segunda-feira, 3 de março de 2025

Bons conselhos

 *50 REGRAS DE OURO*

1. Nunca cumprimente ninguém de mão sem ficar de pé.

2. Em uma negociação, nunca faça a primeira oferta.

3. Se te confiam um segredo, guarde-o.

4. Volte com tanque cheio o carro que você recebeu emprestado.

5. Faça as coisas com paixão ou melhor não as faça.

6. Quando cumprimentar de mão, faça-o firme e olhando nos olhos.

7. Viva a experiência de fazer uma viagem sozinho.

8. Nunca rejeite um comprimido de hortelã, as razões são óbvias.

9. Aceite conselhos se quiser ficar velho.

10. Convide para almoçar a nova pessoa no escritório.

11. Quando mandar mensagem para alguém com raiva, termina e lê novamente, depois apague e faça de novo.

12. Na mesa não fale de trabalho, política ou religião.

13. Seja Justo, defenda quem é abusado sem abusar.

14. Escreva seus objetivos e depois trabalhe por eles.

15. Defenda seu ponto de vista sem ofender ou insultar, seja tolerante e respeitoso perante o outro.

16. Ligue e visite seus pais, filhos, família e amigos, não perca tempo esperando que eles façam primeiro.

17. Nunca se arrependa de nada, aprenda de tudo.

18. Em momentos ou dias de solidão, relaxe, aproveite e aprenda.

19. Honra e lealdade são básicos na sua personalidade. 

20. Não empreste dinheiro para quem você sabe que não vai te pagar.

21. Acredite em alguma coisa.

22. Estenda sua cama quando você se levanta de manhã.

23. Canta no chuveiro.

24. Cuide de uma planta ou jardim.

25. Observe o céu sempre que puder.

26. Descubra suas habilidades e explique-as.

27. Ame o seu trabalho, ou deixe-o.

28. Peça ajuda quando precisar.

29. Ensine um valor a alguém, de preferência a uma criança.

30. Valorize e agradeça a quem te estende a mão.

31. Seja gentil com seus vizinhos.

32. Torne o dia mais alegre para alguém.

33. Compete consigo mesmo.

34. Presenteie-se com algo mínimo uma vez por ano.

35. Cuide da sua saúde.

36. Cumprimente com um sorriso sempre.

37. Pense rápido, mas fale devagar.

38. Não fale com a boca cheia.

39. Engraxe seus sapatos e corte suas unhas.

40. Não opines sobre assuntos que não conheces.

41. Nunca maltrate um animal.

42. Levante a voz diante das injustiças.

43. Nunca perca a maravilhosa oportunidade

de ficar calado.

44. Reconheça alguém pelo seu esforço.

45. Seja humilde acima de tudo.

46. Nunca se esqueça de onde veio.

47. Viaje sempre que for possível.

48. Cede o passo.

49. Dance na chuva.

50. Busque seu sucesso, sem desistir.

domingo, 2 de março de 2025

Amilton Aquino

 Não queria escrever mais um post sobre Trump, mas o que aconteceu nesta sexta é de uma importância tão grande que será lembrado nos livros de história como o dia em que a ordem internacional do pós-guerra foi definitivamente sepultada. Na verdade, isso já vinha acontecendo desde a campanha presidencial dos EUA, quando Trump começou a normalizar Putin. A constrangedora situação a que Zelensky foi submetido apenas ratificou da forma mais vil possível aquilo que muitos defensores de Trump se recusavam a enxergar: os EUA abriram mão de seu papel de liderança das democracias. A OTAN já não garante a segurança do bloco ocidental. Agora, a lei é cada um por si, a lei do mais forte, um novo mundo onde EUA, China e Rússia ditam as regras conforme seus interesses geopolíticos e comerciais, passando por cima de valores e consensos que o mundo levou décadas para amadurecer depois de muito sofrimento.


A partir de hoje, países até então problemáticos para a paz mundial, como Alemanha e Japão, que se tornaram dois dos países mais pacíficos do mundo em troca do escudo norte-americano, podem iniciar corridas para desenvolver seus próprios arsenais nucleares. O mesmo pode acontecer com a Ucrânia, que hoje lamenta ter aceitado o acordo de 1994, no qual entregou seu arsenal à Rússia em troca de proteção da OTAN de uma eventual agressão russa.


Portanto, ao contrário do discurso hipócrita de Trump, que se diz muito preocupado em “promover a paz” a qualquer custo, igualando agressor e agredido (o mesmo discurso de Lula e Bolsonaro, vale lembrar), o mundo ficará muito mais perigoso nos próximos anos. Inclusive para os EUA, que hoje estão protegidos por um oceano, como argumentou Zelensky. Ou seja, ele não falou nada demais, mas Trump transformou algo óbvio em uma agressão aos EUA, afirmando com o dedo em riste que Zelensky não tinha o direito de dizer “como os norte-americanos se sentirão”. E encerrou a conversa, negando-lhe o pedido de falar, e ainda o cutucou dizendo que ele “já tinha falado demais”, sugerindo que tudo aquilo que aconteceu seria uma festa para a imprensa. De longe, o maior desastre para a história da diplomacia mundial.


Embora muita gente tenha achado que Zelensky não foi hábil o suficiente para se desvencilhar da má vontade de seus dois detratores, me parece muito claro que, se o evento não foi uma arapuca previamente armada para humilhá-lo, na prática foi o que Trump e Vance fizeram.


Conseguiram? Pela reação mundo afora, acho que o tiro saiu pela culatra, pois os representantes das principais democracias se manifestaram em peso em solidariedade a Zelensky. Na minha timeline pipocam a apoios a Zelensky, contrastando com algumas postagens que tentam “justificar” o xadrez 4D de Trump. Curiosamente, essas justificativas vêm da direita iliberal, trumpista/bolsonarista, ou da esquerda jurássica, saudosa da antiga URSS, que vê em Putin um desafiador da hegemonia norte-americana.


Narrativas à parte, o fato é que, horas antes do evento, Trump foi questionado sobre por que achava Zelensky um ditador e respondeu, com a maior cara de pau do mundo, que não lembrava de ter dito isso. Ou seja, acredito que ele de fato queria assinar um acordo com Zelensky, e que a reunião descambou de forma natural, não planejada. O problema é: qual acordo ele queria assinar? A julgar pelo que foi vazado para a imprensa, a Ucrânia seria praticamente extorquida pelos EUA sem qualquer garantia de proteção, incluindo a concessão à Rússia das terras invadidas e a negação de entrada da Ucrânia na OTAN. Praticamente uma rendição. Ora, se é para se render e ser extorquido, melhor Zelensky ir direto a Moscou. Não precisaria passar pelo constrangimento de ouvir de Trump que “seu ódio a Putin é um obstáculo à paz”.


No mais, a Europa tem agora a obrigação moral de arregaçar as mangas e continuar apoiando a Ucrânia em seu esforço de guerra. Esta não é uma guerra qualquer, mas sim a linha que separa um mundo regido pelo direito internacional de um mundo dominado pelos mais fortes, ao qual Trump resolveu aderir.

Trump, um histriônico

 https://www.estadao.com.br/internacional/trump-age-sob-influencia-de-putin-e-tem-contatos-com-os-russos-ha-40-anos/


*Trump age sob influência de Putin e tem contatos com os russos há 40 anos* 


 _A premeditada humilhação de Volodmir Zelenski na Casa Branca seguiu a cartilha da KGB e de seu ex-agente Vladimir Putin_ 


"Se Donald Trump dá a impressão de agir sob influência russa, é porque de fato age. Há quatro décadas, ele tem sido doutrinado pelo serviço secreto e feito negócios com oligarcas da Rússia. A premeditada humilhação de Volodmir Zelenski na Casa Branca seguiu a cartilha da KGB e de seu ex-agente Vladimir Putin.


Enquanto concentrava 100 mil soldados na fronteira, Putin menosprezou a Ucrânia e conversou com Joe Biden e governantes europeus sobre uma solução política. Três dias antes de ordenar a invasão, encenou na TV com o chanceler Serguei Lavrov otimismo em relação a um acordo para evitar a guerra. É um método para disfarçar as reais intenções e culpar os outros.


Trump recebeu Emmanuel Macron e Keir Starmer e submeteu Zelenski a uma série de humilhações antes do desfecho de sexta-feira: conversou primeiro com Putin sobre o destino da Ucrânia e aceitou as condições do invasor; impôs contrato que entregava aos EUA as riquezas do país e cobrava quatro vezes mais do que a ajuda americana; chamou-o de “ditador” e disse que ele precisava “se mover depressa ou não teria mais país”.


O objetivo era provocar Zelenski a reagir de forma agressiva. Na véspera do encontro, Trump simulou esquecimento dos insultos contra ele e boa vontade, com um acordo menos extorsivo. No dia seguinte, culpou-o pela perda do apoio americano, numa postura passivo-agressiva.


Todos sabiam que Zelenski ia a Washington pedir proteção, para evitar que a Rússia tome o restante de seu país. Quando ele lembrou que Putin violou o cessar-fogo de 2015, foi a senha para Trump e seu vice J.D. Vance o atacarem diante das câmeras e provocarem o que pareceu bate-boca. Era apenas Zelenski tentando manter o mínimo de dignidade e verdade factual.


Em 1979, Trump comprou 200 televisores para seu Hotel Hyatt na Trans Commodities, loja de fachada da KGB em Nova York. Parece ter sido o início dos contatos. Ele visitou Moscou em 1987, com tudo pago pela estatal Intourist, usada pela KGB para cultivar estrangeiros. Na volta, Trump pagou US$ 100 mil por páginas no The New York Times, The Washington Post e Boston Globe atacando os aliados dos EUA e defendendo aproximação com a URSS.


Trump faliu em 1991 por investimentos desastrosos em cassinos, deixando dívida de US$ 4 bilhões. Clientes russos passaram a investir em seus imóveis, muitas vezes pagando em dinheiro. Na eleição de 2016, Hillary Clinton foi alvo de hackers e posts difamatórios nas redes custeados pelo Kremlin. Seis assessores de Trump foram processados por contatos ilegais com russos.


É uma relação antiga e proveitosa para os dois lados."

sábado, 1 de março de 2025

Resumo da semana 0103

 📊 Resumo da Semana


Mais uma semana termina com Donald Trump surpreendendo o mundo. Depois de deixar claro que não vai voltar atrás, e nem dar mais prazo para negociações, o presidente americano confirmou a aplicação de tarifas de 25% sobre México e Canadá, e ainda dobrou a aposta contra a China, com taxa de 20%, botando a culpa nos chineses por não combaterem o tráfico de fentanil. O dia “D” será 4 de março, quando o mercado brasileiro estará fechado para as festividades de Carnaval, o que explica boa parte do movimento de busca por ativos de proteção nesta 6ªF. Mas, o que ninguém poderia imaginar é que o tão aguardado encontro entre Trump e Volodymyr Zelensky nesta 6ªF pudesse ter um desfecho tão trágico, com o ucraniano e sua comitiva sendo praticamente expulsos da Casa Branca. O show televisivo, ao vivo e em rede mundial, montado por Trump e seu vice, JD Vance, teve ares de “reality show”. Só faltou Trump gritar para Zelensky: “You are fired!” (Você está demitido!), relembrando seus tempos de chefe mandão em “O Aprendiz”. Deixando a piada de lado, a essa altura é difícil imaginar que rumo tomará a guerra real entre Rússia e Ucrânia, e como a Europa e a China se posicionarão, diante da guerra comercial. Por aqui, o governo Lula continuou dando motivos para o mercado ficar de pé atrás em relação ao risco fiscal, ao anunciar Gleisi Hoffmann para o lugar de Alexandre Padilha na coordenação política do governo. “Trocou seis por meia dúzia”, comentou um líder partidário do Congresso, lembrando ainda que Gleisi não tolera a política econômica de Haddad, o que joga ainda mais incertezas no ar.

Bom Carnaval ! (Téo Takar)


📰 Jornal do Investidor 

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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025

Ética em ambiente corporativo

Considero a ética, algo basilar para qualquer ambiente corporativo. É essencial que as pessoas se respeitem e se complementem nas suas tarefas e finalidades.

Importante que cada parceiro de atividade realize suas atividades com afinco e dedicação.

Sim, motivação é importante num ambiente corporativo, sendo o desafio de cada tarefa, mais uma barreira a ser superada. 

Um fato valioso neste debate é haver transparência e sinceridade entre o time de profissionais envolvidos. Se um, ou outro, enfrentar dificuldades, não é nada demais o amigo do lado socorrê-lo, ajudá-lo.

Já trabalhei em variados ambientes, mais em consultoria, também em instituições financeiras, e nem sempre a ética no ambiente corporativo foi um bom balizador. Paciência. 

As piores experiências acabaram ocorrendo em duas corretoras. Na primeira, a Interbolsa, eu, como economista-chefe, acabei encontrando um ambiente muito tóxico, em que as equipes das mesas de traders se degladiavam e, quanto mais potente o trader, com uma grande carteira de clientes, mais arrogante se tornava. 

Foram várias as situações em que rebeliões entre os traders e as diretorias aconteciam. 

Na segunda, na Mirae Investimentos, uma corretora coreana, algo negativo aconteceu na equipe de research, com um vice líder querendo tirar o cargo do outro, o head da área. Eu, como economista, na minha visão, não deveria estar no research, mas sim numa área ligada ao head operacional, de mesa, no atacado e no varejo. Acabou que esta relação “tempestuosa” explodiu e os coreanos acabaram com a área. 

Foram dois exemplos citados em que a ética não foi um bom balizador.  Num mercado muito concorrencial, muito disputado, acaba havendo muito stress nas relações. As cobranças, às vezes, irracionais, acabam prejudicando os desempenhos. O mercado financeiro brasileiro é muito concentrado, com grandes players, em sua maioria, sustentados por bancos, algumas vezes, internacionais. Para uma corretora independente entrar é preciso mais do que esforço e dedicação. 

Em suma, é importante, sempre, haver honestidade e conduta apropriada para se obter os resultados. É preciso foco, perseverança e positividade. 

Nos principais aspectos a serem salientados para que a ética sempre se imponha, devemos destacar: 

(a) respeito mútuo (tratar os amigos com respeito e igualdade, independente da posição); (b) honestidade e transparência (ser honesto e transparente em todas as situações, incluindo no fluxo de relatórios ou informações); (c) justiça (tratar todos, de forma igual e justa); (d) responsabilidade (ter coragem de assumir a responsabilidade pelas próprias ações e decisões); (d) confidencialidade (manter a confidencialidade das informações); (e) integridade (atuação sempre com integridade e coerência). 

Poderíamos citar também comunicação eficaz, respeito à diversidade, prevenção aos conflitos de interesses e desenvolvimento e renovação contínua.

Concluindo, para que a ética predomine, tudo dito tem relevância, mas é importante que vença a honestidade de propósitos, a harmonia nas relações, a coragem de enfrentar desafios e a leveza nas relações pessoais.

Pela minha experiência pessoal, sempre me pautei por estes predicados e considero essencial a honestidade intellectual e o “bem tratar” aos meus amigos de trabalho.

 Se todos se guiarem por estes ensinamentos, tudo se torna mais fácil.  


Julio Hegedus Netto

Lula e 2026

 É extremamente cansativo acompanhar as mídias militantes, as lideranças de esquerda, etc. Ninguém, eu digo, ninguém, se atreve à criticar o Lula. Ao longo dos anos, esta mesma esquerda resolveu entronizar este cidadão. É uma sucessão de bobagens ditas em eventos. A cada um, ele perde mais apoio. E o tal Sidônio resolveu intensificar isso. Aonde eles não veem q isso só piora as coisas? "Fala Lula, fala!" E seguem as varias "bolas fora", e os mercados "volatilizando". Quem está acabando com o Lula é o próprio, nas suas declarações desastrosas. Até onde isso vai? 2026 é logo ali...E vamos torcendo.

News 2802

 Coluna do Estadão: Lula impopular: 'tripé da rejeição' explica derretimento da aprovação


A popularidade do governo Lula derrete em todo o País e a reprovação da gestão petista já passa de 60% em pelo menos seis Estados, de acordo com pesquisa Quaest divulgada esta semana. E, por mais que o presidente Lula e seus asseclas tentem apontar culpados ou eventos isolados, fato é que o chefe do Executivo estabeleceu um “tripé de rejeição”, ao longo dos últimos dois anos, até amargar esse resultado. Os três fatores que empurram o governo ladeira abaixo são apontados por integrantes da própria base aliada a Lula: erros na economia, apatia política e desconexão com a vida real do brasileiro. A Coluna ouviu líderes governistas, ministros e ex-ministros, magistrados e presidentes de partidos políticos. Os termos compilam decisões e declarações de Lula.


ERROS NA ECONOMIA. Lula desautorizou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em relação ao ajuste fiscal. Obrigou a idas e vindas em temas como taxa das blusinhas, reoneração da folha de pagamento, atualização da faixa de isenção do Imposto de Renda e portaria do Pix.


APATIA POLÍTICA. Duas frases são repetidas à exaustão entre antigos aliados do petista. “Lula não é mais o mesmo” e “Lula perdeu a paciência para fazer política”. A queixa é que ele não conversa mais com a base, não recebe parlamentares, nem tem diálogo com governadores e prefeitos. Com isso, políticos aliados começam a se distanciar e não fazem esforço nos Estados para melhorar a avaliação de Lula.


DESCONEXÃO. Com o lema “O Brasil voltou”, Lula focou a agenda exterior por dois anos e esqueceu que a preocupação do brasileiro na vida real é com segurança e saúde.


CONTRA-ATAQUE. O PT acionou ontem o Conselho de Ética da Câmara contra o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), como antecipou a Coluna. A sigla acusa o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro de tentar, por meio de articulações nos Estados Unidos, constranger o STF e “criar embaraço” às investigações conduzidas pelo ministro Alexandre de Moraes sobre suposta tentativa de golpe.


ARGUMENTO. Os petistas dizem que, desde a posse de Donald Trump, Eduardo esteve três vezes nos EUA para articular com deputados republicanos um projeto de lei para impedir Moraes de entrar naquele país.


EXTENSÃO. Autora do requerimento, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, diz que a ação configura uma tentativa de constranger, além de um integrante, o próprio Supremo Tribunal Federal, que vai julgar as ações penais sobre os atos do 8 de Janeiro.


ESTRATÉGIA. Os líderes do PL no Congresso, o deputado Sóstenes Cavalcante (RJ) e o senador Carlos Portinho (RJ), têm feito reuniões para unificar a comunicação da sigla nas duas casas. O objetivo é alinhar o discurso dos parlamentares e adotar uma ação conjunta para aumentar a pressão a favor da anistia aos condenados do 8 de Janeiro.


INTEGRAÇÃO. A ofensiva inicial é para que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), paute a anistia, mas os bolsonaristas do Senado também devem acompanhar as discussões de perto.


PRONTO, FALEI!


Angelo Guerra Netto

Sócio-fundador da EXM Partners


“O ciclo de alta da Selic, podendo chegar a 15% no decorrer deste ano, é um catalisador para que empresas já fragilizadas entrem em colapso financeiro.”


CLICK


Geraldo Alckmin

Vice-presidente da República


Com o presidente Lula e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, em evento de lançamento do edital para a construção do túnel Santos-Guarujá.


(Roseann Kennedy, com Eduardo Barretto e Iander Porcella)


Broadcast+

Leitura de sábado

 *Leitura de Sábado: Privatizações e gestões pró-mercado impulsionam estatais estaduais em 2025* Por Camila Vech São Paulo, 07/01/2026 - O a...