segunda-feira, 11 de novembro de 2024

Bruno Carranza

 Nas últimas semanas temos visto uma movimentação no Executivo, Legislativo e Judiciário para se fazer uma "reforma administrativa" por vias tortas. No STF, o regime jurídico único para todos os servidores da administração direta de União, Estados e municípios foi afastado, permitindo-se a contratação de empregados públicos por CLT. Já no Executivo e no Legislativo, crescem as conversas pela aprovação do PL dos Supersalários, com a esperança de se combater distorções nas remunerações na elite do funcionalismo.

Extinguir penduricalhos salariais e instituir formas mais modernas de vínculos trabalhistas com o Estado são medidas necessárias, mas precisam ser implementadas de forma bem pensada, para não se incorrer no pior dos mundos: precarizar a prestação de serviços públicos e não economizar recursos.

Na minha coluna de hoje no Valor Econômico, discuto os riscos de se fazer uma "reforma administrativa" com remendos, sem analisar os dados e consultar os especialistas:

(Nos comentários, colocarei o link para o Anuário de Gestão de Pessoas no Serviço Público, da República.org, que traz muitos números e importantes reflexões sobre uma agenda "republicana" de avanços para a gestão pública no Brasil)

https://lnkd.in/dRsgKY_U

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