sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Desemprego mundial em 2017, segundo a OIT

O Brasil responderá por mais de um terço dos novos desempregados que vão surgir em 2017 no mundo todo, com 1,2 milhão de pessoas a mais que perderão seus postos, reforçando o cenário de que a economia brasileira ainda patina para começar a se recuperar. Os dados são da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que prevê que existirão 3,4 milhões a mais de desempregados no mundo neste ano, levando o total a acima de 200 milhões.

Mais Janet Yellen

"A economia dos Estados Unidos está em um caminho sólido, mas enfrenta riscos de longo prazo colocados pela baixo crescimento da produtividade e pela ampliação da diferença salarial", disse a presidente do Fed, Janet Yellen. Ao falar a uma plateia de professores na quinta-feira, Yellen disse que não vê riscos importantes no curto prazo, mas indicou que o fraco crescimento da produtividade e o aumento da desigualdade de renda são preocupações sérias no longo prazo.

Janet Yellen, do Fed

"O Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) trabalha para melhorar a economia real, não para garantir benefícios ao mercado financeiro" disse a presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, durante uma sessão de perguntas e respostas com professores ocorrida ontem à noite. “O Fed trabalha a favor da Main Street, e não de Wall Street”. Ela destacou que as funções do Fed incluem garantir que a inflação fique baixa e estável – impedindo, por exemplo, cenários de deflação que dificultam o pagamento de dívidas por empresas e consumidores – e supervisionar as instituições financeiras para que a concessão de empréstimos funcione de forma justa. Yellen também defendeu que os estudantes de Economia sejam ensinados sobre o funcionamento das crises e situações incomuns que elas podem gerar, usando como exemplo a crise de 1929. Segundo a presidente do Fed, quando ela ensinava Economia havia mais informações sobre políticas econômicas e monetárias heterodoxas do que nos anos que antecederam a crise de 2008, que obrigou o banco central dos Estados Unidos a adotar medidas incomuns de política monetária – compra de títulos de dívida – para injetar a liquidez necessária no sistema financeiro.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Dos sindicatos aos economistas "ortodoxos": todos estão aplaudindo Ilan Goldfajn

Quando sindicatos, empresários e os chamados "economistas ortodoxos" elogiam (ou ao menos não reclamam) a decisão do Copom, é porque ela estava sendo esperada com muita ansiedade, e pela esmagadora maioria dos agentes do mercado. Ou seja: para estes, o presidente do BACEN os seus diretores, que decidiram por unanimidade acelerar o passo e cortar a Selic em 0,75 ponto percentual, a 13% ao ano, merecem aplausos.

George Soros e Trump

O megainvestidor George Soros perdeu quase US$ 1 bilhão em decorrência do rali nos mercados acionários americanos, que foi impulsionado pela vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais dos EUA. No entanto, Stanley Duckenmiller, que ajudou Soros a ganhar US$ 1 bilhão em apostas contra a libra esterlina em 1992, antecipou a recente ascensão do mercado e acumulou ganhos consideráveis, segundo pessoas próximas ao assunto.

As apostas divergentes dos dois investidores demonstram os desafios para o mercado de ações após a vitória de Trump. Muitos analistas haviam previsto uma queda das ações após a eleição, mas, em vez disso, o Dow Jones subiu mais de 9%.

Nova MP libera capital externo nas aéreas e estimula aviação regional

Boa notícia para o setor de aviação, abrindo espaço para as empresas estrangeiras comprarem 100% das empresas nacionais. 

Para alguns analistas, o IBOVESPA está com tendência de alta no curto prazo

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Paulo Baia

 Encontrei, no fim da tarde, em Copacabana, um velho conhecido. Um homem de cerca de cinquenta anos, advogado, professor universitário, inte...