segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Andre Lara Resende

Monica de Bolle

Ibovespa deve buscar 69 mil pontos

O Ibovespa está no rumo de buscar os 69 mil pontos no médio prazo, apontam os analistas técnicos da Itaú Corretora em relatório enviado a clientes nesta segunda-feira.

"O Ibovespa está em alta no curto prazo em direção à máxima do no passado em 65.300 pontos. Passando desta, o mercado abrirá espaço para um movimento de médio prazo em direção à região dos 69.000 pontos.” 

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A nova safra de delações

Um segundo tempo de delações é esperado. A perspectiva de depoimentos de Leo Pinheiro (OAS), Antonio Palocci (ex-ministro) e Eduardo Cunha (ex-presidente da Câmara), assombram o ex-presidente Lula

Bancos mais expostos

O economista Felipe Rezende, pesquisador e professor-associado da Hobart and William Smith Colleges, nos Estados Unidos, acha que "haverá uma reprecificação dos ativos globais em decorrência das medidas econômicas esperadas pelo governo Donald Trump. O Fed deve elevar os juros locais com maior rigor e o dólar experimentar uma valorização no mercado cambial. No Brasil, o agravamento da crise de endividamento das empresas deve impor situação delicada ao sistema bancário, que sofrerá as consequências das renegociações e reestruturações de dívidas de empresas no passado".

Fundos de Pensão, por Vicente Nunes do Correio Brasiliense

Gente graúda do governo está convencida de que uma das principais bombas que vão estourar nas próximas semanas virá dos fundos de pensão de estatais, que foram saqueados nos últimos anos. A Polícia Federal está recheada dos novas informações sobre os esquemas que desviaram bilhões de trabalhadores. Serão muitas as prisões anunciadas. É coisa gigantesca.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Enigmas da China

Está se tornando recorrente. A cada início de ano, a China recebe uma atenção especial, principalmente pelos mistérios que rondam a segunda maior economia do mundo. No começo do ano passado, todos os olhos do mercado se voltavam para a derrocada dos mercados acionários do país, que chegaram a cair 10% em apenas uma semana e levou a uma disparada de venda de ativos de risco. No dia 7 de janeiro de 2016, por sinal, foi acionado o "circuit breaker", com o encerramento precoce dos negócios após um recuo de mais de 7% no índice CSI 300, que reúne as principais empresas listadas em Xangai e Shenzhen. Além do impacto sobre as outras bolsas mundiais, a apreensão do mercado também ocorre em meio aos questionamentos sobre a causa de tamanha turbulência.A desaceleração da economia, fonte de preocupação não só do gigante asiático mas também de países que possuem forte ligação comercial com ele (caso do Brasil), foi "isentada de culpa" na época. "Creio que há pouca conexão entre a queda dos mercados acionários e a economia real", disse o economista do Standard Chartered Shen Lan para a Reuters na época. A perspectiva de desaceleração econômica do país trazia um cenário mais nebuloso; contudo, dados da época mostraram alguma resiliência do gigante asiático. Além disso, na época, o governo chinês buscou intervir no mercado, lançando investigações sobre o que definiu como "vendas a descoberto malévolas" e gastando US$ 200 bilhões para tentar segurar a queda nos preços das ações. Porém, não foi suficiente e a "bolha" estourou. 

Leitura de domingo 2

 *Leitura de Domingo: momento para discutir nova reforma da previdência é 2027, dizem especialistas* Por Anna Scabello, Gabriela Jucá e Fern...