amanhã poderia ter problema com os acionistas minoritários porque eles poderiam falar que têm o direito de receber o mesmo valor dessa transação.


No caso da Cemig e talvez até mesmo da Copasa, nós teríamos primeiramente de transformar essas empresas numa corporation: o Estado continuaria proprietário das ações, mas não teria mais o controle e isso tiraria do governo federal esse risco societário que poderia existir. Em ambas as situações, tudo isso precisa passar pela Assembleia Legislativa.


A nossa intenção aqui é que as três empresas, vale lembrar que depende do interesse do governo federal, entrem para poder abater a dívida. E nós vamos ter ainda um benefício adicional que é uma redução expressiva no valor da dívida, que hoje é de R$ 165 bilhões.


Então, além da taxa de juros cair de IPCA mais 4% para IPCA mais 1% quem sabe essa dívida aí pode cair de R$ 165 bilhões para R$ 120 bilhões ou R$ 110 bilhões. Seria uma economia gigantesca para o Estado em termos de pagamento de juros. E o governo federal vai ficar com um ativo bom.


Hoje essas empresas são lucrativas. A Cemig esse ano vai bater todos os recordes de rentabilidade, Ebitda, de resultado, de indicadores operacionais os melhores da história, uma empresa que está totalmente saneada.


Nós vamos deixar muito claro precisa continuar com a sede em Minas Gerais, chamando Cemig, e precisa continuar fazendo 100% dos seus investimentos dentro de Minas Gerais. O que nós queremos é isso: um abatimento na dívida e um ativo que continue gerando benefícios para o Estado, mas tudo depende do “ok” da União.


Com o interesse da União, qual o prazo para essa operação acontecer? Dá pra fazer até o final do mandato do senhor?


Com toda certeza. Eu penso que isso seria realizado ainda no exercício de 2025. Daria para fazer tudo sim.


Desde 2019, quando o senhor assumiu, a dívida de Minas com a União foi o principal debate político do Estado. Primeiro com o Regime de Recuperação Fiscal e agora, com o Programa de Pagamento de Dívidas dos Estados com a União (Propag), aprovado pelo Senado. O Propag resolve o problema da dívida de uma vez por todas?


Resolve, sim. E por um motivo muito simples: antes, nós tínhamos uma correção [da dívida] por IPCA mais 4% e a economia do Brasil não cresce 4% ao ano. A arrecadação dos Estados geralmente acompanha o IPCA mais o crescimento da economia, que em média tem sido de 1%, 1,5% nos últimos 10, 20 anos.


O que isso acarretou ao longo das décadas? Uma prestação que passou a pesar cada vez mais. É como alguém que tem um financiamento da casa própria que começa hoje comprometendo 10% do salário e daqui a 20 anos vai estar comprometendo 50% do salário. Fica insustentável. O que aconteceu com os Estados foi algo muito semelhante a isso.


O Regime de Recuperação Fiscal só era um paliativo. O mecanismo dele era o quê? Eu vou reduzir aqui as suas prestações durante 3, 4 anos para você tomar um fôlego e a prestação depois voltava não só ao patamar normal, como até acima do que teria sido porque você deixou de ter ali um pagamento durante um certo período de tempo.


E o Propag sim, resolve definitivamente, porque nós vamos poder ter uma redução até IPCA mais 1%. E 1% a economia do Brasil tem crescido. Então, a prestação passa a ser viável. E, na minha opinião, foi uma decisão extremamente inteligente porque, caso contrário, os principais Estados do Brasil iam ficar totalmente inviáveis. São Paulo, que ainda consegue pagar, ia ser questão de mais 5, 10 anos para enfrentar também problemas. E Estados que ajudam a exportar e que são os mais desenvolvidos do Brasil.


No caso de Minas, a dívida foi criada lá atrás quando tivemos a liquidação do Bemge, do Credireal e da Minascaixa. Não foi um recurso que o Estado tomou emprestado. Foi uma dívida que surgiu para resolver um problema que já se arrastava naquela época.


E fica aqui o meu reconhecimento, porque a iniciativa, a construção e o debate foram conduzidos pelo presidente (do Senado) Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Sou muito grato a ele e também ao presidente da Assembleia, Tadeu Leite, que participou ativamente. Nós vamos estar pagando um valor alto, mas é um valor viável que cabe no orçamento do Estado.


Broadcast+

Prensa

 📰  *Manchetes de 2ªF, 30/12/2024* 

 

▪️ *VALOR*: Com alta de juros e condições financeiras piores, PIB deverá ter desaceleração financeira mais forte em 2025     


▪️ *GLOBO*: Dino libera parte das emendas, mas defende apuração da PF 


▪️ *FOLHA*: Dólar atual está mais caro do que na crise de 2015, sob Dilma Rousseff  


▪️ *ESTADÃO*: Inadimplência das empresas é recorde; cenário deve piorar

Black and Scholes

 POR QUE A EQUAÇÃO DE BLACK-SCHOLES NÃO EXISTE E NUNCA FOI USADA


Por Gustavo Pessoa, PhD. Fundador e CEO da Actus Asset Management


No mundo das finanças, a equação de Black-Scholes é exaltada como uma ferramenta essencial para a precificação de opções. 


Ao longo da minha carreira, reuni depoimentos de traders profissionais que colocam em xeque-mate a aplicabilidade prática dessa equação. 


Entre eles, destaca-se Marcos Elias, um prodígio matemático e discípulo de Kiyoshi Ito e Alfred Tarski. Ele compartilhou comigo sua experiência após fechar mais de 250.000 opções. 


Neste artigo, exploro as razões pelas quais a equação de Black-Scholes, em sua forma teórica pura, é considerada por muitos como inexistente ou ineficaz no contexto de negociação real.


A equação de Black-Scholes é derivada sob um conjunto de premissas altamente idealizadas que raramente, se é que alguma vez, se aplicam ao mercado real. 


O modelo assume que a volatilidade do ativo subjacente é constante ao longo do tempo, uma suposição que ignora a natureza dinâmica e frequentemente volátil dos mercados financeiros. 


Além disso, pressupõe a ausência de custos de transação, impostos e restrições de liquidez, condições que não refletem a realidade operacional dos traders. 


A hipótese de que os preços seguem um movimento browniano geométrico exclui eventos de cauda, como crashes de mercado, que são observados com frequência maior do que a prevista por uma distribuição normal.


A elegância matemática da equação de Black-Scholes muitas vezes mascara sua inaplicabilidade prática. 


Enquanto a equação fornece uma solução analítica fechada, a implementação prática requer ajustes constantes para refletir condições de mercado mutáveis, como a volatilidade implícita. Pequenas variações em parâmetros de entrada, como a taxa de juros livre de risco ou a volatilidade, resultam em discrepâncias adamastóricasbno preço teórico calculado.


Os traders raramente, se é que alguma vez, utilizam a equação de Black-Scholes em sua forma pura para tomar decisões de negociação. Na prática, traders utilizam modelos ajustados que incorporam

volatilidade estocástica, saltos, e outros fatores não capturados pela equação original.


Decisões de negociação são frequentemente baseadas em experiência prática e intuição, que consideram um espectro mais amplo de informações do que qualquer modelo matemático isolado. 


Estratégias quantitativas e métodos numéricos, como simulações de Monte Carlo e modelos de volatilidade local, são frequentemente preferidos por sua flexibilidade e capacidade de acomodar condições de mercado mais complexas.


Marcos Elias, com sua experiência prática, tendo negociado mais de 250.000 opções, e lastrado por sua robusta formação matemática (tendo sido treinado para enfrentar em olimpíadas matemáticas gigantes como Grigori Perelman) pôde me oferecer uma visão original sobre a aplicabilidade dos modelos teóricos no mercado real. 


Em suas palavras, o que muitos chamam de equação de Black-Scholes, ele a denomina equação ITŌ-THORPE-BACHELIER, em reconhecimento às contribuições cruciais desses três gigantes no contexto financeiro.


Kiyoshi Ito desenvolveu o cálculo estocástico, que é fundamental para a formulação matemática do movimento browniano, uma base para a modelagem de preços de ativos.


Sua obra permitiu que os modelos financeiros incorporassem a aleatoriedade de uma maneira matematicamente rigorosa, abrindo caminho para análises mais sofisticadas dos mercados. 


Edward Thorp, por outro lado, foi pioneiro na aplicação prática de métodos quantitativos em finanças, destacando a importância de estratégias adaptativas e gestão de riscos. Sua abordagem pragmática mostrou que o conhecimento matemático pode ser traduzido em vantagens competitivas reais no mercado. 


Louis Bachelier, por sua vez, foi um visionário que introduziu a ideia de modelagem matemática dos mercados financeiros, muito antes de sua época. Sua tese sobre o movimento aleatório dos preços das ações estabeleceu as bases para toda a teoria moderna das finanças quantitativas.


Marcos Elias adota uma abordagem que incorpora a aleatoriedade do cálculo de Ito, a aplicação prática e adaptativa de Thorp, e a visão matemática de Bachelier, resultando em uma estratégia de negociação que é tanto robusta quanto flexível. A equação de Elias não é uma fórmula fechada, mas um conjunto de princípios que orientam a tomada de decisão em um ambiente de mercado em constante mudança.


Ao desmistificar a equação de Black-Scholes, destaco a distância entre a teoria financeira e a prática de mercado. Embora a equação ainda seja considerada um marco acadêmico importante (apesar da originalidade e precedência da obra de Bachelier), sua aplicabilidade direta na negociação diária é, na prática, inexistente. 


O mundo real dos mercados financeiros exige ferramentas e abordagens que vão além das suposições idealizadas e abraçam a complexidade e a imprevisibilidade inerentes dos mercados globais.

Bankinter Portugal Matinal 3012

 Análise Bankinter Portugal


SESSÃO: Após fechar uma semana em positivo para as bolsas, mas com sensação de esgotamento, inicia-se uma nova semana que será de baixa intensidade. A bolsa na Europa estará fechada na quarta-feira, e amanhã abre apenas a meia sessão, embora em Nova Iorque seja um dia laboral normal. O resto da semana também será de pouca intensidade, sem referências e tampouco as teremos até janeiro, quando conheceremos os IPCs da Europa e dos EUA e, em finais de janeiro, as reuniões da Fed e do BCE. Hoje quase não há referências macro, a não ser o IPC espanhol de dezembro que se espera que se eleve até +2,6% a/a desde +2,4% e com a taxa subjacente em +2,4% (sem alterações).  

 

Fechos mistos na Ásia, hoje, à primeira hora, com pouco volume. O Japão prepara-se para uma semana de férias, a sua bolsa estará fechada de terça a sexta-feira. Os futuros apontam que a Europa e Nova Iorque poderão a abrir a enfraquecer (ambos -0,2%). O lógico é que, perante a ausência de referência e queda de volumes, as bolsas hoje deverão deslizar em baixa. 

 

O menor volume do que o habitual é a tónica destas sessões nas quais o mercado já pensa em 2025, que começa esta semana. 2024 está terminado com um saldo positivo em bolsa, embora mais nos EUA (+25%) do que na Europa (+8%). Como já comentámos na Estratégia de Investimento 2025 (brevemente em português), esperamos que o arranque de 2025 seja fraco com umas taxas de juros que esperamos que baixem menos do que o esperado perante umas inflações que se resistem a cair e se afastam do objetivo de +2% dos bancos centrais (EUA +2,7% e EU +2,2%; novembro). 

 

S&P500 -1,11% Nq-100 -1,36% SOX -1,01% ES-50 +1,16% IBEX +0,81% VIX 15,95 Bund 2,39% T-Note 4,63% Spread 2A-10A USA=+29pb B10A: ESP 3,07% PT 2,86% FRA 3,21% ITA 3,54% Euribor 12m 2,47% (fut.b B10A:18%) USD 1,043 JPY 164,6 Ouro 2.620$ Brent 74,0$ WTI 70,3$ Bitcoin -2,2% (94.393$) Ether -3,6% (3.315$). 

 

FIM

Matinal BDM

 Vai rolar: Dia tem Boletim Focus e primário do setor público em novembro


[30/12/24] Com queda próxima de 10% no acumulado do ano, o Ibovespa tem hoje o seu último pregão de 2024, enquanto NY ainda opera amanhã, embora em horário reduzido para os Treasuries, na véspera de Ano Novo. Nesta semana entrecortada pela virada para 2025, dados da indústria são destaque da agenda internacional, na China, nos EUA e na Europa. Aqui, apesar de o Tesouro ter adiado a divulgação dos números do Governo Central de novembro para a metade de janeiro, o BC confirmou que informará hoje o resultado consolidado das contas do setor público em novembro, às 8h30. Mais do que na agenda, porém, o foco do mercado continua concentrado na crise das emendas. Neste domingo, o ministro Flávio Dino (STF) liberou parcialmente as verbas, mas atacou a “balbúrdia” no Orçamento. (Rosa Riscala)

👉 Confira abaixo a agenda de hoje

Indicadores
▪️08h25 – Brasil/BC: Boletim Focus
▪️08h30 – Brasil/BC: Primário do setor público consolidado - nov
▪️11h45 – EUA/ISM Chicago: PMI de dezembro
▪️12h00 – EUA/NAR: Vendas pendentes de imóveis
▪️15h00 – Brasil/Mdic: Balança comercial semanal
▪️22h30 – China/NBS: PMI Composto - dezembro

Ouro se valorizando

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