Sou Economista com dois mestrados, cursos de especialização e em Doutoramento. Meu objetivo é analisar a economia, no Brasil e no Mundo, tentar opinar sobre os principais debates da atualidade e manter sempre, na minha opinião essencial, a independência. Não pretendo me esconder em nenhum grupo teórico específico. Meu objetivo é discorrer sobre varios temas, buscando sempre ser realista.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2024
MZ Matinal 3012
🌎🇧🇷🇺🇸 Dia tem Boletim Focus e primário do setor público em novembro
Com queda próxima de 10% no acumulado do ano, o Ibovespa tem hoje o seu último pregão de 2024, enquanto NY ainda opera amanhã, embora em horário reduzido para os Treasuries, na véspera de Ano Novo. Nesta semana entrecortada pela virada para 2025, dados da indústria são destaque da agenda internacional, na China, nos EUA e na Europa. Aqui, apesar de o Tesouro ter adiado a divulgação dos números do Governo Central de novembro para a metade de janeiro, o BC confirmou que informará hoje o resultado consolidado das contas do setor público em novembro, às 8h30. Mais do que na agenda, porém, o foco do mercado continua concentrado na crise das emendas. Neste domingo, o ministro Flávio Dino (STF) liberou parcialmente as verbas, mas atacou a “balbúrdia” no Orçamento. (Rosa Riscala)
👉 Confira abaixo a agenda de hoje
Indicadores
▪️08h25 – Brasil/BC: Boletim Focus
▪️08h30 – Brasil/BC: Primário do setor público consolidado - nov
▪️11h45 – EUA/ISM Chicago: PMI de dezembro
▪️12h00 – EUA/NAR: Vendas pendentes de imóveis
▪️15h00 – Brasil/Mdic: Balança comercial semanal
▪️22h30 – China/NBS: PMI Composto - dezembro
🔎 Veja os principais indicadores às 7h09 (horário de Brasília):
🌏 EUA
* Dow Jones Futuro: -0,21%
* S&P 500 Futuro: -0,24%
* Nasdaq Futuro: -0,22%
🌏 Ásia-Pacífico
* Shanghai SE (China), +0,21%
* Nikkei (Japão): -0,96%
* Hang Seng Index (Hong Kong): -0,24%
* Kospi (Coreia do Sul): -0,22%
* ASX 200 (Austrália): -0,32%
🌍 Europa
* FTSE 100 (Reino Unido): -0,26%
* DAX (Alemanha): -0,21%
* CAC 40 (França): -0,02%
* FTSE MIB (Itália): +0,2%
* STOXX 600: -0,26%
🌍 Commodities
* Petróleo WTI, -0,04%, a US$ 70,58 o barril
* Petróleo Brent, -0,03%, a US$ 74,15 o barril
* Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +0,98%, a 775.500 iuanes (US$ 106,24)
🪙 Criptos
* Bitcoin (BTC), +0,32% a US$ 93.735,07 (em relação à cotação de 24 horas atrás)
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Call Matinal ConfianceTec 3012
CALL MATINAL CONFIANCE TEC
30/12/2024
Julio Hegedus Netto, economista
MERCADOS EM GERAL
FECHAMENTO DE SEXTA-FEIRA (27)
MERCADO BRASILEIRO
O Ibovespa, na sexta-feira (27), fechou em queda de 0,67%, a 120.269 pontos. Em dezembro queda é de 4,35%, no ano, 10,3%. No dia 26 os investidores estrangeiros ingressam com R$ 71,04 milhões; em dezembro, houve entrada de R$ 2,202 bilhões. No ano, fluxo seguiu negativo em R$ 31,61 bilhões.
Já o dólar à vista acomodou, em alta de 0,22%, a R$ 6,1931.
PRINCIPAIS MERCADOS, 07h00
EUA🇺🇸:
Dow Jones Futuro, -0,21%
S&P 500 Futuro, -0,24%
Nasdaq Futuro, -0,22%
Ásia-Pacífico:
Shanghai SE (China🇹🇷), +0,21%
Nikkei (Japão🇯🇵), -0,96%
Hang Seng Index (Hong Kong), -0,24%
Kospi (Coreia do Sul🇰🇷), -0,22%
ASX 200 (Austrália🇦🇺), -0,32%
Europa:
FTSE 100 (Reino Unido🇬🇧), -0,26%
DAX (Alemanha🇩🇪), -0,21%
CAC 40 (França🇫🇷), -0,02%
FTSE MIB (Itália🇮🇹), +0,2%
STOXX 600🇪🇺, -0,26%
Commodities:
Petróleo WTI, -0,04%, a US$ 70,58 o barril
Petróleo Brent, -0,03%, a US$ 74,15 o barril
Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +0,98%, a 775.500 iuanes (US$ 106,24)
NO DIA, 3012
Último pregão de um ano para esquecer. Perda do Ibovespa chega a 10,3%, e a contribuir o total caos institucional e de governança deste país.
Nesta semana, menor pela virada para 2025, dados da indústria são destaque da agenda internacional, na China, nos EUA e na Europa. Por aqui, o BCB divulgará hoje o resultado consolidado das contas do setor público em novembro. Foco do mercado, no entanto, continua concentrado na crise das emendas. Neste domingo, o ministro Flávio Dino (STF) liberou parcialmente as verbas, mas atacou a “balbúrdia” no Orçamento.
Vamos monitorando.
AGENDA, 30/12
Indicadores:
08h25. Brasil/BC: Boletim Focus
08h30. Brasil/BC: Primário do setor público consolidado - nov
11h45. EUA/ISM Chicago: PMI de dezembro
12h00. EUA/NAR: Vendas pendentes de imóveis
15h00. Brasil/Mdic: Balança comercial semanal
22h30. China/NBS: PMI Composto dezembro
Julio Hegedus Netto, economistah da ConfianceTec
Boa segunda-feira, bons negócios, boas Festas e feliz 2025!🥳👏🎄
Gabriel Galípolo no BCB
Coluna do Estadão: PT quer mais intervenção do BC no câmbio e que Galípolo 'fale bem' do governo
Por Roseann Kennedy e Iander Porcella, do Estadão
Brasília, 29/12/2024 - O PT tem duas expectativas principais sobre a chegada de Gabriel Galípolo ao comando do Banco Central, e nenhuma delas tem a ver com redução da taxa de juros "na marra", de acordo com o futuro líder do partido na Câmara, Lindbergh Farias. Em conversa com a Coluna do Estadão, o deputado defendeu que a principal tarefa do substituto de Roberto Campos Neto no início do ano será conter o câmbio com mais intervenções da autoridade monetária. Em paralelo, o petista espera que Galípolo "fale bem" do governo e aposta que essa retórica positiva acalmará os agentes de mercado e ajudará na redução dos juros.
"Não vamos interferir em nada. Galípolo já sabe o que tem que fazer. Ele sabe que a questão central agora é conter o câmbio", afirmou Lindbergh. "A intervenção do BC no câmbio não é artificial. O que é artificial é o cenário que temos hoje no mercado", emendou.
A alta do dólar, que impacta no preço dos alimentos, é considerada pelo PT como um dos principais fatores que travam um eventual crescimento da popularidade de Lula e, consequentemente, sua chance de reeleição em 2026.
Governistas reclamam que o Banco Central demorou para iniciar o processo de intervenção no câmbio neste fim de ano, após o dólar escalar para mais de R$ 6 nas últimas semanas, e dizem que no governo Bolsonaro essas medidas eram mais frequentes. Entretanto, mesmo após Banco Central injetar um volume recorde de dólares no mercado neste mês de dezembro para tentar conter a alta da moeda americana, o recuo não foi significativo.
A desconfiança dos agentes financeiros com o governo é atribuída à percepção de que não há compromisso verdadeiro com a responsabilidade fiscal. O pacote de corte de gastos de Haddad foi considerado insuficiente para estabilizar as contas públicas e frear a trajetória de crescimento da dívida do País.
Os integrantes do PT, entretanto, avaliam que boa parte da má impressão do mercado sobre a gestão Lula vem de um discurso desfavorável ao governo por parte de Campos Neto, que foi indicado para a presidência do BC pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Por isso, petistas interpretam que Galípolo conseguirá melhorar o ambiente econômico. "A expectativa é a melhor possível", concluiu o líder.
Broadcast+
Zema, ao menos um governador realista
Leia os principais trechos da entrevista de Zema sobre privatização e dívida do estado
Por Pedro Augusto Figueiredo, do Estadão
O governo de Minas protocolou em novembro os projetos de privatização da Cemig e da Copasa, sendo que o projeto da Codemig está na Assembleia desde 2019. O Propag permite a federalização dessas estatais, entregando-as para a União em troca do abatimento da dívida. O governo vai seguir o caminho da privatização ou da federalização?
De certa maneira, os dois acabam se confundindo em alguns pontos, mas o que nós queremos é transferir para o governo federal esses ativos. Só que eles vão precisar de um tratamento porque o governo federal não vai querer pegar um ativo que possa lhe causar problemas.
Se nós transferíssemos hoje as ações da Cemig para o governo federal, o governo federal amanhã poderia ter problema com os acionistas minoritários porque eles poderiam falar que têm o direito de receber o mesmo valor dessa transação.
No caso da Cemig e talvez até mesmo da Copasa, nós teríamos primeiramente de transformar essas empresas numa corporation: o Estado continuaria proprietário das ações, mas não teria mais o controle e isso tiraria do governo federal esse risco societário que poderia existir. Em ambas as situações, tudo isso precisa passar pela Assembleia Legislativa.
A nossa intenção aqui é que as três empresas, vale lembrar que depende do interesse do governo federal, entrem para poder abater a dívida. E nós vamos ter ainda um benefício adicional que é uma redução expressiva no valor da dívida, que hoje é de R$ 165 bilhões.
Então, além da taxa de juros cair de IPCA mais 4% para IPCA mais 1% quem sabe essa dívida aí pode cair de R$ 165 bilhões para R$ 120 bilhões ou R$ 110 bilhões. Seria uma economia gigantesca para o Estado em termos de pagamento de juros. E o governo federal vai ficar com um ativo bom.
Hoje essas empresas são lucrativas. A Cemig esse ano vai bater todos os recordes de rentabilidade, Ebitda, de resultado, de indicadores operacionais os melhores da história, uma empresa que está totalmente saneada.
Nós vamos deixar muito claro precisa continuar com a sede em Minas Gerais, chamando Cemig, e precisa continuar fazendo 100% dos seus investimentos dentro de Minas Gerais. O que nós queremos é isso: um abatimento na dívida e um ativo que continue gerando benefícios para o Estado, mas tudo depende do “ok” da União.
Com o interesse da União, qual o prazo para essa operação acontecer? Dá pra fazer até o final do mandato do senhor?
Com toda certeza. Eu penso que isso seria realizado ainda no exercício de 2025. Daria para fazer tudo sim.
Desde 2019, quando o senhor assumiu, a dívida de Minas com a União foi o principal debate político do Estado. Primeiro com o Regime de Recuperação Fiscal e agora, com o Programa de Pagamento de Dívidas dos Estados com a União (Propag), aprovado pelo Senado. O Propag resolve o problema da dívida de uma vez por todas?
Resolve, sim. E por um motivo muito simples: antes, nós tínhamos uma correção [da dívida] por IPCA mais 4% e a economia do Brasil não cresce 4% ao ano. A arrecadação dos Estados geralmente acompanha o IPCA mais o crescimento da economia, que em média tem sido de 1%, 1,5% nos últimos 10, 20 anos.
O que isso acarretou ao longo das décadas? Uma prestação que passou a pesar cada vez mais. É como alguém que tem um financiamento da casa própria que começa hoje comprometendo 10% do salário e daqui a 20 anos vai estar comprometendo 50% do salário. Fica insustentável. O que aconteceu com os Estados foi algo muito semelhante a isso.
O Regime de Recuperação Fiscal só era um paliativo. O mecanismo dele era o quê? Eu vou reduzir aqui as suas prestações durante 3, 4 anos para você tomar um fôlego e a prestação depois voltava não só ao patamar normal, como até acima do que teria sido porque você deixou de ter ali um pagamento durante um certo período de tempo.
E o Propag sim, resolve definitivamente, porque nós vamos poder ter uma redução até IPCA mais 1%. E 1% a economia do Brasil tem crescido. Então, a prestação passa a ser viável. E, na minha opinião, foi uma decisão extremamente inteligente porque, caso contrário, os principais Estados do Brasil iam ficar totalmente inviáveis. São Paulo, que ainda consegue pagar, ia ser questão de mais 5, 10 anos para enfrentar também problemas. E Estados que ajudam a exportar e que são os mais desenvolvidos do Brasil.
No caso de Minas, a dívida foi criada lá atrás quando tivemos a liquidação do Bemge, do Credireal e da Minascaixa. Não foi um recurso que o Estado tomou emprestado. Foi uma dívida que surgiu para resolver um problema que já se arrastava naquela época.
E fica aqui o meu reconhecimento, porque a iniciativa, a construção e o debate foram conduzidos pelo presidente (do Senado) Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Sou muito grato a ele e também ao presidente da Assembleia, Tadeu Leite, que participou ativamente. Nós vamos estar pagando um valor alto, mas é um valor viável que cabe no orçamento do Estado.
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Ouro se valorizando
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