domingo, 29 de dezembro de 2024

JR Guzzo

 DEPRAVAÇÃO LEGAL

Por J.R. Guzzo

28/12/2024 

“O Brasil fecha 2024 vivendo o que possivelmente tem sido o mais vicioso período de supressão de seus direitos civis já registrado desde o AI-5 da ditadura militar. É, também, o mais longo e mais neurótico rompimento da vida política, moral e cultural do País com a realidade elementar. Há quase seis anos o Brasil não tem uma Constituição. Em vez disso, tem um inquérito policial como a sua lei máxima – e contra o qual não é possível recorrer a nada e a ninguém, nunca. Chamam isso de democracia.


O pedaço de papel com que os generais impuseram a sua ditadura ao País dizia, basicamente, que nenhum ato do governo estava mais sujeito à apreciação de ninguém, a começar pela justiça. O AI-5 de hoje estabelece que nenhum ato do STF, e sobretudo do ministro Alexandre de Moraes, está sujeito a qualquer tipo de controle, de contestação ou de reforma. Tanto faz se esses atos violam a legislação brasileira em vigor: é o STF quem resolve o que a lei está dizendo, mesmo quando diz o contrário.


A Constituição hoje em vigor do Brasil é o inquérito policial 4781 do STF – uma depravação legal criada no dia 14 de março de 2019 pelo ministro Dias Toffoli, para ocultar a publicação de suspeitas de corrupção a seu próprio respeito, e entregue desde então à execução do ministro Moraes. O STF não é uma delegacia de polícia; por lei, não pode abrir investigação nenhuma. A partir daí, só ficou pior. O inquérito tornou-se perpétuo – acaba, aliás, de ser prorrogado por mais seis meses. Não tem objetivo determinado; investiga tudo. É tocado em sigilo. Não respeita o direito de defesa, nem o Código Penal.


Em nenhum minuto, desde que foi aberto, o inquérito 4.781 teve alguma coisa a ver com a defesa da democracia. Começou como uma gambiarra para censurar a revista Crusoé, proibida de publicar as denúncias contra Toffoli. Passou a reprimir fake news, “desinformação”, atos antidemocráticos, as vacinas de Bolsonaro, conversas de WhatsApp, discursos na Câmara, a condenação ilegal de um deputado, o batom na estátua (“substância inflamável”), o Golpe dos Estilingues e tudo o que existe sob o sol. Hoje é o principal instrumento de trabalho da ditadura do Judiciário no Brasil.


Não há, nunca houve e não haverá nenhuma boa intenção no inquérito de Moraes e Toffoli. O que há é um espetacular exercício de hipocrisia por parte da esquerda, das elites intelectuais e das gangues políticas que mandam no Congresso Nacional para ocultar um câncer em metástase. É o regime de exceção que está sendo criado clandestinamente no Brasil, com juras diárias à “defesa da democracia”, em público – e com a armação de uma tirania na vida real.”

Paulo Guedes

 https://youtu.be/7dDGy5YHbYc?t=1550

sábado, 28 de dezembro de 2024

JR Guzzo

 Por J.R. Guzzo

28/12/2024 


“O Brasil fecha 2024 vivendo o que possivelmente tem sido o mais vicioso período de supressão de seus direitos civis já registrado desde o AI-5 da ditadura militar. É, também, o mais longo e mais neurótico rompimento da vida política, moral e cultural do País com a realidade elementar. Há quase seis anos o Brasil não tem uma Constituição. Em vez disso, tem um inquérito policial como a sua lei máxima – e contra o qual não é possível recorrer a nada e a ninguém, nunca. Chamam isso de democracia.


O pedaço de papel com que os generais impuseram a sua ditadura ao País dizia, basicamente, que nenhum ato do governo estava mais sujeito à apreciação de ninguém, a começar pela justiça. O AI-5 de hoje estabelece que nenhum ato do STF, e sobretudo do ministro Alexandre de Moraes, está sujeito a qualquer tipo de controle, de contestação ou de reforma. Tanto faz se esses atos violam a legislação brasileira em vigor: é o STF quem resolve o que a lei está dizendo, mesmo quando diz o contrário.


A Constituição hoje em vigor do Brasil é o inquérito policial 4781 do STF – uma depravação legal criada no dia 14 de março de 2019 pelo ministro Dias Toffoli, para ocultar a publicação de suspeitas de corrupção a seu próprio respeito, e entregue desde então à execução do ministro Moraes. O STF não é uma delegacia de polícia; por lei, não pode abrir investigação nenhuma. A partir daí, só ficou pior. O inquérito tornou-se perpétuo – acaba, aliás, de ser prorrogado por mais seis meses. Não tem objetivo determinado; investiga tudo. É tocado em sigilo. Não respeita o direito defesa, nem o Código Penal.


Em nenhum minuto, desde que foi aberto, o inquérito 4.781 teve alguma coisa a ver com a defesa da democracia. Começou como uma gambiarra para censurar a revista Crusoé, proibida de publicar as denúncias contra Toffoli. Passou a reprimir fake news, “desinformação”, atos antidemocráticos, as vacinas de Bolsonaro, conversas de WhatsApp, discursos na Câmara, a condenação ilegal de um deputado, o batom na estátua (“substância inflamável”), o Golpe dos Estilingues e tudo o que existe sob o sol. Hoje é o principal instrumento de trabalho da ditadura do Judiciário no Brasil.


Não há, nunca houve e não haverá nenhuma boa intenção no inquérito de Moraes e Toffoli. O que há é um espetacular exercício de hipocrisia por parte da esquerda, das elites intelectuais e das gangues políticas que mandam no Congresso Nacional para ocultar um câncer em metástase. É o regime de exceção que está sendo criado clandestinamente no Brasil, com juras diárias à “defesa da democracia”, em público – e com a armação de uma tirania na vida real.”


https://www.estadao.com.br/politica/j-r-guzzo/pais-vive-sob-a-ditadura-do-inquerito-de-moraes-sem-data-para-acabar/

Amilton Aquino 2812

 Preparem-se: 2025 será um ano decisivo na geopolítica. Vamos começar pelo melhor dos cenários: o congelamento das guerras na Ucrânia e no Oriente Médio. Embora, no curto prazo, esse seja o desfecho mais desejável, no longo prazo pode representar a perda de grandes oportunidades para uma resolução mais eficaz desses conflitos.  


No caso do conflito árabe-israelense, encerrar a guerra agora, no momento em que os israelenses estão desmantelando os proxies do Irã que os circundam, pode dar a chance de os grupos terroristas recuperarem o fôlego para novas investidas. Já na Ucrânia, um fim da guerra com a cessão de 25% do território para a Rússia, como propõe Trump, pode ser um estímulo para Putin continuar com seus planos expansionistas.  


No cenário intermediário, o mais provável, veremos mais do mesmo: Israel continua enfraquecendo os proxies do Irã e tentando derrubar o regime dos aiatolás nos bastidores (como na Síria), o que enfraquece também a Rússia, principal aliada do maior financiador do terrorismo mundial e fornecedor de drones. Na Ucrânia, diante do apoio limitado do Ocidente, Zelensky faz o que pode: vende caro cada pedaço de território, elimina mais de mil soldados russos por dia e atinge refinarias e bases militares russas.  


No pior cenário, as guerras se intensificam, envolvendo diretamente outros países, incluindo a Coreia do Norte, já presente no campo de batalha com pesadas baixas. Embora este seja o desfecho menos provável, ele não deve ser descartado, considerando que Reino Unido e França têm acenado com a possibilidade de enviar tropas para “treinar” os ucranianos. Paradoxalmente, o cenário mais perigoso é também o mais coerente, dadas as circunstâncias criadas pelo bloco autoritário.  


Em todos os cenários, a grande incógnita é Trump, cuja postura isolacionista reconfigura todo o jogo geopolítico. Na Europa, os países já começam a se movimentar para garantir o apoio à Ucrânia, caso os EUA decidam reduzir sua ajuda. Para Israel, a situação melhora com Trump, embora ele já pressione por um acordo de paz.  


Mesmo antes de assumir, Trump já causa barulho ao alfinetar seus vizinhos Canadá, México, Panamá e até a Groenlândia, sob domínio da Dinamarca.  


No caso do Canadá, além de criticar o baixo investimento proporcional ao PIB na OTAN, Trump ameaça sobretaxar produtos canadenses e cobra uma postura mais firme no controle das fronteiras, que têm sido usadas como rota de entrada de imigrantes nos EUA.  


Em relação ao México, além da questão migratória, Trump ameaça intervir militarmente para combater os cartéis de drogas, que agora operam com opióides oriundos da China.  


Quanto ao Panamá, Trump mencionou recentemente a possibilidade de recorrer a uma cláusula que prevê o uso da força no tratado que cedeu o controle do canal ao país na década de 1970. A crescente influência chinesa no Panamá incomoda os EUA, já que o país foi o primeiro do continente a aderir ao projeto chinês da Nova Rota da Seda, lhes concedendo o controle de dois portos estratégicos. Ou seja, os EUA, que gastaram bilhões de dólares e perderam 38 mil vidas na construção do canal, hoje pagam as mesmas taxas que a China, que amplia sua presença na infraestrutura panamenha. Sim, isso tem cheiro de confusão. 


No caso da Groenlândia, Trump tensiona ainda mais as relações com a Europa ao propor a compra da ilha à Dinamarca. Embora não sugira uma invasão, como Putin, a ideia contraria o consenso de que o Ocidente havia encerrado sua fase expansionista. Na prática, Trump ajuda a “normalizar” a Nova Ordem Mundial que o bloco autoritário, liderado pelos BRICS, tenta estabelecer.  


Entre a retórica e a realidade há uma longa distância. No entanto, é clara a direção isolacionista de Trump em um mundo onde as democracias liberais, especialmente as europeias, dependem muito mais dos EUA do que os EUA dependem do resto do mundo.  


Assim, é inevitável uma nova corrida armamentista. O Japão está se rearmando, pois não se sente mais seguro sob o escudo norte-americano. O mesmo acontece com a Coreia do Sul, que já considera produzir suas próprias armas nucleares, assim como a Ucrânia, incomodada com a ajuda a conta-gotas do Ocidente e o descumprimento do acordo do início dos anos 90 que lhe concedia proteção da Otan em relação à Rússia em troca da entrega do seu arsenal nuclear. Nesse novo cenário, até países pacíficos e neutros como Finlândia, Suécia e Suíça não só abandonaram a neutralidade como estão se armando e se preparando para uma nova grande guerra.  


A favor de Trump está sua experiência em negociações. Contra ele, pesa sua retórica belicista, que tanto pode inflamar ainda mais os ânimos quanto abrir brechas no Ocidente para o bloco autoritário expandir sua influência, como já ocorre na Venezuela e, potencialmente, no Panamá. No melhor dos cenários, sua posição mais firme que a de Biden, pode dissuadir um pouco o bloco autoritário. Torçamos.


Infelizmente, nem mesmo o pacífico Brasil não está imune a este complicado contexto geopolítico. Além de se aliar ao bloco autoritário, o Brasil experimenta em suas fronteiras com a Venezuela uma tensão crescente, já com tropas em prontidão de ambos os lados. Pouco provável, mas algo a se acompanhar. 


No contexto econômico, o mundo segue uma trilha perigosa de endividamento, fruto de políticas keynesianas que, embora mais palatáveis para políticos, acabam jogando a conta para as futuras gerações. Até mesmo a China, que até pouco tempo ameaçava destronar os EUA como maior economia mundial até 2030, enfrenta um momento delicado, com níveis de endividamento tão altos que economistas começam a questionar se o país não está entrando em um processo de “japanização”, semelhante à estagnação vivida pelo Japão desde os anos 1990.  


E, nesse contexto de Estados gigantes e endividados, surge uma grata surpresa na Argentina. Em menos de um ano, Javier Milei, o primeiro libertário a chegar ao governo de um país, reverteu os principais indicadores macroeconômicos que levavam a Argentina ao colapso, reduzindo até mesmo a pobreza, que agora está em um patamar inferior ao que ele herdou.  


Enquanto a Argentina atrai os holofotes como solução, o Brasil segue ladeira abaixo, acumulando notícias negativas tanto na política externa quanto no cenário doméstico, com uma clara deterioração institucional e macroeconômica.  Apertem os cintos, 2025 não será fácil, infelizmente.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2024

Call Matinal ConfianceTec 2712

 CALL MATINAL CONFIANCE TEC

27/12/2024 

Julio Hegedus Netto, economista

 

MERCADOS EM GERAL


FECHAMENTO DE QUINTA-FEIRA (26)

MERCADO BRASILEIRO


O Ibovespa, na quinta-feira (26), fechou em alta de 0,26%, a 121.077 pontos. Volume negociado foi baixo, em R$ 15,8 bi. Em dezembro queda é  de 3,65%, no ano, quase 10%. Já o dólar à vista acomodou em queda de 0,09%, a R$ 6,1794.


PRINCIPAIS MERCADOS, 05h40


EUA🇺🇸

Dow Jones Futuro, nd

S&P 500 Futuro, nd

Nasdaq Futuro, nd


Ásia-Pacífico:

Shanghai SE (China🇨🇳), +0,06%

Nikkei (Japão🇯🇵), +1,18%

Hang Seng Index (Hong Kong), -1,02%

Kospi (Coreia do Sul🇰🇷), -1,02%

ASX 200 (Austrália🇦🇺), nd


Europa:

FTSE 100 (Reino Unido🇬🇧), +0,03%

DAX (Alemanha🇩🇪), +0,41%

CAC 40 (França🇫🇷), +0,64%

STOXX 600🇪🇺, +0,47%


Commodities:

Petróleo WTI, +0,47%, a US$ 69,95 o barril

Petróleo Brent, +0,34%, a US$ 73,51 o barril

Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, em queda de 2,63%, a US$ 104,50.


NO DIA, 27/12


Agenda mais concentrada no Brasil, com IPCA15, dados do mercado de trabalho, como a PNAD (desemprego) e o Caged, e o IGP-M de dezembro.


Além destes indicadores, monitoremos as crises em Brasília. Em rápido pronunciamento, convocado à imprensa na noite de ontem, após ter se reunido com Lula e líderes partidários, Lira comentou a polêmica das emendas.


“Fizemos tudo obedecendo leis e critérios acordados entre o governo e o Judiciário”, disse. O presidente da Câmara afirmou que vai peticionar o Supremo nesta sexta-feira para tentar desbloquear os recursos das emendas.


AGENDA, 27/12


Indicadores:

08h00. Brasil/FGV: IGP-M de dezembro

08h30. Brasil/BC: Nota de crédito – novembro

09h00. Brasil/IBGE: IPCA-15 de dezembro

09h00. Brasil/IBGE: Pnad Contínua – trimestre até novembro

10h00. Brasil/MTE: Caged de novembro

13h00. EUA/DoE: Estoques semanais de petróleo

15h00. EUA/Baker Hughes: Poços e plataformas em operação

                                                

Julio Hegedus Netto, economistah da ConfianceTec 

 

Boa sexta-feira, bons negócios e boas Festas e feliz 2025!🥳👏🎄

News 2712

 Coluna do Estadão:Governo cogita ministério a Marcos Pereira para segurar partido de Tarcísio


Por Roseann Kennedy, com Eduardo Barretto e Iander Porcella


Em uma tentativa de segurar o apoio do Republicanos nas eleições de 2026 e uma base mais fiel no Congresso, integrantes do governo Lula cogitaram convidar o presidente do partido, Marcos Pereira, para assumir um ministério em 2025. Um dos objetivos da reforma ministerial é afagar siglas do Centrão, que já têm cargo no governo, mas também estão com um pé em eventuais candidaturas da oposição. Nessa estratégia, o Republicanos é um dos principais alvos por ser o partido do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Além disso, também abriga o deputado Hugo Motta, favorito para assumir a presidência da Câmara no ano que vem. Marcos Pereira, entretanto, tem dito a aliados que perguntam sobre a possibilidade de ele virar ministro que não aceitaria o convite.


MOTIVOS. De acordo com interlocutores, Pereira aponta duas razões. A primeira é que ficaria apenas um ano no ministério, pois vai concorrer às eleições. Em segundo lugar, descontentaria tanto Tarcísio quanto a bancada do Republicanos no Congresso, que é mais ligada à direita. Procurado pela Coluna, ele não comentou.


ONDE. A Coluna apurou que as vagas cogitadas foram para o Ministério de Minas e Energia e para a Secretaria de Relações Institucionais. Para esta, que trata da articulação com o Congresso, também é ventilado um remanejamento do ministro Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos), que também é do Republicanos. A mudança daria a ele papel mais político e mais próximo a Lula.


SEM BANDEIRA. A ideia do governo é conseguir pelo menos a neutralidade do Centrão em 2026. Os rumos de PSD, União Brasil e MDB também preocupam os governistas.


SEM...Roberto Campos Neto deixou o comando do Banco Central na segunda-feira, 23, passando-o interinamente a Gabriel Galípolo, que será seu sucessor oficial a partir de 1.º de janeiro. Por ora, diz que só está pensando em descansar e desconversa sobre o que fará após cumprir a quarentena de seis meses.


...AUTONOMIA. Por outro lado, Campos Neto não deixa dúvidas sobre qual critério determinará seu futuro profissional. No café da manhã de despedida com jornalistas, disse que a mulher e os filhos abdicaram muito de sua presença nos últimos seis anos, e agora têm o direito de decidir.


COMANDO. O Consórcio Amazônia Legal - que reúne nove Estados - elegeu ontem seu presidente para 2025, ano da COP-30 no Brasil. Anfitrião do evento, o governador do Pará, Helder Barbalho, foi reconduzido ao cargo por unanimidade. É a terceira vez que ele assume o colegiado.


SEM CHANCE. Apesar das críticas de governadores, o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, descarta mudanças no decreto federal que estabelece limites para o uso da força policial em todo o País. Além disso, ele vai antecipar para o mês de janeiro a regulamentação das medidas, apesar de ter prazo de 90 dias para publicar as portarias.


SIGA. O decreto condiciona repasses do Fundo Nacional de Segurança Pública aos Estados que seguirem a nova cartilha, como antecipou a Coluna, no dia 20.


PRONTO, FALEI!


José Ronaldo Marques

Sindicato dos Cegonheiros


“O País precisa aumentar produção, emprego e renda. Por isso, para quem produz, juro alto pesa mais que o ajuste fiscal, embora seja igualmente importante.”


CLICK


João Campos

Prefeito do Recife (PE)


Em conversa com fiéis na Cantata Natalina da Igreja Evangélica Assembleia de Deus, na capital pernambucana, na quarta-feira, 25, dia de celebração do Natal.


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Prensa

 📰  *Manchetes de 6ªF, 27/12/2024* 

 

▪️ *VALOR*: Para analistas, dólar continua no nível de R$ 6 em 2025     


▪️ *GLOBO*: Após reunião com Lula, Lira diz que emendas tiveram aval do governo 


▪️ *FOLHA*: Crise do clima faz governo repartir prejuízo eventual em concessão de rodovias  


▪️ *ESTADÃO*: Barroso manda PM de SP usar câmera em ações e após atraques a policiais

Simon Schwartzman