sexta-feira, 20 de março de 2020

Evolução do Coronavirus

Seguem, os últimos dados da evolução do coronavírus, divulgados pelo dashboard da Johns Hopkins University. 

A Itália ultrapassou a China em número de mortos, 3405 versus 3249 com um nível de letalidade (mortos/confirmados) duas vezes maior, 8,30% versus 4,0%. Nota-se também pelo gráfico que a Itália, da mesma forma que o Brasil ainda tem um ritmo de novos casos bastante alto. A taxa de crescimento de hoje em relação ao dia 18, foi de 14,90% contra 12,93% do Brasil. Devem, obviamente, serem feitas todas as ressalvas quanto à acuracidade destes dados: os infectados são certamente um bom múltiplo dos casos já confirmados. De qualquer forma, analisemos os dados disponíveis e continuemos o grande esforço de isolamento social voluntário para derrubar a trajetória destas curvas!!!


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quinta-feira, 19 de março de 2020

Olhem este fluxograma...

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A FUGA DOS EMERGENTES!

Em momentos de choques exógenos adversos, os mercados emergentes são os primeiros a debandar, perdendo a função de "diversificação de portfólio". A crise atual presencia a maior fuga de capital dos emergentes desde 2008, mostrando a incapacidade dos bancos centrais em darem suporte, indefinidamente, aos ativos de risco.

Palavras do CEO do Mercado em Pauta Tullio Bertini.



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BALANÇOS E PERSPECTIVAS

Muito difícil o momento que estamos atravessando. Um clima de guerra, com todas as nações mobilizadas num esforço conjunto. Não me recordo de ter vivido momento mais pungente. 

A cada dia novas ações são engedradas pelas autoridades de vários países. Difícil saber quais os próximos passos. Qual a dimensão da pandemia? A China parece estar superando a fase mais aguda, mas por lá o estado de emergência é algo permanente, com strictu sensu nas condutas. É só observarem em quantos dias eles contruíram um hospital meio de campanha para atender aos infectados. 

No mundo, as mortes já passam de 10 mil, sendo no Brasil 21, mas devendo explodir nos próximos dias, dadas as trajetórias dos gráficos de óbitos. Em resposta, o governo, antes com intervenções tímidas, vem atuando fortemente tanto na área econômica, como na saúde. Bônus de 200 reais já foram anunciados para os informais, assim como antecipação da primeira parcela do décimo terceiro salário. Na saúde, o ar preocupado do ministro da Saúde, Mandetta, colocando sob hipótese o colápso do sistema de saúde a partir de fins de abril.

Na semana passada, o Copom anunciou a redução do juro Selic a 3,75% ao ano, mas é importante estar atento de que o problema é de saúde pública, retração da demanda privada. Neste contexto, estímulos fiscais seriam inevitáveis. 

A seguir, uma listagem destes estímulos. 

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BCE em resposta

Os canhões do BCE, como reação ao Fed, são encarados como um sinal de fraqueza, não de força. Isso porque não se trata de uma crise de liquidez, mas de um completo blackout da economia global. Todos atingidos pelo mesmo impacto. Como venho dizendo neste espaço, a crise não é economica, mas de calamidade pública, frente ao obrigatório recolhimento das pessoas às suas casas ao redor do mundo. 

Consulta ao blog do economista Daniel Lacalle

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Merecem nossos aplausos.

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Maiores tombos do BOVESPA B3

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Leitura de sábado

 *Leitura de Sábado: Privatizações e gestões pró-mercado impulsionam estatais estaduais em 2025* Por Camila Vech São Paulo, 07/01/2026 - O a...